7 Bakım ve temizlik 20
7.2. Plastik Yüzeylerin Korunması
Fonte: Guia das Escolas Tombadas, 2008, p. 29
73 No século XIX, era usual denominar “Escolas” com o nome no plural, para a instituição de ensino que
3.2.2 A chegada da Primeira República e os novos requerimentos sociais
Com a chegada da República, um grande esforço de modificar o estado da Educação encheu os discursos de ânimo e de ideologias estrangeiras. Nos primeiros anos, contudo, poucas mudanças foram notadas. Com a aproximação do centenário da Independência, dá-se um surto de interesse para com o nosso passado e inicia-se, em termos de Arquitetura, um período intermediário entre a importação do modus vivendi europeu e o modernismo universal que também já despontava nos centros mais desenvolvidos.
No Brasil, informa Reis Filho (1976), durante a maior parte do século XIX, a arquitetura das residências mais comuns nos centros mais importantes – Rio de Janeiro, Salvador, Recife – bem como as residências urbanas das províncias, apresentavam características neoclássicas de grande simplicidade. A assimilação desta arquitetura, segundo o mesmo autor, ainda que tenha provocado transformações de importância no plano formal, pela precariedade de mão de obra não especializada, ou pelo uso apenas superficial de elementos e pela dependência de importação de materiais, não chegou a corresponder um aperfeiçoamento da construção no Brasil. Conforme Reis Filho, isto aconteceu com a introdução de inovações de técnicas com o ecletismo.
O tempo é um fator preponderante para que as visões embotadas dos preconceitos encontrem lentes adequadas para melhor avaliação de tudo o que se passa. Assim, Patetta (1987) esclarece como a queda dos preconceitos críticos levou a Historiografia da Arquitetura a reavaliar, no final do século XIX, o barroco e, no apagar do século XX, o neoclassicismo e o ecletismo.
Castro (1987) reafirma esta posição referente às edificações urbanas no Ceará, quando assinala que na prática, o neoclassicismo provincial ficava reduzido a meros indícios simbólicos do estilo, isto é, vergas de arco pleno, com o tímpano preenchido por bandeiras envidraçadas, e platibandas sobrepostas a cornijas de massa, além de rara presença de algum frontão. (OP. CIT., p. 213).
O neoclassicismo tinha sua estruturação nas bases rígidas distributivas e tipológicas, nos ritmos das estruturas modulares fixadas por Durand. Os fundamentos continuaram mesmo depois das mudanças tecnológicas das estruturas de construção, daí por que Luciano Patetta garante que o século XIX encontrou o seu “próprio estilo” – o ecletismo.
Pateta (1987) aponta o ecletismo como a cultura arquitetônica própria de uma classe burguesa, que dava primazia ao conforto, amava o progresso, as novidades, em especial
quando melhorava as condições de vida, mas rebaixava a produção artística e arquitetônica ao nível da moda e do gosto.
Mesmo contraditoriamente, foi a exigência da clientela burguesa que obteve progressos nas instalações técnicas, nos serviços sanitários da casa, bem como na sua distribuição interna. Solicitou ainda mudanças nas tipologias nos grandes hotéis, nos balneários, nas grandes lojas, nos escritórios, enfim, soube encontrar um novo patamar de reinvindicações até chegarmos aos imponentes pavilhões das Exposições Universais (de Londres – 1851 – e de Paris – 1867-78-79), obtendo a aglutinação de todas as expressões formais em torno do mito do progresso: o Crystal Palace, a Tour Eiffel, Les Galéries dês Machines, o Baile Excelsior, os romances de Julio Verne etc. (PATETTA, 1987, p. 13-14).
Fato interessante que o autor levanta é o de que, apesar dos revivals, como as igrejas neogóticas na Europa, o desenvolvimento das tecnologias que incrementaram a produção industrial eram encarado no século XVIII como curiosidade intelectual, passando a ser demandado na metade do século XIX, impondo dessa forma uma transformação nas relações econômicas e no canteiro de obras. As estruturas metálicas, por exemplo, vieram modificar toda a concepção arquitetônica, criando entre engenheiros e arquitetos uma dualidade na didática e na prática profissional.
No final do século XIX e início do XX, no Brasil, encontramos as mais diversas tendências. Além do estilo francês, começam a figurar outras tendências, como o ecletismo, que acreditava poder desenvolver uma linguagem nova baseada nas qualidades de várias outras (CZAJKOWSKI, 2000).
De modo geral, apregoamos a ideia de que o ecletismo era de certa forma um revival historicista, no qual os estilos eram reproduzidos e misturados a critério de seu projetista. Mais do que isso, o ecletismo foi um instrumento de estética eficiente para a assimilação de novas e importantes tecnologias. Com novos recursos, era possível a adoção de soluções plásticas e construtivas mais complexas. Para os brasileiros, foi um meio de incluir recursos de conforto semelhantes aos vistos nas edificações europeias daquela época (REIS FILHO, 1997).
O cenário econômico no final do século XIX proporcionava uma mudança do eixo econômico do País – o Sudeste. Com o desenvolvimento do café, propicia a ampliação de mercados e a criação de rede ferroviária. As transformações na paisagem urbana e nas formas de construir e habitar assinala Reis Filho (1976), foram influenciadas pela corrente de imigração europeia, iniciada após a supressão do tráfico de escravos, sendo estes imigrantes habitantes e construtores marcantes da arquitetura de onde vinham participar.
Este período foi marcado por incertezas de rumos, visto que o desenvolvimento da indústria pôs em xeque os princípios compositivos, tendo os arquitetos dificuldade de escolha, dilema entre retroceder ou avançar, ficar com a tradição ou superar-se a filiar-se à escola racionalista. No Brasil, além desta dicotomia, convivia-se com outra questão – a nacionalidade, que produziu outros tipos de encaminhamentos inclusive na Arquitetura.
Arraigada a valorização da “arte tradicional” surgiu um movimento de culto à tradição74, tendo como personalidade-chave o português Ricardo Severo, que apregoava a exaltação da raiz cultural e étnica portuguesa no fundamento da arte brasileira, atitude compatível da crença republicana e luso-nacionalista com o emergente ufanismo no Brasil do século XX (SEGAWA, 2002).
A pesquisa das raízes coloniais propiciou o desenvolvimento em busca de um estilo arquitetônico tradicional – o neocolonial – rebatimento nacional dos neos internacionais ecléticos. Verificando-se, posteriormente, como transição ao Modernismo.
3.2.3 O Movimento Neocolonial e a Arquitetura Escolar: em busca das obras públicas na Primeira República
No final da Primeira República do Brasil, mais precisamente na década de 1920, ao lado do projeto republicano, se desenvolveu, tanto no Brasil como nos países da América Latina75 um movimento, no campo da Arquitetura, de busca das tradições nacionais. Neste sentido, na Arquitetura, e consequentemente na Arquitetura Escolar, se difundiu o Movimento Neocolonial.
Estranho é constatar que os precursores da arquitetura neocolonial tenham sido estrangeiros radicados em São Paulo, cidade do presente e do futuro, visto que no período colonial seu patrimônio era pouco significativo comparado a outras regiões, como o Nordeste, principalmente os Estados de Pernambuco e Bahia, que contavam com um patrimônio arquitetônico de maior vulto, assim também como Minas Gerais.
74 Este movimento teve por base a Arquitetura do período colonial, numa espécie de nacionalismo em oposição
às novas idéias chegadas da Europa, como diria Santos, preconizando como que uma independência da cultura, cada qual procurando reviver formas senão autocnes, pelo menos caldeadas no Novo Mundo ao tempo da colonização – algumas repúblicas como o México e os Estados Unidos chegando a exortar essas formas (“Mexicano”, “Californiano”, “Mission Style”). (SANTOS, 1977, p. 98).
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Ver mais sobre os movimentos nacionalistas em outros países da América Latina em: PETRINA, Alberto; A. Brodaric y S. Katz. Guia Patrimônio Cultural de Buenos Aires 7: Arquitetura Neocolonial. Buenos Aires: Gobierno de La Ciudad de Buenos Aires, 2007.
A influência da arquitetura colonial luso-brasileiro manifestou-se inicialmente com a presença do engenheiro Ricardo Severo da Fonseca Costa (1869 – 1940)76.
O movimento neocolonial iniciou-se no Brasil, portanto, com esse engenheiro português, radicado em São Paulo desde 1902. Dentre muitas conferências proferidas em sociedades de classe, a conferência na Sociedade de Cultura Artística, realizada por ele em 1914 sobre “A Arte Tradicional no Brasil”, foi considerada um marco no desenvolvimento do estilo neocolonial em São Paulo. Nesta conferência, Ricardo Severo enfatizava a contribuição portuguesa na Arquitetura brasileira, indo aos fundamentos étnicos e históricos. Discorreu sobre o tema “Casa Urbana, o Palácio e o Templo”. (LEMOS, 1985).
Além da conferência, a construção de sua residência no estilo neocolonial, bem como a de outras residências da elite de São Paulo, foi um marco na produção desta arquitetura. Bruand descreve esta arquitetura moldada no emprego sistemático de elementos reconstituídos da arquitetura civil portuguesa dos séculos XVII e XVIII:
Varandas sustentadas por simples colunas toscanas, telhados planos com largos beirais, feitos de telha canal e tendo, nos vértices, uma telha em forma de pluma virada para cima (lembrando a moda do exotismo chinês do Século das Luzes), rótulas e muxarabis de longínqua origem muçulmana, azulejos fabricados diretamente no Porto, recobrindo as paredes das varandas. (BRUAND, 1981, p. 53)
Para Bruand, as residências construídas por Severo, no entanto, não se limitam a uma simples cópia das antigas casas coloniais, mas uma arquitetura tratada com muita liberdade permitida pela técnica contemporânea. Lemos afirma, no entanto, a produção de Ricardo Severo, apesar de possuir bom repertório de desenhos e levantamento de pormenores construtivos da nossa arquitetura tradicional, seus projetos nada mais eram do que estilizações do mais puro barroco lusitano das casas solarengas do norte de Portugal. Sua “Casa Lusa” era uma miscelânea de ornatos barrocos, sem possuir, na verdade, uma diretriz estilística coerente (LEMOS, 1985, p. 156).
Embora o movimento neocolonial tenha iniciado em São Paulo, com a atuação de Ricardo Severo, e seguido por Victor Dubugras, foi no Rio de Janeiro que vai encontrar ambiente propício para seu maior desenvolvimento.
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Nascido em Lisboa, criado no Porto, implicado na Revolução Republicana do Porto (1891), exilou-se no Brasil, onde se radicou. Foi sócio de Ramos de Azevedo em São Paulo. O nacionalismo português, admitido por Severo, podia encontrar boa receptividade no Brasil de então, como explica Bruand (1981, p. 53), “afinal, tratava-se de uma volta à tradição, que jamais tinha sido totalmente esquecida e que podia ser considerada como um manancial característico da personalidade luso-brasileira”.
O médico José Mariano Filho (1881 – 1946) 77 impulsionou o movimento e levou a uma amplitude maior do que em São Paulo. Embora não sendo arquiteto, sua riqueza e prestígio postos em favor do que chamava “a causa da nacionalidade”, fez do movimento neocolonial sua bandeira. Teve grande influência sobre os arquitetos no período em que foi diretor da Escola Nacional de Belas Artes (ENBA) no Rio de Janeiro.
Informa Santos (1977) que o citado médico, aproveitando o clima de comemoração do centenário da independência, conseguiu influenciar os arquitetos participantes da Exposição do Centenário da Independência (1922), para que fossem executados no estilo neocolonial vários dos pavilhões expostos, como a provar que o neocolonial ganhava adeptos entre arquitetos de maior evidência.
José Mariano Filho teve injunção também na Administração Pública e no setor educacional. Inscrevendo-se na 2ª Conferência Nacional de Educação em Belo Horizonte, defendeu a tese em favor do reconhecimento oficial da arquitetura brasileira tradicional, a começar pelos prédios escolares, o que de fato se concretizou na administração de Prado Junior e Fernando de Azevedo, em que os prédios institucionais foram de inspiração neocolonial (OLIVEIRA, 1991).
A mais importante realização oficial no estilo neocolonial, conforme Bruand (1979), foi a Escola Normal do Rio de Janeiro (posteriormente Instituto de Educação), obra de Ângelo Bruhns e do português José Cortez, construída no período de 1926 a 1930. No item seguinte, sobre Arquitetura Escolar, serão apresentados detalhes sobre a arquitetura da referida instituição.
O saldo positivo do sentimento nacionalista que havia no movimento neocolonial impulsionou a que intelectuais buscassem a realização de pesquisas sobre a Arquitetura colonial brasileira, principalmente, com viagens de estudos a Minas Gerais, onde figuraram os arquitetos Nestor de Figueiredo, Nereu Sampaio e Lúcio Costa, dentre outros.
Mesmo se considerando as críticas ao movimento neocolonial por parte de muitos arquitetos que cedo aderiram ao movimento internacional da arquitetura moderna, podemos afirmar que foi um movimento positivo, embora, contraditório desde a origem, como afirma Bruand, porque não teve uma real independência, nem um espírito criativo dominante, pelo contrário, foi considerado pelos modernistas um retorno nostálgico.
77 José Mariano Carneiro da Cunha Filho (1881-1946), nascido em Pernambuco, médico, historiador e crítico de
Arte. Notabilizou-se por sua apaixonada, infatigável e polêmica campanha de longos anos para implantar no País a corrente nacionalista neocolonial como estilo arquitetônico mais adequado ao nosso clima e identificado, nas suas formas tradicionais, com o sentimento brasileiro. (Ver mais em MEC. Dicionário Brasileiro de artistas Plásticos. INLMEC, 1977).
O mesmo autor garante ainda, haver, por parte de muitos arquitetos, um desconhecimento dos princípios básicos e da diversidade da arquitetura luso-brasileira dos séculos XVII e XVIII, não se fazendo diferenciação de arquitetura laica e religiosa, nem as várias diferenças regionais.
Nas considerações de Bruand, as características do movimento neocolonial atendiam aos edifícios como igrejas, residências, palácios, mas, em sua essência, não respondiam aos padrões de edificações que a vida urbana começava a exigir, como os grandes edifícios de escritório, fábricas, programas típicos de uma civilização industrial.
A contribuição deste movimento para o contexto brasileiro, contudo, é inegável, ao sabermos que, no primeiro momento levou ao aprofundamento do conhecimento sobre a arquitetura colonial e, conseqüentemente, à ideia de conservação do patrimônio arquitetônico que vinha sendo desvalorizado, não reconhecido e esquecido, quando não demolido. O próprio Bruand considera que
A arquitetura neocolonial foi o símbolo de uma tomada de consciência nacional, que a seguir iria se desenvolver e dar um caráter particular às realizações brasileiras. Por conseguinte, por mais estranho que possa parecer, a priori, o estilo neocolonial constituiu-se numa transição necessária entre o ecletismo de caráter histórico, do qual era parte intrínseca, e o advento de um racionalismo moderno, cuja origem foi a doutrina de Le Corbusier, mas cuja grande originalidade local não pode ser questionada. (BRUAND, 1981, p. 58).
Um dos grandes achados desta pesquisa foi a identificação de uma relação muito grande da Arquitetura Escolar do período em estudo, dos anos de 1920-1930 com a Arquitetura neocolonial, motivo pelo qual temos intensificado a pesquisa no Movimento Neocolonial, influenciando várias cidades brasileiras, inclusive na Arquitetura Escolar de Fortaleza o fato a ressaltar é que as escolas construídas com a Reforma de ensino no Ceará (1922-1923) acompanharam mais de perto o movimento que eclodiu com as comemorações do centenário da Independência, antecedendo, portanto, às escolas do Rio de Janeiro que foram erguidas sob esta tendência com a Reforma de Fernando de Azevedo (1927-1930).
Paradoxalmente, numa visão de hoje, a arquitetura oferecida nas décadas assinaladas para acolher a pedagogia da Escola Nova continha elementos do passado, que, ao materializar escolas supostamente modernas, continham, na verdade, características tradicionais, fazendo das escolas verdadeiros templos e/ou palácios do saber que lembravam outra época: os tempos coloniais (SANTIAGO, 2008).
3.2.4 A Arquitetura Escolar em São Paulo
Conforme a historiografia consultada (SOUZA, 1998; BUFFA, 2002; VIDAL, 2006), se iniciou em São Paulo, ou pelo menos se tem registros sistematizados de uma organização do sistema escolar, pioneiro no Brasil, com a escola graduada.
Naquela época, os estados eram comprometidos com o ensino primário e com o ensino profissional, enquanto a União era a responsável pelo ensino secundário e superior. Foi um período de transformações do ensino elementar, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.
O sistema de seriação das classes elementares induziu a um padrão de construções escolares dentro de um espírito de organização de uma rede escolar pública distribuída na malha urbana, tendo início em São Paulo em 1893. Nessa organização do ensino, as concepções pedagógicas iniciais ainda prevaleciam na pedagogia tradicional: princípios de simplicidade; formalismo; memorização; autoridade; emulação e intuição (SAVIANI, 2007).
Essa nova representação da escola, de agrupar num só espaço as chamadas escolas isoladas, constitui-se para a população como uma força simbólica na forma dos grupos escolares, uma presença marcante na cidade. Vidal (2006, p. 9) assinala que os grupos escolares fundaram uma representação de ensino primário que não apenas regulou o comportamento, reencenado cotidianamente, de professores e alunos no interior das instituições escolares, como disseminou valores e normas sociais (e educacionais).
A Arquitetura Escolar em São Paulo, no período que vai de 1890 a 1920, pode ser caracterizada pela frase de Cesário Motta Junior – “sem bons prédios é impossível fazer boas escolas”. (BUFFA, 2002, p. 31). O primeiro edifício projetado para abrigar uma escola pública na capital paulista foi o da Escola Modelo da Luz, mais tarde denominada Grupo Escolar Prudente de Moraes, cujo projeto era de autoria de Ramos de Azevedo78 (BUFFA, 2002). A economia cafeeira paulista permitiu a construção de escolas com requinte de acabamentos, sendo inicialmente importados não somente os materiais, como também os estilos arquitetônicos (neoclássico e eclético).
Em 1920, os prédios dos grupos escolares, como também o da Escola Normal de São Paulo, segundo Buffa (2002), ainda traziam as características arquitetônicas do neoclassicismo e ecletismo, conforme podemos apreciar na foto do Grupo Escolar de Piracicaba, de autoria do arquiteto francês Victor Dubugras (Foto 3.8).
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Segundo Wolff (1992) , Ramos de Azevedo se afirmou como arquiteto na cidade de São Paulo desde o final do Império, com prédios concebidos dentro de uma nova estética monumental e construídos com a técnica de alvenaria de tijolos e compostos com ornamentos neoclássicos que atendiam aos anseios dos governantes.
Foto 3.8: Grupo Escolar de Piracicaba-1895