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1.1.5. Finans Endüstrisinin leyii

1.1.5.1. Para Piyasalar

A confecção de nossa apresentação para a banca de defesa foi algo complexo.

Tínhamos naquela ocasião uma imensa dificuldade em expressar nossos afetos, nossos pensamentos, nossas emoções e tudo o que não cabia no texto acadêmico.

As provocações lançadas pelo nosso orientador Romualdo Dias, em fazer desta pesquisa e da vida uma obra de arte, soavam sem parar em nossos ouvidos. Foi nesta toada que resolvemos dar linguagem a tudo isso tecendo um “mapa de afetos”.

Um painel, em aquarela, carvão e recortes que pretendia mostrar aquilo que não estávamos conseguindo dizer na apresentação sobre o texto.

Passamos dois dias confeccionando o painel, era como se nosso corpo estivesse se despedindo e se entregando de algum modo a este trabalho de pesquisa. A intensidade das tintas, as cores, a cola, as letras, o carvão faziam vibrar nossas marcas dando passagem para novas sensações. No inicio a angustia, o medo, a insegurança... na sequencia o movimento, beleza, novidade.

E o mapa seguiu para a apresentação. Pregado na parede ele falava por si. De um lado o mapa, do outro a tela com os slides programados para uma didática apresentação. Eles figuravam como duas margens, guiando a exposição do trabalho.

E assim vencemos esta etapa de apresentação!

A arguição da banca para nossa surpresa iniciou perguntando sobre o mapa.

Romualdo Dias nosso orientador, presidia a mesa perguntou o que era o mapa. Na sequencia Rosimeri de Oliveira Dias, (professora da UERJ) e Bernadete Caprioglio de Oliveira (professora da UNESP) disseram que não viram o mapa no texto.

Foi então que explixamos o que ele fazia ali na parede.

A banca para nossa surpresa afirmou que o mapa tinha que constar no texto da dissertação, pois ele mostrava muito do que não estava escrito.

E foi assim que incluímos este elemento fora, afora do texto-rio constituído de margens, pensando naquilo que corre entre elas, ou seja, o rio. Tivemos na experiência da defasa a necessidade de mostrar o que corre fora das margens, e deste modo, a incluímos nesta versão final.

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Benzer Belgeler