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GEREÇ VE YÖNTEMLER

4.4. Biyokimyasal Parametreler

4.5.6. p-nNOS Ekspresyonu

Um dos aspect os m ais angust iant es, segundo Cant or et al.

( 1 96 9) nos t r at am ent os com pr ót eses faciais é o fat o de se t or nar em

desagr adáv eis após poucos m eses de uso dev ido às m udanças de cor e

dist or ção das m ar gens. Sw eeney et al. ( 1 9 7 2) afir m ar am que um a das

ár eas m ais cr ít icas das pr ót eses faciais é a m ar gem onde a r est aur ação

cont act a com o t ecido r em anescent e. Por r azões est ét icas, essa bor da

dev e ser m uit o fina, par a r esponder aos m ov im ent os da m usculat ur a da

face. O m at er ial t am bém dev er á ser bast ant e flex ív el e est áv el quando

ex post o às m udanças de t em per at ur a e à ir r adiação solar . Par a I shigam i

et al. ( 1 9 9 7) , as pr ót eses confeccionadas com silicones elast om ér icos são

consider adas efet iv as por apenas seis m eses a um ano, hav endo a

necessidade de ser em r efeit as dev ido à inst abilidade de cor ( HAUG et al.,

1 9 99 a; 19 9 9b) , det er ior izacão da t ex t ur a e das m ar gens e dim inu ição da

r esist ência das pr ót eses, em função dos efeit os dos r aios u lt r a- v iolet as, da

deposição de r esíduos m icr oscópicos nas por osidades da super fície, uso de

adesiv os, m anuseam ent o e lim peza cont ínua das pr ót eses pelo pacient e

( I SHI GAMI et al., 1 9 9 7; LEMON et al. 1 9 9 5; MOHI TE et al., 1 9 94 ) .

As m ar gens das pr ót eses faciais dev em ser finas par a a

dissim ulação das m esm as. Dessa for m a, os m at er iais u t ilizados dev em

apr esent ar r esist ências à t r ação e ao r asgam ent o suficient es par a

m ant er em - se est áv eis por um per íodo r azoáv el de t em po. Lew is e

Cast leber r y ( 19 80 ) est udando os m at er iais ut ilizados em pr ót ese m ax ilo-

r esist ência à t r ação, alongam ent o de r upt ur a e r esist ência ao

r asgam ent o, definem a r esist ência de um a pr ót ese à r upt ur a dur ant e o

seu uso e m anu t enção. Um a pesquisa de Jani e Schaaf ( 1 9 78 ) m ost r ou

que a m aior ia das pr ót eses que for am r efeit as dent r o de um ano sofr eu

m udanças de cor , det er ior ação do m at er ial e r upt ur a das m ar gens.

Após a análise v isu al das fot om icr oscopias ( Figur as 1 3 a

1 8 ) foi possív el per ceber que t odos os gr upos sofr er am det er ior ação

m ar ginal com o passar do t em po. Est a const at ação est á de acor do com

out r os aut or es ( I SHI GAMI et al. , 1 9 9 7; LEMON et al. 1 9 9 5) que afir m am

que a lim it ação do em pr ego do silicone com o m at er ial par a a confecção

das pr ót eses faciais é a sua r ápida degr adação e inst abilidade de cor ,

causadas pela ex posição aos r aios ult r av iolet as, à poluição do ar e às

m udanças de t em per at ur a e um idade.

A alt er ação nas m ar gens dos cor pos- de- pr ov a obser v ada

pela análise das fot om icr oscopias pode t er sido pr ov ocada pelos efeit os

dos r aios ult r a- v iolet as em it idos pela lu z no in t er ior da est ufa e pela

deposição de r esíduos quím icos da água nas por osidades da super fície do

m at er ial. Ent r et an t o, o uso da desinfecção quím ica p ar ece não t er

cont r ibuído par a a det er ior ação m ar ginal dos silicones, com o pôde ser

obser v ado nas fot om icr oscopias. O per íodo de cont at o do desinfet ant e

com o m at er ial de m oldagem ou da pr ót ese dev e ser suficient em ent e

cont r olado par a não alt er ar a fidelidade obt ida e a t ex t ur a da super fície do

m at er ial ( ROWE; FORREST, 1 9 7 8 ) . Nest e est udo, o per íodo de cont at o foi

causar det er ior ação na super fície dos m at er iais.

De acor do com Poly sois ( 1 9 99 b) e Poly sois et al. ( 2 0 00 ) , a

ex posição do silicone facial, por um ano, ao m eio am bient e e por 6 m eses

em soluções sint ét icas de sebo e suor , t am bém r esult ou em m udanças de

cor v isualm ent e det ect áv eis. As pr ót eses faciais pr ecisam apr esent ar um a

boa adapt ação m ar ginal e um a for m a sat isfat ór ia par a que assim , possam

cum pr ir adequadam ent e com os r equisit os est ét icos ( RUNTE, 2 0 0 2) .

Dessa for m a, a det er ior ação m ar ginal obser v ada nest e est udo

( fot om icr oscopias) pode com pr om et er o uso do m at er ial clinicam ent e, pois

as alt er ações m ar ginais podem causar desadapt ação m ar ginal e não

C

7 CONCLUSÕES

• Os dois silicones par a uso facial apr esent ar am um aum ent o da sua dur eza SHORE A com o passar do t em po, apr esent ando difer ença

est at ist icam en t e significat iv a som ent e ent r e o per íodo inicial e 6

m eses.

• Par a o silicone Silast ic 7 3 2 R.T.V. , a desinfecção quím ica in fluenciou est at ist icam en t e os gr upos pigm ent ados com óx ido de fer r o e

m aquiagem , no per íodo de 6 m eses de ar m azenagem .

• Par a o silicone MDX4 - 4 21 0 , a desinfecção quím ica influenciou est at ist icam en t e o gr upo incolor e o gr upo pigm ent ado com

m aquiagem par a t odos os t em pos analisados, ex ceção apenas par a

o gr upo com m aquiagem no per íodo de 1 ano.

• Par a am bos os silicones, sem desinfecção quím ica, ocor r eu difer ença est at ist icam en t e significat iv a na dur eza SHORE A ent r e os gr upos

pigm ent ados com óx ido de fer r o e m aquiagem no per íodo inicial.

• Par a o silicone MDX4 - 4 21 0 , sem desinfecção quím ica, ocor r eu difer ença est at ist icam ent e significat iv a na dur eza SHORE A ent r e o

gr upo incolor e o gr upo pigm ent ado com óx ido de fer r o, em t odos os

per íodos de t em po.

• Par a o silicone MDX4 - 4 21 0 , com desinfecção quím ica, ocor r eu difer ença est at ist icam ent e significat iv a na dur eza SHORE A apenas

ent r e o gr upo pigm ent ado com óx ido de fer r o e m aquiagem , no

• Quando os silicones for am com par ados en t r e si, o Silast ic 7 3 2 R.T.V. m ost r ou - se est at ist icam ent e m ais flex ív el que o MDX4 - 42 10 .

• Pode- se ex t r apolar clinicam ent e que am bos os silicones est ão de acor do com os v alor es de dur eza SHORE A encon t r ados na

lit er at ur a, independent em ent e do t em po de ar m azenagem , da

pigm ent ação e da desinfecção quím ica.

• Após a análise v isu al das fot om icr oscopias ( aum ent o de 1 0 0 0x ) foi possív el per ceber que t odos os gr upos sofr er am det er ior ação

m ar ginal com o passar do t em po. O uso da desinfecção quím ica

par ece não t er cont r ibuído par a a det er ior ação m ar ginal dos

R

R

REEFFEERRÊÊNNCCIIAASS

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