• Sonuç bulunamadı

Biyokimyasal Parametreler 1 SN Nitrit/Nitrat Ölçümü

GEREÇ VE YÖNTEMLER

3.3. Parametreler 1 Ağırlık Takib

3.3.5. Biyokimyasal Parametreler 1 SN Nitrit/Nitrat Ölçümü

5.2.1 Resultados obtidos para o silicone Silastic 732 R.T.V. 5.2.2 Resultados obtidos para o silicone MDX4-4210

84

85

94

104

111

114

6 DISCUSSÃO

6.1 Dureza SHORE A

6.2 Deterioração marginal

117

118

125

7 CONCLUSÃO

128

REFERÊNCIAS 131

Anexos

138

I

1

1

IINNTTRROODDUUÇÇÃÃOO

defor m idades buco- m ax ilo- faciais são

const r angedor as e em bar açosas ao por t ador . Esses defeit os, sej am eles

congênit os, causados por t r aum as ou oncocir ur gias, t or nam esses

indiv íduos t r aum at izados, com plex ados e dim inu ídos físico e

psicologicam ent e. Os pacient es por t ador es de defeit os ou m u t ilações

faciais apr esent am - se com sér ios pr oblem as psíquicos, fam iliar es e sociais

( FONSECA, 1 9 6 6; REZENDE, 1 9 9 7) .

Com o indicação de t r at am ent o, Rezende et al. ( 1 9 86 )

defendem que a cir ur gia plást ica é o t r at am ent o de escolha quando

houv er cir cunst ân cias fav or áv eis, pois cer t am ent e a r epar ação

aut oplást ica, ou sej a, aquela r ealizada em t ecido v iv o é m uit o m ais

desej áv el do que a r epar ação aloplásica ou ar t ificial. Apesar dos r ecur sos

t écnicos cir úr gicos t er em pr ogr edido m uit o nos ú lt im os t em pos, há casos

de defeit os congênit os e adquir idos em que ainda é aconselháv el a

r est aur ação por pr ót eses. A Pr ót ese Buco- m ax ilo- facial ( P.B.M.F.) é um

dos r am os da pr ót ese que, r est aur ando per das de subst âncias e

defor m idades da r egião buco- m ax ilo- facial, pr ocur a cor r igir a est ét ica e as

funções per didas ou alt er adas ( AZAMBUJA et al., 1 9 9 4) .

A r eabilit ação desses pacient es por m eio da aloplasia ou

r est aur ação pr ot ét ica ofer ece condições bast ant e sat isfat ór ias n a

r ecuper ação da est ét ica e do bem est ar pessoal, t or nan do possív el a

A

r eint egr ação desses indiv íduos em seu m eio social e fam iliar , agindo

com o t er apia psicológica, t or nando- os m ais felizes e segur os.

At ualm ent e, os m at er iais m ais u t ilizados par a a confecção

de pr ót eses faciais são a r esina acr ílica t er m icam ent e at iv ada e os

silicones, polim er izados pelo calor ( H.T.V.) e à t em per at ur a am bient e

( R. T.V.) ( ANDRES et al. 1 9 9 2 ; AZAMBUJA et al. , 1 9 9 4 ; AZI Z et al., 2 0 0 3;

BULBULI AN, 1 9 6 5 ; CHALI AN; PHI LLI PS, 1 9 7 4 ; HANSON et al., 1 9 8 3;

POLYZOI S, 1 9 9 9 a) .

Em bor a a r esina acr ílica t enha cust o m enor d o que o silicon e,

sej a m ais dur áv el e m ais facilm ent e obt ida, não possui flex ibilidade,

r equisit o indispensáv el par a que a pr ót ese t enha a est ét ica r equer ida

pelos pacient es. O silicone é o m at er ial que m ais se apr ox im a do ideal

( ABDELNNABI et al., 1 9 8 4 ; KANTER, 1 9 7 0; NEVES; VI LLELA, 1 9 9 8;

SCHAAF, 1 9 7 0 ) , ainda que t enha cust o elev ado e difícil aquisição em

nosso país, pois a m aior ia é de fabr icação est r angeir a. A lim it ação do

em pr ego do silicone com o m at er ial par a a confecção das pr ót eses faciais é

a sua r ápida degr adação e inst abilidade de cor , causadas pela ex posição

aos r aios u lt r a- v iolet as, à poluição do ar e às m udanças de t em per at ur a e

um idade ( KI AT- AMNUAY et al., 2 0 0 6 ; LEMON et al., 1 9 9 5 ; MOHI TE et al. ,

1 9 94 ; TRAN et al., 2 0 0 4 ) . Um dos aspect os m ais angust ian t es e

lim it an t es, nos t r at am ent os com pr ót eses faciais é o fat o de se t or nar em

desagr adáv eis após poucos m eses de uso dev ido às m udanças de cor e

Par a I shigam i et al. ( 1 99 7) , as p r ót eses confeccionadas com

silicones elast om ér icos são consider adas efet iv as por apenas seis m eses a

um ano, hav endo a necessidade de ser em r efeit as dev ido à inst abilidade

de cor , d et er ior ação da t ex t ur a e das m ar gens e dim inuição da r esist ência

ao r asgam ent o das pr ót eses, em função dos efeit os dos r aios ult r a-

v iolet as, da deposição de r esíduos m icr oscópicos nas por osidades da

super fície, uso de adesiv os, m anuseam ent o cont ínuo das pr ót eses pelo

pacient e com pr odut os de lim peza e desinfet ant es. Um a pr ót ese f acial

dev e ser r esist ent e e t er longa dur ação, m as se m ant er suav e e flex ív el

( pequena dur eza SHORE A) par a acom panhar os m ov im ent os faciais do

pacient e ( BENOI ST, 1 9 6 2; CARVALHO, 1 9 89 ; LEWI S; CASTLEBERRY,

1 9 80 ) . A t ex t ur a do m at er ial pr ot ét ico dev e se apr ox im ar a da pele

hum ana, condição sem a qual, a pr ót ese facial per m anecer á sem v ida, por

m ais per feit a que sej a a sua escu lt ur a e adapt ação ( GRAZI ANI , 1 9 8 2 ) .

Os m at er iais flex ív eis, ou sej a, com baix a dur eza SHORE A

são m ais adapt áv eis a est as r epar ações, pois acom panham as ex pr essões

faciais, confer indo m aior nat ur alidade às pr ót eses. Sabe- se que são

m enos dur áv eis que os m at er iais r ígidos, pois a um idade e as subst âncias

quím icas, pr esent es no ar , afet am sua v ida út il, e as epít eses ( P.B.M.F.)

const r uídas com cer t os m at er iais flex ív eis, t êm de ser r efeit as

const ant em ent e ( ACKERMAN, 1 9 5 5 ; ROBERTS, 1 9 5 7) .

Um dos aspect os m ais im por t ant es par a que um a pr ót ese

sej a consider ada est et icam en t e agr adáv el é que haj a a r epr odução da cor

pont o de ser quase que im per cept ív el àqueles que obser v am o seu

por t ador ( GOI ATO et al., 2 0 0 5 ; NEVES; VI LELA, 1 9 9 8 ) . Vár ios m ét odos de

pigm ent ação for am t est ados no int uit o de se alcançar a est abilidade de

cor t ant o par a pigm ent ações int r ínsecas quant o ex t r ínsecas fr ent e à

ex posição aos fat or es am bient ais ( HANSON et al. , 1 9 8 3 ; KI AT- AMNUAY et

al., 2 0 0 6 ; MANCUSO, 2 0 05 ) . A pigm ent ação, assim com o os out r os

fat or es j á m encionados, t am bém pode alt er ar as car act er íst icas e

pr opr iedades físicas do m at er ial. Result ados obt idos em est udos de Yu et

al. ( 1 9 8 0 a) , Guiot t i e Goiat o ( 2 00 3 , 2 0 04 ) e Goiat o et al. ( 2 0 0 5) indicar am

que a incor por ação d e 0 , 2 % a 1 % de peso de pigm ent os pode alt er ar as

pr opr iedades físicas e m ecânicas da base elast om ér ica.

Por t ant o, ainda não há um m at er ial q ue pr eencha t odos os

r equisit os list ados por Bulbulian ( 1 9 45 ) , com o biocom pat ibilidade,

flex ibilidade, lev eza, t r anslucidez, baix a condut ibilidade t ér m ica,

dur abilidade, am oldabilidade, fácil duplicação, boa car act er ização e de

fácil higiene.

A deficiência na higienização das pr ót eses faciais colabor a

par a que os t ecidos subj acent es a essas pr ót eses fiquem suscept ív eis às

infecções. Por t ant o, é de fundam ent al im por t ância o pr ocedim ent o de

desinfecção quím ica das pr ót eses e m anut enção da saúde dos t ecidos

adj acent es a ela. Segundo Rezende et al. ( 1 98 6) , os disposit iv os,

apar elhos e pr ót eses dev em ser dev idam ent e higienizados sem que haj a

Diant e das consider ações ex post as, j ulgam os de gr ande

int er esse v er ificar a det er ior ação m ar ginal e a flex ibilidade por m eio da

dur eza SHORE A dos cor pos- de- pr ov a de silicones com e sem pigm ent os,

sob a influência do t em po de ar m azenagem e da ação do desinfet ant e,

consider ando que sem pr e houv e a necessidade de um m at er ial que

com binasse a t ex t ur a e flex ibilidade nat ur al da pele hum ana com

R

2

2

RREEVVIISSÃÃOO

DDAA

LLIITTEERRAATTUURRAA

n iciam os o lev ant am ent o bibliogr áfico, a par t ir de 1 94 5 ,

um a v ez que os silicones sur gir am com er cialm ent e após a Segunda

Guer r a Mundial, em bor a só t enham sido ut ilizados e pesquisados na ár ea

m édica a par t ir de 19 5 3 ( ABDELNNABI et al., 1 9 8 4) .

Bulbulian ( 1 9 4 5) list ou os r equisit os que os m at er iais par a

Pr ót ese Buco- m ax ilo- facial dev er iam pr eencher , dent r e eles dest acou:

biocom pat ibilidade, flex ibilidade ( dur eza SHORE A) , lev eza, baix a

condut ibilidade t ér m ica, dur abilidade, t r anslucidez e am oldabilidade.

Ack er m an ( 19 55 ) consider ou na ocasião, que ainda est á por

ser descober t o o m at er ial ideal que im it e fielm ent e a pele em qualquer

condição de v ar iação dest a e que sej a dur áv el. Ent r et an t o, u ns poucos

m at er iais dão r esult ados r azoav elm ent e bons, m as as pr ót eses dev em ser

r efeit as const an t em ent e.

Rober t s ( 19 5 7) disse que sua ex per iência na especialidade

m ost r ou que o insucesso das pr ót eses faciais foi causado pr incipalm ent e

pelas lim it ações das pr opr iedades dos m at er iais ex ist ent es. Consider ou

que, infelizm ent e, não ex ist e um m at er ial que pr eencha t odos os

r equisit os necessár ios par a se confeccionar um a pr ót ese per feit a. Dent r e

os r equisit os por ele cit ados, dest acam os: a flex ibilidade - o m at er ial dev e

ser m ole e flex ív el com o o t ecido e acom panhar as ex pr essões faciais; a

dur abilidade - o m at er ial dev e t er v ida indefinida, conser v ando sua t ex t ur a

sem sofr er os efeit os do sol, da um idade e de subst âncias quím icas

I

pr esent es no ar . Os m at er iais ut ilizados par a r est aur ações faciais podem

ser r ígidos e flex ív eis. Os flex ív eis são m ais adapt áv eis a est as

r epar ações, pois acom panham as ex pr essões faciais e confer em m aior

nat ur alidade às pr ót eses. Sabe- se que são m enos dur áv eis que os

m at er iais r ígidos, e as epít eses ( P.B.M.F.) , const r u ídas com cer t os

m at er iais flex ív eis, t êm de ser r efeit as const ant em ent e.

Em 1 9 6 0 , Bar nhar t pr ocur ou r eunir as pr opr iedades de

m at er iais dur os e r esilient es em um único pr odut o. Desenv olv eu um

m at er ial par a pr ót ese facial com post o por 2 4 m l de Silast ic 5 0 2 R.T.V.; 3

m l de silicone fluido; 4 m l de líquido de r esina de m et acr ilat o de m et ila;

1 2 m l de pó de m et acr ilat o de m et ila e 12 5 m g de cat alizador de Silast ic

5 0 2 . Est e m at er ial apr esent ou , segundo o aut or , boa est abilidade

dim ensional após com plet a polim er ização, m an t endo sua cor e

flex ibilidade no per íodo de um ano.

Benoist ( 1 9 6 2) cit ou as qualidades ex igidas par a a confecção

de epít eses ( P.B.M.F.) , dest acando com o de im por t ância a m aciez e a

lev eza e que a m obilidade da face im pr im e, de fat o, a est as pr ót eses,

defor m ações const ant es e só um m at er ial b ast ant e flex ív el e elást ico ser ia

capaz de conser v ar um a adapt ação sat isfat ór ia e per feit a. I nfelizm ent e,

segundo o aut or , est es m at er iais flex ív eis apr esent am por osidade,

facilit ando a im pr egnação de poeir a, fum aça de cigar r o, et c.

Or ibe ( 19 65 ) afir m ou que a gr ande elast icidade e r esiliên cia

um a t ex t ur a sem elh ant e a da pele hum ana e per m it em o apr ov eit am ent o

das ir r egular idades ou ângulos m or t os, cont r ibuindo par a a per feit a

r et enção, não pr oduzindo ir r it ações ou fer im ent os nas bor das do defeit o

cir úr gico por am or t izar as pr essões causadas pelos m ov im ent os

m uscular es.

Bulbulian ( 1 9 65 ) , ao t r at ar de m at er iais ut ilizados n as

pr ót eses faciais, cit ou os nov os m at er iais int r oduzidos na especialidade,

com o as bor r achas de silicone, par t icular m ent e as R.T.V. ( polim er izadas à

t em per at ur a am bient e) . Est e m at er ial t inha algum as v ant agens, um a

delas er a ser fisiologicam ent e iner t e. O aut or cit ou ainda a m anu t enção da

sua consist ência, for m a e cor . Ent r et ant o, os silicones não subst it uír am

com plet am ent e o PVC, par t icular m ent e dev ido à sua baix a r esist ência à

r upt ur a.

Fonseca ( 1 96 6) afir m ou que as pr ót eses faciais podem ser

t ão ou m ais gr ot escas que a pr ópr ia defor m idade. Dessa for m a, a est ét ica

das pr ót eses é de fundam ent al im por t ância na r edução do pr oblem a dos

pacient es com defor m idades faciais. O aut or afir m ou , ain da, que não há

um m at er ial que pr eencha t odos os r equisit os list ados por Bulbulian

( 1 94 5) , com o biocom pat ibilidade, flex ibilidade, lev eza, t r anslucidez, baix a

condut ibilidade t ér m ica, dur abilidade, am oldabilidade, fácil duplicação, boa

car act er ização e de fácil higiene.

Cant or et al. ( 1 9 6 9) afir m ar am que o sucesso do r esult ado

est ét ico e a r econst r ução pr ot ét ica facial im per cept ív el são det er m inados

ex per iência do pr ofissional e pelas pr opr iedades dos m at er iais

em pr egados. Consider ar am , ainda, que um dos aspect os m ais

angust ian t es, nos t r at am ent os com pr ót eses faciais, é o f at o de se

t or nar em desagr adáv eis, após poucos m eses de uso, dev ido às m udanças

de cor e à dist or ção das m ar gens. Par a os aut or es, um a r econst r ução

facial apar ent e, ain da que m enos not áv el que o defeit o or iginal, pode

causar m ais ansiedade e m enos r eaj ust e social ao pacient e que

ant er ior m ent e ao t r at am ent o.

Kant er ( 1 97 0) analisou o uso dos silicones R.T.V. em

pr ót eses faciais e concluiu que eles podem ser usados em qualquer

r est aur ação dos t ecidos faciais. As v an t agens desse m at er ial incluem as

pr opr iedades físicas e m ecânicas, a est abilidade dim ensional e t ér m ica,

elast icidade, flex ibilidade e a t ex t ur a de pele nor m al. Esse m at er ial pode

ser facilm ent e pigm ent ado, m oldado e polim er izado em t em per at ur a

am bient e, t endo um a efet iv a apar ência est ét ica. As t écnicas de

pr ocessam ent o são com par at iv am ent e m ais sim ples e m ais pr ecisas do

que as dos out r os m at er iais. As pr incipais desv ant agens do silicone par a

est e pr opósit o são: a sua baix a r esist ência à t r ação e ao r asgam ent o nas

finas bor das da pr ót ese, quando da lim peza, colagem e sucessiv as

r em oções.

Schaaf ( 1 9 7 0) afir m ou que os com post os de silicone são os

m at er iais que m ais se apr ox im am do m at er ial ideal par a pr ót ese buco-

m ax ilo- facial. A ú nica desv ant agem , segundo o aut or , ser ia a dificuldade

um a t écn ica de t at u agem na super fície das pr ót eses.

Sw een ey et al. ( 19 7 2) , r ealizar am t est es par a av aliar as

pr opr iedades dos m at er iais buco- m ax ilo- faciais, ex post os a condições

sem elhant es ao do m eio am bient e. O m at er ial t est ado foi um clor et o

poliv inílico ( PVC) . Eles concluír am que um a das ár eas cr ít icas é a m ar gem

onde a r est aur ação cont act a com o t ecido r em anescent e. Por r azões

est ét icas, essa bor da dev e ser m uit o fin a, par a r esponder aos m ov im ent os

dos t ecidos da face. O m at er ial dev er á t am bém ser bast ant e flex ív el e

est áv el quando ex post o às m udanças de t em per at ur a e à ir r adiação solar .

Ele não dev er á ser afet ado pelas secr eções da pele. Segundo os aut or es,

um ano er a o t em po m áx im o de v ida út il da pr ót ese, e a m aior ia dos

pacient es necessit av a de um a subst it uição em apr ox im adam ent e seis a

oit o m eses, dependendo da sit uação in div idual. Est es aut or es pr opuser am

um a especificação de dur eza SHORE A par a os m at er iais par a pr ót eses

faciais na faix a de 48 a 5 2 unidades.

Chalian e Phillip s ( 19 74 ) , est udando os m at er iais

em pr egados em pr ót ese buco- m ax ilo- facial, dest acar am par a as pr ót eses

ex t r a- or ais, os silicones R.T.V. e H.T. V. Cit ar am que os silicones for am

int r oduzidos ao r edor de 1 94 6 , m as som ent e alguns anos depois é que

for am em pr egados com o m at er iais em pr ót ese buco- m ax ilo- facial. No

gr upo dos silicones R.T. V. , dest acam - se: o Silast ic 3 8 2 e 3 9 9 da Dow

Cor ning Cor por at ion, sendo que, as pr ót eses podem ser confeccionadas,

ut ilizando- se de m oldes de gesso. Os silicones H.T.V. for am especialm ent e

Cor por at ion ( Silast ic MDX4 - 4 5 14 , MDX4 - 4 51 5 , MDX4 - 4 5 16 ) e pela

Gener al Elet r ic, que cr iou um silicon e com finalidades pr ot ét icas. As

pr ót eses confeccionadas com silicones H.T.V. são pr ocessadas em m oldes

m et álicos e polim er izadas à t em per at ur a de 17 0 ° C em calor seco, por

apr ox im adam ent e 20 m inut os.

Rezende ( 19 75 ) est udou as alt er ações de dim ensão linear e

de dur eza SHORE A de alguns m at er iais usad os em pr ót ese facial em

função do env elhecim ent o e da inclusão da t ela de “ ny lon” . Esses

m at er iais for am : o Audiflex ( r esina r esilien t e t er m icam en t e at iv ada) ; os

com post os de P.V.C. Cor do ( copolím er os de clor et o poliv inílico) ; o Silast ic

3 8 2 RTV Medical Gr ade Elast om er ( bor r acha de silicone de polim er ização a

fr io) e o Rapidaflex ( r esina r esilient e quim icam ent e at iv ada de

pr ocedência nacion al) . Dos r esult ados obt idos, pôde- se concluir que: à

ex ceção do Silast ic, os m at er iais escolhidos apr esent ar am cont r ação com

o decor r er do t em po, a qual aum ent a com o env elhecim ent o. A pr esença

de t ela não in flu iu de m aneir a est at ist icam en t e significant e sobr e est a

cont r ação; os m at er iais est udados apr esent ar am dur ezas SHORE A

div er sas ( Audiflex - 9 3 ; Rapidaflex - 81 ; P.V. C. Cor do - 81 ; P.V.C. Cor do

5 0 - 4 6; Silast ic 3 8 2 - 4 5) . A pr esença de t ela, assim com o o

env elhecim ent o, t ende a aum ent ar a dur eza. O env elhecim ent o aum ent a

Benzer Belgeler