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Pürüzsüz ve Pasif AkÕú Kontrolü UygulanmÕú Kürelerin PIV Deney

4. ARAùTIRMA SONUÇLARI VE TARTIùMA 37 

4.3. Pürüzsüz ve Pasif Kontrol Uygulanan Kürelerin Serbest Su Yüzeyi øle

4.3.2. Pürüzsüz ve Pasif AkÕú Kontrolü UygulanmÕú Kürelerin PIV Deney

Foi realizada uma comparação entre os modelos com e sem perda de carga, para verificar a influência que a perda de carga representa na produção acumulada e na vazão de óleo.

Na Figura 5-3 podem ser observados a produção acumulada de óleo e a vazão de óleo no tempo, para os modelos com e sem perda de carga, sem restrições na vazão máxima de produção. Observa-se que quando a perda de carga é considerada a produção acumulada de óleo se torna menor, devido aos efeitos da perda de carga e calor no poço injetor. Neste modelo ocorre uma não-uniforme distribuição do vapor, assim como perdas por fricção na injeção. Desta forma o calor é perdido e pouco vapor chega até o final do poço, ao contrário

do modelo que não considera a perda de carga. A vazão de óleo também é menor quando a perda de carga é considerada.

Figura 5-3: Produção acumulada de óleo e vazão de óleo – Comparação entre o modelo com e sem perda de carga.

Como foi observado, considerar a perda de carga no poço injetor resulta em uma diminuição do óleo produzido, mas ainda é necessário verificar que fatores podem afetar a distribuição do vapor no reservatório.

A Figura 5-4 mostra a pressão no fundo do poço injetor para os modelos com e sem perda de carga e sem injeção de vapor para uma vazão máxima de produção limitada a 120 m³ STD / dia. Observa-se que a pressão no fundo do poço, no modelo sem perda de carga, aumenta até aproximadamente 1010 psi; após este período seu valor diminui e se torna constante até o final da produção. Já no modelo com perda de carga, a pressão é menor em relação modelo sem perda de carga no início da produção e á partir do terceiro ano, a pressão permanece constante e similar ao modelo sem perda de carga. A menor pressão no poço injetor para o modelo com perda de carga é resultado da queda de pressão e calor no poço injetor, que influencia na pressão do reservatório. Pode-se observar que quando a perda de

Dissertação de Mestrado PPGCEP / UFRN Capítulo V: Resultados e discussões

carga não é considerada, a pressão no poço injetor se torna maior nos três primeiros anos de produção.

Figura 5-4: Pressão no fundo do poço injetor – Comparação entre o modelo com e sem perda de carga.

Foi realizada uma comparação da pressão entre os modelos com e sem perdas de carga, com o objetivo de verificar a influência da perda de carga na distribuição da pressão no reservatório.

A Figura 5-5 mostra a comparação da pressão do sistema para o modelo com perda de carga (coluna esquerda) e sem perda de carga (coluna direita).

Figura 5-5: Comparação da pressão para os modelos com e sem perda de carga.

Observa-se que as perdas de carga do primeiro modelo (coluna esquerda), fazem com que a pressão seja menor em relação ao modelo sem perdas de carga (coluna direita), onde a pressão permanece maior por mais tempo. Esta diminuição da pressão no modelo com perdas de carga é o resultado das perdas de pressão e calor ao longo do poço injetor durante o processo SAGD.

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A Figura 5-6 mostra os valores de pressão no poço injetor para os modelos com perda de carga (coluna esquerda) e sem perda de carga (coluna direita), para o primeiro, quinto e décimo quinto ano de produção.

Observa-se que para o primeiro ano de produção, os valores de pressão são maiores para o modelo sem perda de carga (coluna direita), exceto para o primeiro bloco onde a pressão é maior para o modelo com perda de carga, devido a não uniforme distribuição do calor pelo reservatório. Para o restante do reservatório a pressão para o modelo sem perda de carga apresentou maiores valores em decorrência da ausência das perdas de carga.

Figura 5-6: Comparação dos valores de pressão no poço injetor para o primeiro, quinto e Bloco: 9,38,14 P: 327,4 psi Bloco: 9,13,14 P: 342 psi Bloco: 9,65,14 P: 326,7 psi Bloco: 9,38,14 P: 335,8 psi Bloco: 9,13,14 P: 336 psi Bloco: 9,65,14 P: 336 psi Bloco: 9,38,14 P: 287,8 psi Bloco: 9,13,14 P: 288,5 psi Bloco: 9,65,14 P: 288,7 psi Bloco: 9,38,14 P: 289,7 psi Bloco: 9,13,14 P: 290 psi Bloco: 9,65,14 P: 290 psi Bloco: 9,38,14 P: 270,1 psi Bloco: 9,13,14 P: 270,8 psi Bloco: 9,65,14 P: 270,6 psi Bloco: 9,38,14 P: 271,4 psi Bloco: 9,13,14 P: 271,7 psi Bloco: 9,65,14 P: 271,8 psi 1º ano 5º ano 15º ano

Para cinco anos de produção, o modelo com perda de carga (coluna esquerda) apresentou valores da pressão menores que o modelo sem perda de carga (coluna direita). Observa-se que o reservatório apresentou uma maior diminuição da pressão para o modelo com perda de carga devido à existência de perdas de carga ao longo do poço injetor. Quando o décimo quinto ano de produção é alcançado, o modelo com perda de carga também apresenta uma maior redução nos valores de pressão. No primeiro bloco considerado a pressão é de 270,8 psi, para o modelo com perda de carga, contra 271,7 psi do modelo sem perda de carga; os demais blocos apresentam comportamento similar.

A Figura 5-7 mostra a vazão de água e a produção acumulada de água (Wp) para os modelos com e sem perdas de carga e sem injeção de vapor. O modelo sem injeção de vapor apresenta uma menor vazão de água devido à ausência da injeção de vapor. No modelo com perda de carga, o calor não é distribuído de forma uniforme, fazendo com que mais água seja produzida em relação ao modelo sem perda de carga, onde mais óleo é produzido devido à melhor distribuição de vapor ao longo do reservatório.

Figura 5-7: Comparação da vazão de água e da produção acumulada de água para os modelos sem injeção de vapor e com e sem perda de carga.

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Foi realizada uma análise da distribuição da temperatura no reservatório para os dois modelos. E isto pode ser observado na Figura 5-8, que mostra o modelo em três dimensões da distribuição da temperatura para os modelos com perda de carga (coluna esquerda) e sem perda de carga (coluna direita), sem restrições na vazão máxima de produção. Observa-se que no modelo em que a perda de carga é considerada, a distribuição da temperatura não é uniforme e o aquecimento do reservatório se torna mais lento. No segundo modelo, sem perda de carga, a distribuição da temperatura é uniforme por todo o reservatório, aquecendo-o ao mesmo tempo em que o vapor é injetado, sem sofrer limitações ao longo dos anos, como ocorre no modelo com perda de carga.

Pode-se observar também que o modelo com perda de carga possui uma não-uniforme distribuição do vapor ao longo do reservatório. O aquecimento ocorre primeiro no início do reservatório, onde o vapor é injetado, em seguida se expande de forma mais lenta e desigual que o modelo sem perda de carga. O modelo que desconsidera a perda de carga apresenta, ao contrário do primeiro, uma distribuição uniforme do vapor. Neste processo a câmara de vapor é formada e aquecida ao mesmo tempo por toda a extensão do reservatório, fazendo com que o mesmo fique aquecido mais rapidamente.

Benzer Belgeler