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Osmanlı Devleti’nin Doğu Akdeniz’e Yönelik Politikası

Belgede 7. BÖLÜM / CHAPTER 7 (sayfa 41-52)

3. Osmanlı Devleti’nin Doğu Akdeniz ve Ege’deki Gelişmelere Yaklaşımı

3.2. Osmanlı Devleti’nin Doğu Akdeniz’e Yönelik Politikası

Varias teorias explicam a adoção da inovação organizacional: institucional; racional; forma; negócios internacionais; e cultural. As duas primeiras nesse caso, seriam as mais proeminentes (DAMANPOUR; MAGELSEN, 2015).

A teoria institucional de difusão ajuda a explicar a disseminação das inovações organizacionais considerando as maneiras pelas quais os mecanismos sociais e institucionais conduzem a difusão e adoção (SCARBOURGH; ROBERTSON; SWAN, 2015).

Esta perspectiva sugere que a inovação seja adotada motivada pelo benefício do desempenho, ela se concentra no papel de agentes institucionais (reguladores, organizações, matriz e rede) e propõe que eles motivem a organização a inovar (DAMANPOUR; MAGELSSEN, 2015; SWALKER; DAMANPOUR; DEVECE, 2010).

Para Damanpour e Magelssen (2015), a adoção da inovação organizacional é contagiosa, pois seu resultado é incerto, uma organização pode copiar a inovação organizacional de outra, porém o sucesso dela depende da sua adaptação ao contexto

(ANSARI; FISS; ZAJAK, 2010). A propagação da adoção da inovação pelas organizações é resultado de um processo de isomorfismo devido à busca por legitimidade (SCARBOURGH; ROBERTSON; SWAN, 2015).

O isomorfismo busca entender como as organizações tornam-se similares e a perspectiva de controle busca compreender como as organizações são capazes de induzir a cooperação com objetivo de produzir e reproduzir um conjunto de regras e estabilizar as relações (SACOMANO NETO; TRUZZI; KIRSCHBAUM, 2013).

Segundo Dimaggio e Powell (2005), as organizações estão inseridas em campos formados por outras organizações similares, que ao longo do tempo, vão se tornando cada vez mais similares, isomórficas. Para os autores, o isomorfismo é dividido em coercitivo – que resulta tanto de pressões formais, quanto informais (regras, leis e sanções); normativo – que envolve entidades profissionais capazes de regulamentar, impor e negociar regras e normas de acordo com os seus próprios interesses (certificação e aceitação), e mimético – que envolve o grau de incerteza do ambiente, incentivando a imitação de práticas entre os atores (predomínio e isomorfismo).

Organizações em ambientes incertos são propensas ao isomorfismo mimético, ou seja, estão propensas a imitar as ações de organizações de sucesso, mesmo que essas ações não sejam claramente justificáveis ou capazes de gerar melhores resultados (SCARBOURGH; ROBERTSON; SWAN, 2015).

Na perspectiva institucional, a adoção da inovação ocorre para legitimar a organização, por razões sociais e não econômicas (DAMANPOUR; MAGELSSEN, 2015). Agentes internos e externos aprovam as práticas de gestão por razão simbólica a procura de legitimidade em oposição a ganhos imediatos em desempenho e lucro. A adoção generalizada aumenta a legitimidade da inovação organizacional, garantindo sua aceitação e difusão (VOLBERDA; BOSCH; MIHALACHE, 2014). Já a perspectiva racional sugere que a adoção da inovação organizacional ocorra para resolver problemas econômicos, uma vez que a inovação é fundamental para competitividade, desempenho e sobrevivência das organizações, a intenção da sua adoção é contribuir para a eficácia organizacional (SCALBOURGH; ROBERTSON; SWAN, 2015, WALKER; DAMANPOUR; DEVECE, 2010).

Esta perspectiva concentra-se na tendência dos adotantes tomarem decisões ótimas a fim de resolver problemas de eficiência e obter ganhos econômicos (DAMANPOUR; MAGELSEN, 2015). O efeito positivo da inovação organizacional não é garantido, porém sabe-se que sua introdução contribui para a eficiência

organizacional e sustentabilidade (CAMISÓN; LOPEZ 2014; HOLLEN; BOSCH; VOLBERDA, 2013; WALKER; DAMANPOUR; DEVECE, 2010).

Segundo Volberda, Bosh e Mihalache (2014), a perspectiva racional da inovação organizacional se baseia na perspectiva eficiente em termos de escolha, centrando-se em como os indivíduos e a organização promovem melhorias organizacionais e se concentra no estágio de geração da inovação organizacional. Para os autores este tipo de inovação segue um processo racional de motivação, invenção, implementação e teorização, e as decisões que a conduzem são feitas com base em análises cuidadosas dos custos e benefícios com perspectiva de aumentar a eficiência.

A perspectiva de negócios internacionais diz respeito a como as inovações organizacionais são geradas localmente e transferidas para as subsidiárias ou disseminadas dentro de multinacionais (VOLBERDA; BOSCH; MIHALACHE, 2014).

A perspectiva de forma incide sobre a interação entre aqueles que fornecem ideias e os que as utilizam e a perspectiva cultural refere-se à forma como a organização reage à introdução de novas ideias e praticas de gestão (NIEVES; CIPRES, 2015).

Para Volberda, Bosch e Mihalache (2014), há três tipos de pesquisa sobre inovação organizacional as que focam a geração da inovação, as que focam a difusão da inovação e por fim, as que focam a adoção.

As pesquisas sobre a geração da inovação organizacional focam como a prática organizacional é constituída em uma organização através da perspectiva racional. As pesquisas sobre difusão focam o nível interorganizacional, a taxa de difusão na população através da perspectiva institucional. A pesquisa sobre a adoção foca a implementação de inovação organizacional, investiga os facilitadores e inibidores desse tipo de inovação, através de ambas as perspectivas (VOLBERDA; BOSCH; MIHALACHE, 2014).

Para os autores há ainda pesquisas quanto ao grau de novidade da inovação: novo para o mundo, novo na organização com adaptação e novo na empresa sem adaptação (VOLBERDA; BOSCH; MIHALACHE, 2014).

De acordo com Lin, Yeh e Hung (2012), a inovação organizacional pode ser vista a partir de três perspectivas: do ponto de vista do produto, do processo e através de múltiplos pontos de vista. O ponto do vista do produto indica que a inovação organizacional está no desenvolvimento de novos produtos que deverão ser introduzidos no mercado e trarão benefícios; do ponto de vista do processo, a inovação deve ser vista como uma série de atividades, os dois pontos de vista podem ser perigosos, pois são

limitados. O ponto de vista múltiplo enxerga que além do produto e do processo, políticas, sistemas, programas e condutas gerenciais também devem ser considerados como inovação organizacional, ou seja, qualquer mudança ou nova maneira de realizar tarefas rotineiras dentro da organização deve ser considerada inovação organizacional.

A dificuldade em obter uma compreensão mais clara sobre a inovação organizacional estaria ligada a essa diversidade de perspectivas e tipos de pesquisa, uma vez que a diferença entre elas dificulta a integração e padronização dos dados (DAMANPOUR, 2014; VOLBERDA; BOSCH; MIHALACHE, 2014).

O tópico a seguir trata das inovações que ocorrem na indústria automotiva.

Belgede 7. BÖLÜM / CHAPTER 7 (sayfa 41-52)

Benzer Belgeler