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7. ORGANİK AYÇİÇEĞİ TARIM
7.1. Organik Ayçiçeği Tarımının Önem
Aqui se apresenta a geometria dos modelos utilizados.
5.2.1. Modelos de arrancamento
Conforme comentado anteriormente o modelo de arrancamento adotado foi o estabelecido pelo Rilem-Ceb-Fip (1973). Na Figura 5.1 ilustra-se a geometria para os modelos de arrancamento para as barras de 10, 12,5 e 16 mm.
1,0 cm φ = φ =1,6 cm φ =1,0 cm φ =1,6 cm 8 cm 16 cm 16 cm 10 cm 10 cm 5 cm 1,25 cm φ = 12,5 cm 6,25 cm 12,5 cm φ =1,25 cm
Figura 5.1 Fôrmas do modelo de arrancamento com barras de 10, 12,5 e 16 mm A posição e a inclinação das barras durante a concretagem têm comportamento significativo na resistência de aderência. Os prismas concretados na direção vertical apresentam maior resistência de aderência que os prismas concretados na posição horizontal. Assim, os modelos de arrancamento foram concretados na posição vertical. As fôrmas eram compostas de um tubo de PVC com o diâmetro equivalente a dez vezes o diâmetro da barra. A extremidade inferior do tubo era fechada com uma fôrma de madeirit com um furo central que permitiria a passagem da barra de aço. Na extremidade superior, havia outra placa de madeirit para posicionar adequadamente a barra de aço no centro geométrico da seção transversal do modelo. O trecho não- aderente era constituído de uma mangueira plástica posicionada manualmente e esta era medida de forma que o comprimento de ancoragem fosse respeitado. A Figura 5.2 ilustra as fôrmas utilizadas.
Figura 5.2 Fôrmas de arrancamento utilizadas
Vale ressaltar que esse tipo de fôrma permite várias repetições da concretagem sem perda de qualidade do modelo moldado.
5.2.2. Modelos de viga
Na Figura 5.3 ilustra-se a geometria para os modelos de viga para as barras de 10 e 16 mm. 12 6 18 37,5 5 37,5 80 9 5 37,5 18 10 18
Fôrmas para modelo de viga com barra de 10 mm de diâmetro 24 15 24 60 5 10 126 60 6 60 24 8 16 barra de 16 mm de diâmetro Fôrmas para modelo de viga com
As fôrmas eram feitas em folhas de madeirit recortadas para permitir o posicionamento posterior da rótula. Vale comentar que esse tipo de fôrma é de fácil execução, porém é de difícil desfôrma por causa do detalhe existente na mesma que se refere à posição da rótula. O trecho não-aderente era feito constituído de mangueira plástica posicionada manualmente e esta era medida de forma que o comprimento de ancoragem fosse respeitado em ambos os lados da viga. Após o posicionamento da barra de aço, esta era então lacrada nos pontos onde se passava a barra de aço de modo a impedir a perda de argamassa. A Figura 5.4 mostra as fôrmas dos modelos de viga com barra de 10 e 16 mm preparados para concretagem.
Figura 5.4 Fôrmas de viga prontas para concretagem
A Figura 5.5 mostra as rótula desenvolvidas para os ensaios de viga, conforme estabelecido pelo Rilem-Ceb-Fip (1973).
A Figura 5.6 e Figura 5.7 mostram o detalhe das armaduras utilizadas em cada modelo de viga, conforme estabelecido pelo Rilem-Ceb-Fip (1973).
33,5 cm φ = 8,0 mm 4.φ = 3,2 cm b db 5, 6 c m d = 5.φ = 5.0,8 = 4,0 cm
Barra tipo I (8 barras)
db 16 cm 33,5 cm 5, 6 c m φ = 8,0 mm 8 c m 18 7 φ 6,3 mm cada 5,0 cm 7 φ 6,3 mm cada 5,0 cm 16,0 cm 33,5 cm
Barra tipo III = 14 Barra tipo II = 8 Barra tipo I = 8
Total de barras por modelo de viga
2 φ 8,0 mm
2 φ 6,3 mm
2 φ 8,0 mm 2 φ 6,3 mm
Corte A-A'
Conjunto de armadura montado em fôrma
Conjunto de armadura montado III I
A A' II 5 10 b d = 3.φ = 3.0,63 = 1,89 cm
Barra tipo III (7 estribos)
φ = 6,3 mm
φ = 6,3 mm 33,5 cm
Barra tipo II (8 barras)
Figura 5.6 Detalhe da armadura do modelo de viga com barra de 10 mm
11 φ 10,0 mm cada 5,0 cm Corte A-A' 2 φ 10,0 mm 2 φ 12,5 mm 2 φ 10,0 mm 2 φ 12,5 mm 11 φ 10,0 mm cada 5,0 cm 56,0 cm
Total de barras por modelo de viga Barra tipo I = 8
Barra tipo II = 8 Barra tipo III = 22
22,0 cm 24 13 ,0 c m φ = 12,5 mm 5, 6 cm 56,0 cm 22,0 cm b d
Barra tipo I (8 barras)
d = 5.φ = 6,25 cm 5, 6 c m b d b 4.φ = 5,0 cm φ = 12,5 mm 56,0 cm
Barra tipo II (8 barras)
56,0 cm
φ = 10,0 mm φ = 10,0 mm
Barra tipo III (11 estribos)
d = 3.φ = 3.10,0 = 3,0 cmb 15 5 II A' III I
Conjunto de armadura montado
Conjunto de armadura montado em fôrma A
Figura 5.7 Detalhe da armadura do modelo de viga com barra de 16 mm
Vale comentar que a armadura da Figura 5.6 e Figura 5.7 eram de difícil execução por causa de seu tamanho reduzido.
5.3. Instrumentação
Aqui se apresenta a instrumentação utilizada. Vale salientar que a instrumentação utilizou transdutores de 20 mm de curso e extensômetros elétricos de resistência de 10 mm.
5.3.1. Ensaios de arrancamento
A instrumentação vai seguir o modelo da Figura 5.8. Embora alguns autores tenham obtido valores para a tensão de aderência utilizando extensômetros elétricos de resistência presos à barra de aço e, em alguns casos dentro da barra de aço (Mirza & Houde, 1978; Fernandes, 2000; Castro, 2002), o primeiro procedimento acarreta a perda de trechos aderentes que podem comprometer os resultados, enquanto o segundo é de difícil execução.
Relógio comparador de deslocamento Prisma
Barra de aço
Placa de aplicação de ações pela máquina
Garra para engastar a barra de aço
Figura 5.8 Instrumentação do modelo de arrancamento
5.3.2. Ensaios de viga
Os ensaios de viga seguiram a mesma orientação adotada para o modelo de arrancamento que consistia de não posicionar extensômetros elétricos de resistência no trecho aderente. Assim, foram utilizados dois transdutores de deslocamento (LVDT) posicionados nas extremidades livres da barra de aço e mais um LVDT posicionado junto no pistão da máquina de ensaios (Figura 5.9) para se determinar o deslocamento máximo da viga (flecha) e, ainda foram posicionados cinco extensômetros por barra de acordo com a Figura 5.10. Os extensômetros foram posicionados antes e logo depois do trecho aderente e um outro foi posicionado no centro da barra de modo a se verificar o escoamento da mesma.
LVDT Atuador
Viga Rótula
Trecho aderente LVDT
Figura 5.9 Instrumentação do modelo de viga
16,25 10
13,75 16,25 10 13,75
Ext.
Trecho sem aderência Barra de 10 mm
Barra de 16 mm
Trecho sem aderência
22,0 16
25,0
22,0 16 25,0
Trecho com aderência Ext. Ext. Ext.
Trecho com aderência
Ext. Ext.
Ext. Ext.
Figura 5.10 Instrumentação da barra de aço para o modelo de viga
Vale salientar que a quantidade de barras instrumentadas por série se limitou a uma barra, por motivos de adequação a programação das atividades do Laboratório de Estruturas.