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2. GENEL BİLGİLER

2.3. Obezite (Şişmanlık)

Anos Marcos/Legislação Síntese

1910 Decreto nº 8.072, de 20 de junho de 1910 Serviço de Proteção aos Índios e Localização de Trabalhadores Nacionais (SPILTN) também chamado de SPI (Serviço de Proteção ao Índio)

1967 Lei nº 5.371, de 5 de dezembro de 1967 Criação da FUNAI

1973 Lei nº 6.001, de 19 de dezembro de 1973 Conhecida como “Estatuto do Índio” formaliza as ações adotadas pela FUNAI para a proteção das populações indígenas.

1988 Constituição Federal Artigos 210, 215, 231 e 232 1991 Decreto nº 26, de 4 de fevereiro de 1991

Dispõe sobre a Educação Indígena no Brasil. Atribui ao MEC a competência para coordenar ações referentes à Educação Indígena em todos os níveis e modalidades de ensino, ouvida a FUNAI que passa a ser o órgão executor das políticas de educação escolar indígena.

1991 Portaria Interministerial MJ e MEC nº559, de 19 de abril de 1991

Criação da Coordenação Geral de Educação Escolar Indígena

1993 Diretrizes para a Política Nacional de Educação Escolar Indígena

Documento que estabelece como princípios organizadores da prática pedagógica, em contexto de diversidade cultural, a especificidade, a diferença, a interculturalidade, o uso das línguas maternas e a globalidade do processo de

aprendizagem. 1996 Lei nº 9394/96 – LDBEN

Institui como dever do estado a oferta de uma educação escolar competência e intercultural. Assegura também o acesso ao conhecimento das demais sociedades “indígenas e não indígenas”.

Artigos 26, 32, 78 e 79 1998 Referencial Curricular Nacional para as Escolas

Indígenas (RCNEI)

Documento que integra a série Parâmetros Curriculares Nacionais, produzido para fornecer subsídios para professores que trabalham em escolas indígenas.

Indígena.

1999 Resolução nde novembro de 1999 o. 3/99 de 10 Define a competência da União em fixar as diretrizes da política de educação escolar indígena, cabendo aos estados a tarefa de oferta-la.

2001 Lei njaneiro de 2001 o. 10.172, de 10 de

Plano Nacional de Educação (PNE) – Tem um capítulo sobre Educação Escolar Indígena. Na primeira parte, faz-se um rápido diagnostico de como tem ocorrido a oferta da educação escolar aos povos indígenas. Na segunda parte, apresentam- se as diretrizes para a educação escolar indígena. E na terceira, estão os objetivos e as metas que deverão ser atingidos, a curto e longo prazos.

2001 Portaria n27/06/01 o 1.290, de

Institui a Comissão Nacional de Professores Indígenas, formada por 13 professores de diferentes etnias, em substituição ao Comitê Nacional de Educação Escolar Indígena.

2002 Decreto Presidencial de 15 de março de 2002

Cria uma vaga para participação indígena no Conselho Nacional de Educação (CNE), em decorrência dos

compromissos assumidos pelo Brasil na Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e a Intolerância Correlata, realizada em Durban (África do Sul) em 2001.

2002

Referenciais Curriculares para a Formação de Professores Indígenas

Este documento é um subsídio para a discussão e para a implantação de programas de formação inicial de professores indígenas, visando a sua habilitação no magistério

intercultural. Complementar aos Referenciais para Formação de Professores. (MEC, 1998) e ao Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. (MEC, 1998) 2003 Comissão Nacional de Educação Escolar

Indígena (CNEEI)

Criação da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (CNEEI), composta não apenas por professores, mas também por outras lideranças e representantes indígenas.

2004

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade

(SECAD/MEC),

Criação da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC), mais tarde (2011) denominada de Secretaria de Educação Continuada de Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi).

2004 Decreto Presidencial nº 5.051, de 19 de abril de 2004.

Promulga a Convenção nº 169 da OIT (Convenção sobre Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes) 2006 29 de junho de 2006 Aprovação da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas na ONU 2007 13 de setembro de 2007 A Declaração foi adotada pela Assembleia Geral da ONU 2008 Lei 11.645, de 10 de março de 2008 Inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

2009 Decreto nº 6.861/2009, de 27 de maio de 2009.

Cria os Territórios Etnoeducacionais – estruturados de acordo com os critérios das relações inter étnicas, das filiações linguísticas e da territorialidade dos povos indígenas, apresentando--se como estratégia de organização e gestão da EEI, onde os diversos agentes e agências participam do planejamento e monitoramento das ações desenvolvidas por cada ente federado.

2010 Portaria nº 734, de 7 de junho de 2010 Criação da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (CNEEI) 2011 SECADI Cria a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI/MEC) 2011 Lei 12.416, de 9 de junho de 2011 Alteração da LDB para dispor sobre a oferta sobre a oferta de educação superior para os povos indígenas.

2012 Resolução nº 5, de 22 de junho de 2012

Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena na Educação Básica, que orientam a sua organização em todas etapas e modalidades segundo os princípios da igualdade social, da diferença, do bilinguismo e da interculturalidade.

2013 Portaria nº 1.062, de 30 de outubro de 2013

Institui o Programa Nacional dos Territórios

Etnoeducacionais. Anuncia a ampliação e a qualificação da oferta de educação escolar indígena em todos os níveis; fortalecer o regime de cooperação entre os sistemas de ensino; garantir a participação dos povos originários, observando a territorialidade e as especificidades

2017 Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017

Altera as Leis nos 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que

estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e 11.494, de 20 de junho 2007. O ensino da língua portuguesa e da matemática será obrigatório nos três anos do ensino médio, assegurada às comunidades indígenas, também, a utilização das respectivas línguas maternas.

Fonte: Elaborada pelo autor

Como apresentado no quadro 2, a partir de 1988 são promulgadas diversas Leis, Resoluções, Decretos e Portarias, entre outras conquistas, que comprovam que a Constituição de 1988 foi o marco de uma nova fase para a história da educação indígena no Brasil.