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B. Osmanlı İmparatorluğu’nda Yoksullara

6. Muhtâcin Maaşatı Hakkında Nizamname (1917)

De acordo com os modelos gerados (Fig. 5.3), foram observadas modificações morfológicas significativas entre cada período de investigação no campo de dunas da região de São Bento do Norte.

Tabosa, W.F. 2002

Dissertação de Mestrado – nº 26 – PPGG/UFRN Capítulo 5

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No levantamento realizado em 19 de agosto de 2000 (Fig. 5.4), observa-se que a morfologia geral da duna apresenta-se levemente esférica, com tendências alongadas na orientação dos eixos CD/DC, as curvas de nível neste mesmo eixo encontram-se espaçadas, o que resulta numa forma de relevo suave. No reconhecimento de campo é possível se identificar algumas áreas recobertas por vegetação de pequeno porte, gramíneas rasteiras e salsa (perfil CD, próximo a cota de 8m). Após a faixa indicada pela cota de aproximadamente 8 m (150 m de distância do eixo central), a topografia passa a ser muito íngreme e irregular. No perfil BA a morfologia do campo central da duna encontra-se diferenciada, com uma maior concentração de curvas de nível, indicando maior declividade do terreno. O contorno das curvas apresenta pequenas e leves irregularidades, possivelmente relacionadas à influência do avanço e recuo do mar. Nas proximidades da cota de 12-14m (eixo –50 a 0), destaca-se uma planície de deflação. Levando-se em consideração a direção geral dos ventos propostos para a região (Fortes 1987, Costa Neto 1997 e Tabosa 2000), pode-se correlacioná-los ao posicionamento do modelo mapeado. Entretanto, foi observado em campo que esta planície está sendo recoberta, mostrando a mobilidade da duna na direção do vento. No perfil AB, o modelo produzido indica um maior espaçamento das curvas de nível, caracterizando um relevo mais suave com um decaimento gradativo e curvas levemente paralelizadas, indicando uma dinâmica de menor intensidade.

Figura 5.3 - Mapa de localização do

campo de dunas na praia de São Bento do Norte, associado ao modelo esquemático de distribuição dos perfis planialtimétricos. Modelo gerado a partir de dados de campo e ordenados utilizando-se software como: Surfe 7, Excel e Coreldraw 8, e informações da carta topográfica da SUDENE, folha SB-24X-D-III, escala 1:100.000

Dissertação de Mestrado – nº 26 – PPGG/UFRN Capítulo 5 No monitoramento realizado em 10 de março de 2001 (Fig. 5.5), foram identificados algumas alterações com relação ao semestre anterior. Observou-se que a forma geral do corpo principal da duna ainda é levemente esférico, entretanto, as linhas das curvas de nível estão mais próximas indicando assim um aumento na declividade do terreno em direção ao topo da duna. Outro aspecto importante a ser observado é em relação aos contornos gerados pelas curvas, na direção do perfil CD/DC. A feição geral ainda se comporta levemente alongada, embora, tendendo ao arredondamento. Na área do perfil AB, nota-se um crescimento com achatamento nesta direção; este comportamento pode ser associado a uma variação excepcional na direção do vento visto que, no dia da medição, foi observado uma variação em torno 095º Az (para uma média mensal de 220º a 300º Az). No trecho final do perfil AB evidencia-se uma maior sinuosidade nas linhas. No perfil Y‘ destaca-se a formação de uma segunda duna, de menor porte, após a planície de deflação ou corredor interdunar. No perfil Z observa-se nitidamente o recobrimento do corredor de vento (interdunar), localizado nas proximidades da cota de 14 m. A morfologia das curvas não apresenta a intensa sinuosidade observado no semestre anterior. Em campo, este comportamento é confirmado pela movimentação de sedimentos quartzosos em direção a planície de deflação, com o recobrimento da vegetação rasteira existente no local e pelo próprio desaparecimento da corredor interdunar. Observa-se ainda o deslocamento da parte mais alta da duna em direção ao mar (N-NE). Esta

Oceano Atlântico Oceano Atlântico Caiçara do Norte São Bento do Norte 285º Az.

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Sotavento Barlavento N S E W Direção do vento em 19/08/00

Figura 5.4 – Figura esquemática de evolução do

campo de duna sobre a cidade de São Bento do Norte, associado ao modelo de distribuição dos perfis planialtimétricos. Modelo gerado a partir de dados de campo e ordenados utilizando-se software como: Surfe 7 e Coreldraw 8. Nivelamento realizado em 19/08/00.

235º Az.

Direção Média do vento

Tabosa, W.F. 2002

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observação conflita com a direção do vento (preferencialmente para E) devendo ser investigada com mais detalhe. Nos perfis Y e BA, não houve modificações significativas em relação ao semestre anterior.

O terceiro modelo gerado para o campo de dunas, realizado no dia 01 de agosto de 2001 (Fig. 5.6), apresenta-se semelhante ao anterior. No observa-se a formação de um pontal, recobrindo uma antiga planície de deflação, bordejando a pequena duna identificada no monitoramento de 10 de março de 2001. No eixo CD, observa-se um estiramento da faixa marcada entre os pontos cotados de 20 e 18 m. Neste trecho o relevo se apresenta suavizado e baixa declividade, o que pode ser confirmado pelo espaçamento das curvas (20 e 18 m).

Constata-se desta forma o deslocamento da duna sobre a cidade de São Bento do Norte, este fato também pode ser caracterizado quando se observa as residências que foram construídas próximas à base da duna. No início do trabalho (Junho de 2000), havia um recuo entre as casas e a duna de cerca de 20 a 50m. Atualmente (Agosto de 2001), este recuo não existe mais, estando essas residências parcialmente soterradas ou inabitadas. Oceano Atlântico Oceano Atlântico Caiçara do Norte São Bento do Norte N S E W 85º Az.

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Sotavento Barlavento 235º Az.

Figura 5.5 – Figura esquemática de

evolução do campo de duna sobre a cidade de São Bento do Norte, associado ao modelo de distribuição dos perfis planialtimétricos. Modelo gerado a partir de dados de campo e ordenados utilizando-se software como: Surfe 7 e Coreldraw 8. Nivelamento realizado em 10/03/01.

Direção do vento em 10/03/01

Direção Média do vento

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Benzer Belgeler