• Sonuç bulunamadı

2. Çalışan Motivasyonu Kavramı

2.3. Motivasyon Teorileri

Os modelos de proposições desenvolvidos somente poderão ser avaliados por meio da técnica Modelagem de Equações Estruturais. Esta técnica de análise tem sido amplamen

o

a avaliação de uma série de relações simultâneas, nas quais uma determinada variável pode ser avaliada na condição de dependente e também de independente (HAIR et al. 2005, p. 466).

A Modelagem de Equações Estruturais é caracterizada por Hair et al. (2005) como uma técnica de análise multivariada, a qual combina elementos relacionados à regressão múltipla com a análise fatorial, visando estimar uma série de relações de dependência

p

Os mesmos autores informam a existência de três diferentes estratégias de modelagem: 1. a primeira é a estratégia de modelagem confirmatória, a partir da

seg con est des me ral e de que eve pel A s seg dia mo e entrada e ava mo ass des , ersão 4.

Com relação à terceira etapa, Hair et al. (2005) indicam a necessidade de dois rocedimentos: a especificação e análise do modelo de mensuração, e do modelo est

con

dad dos, e da avaliação da confiabilidade do construto. Tal avaliação se dá al Confirmatória, a partir das análises, para cada ajustamento, da unidimensionalidade, da confiabilidade e da

Assim, considerando os resultados da Análise Fatorial Exploratória e da análise de qual um só modelo é proposto, e são realizados os testes de adequação; 2. a

unda é a estratégia de modelos concorrentes (ou de modelos rivais), que siste na análise de alternativas de avaliação de um dado modelo, mesmo que e tenha sido considerado ajustado; 3. e a última é a estratégia de

envolvimento de modelos, que consiste em propor um modelo para ser lhorado por meio de sucessivas modificações nos modelos estrutu

mensuração. A terceira estratégia é a mais comum, pois parte do pressuposto de os modelos devem ser progressivamente melhorados, viabilizando análise de ntuais condicionamentos setoriais, ou vieses diversos. Para esta tese, optou-se a utilização desta estratégia.

eqüência de etapas da modelagem, conforme sugerida por Hair et al. (2005) é a uinte: 1. especificação do modelo estrutural e de mensuração; 2. construção do grama de caminhos; 3. conversão do diagrama de caminhos em um conjunto de delos estrutural e de mensuração; 4. escolha do tipo de matriz d

estimação do modelo proposto; 5. avaliação da identificação do modelo estrutural; 6. liação de critérios de qualidade de ajuste; 7. interpretação e modificação do delo. As etapas 1 e 2 foram desenvolvidas no capítulo 2, com as proposições de

ociação reforçadas no item 3.1. As decisões sobre as demais etapas estão critas a seguir. As ações procedidas foram realizados com o software AMOS v

p

rutural. A primeira envolve a especificação das variáveis que constituem um dado struto, a partir do apontamento de quais são as variáveis a partir do conjunto de os coleta

por meio da Análise Fatori construto, das medidas de

con cuj

ƒ ento,

a partir da qual se asseguravam condições para os procedimentos subseqüentes

lises subseqüentes; ƒ em rea sig pel

de valores acima de 2,58, o que indicaria a falta de unidimensionalidade; ou pela

sup des ƒ A c ind late de con

fiabilidade das escalas (item 3.4.2), procedeu-se à Análise Fatorial Confirmatória, os detalhes estão detalhados a seguir:

Primeiramente foi procedida a extração e avaliação das medidas de ajustam

(ver etapa 5). Para cada construto, as variáveis foram avaliadas a partir da definição inicial, e, caso houvesse necessidade de reorientações, seguia-se com a averiguação de alternativas de melhoria. Depois de alcançadas as condições adequadas nestas medidas, seguia-se para as aná

A unidimensionalidade avalia se o conjunto de indicadores possui um conceito comum (HAIR et al. 2005). A avaliação da unidimensionalidade pode ser lizada de três diferentes formas: pela avaliação das cargas estimadas e sua nificância estatística (a não significância indica falta de unidimensionalidade); a avaliação da matriz de resíduos padronizados, na qual se avalia a existência

avaliação do índice de ajustamento comparativo (CFI), a partir do qual valores eriores a 0,9 indicam unidimensionalidade. Dada a facilidade de avaliação te índice, optou-se aqui pela avaliação nesta terceira alternativa;

onfiabilidade composta consiste em uma “medida de consistência interna dos icadores do construto, descrevendo o grau em que estes indicam o construto nte em comum” (HAIR et al., 2005, p 489). Sua aferição é feita pela medida confiabilidade de construto, e da variância extraída. A confiabilidade de struto é medida pela seguinte fórmula:

+

= ) mensuração de erros ( as)² padronizad cargas ( as)² padronizad cargas ( construto de dade Confiabili

Já a variância extraída reflete quantidade geral dos indicadores que é explicada pelo construto latente. A medição da variância extraída é feita a partir da seguinte fórmula:

+

= ) mensuração de erros ( as²) padronizad (cargas as²) padronizad (cargas extraída Variância

software utilizado, e os erros de mensuração para cada indicador são obtidos pelo seguinte cálculo: [1 – (carga fatorial padronizada do indicador)²]. Segundo recomendações da literatura, o valor de confiabilidade de construto deve ser maior que 0,7, e a variância extraída deve exceder 0,5 (HAIR et al, 2005).

ƒ A análise de validade consiste em verificar quão bem os indicadores estão medindo aquilo a que se propõem a medir. Para efeito de averiguação em Análise Fatorial Confirmatória, faz-se necessário que sejam verificadas a validade convergente e a validade discriminante.

to não se correlaciona com outros construtos os quais deve diferir (MALHOTRA, 1999,

A e pro de ade cov Ne par mé

estimação padrão (default) na maioria dos programas de modelagem de equações estruturais.

• A validade convergente indica até que ponto as variáveis da escala se correlacionam positivamente com outras medidas do mesmo construto (MALHOTRA, 1999, p. 283). Esta pode ser acessada a partir da significância das cargas fatoriais dos indicadores, pela análise dos t-values (no software AMOS pela análise dos critical ratios – CR), sendo que valores superiores a 1,96 indicam resultados adequados.

• Já a validade discriminante indica o quanto a medida de um constru

p. 283). Nestes termos, a validade discriminante é assegurada quando a medida de um construto não apresentar correlação muito elevada com as outras medidas. Nesta tese, a validade discriminante foi medida pela comparação entre a variância extraída em cada construto, e a variância compartilhada com os demais construtos (medida pelo quadrado do coeficiente de correlação de Pearson).

tapa 4 consiste na escolha do tipo de matriz de entrada e estimação do modelo

posto. Conforme argumentam Hair et al. (2005, p. 484), há dois tipos de matrizes entrada de dados: correlação e covariância. A matriz de covariância é a mais quada para se proceder ao “teste de teoria”, uma vez que as variâncias e ariâncias são as formas apropriadas dos dados para validar relações causais. stes termos, optou-se nesta pesquisa pela utilização da matriz de covariância a a entrada dos dados. Com relação ao método de estimação, optou-se pelo todo Maximum Likelihood (ML; máxima verossimilhança), que é método de

Par elo estrutural, faz-se ava mu alte dos “ap

absoluto está disponível, e o pesquisador deve, em ultima instância, decidir se o

Ha que pre de

referência (o modelo nulo)” (p. 523); 3. medidas de ajuste parcimonioso, que

coe

Ca da

apresentou alguns índices em comum. Considerando a recomendação técnica

200 200 ƒ

que 0,05 ou 0,01, indicam que as

a a etapa 5, de avaliação da identificação do mod

necessário inicialmente o apontamento dos critérios de medição adotados. A liação do ajuste de um modelo estrutural, diferentemente das demais técnicas ltivariadas, não se dá a partir de um único parâmetro. A literatura é rica em rnativas de avaliação, sendo diversos os índices que se geram a partir da análise modelos (ARBUCKLE, 2006). Segundo informam Hair et al. (2005, p. 521), esar de em muitos casos orientações terem sido sugeridas, nenhum teste

ajuste é aceitável”.

ir et al. (2005) distinguem três tipos de medida: 1. as medidas de ajuste absoluto, “determinam o grau de em que o modelo geral (estrutural e de mensuração) vê a matriz de covariância ou de correlação observada” (p. 521); 2. as medidas ajuste incremental, que “compraram o modelo proposto com algum modelo de

“relacionam o índice de qualidade de ajuste do modelo com o número de ficientes estimados exigidos para atingir esse nível de ajuste” (p. 524).

da uma destas medidas é realizada a partir de diferentes índices, e a avaliação literatura apontou a utilização de variadas medidas. A mesma literatura

(HAIR et al., 2005) e as práticas em outros trabalhos desenvolvidos (SAMPAIO, 0; COSTA, 2002; MIGUEL, 2004; SANTOS, 2004; BRASIL, 2005; GUARITA, 5), para esta tese decidiu-se pela utilização dos seguintes indicadores:

Estatística Qui-Quadrado (X²): segundo informam Hair et al. (2005), o qui-

quadrado é a medida de ajuste mais fundamental em Modelagem de Equações Estruturais. Sua averiguação se dá a partir da razão pelo número de graus de liberdade (X²/gl). Segundo os autores “baixos valores de qui-quadrado73, que resultam em níveis de significância maiores

matrizes de entrada real e prevista não são estatisticamente distintas”, ou seja, é adequado que não haja significância estatística do teste. Por outro lado, o teste qui-quadrado é muito sensível ao tamanho da amostra, especialmente para

literatura pesquisada aponta que uma valor de X²/gl menor que 5 indica boa adequação.

aquelas com tamanho maior que 200 respondentes, que é o caso desta tese. Assim, outras medidas complementares são necessárias;

o Ajustamento (GFI): é um índice de ajuste absoluto, que é baseado na porcentagem das covariâncias observadas que são explicadas pelas covariâncias presentes no modelo. O índice varia de 0 a 1, sendo desejáveis valores próximos a 1. A maioria dos autores aponta valores acima de 0,9 como adequados, havendo alguns outros que apontam medidas acima de 0,8 como sendo também aceitáveis (SAMPAIO, 2000; PERIN; SAMPAIO; FALEIRO, 2004);

ƒ Índice de Adequação do Ajustamento Calibrado (AGFI): trata-se de uma medida de ajuste incremental, desenvolvida a partir de uma extensão do GFI ajustada ao número de graus de liberdade do modelo proposto e do modelo nulo (HAIR et al., 2005). Também varia de 0 a 1, e, assim como o GFI, será adequado com valores próximos a 1, havendo autores apontando valores adequados somente a partir de 0,8, e outros a partir de 0,9.

ƒ Índice Tucker-Lewis (TLI), também conhecido como Índice de ajuste não- normado (NNFI), é considerado um indicador bastante robusto, e combina uma medida de parcimônia em um índice comparativo entre os modelos proposto e o nulo. Os valores ficam tipicamente entre 0 e 1, mas não necessariamente limitado a estes valores. Arbuckle (2006) informa que valores próximos a 1 indicam um bom ajustamento. A maioria dos autores sugere valores adequados acima de 0,9, e outros apontam a necessidade de um valor de TLI acima de 0,95 (HU; BENTLER, 1999; ITS/UTEXAS, 2006);

ƒ Índice de Ajuste comparativo (CFI): é um índice de ajuste incremental, e representa uma comparação “entre o modelo estimado e um modelo nulo ou de independência” (HAIR et al. 2005). O CFI varia de 0 a 1, e a maioria dos autores entende como adequados os valores de 0,9, havendo ainda aqueles que vêem ƒ Raiz do erro quadrático médio aproximado (RMSEA): trata-se de uma medida que “tenta corrigir a tendência da estatística qui-quadrado em rejeitar qualquer modelo especificado com uma amostra suficientemente grande”. A literatura não é homogênea quanto ao entendimento de valores adequados desta medida, porém a maioria aponta como adequados valores entre 0,05 e 0,08, havendo ainda autores que recomendam valores abaixo de 0,05 (HU; BENTLER, 1999; ITS/UTEXAS, 2006; ARBUCKLE, 2006).

adequação em valores acima de 0,8 (SAMPAIO, 2000; PERIN; SAMPAIO; FALEIRO, 2004);

delo. Nesta etapa foram levadas em consideração rincipalmente as recomendações geradas pelo software AMOS, a partir da função A etapa 6, que consiste na avaliação de critérios de qualidade de ajuste, envolve a análise dos indicadores acima apontados, tanto para o modelo de mensuração quanto para o modelo estrutural proposto. Por fim, a etapa 7 envolve a interpretação dos resultados, à luz dos determinantes teóricos definidos, e das possíveis modificações do mo

p

modification indices, que apontam alternativas de alteração para mudanças nos

Benzer Belgeler