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PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL EM PERNAMBUCO

PARTE A - Aspectos gerais da gestão dos regimes próprios de previdência social 1. Qual o número de segurados ligados ao RPPS?

( ) a) Até 2.000 segurados ( ) b) De 2.001 a 5.000 segurados ( ) c) Acima de 5.000 segurados

2. Qual o número de servidores ligados à gestão do RPPS?

( ) a) 2 servidores ( ) b) 3 servidores ( ) c) 4 servidores ( ) d) 5 servidores ( ) e) 6 ou mais servidores

3. Os trabalhos de avaliação atuarial são realizados:

( ) pelo próprio Instituto ( ) por empresa terceirizada

4. O RPPS conta com algum tipo de assessoria externa?

( ) Não ( ) Sim

4.1. Em caso positivo, qual (is)?

( ) a) Contábil ( ) b) Financeira ( ) c) Jurídica ( ) d) Atuarial

( ) e) Outros _________________________________________

5. O RPPS possui segregação de massas?

( ) Não ( ) Sim

5.1. Em caso positivo, o orçamento e a contabilidade estão segregados por Planos Financeiro e Previdenciário?

6. O RPPS possui Código de Ética e Conduta?

( ) a) Não possui ( ) b) Sim e Próprio ( ) c) Sim do Município

PARTE B - Perfil do gestor de recursos financeiros

7. Caso possua foco em atividades de gestão de riscos financeiros, quem exerce essa função?

( ) a) Diretor Presidente

( ) b) Diretor/Gerente Previdenciário

( ) c) Diretor/Gerente Administrativo e Financeiro ( ) d) Diretor/Gerente de Investimentos

( ) e) Outros: ________________________________________

8. Qual a sua formação acadêmica?

( ) a) Administração ( ) b) Economia ( ) c) Ciências Contábeis ( ) d) Engenharia ( ) e) Segundo Grau ( ) f) Outros: ________________________________________

9. Qual a sua classificação como servidor do RPPS?

( ) a) Servidor de carreira

( ) b) Servidor de carreira com função nomeada por ato administrativo ( ) c) Administrador contratado

( ) d) Administrador nomeado por ato administrativo

10. Há quanto tempo você está no cargo atual?

( ) a) Menos de 2 anos ( ) b) Entre 2 e 5 anos ( ) c) Entre 5 e 10 anos ( ) d) Entre 10 e 15 anos

11. Como você classifica a atual situação atuarial do Fundo Previdenciário?

( ) a) Deficitário, mas com perspectivas positivas ( ) b) Deficitário e com perspectivas negativas ( ) c) Superavitário e com perspectivas sustentáveis ( ) d) Superavitário, mas com perspectivas negativas ( ) e) Equilibrado

12. Você possui a Certificação Profissional ANBIMA?

( ) Não ( ) Sim. Caso tenha, qual? ________________________________________

13. Como você descreve sua disposição pessoal aos riscos?

( ) a) Recusa-se a correr riscos ( ) b) Prefere não correr riscos ( ) c) Neutro

( ) d) Aceita correr riscos ( ) e) Gosta de correr riscos

14. Nos últimos dois anos, sua disposição pessoal a correr riscos:

( ) a) Reduziu significativamente ( ) b) Reduziu um pouco

( ) c) Não se alterou ( ) d) Aumentou um pouco ( ) e) Aumentou significativamente

15. Qual a proporção do seu trabalho é dedicada à gestão de riscos nas aplicações financeiras?

( ) a) Não tenho envolvimento com a gestão de riscos nas aplicações financeiras ( ) b) Entre 1% e 19%

( ) c) Entre 20% e 39% ( ) d) Entre 40% e 59% ( ) e) Entre 60 e 79% ( ) f) Entre 80% e 100%

15.1. Caso haja algum nível de envolvimento com a gestão de riscos nas aplicações financeiras, você acredita

que ele seja: ( ) a) Insuficiente

( ) b) Razoável ( ) c) Bom ( ) d) Muito Bom

15.2. Caso haja algum nível de envolvimento com a gestão de riscos nas aplicações financeiras, você acredita

que ele:

( ) a) Aumentou ( ) b) Não mudou ( ) c) Diminuiu ( ) d) Sem Opinião

15.2.1. Caso tenha aumentado o nível de envolvimento com a gestão de riscos nas aplicações financeiras, quais

os principais fatores relacionados ao aumento de interesse? ( ) a) Prevenção de perdas

( ) b) Integração à estratégia e aos procedimentos de governança pública ( ) c) Ocorrência de fraudes e irregularidades

( ) d) Cumprimento de aspectos regulamentares

( ) e) Atendimento às expectativas do mercado e agências de rating

16. Qual seu nível de concordância ou discordância em relação às afirmações abaixo com base nesta escala:

1 2 3 4 5

Discordo

Totalmente Discordo

Nem Discordo

Nem Concordo Concordo

Concordo Totalmente

A gestão de riscos nas aplicações financeiras deve: ITEM

a) Evitar consequências negativas b) Alcançar conseqüências positivas c) Ser substanciada no julgamento pessoal

PARTE C - Aspectos da política de investimentos

1 2 3 4 5

Discordo

Totalmente Discordo Nem Concordo Nem Discordo Concordo Totalmente Concordo

ASPECTOS AVALIADOS ITEM

17. O RPPS possui política de investimentos formalizada.

18. A política de investimentos do RPPS satisfaz os requisitos da Resolução do Conselho

Monetário Nacional nº 3.922/2010.

19. A política de investimentos está acessível a todos os servidores participantes do RPPS, ou seja,

todos os servidores conhecem a política de investimentos.

20. A política de investimentos estabelece limites de concentração de investimentos em

determinados intermediários.

21. A política de investimentos declara os parâmetros a serem adotados para:

a) cálculo dos níveis de exposição a risco de mercado; b) estilo da gestão; e

c) avaliação de gestores e administradores de recursos.

22. A política de investimentos faz menção sobre limites de risco aprovados.

23. A política de investimentos estabelece padrões e procedimentos para acompanhamento dos ratings das instituições (isto é, das notas recebidas pelas instituições financeiras em avaliações independentes).

24. A política de investimentos indica a necessidade de segregação de função entre os responsáveis

pelas operações de investimentos e os responsáveis pelos processamentos dos documentos.

25. A política de investimentos menciona as responsabilidades sobre a escolha de alternativas de

investimentos:

a) de diretores e funcionários do RPPS;

b) de órgãos de governança (comitês de investimentos e assemelhados); c) de administradores de recursos contratados.

26. A política de investimentos exige a definição prévia de limites de crédito a serem observados

na condução de negócios com cada intermediário financeiro.

27. Estão claramente identificadas as consequências das violações da política de investimentos. 28. Na formulação e atualização da política participam pessoas com conhecimentos técnicos

especializados em gestão de investimentos.

29. Os limites de investimento estabelecidos nas normas do RPPS permitem uma diversificação

adequada nos investimentos da entidade. Fonte: Bogoni (2008) com adaptações

PARTE D - Ambiente da gestão de riscos financeiros

1 2 3 4 5

Discordo

Totalmente Discordo

Nem Discordo

Nem Concordo Concordo

Concordo Totalmente

ASPECTOS AVALIADOS ITEM

30. A administração adota medidas suficientes para que a gestão de riscos financeiros de mercado

esteja integrada aos processos de gestão da organização, desde o nível estratégico até o operacional.

31. A administração adota medidas que assegurem que o gestor de investimentos lidere a

implementação e o monitoramento das práticas de gestão de riscos financeiros de mercado.

32. A administração considera os riscos-chave que podem comprometer o alcance dos principais

objetivos financeiros e fornece direção clara para que eles sejam gerenciados.

33. A administração estimula o gestor dos recursos financeiros e o comitê de investimentos a aceitar

riscos bem gerenciados visando aproveitar oportunidades e apoiar a inovação.

34. A administração promove o aperfeiçoamento da estrutura e do processo de gestão de riscos

financeiros de mercado valendo-se, inclusive, de informações produzidas por auditorias internas e externas.

35. Existe uma política organizacional de gestão de riscos financeiros aprovada pela administração. 36. Caso exista uma política organizacional de gestão de riscos financeiros, indicar se ela aborda os

seguintes aspectos:

a) Objetivos organizacionais com relação à gestão de riscos financeiros.

b) Integração da gestão de riscos financeiros a processos e políticas organizacionais. c) Responsabilidades para gerenciar riscos financeiros.

d) Diretrizes sobre como riscos financeiros devem ser identificados, avaliados, tratados e monitorados. e) Consultas e comunicação com partes interessadas internas e externas sobre assuntos relacionados a riscos financeiros.

f) Diretrizes para a medição do desempenho da gestão de riscos financeiros.

g) Compromisso de analisar criticamente e melhorar a política e a estrutura da gestão de riscos em resposta a um evento ou mudança nas circunstâncias.

37. A política de gestão de riscos financeiros é comunicada e está disponível a todos na organização. 38. Existe uma estratégia para assegurar que novas atividades sejam avaliadas quanto a risco e

incorporadas ao processo de gestão de riscos financeiros.

39. Existe uma estratégia para assegurar compreensão uniforme, na organização, dos conceitos e da

terminologia utilizada em questões de riscos financeiros.

40. Os objetivos estratégicos e as prioridades da organização são claramente comunicados a todos os

servidores.

41. O gestor de investimentos mantém todos informados dos objetivos e das prioridades

organizacionais.

42. Os comitê de investimentos conhece os principais riscos enfrentados pela organização.

43. O comitê de investimentos é orientado e estimulado a encaminhar assuntos relacionados a riscos

financeiros às instâncias decisórias adequadas.

44. O gestor de investimentos recebe delegação clara e formal para gerenciar riscos financeiros. 55. O gestor de investimentos é regularmente capacitados para conduzir a gestão de riscos financeiros e

orientar o comitê de investimentos sobre esse tema.

46. O comitê de investimentos é formalmente designado para as atividades de identificação, avaliação e

tratamento de riscos financeiros.

47. O comitê de investimentos é designado para as atividades de identificação, avaliação e tratamento

de riscos financeiros, recebendo capacitação suficiente para executá-las.

48. Boas práticas de gestão de riscos financeiros desta e de outras organizações são identificadas e

compartilhadas internamente.

49. Os papéis e responsabilidades relativos a gestão de risco financeiros são formalmente definidos

para órgãos/ departamentos dessa organização, tais como conselho de administração, auditoria interna, comitê de investimentos e unidades do RPPS.

50. Há esforços institucionais empreendidos nos últimos três anos para implantar ou aprimorar gestão

de riscos abordando aspectos de liderança, políticas e estratégias, definição de responsabilidades e desenvolvimento de pessoas, bem como mencionando as principais dificuldades enfrentadas. Fonte: Tribunal de Contas da União – TCU (2012) com adaptações

PARTE E - Processos da gestão de riscos financeiros

Prática inexistente na instituição

1 2 3 4 5

Prática realizada de forma sistemática e plenamente incorporada à cultura organizacional

Identificação e Avaliação de Riscos Financeiros

ASPECTOS AVALIADOS ITEM

51. A organização identifica de forma abrangente os riscos financeiros que podem afetar a realização

de seus objetivos financeiros, bem como suas causas e consequências potenciais.

52. O comitê de investimentos é composto por servidores de diversas áreas e níveis hierárquicos,

conhecedores do negócio da organização, que participam da identificação e avaliação de riscos financeiros.

53. Os riscos financeiros identificados são atribuídos a pessoas que têm responsabilidade e autoridade

para gerenciá-los.

54. Os riscos financeiros identificados são levados à consideração da instância decisória pertinente

segundo critérios formalmente estabelecidos.

55. Existem instrumentos definidos para documentar as etapas de identificação e avaliação de riscos

financeiros.

56. Todos os riscos financeiros identificados são submetidos ao processo de avaliação de riscos. 57. São estimadas a probabilidade de ocorrência dos riscos financeiros identificados e as

consequências, sobre os objetivos organizacionais, da materialização desses riscos.

58. A avaliação de riscos financeiros produz informações qualitativas e quantitativas relevantes para a

definição das respostas a riscos.

Fonte: Tribunal de Contas da União – TCU (2012) com adaptações

Respostas aos riscos financeiros

ASPECTOS AVALIADOS ITEM

59. Existem parâmetros definidos para a escolha das ações de aceitar, transferir, evitar ou mitigar os

riscos financeiros analisados.

60. A percepção das partes interessadas é levada em conta na escolha de respostas apropriadas. 61. A escolha de respostas aos riscos leva em conta a relação custo-benefício das respostas

consideradas.

62. Utilizam-se planos de tratamento de riscos financeiros nos quais se especificam as respostas a

risco selecionadas, bem como prazos e responsáveis para implementar essas respostas.

63. Ocorre revisão periódica das respostas a risco visando avaliar se permanecem adequadas.

64. Medidas de contingência para garantir a continuidade dos serviços prestados são definidas e

periodicamente revisadas.

Monitoramento e comunicação de riscos financeiros

ASPECTOS AVALIADOS ITEM

65. A gestão de riscos financeiros nesta organização apóia-se em sistema informatizado que permite a

visão integrada das etapas de identificação, avaliação, tratamento e monitoramento de riscos.

66. O controle interno, ou a auditoria interna, contribui ativamente para as atividades de gestão de

riscos financeiros na organização.

67. Foram estabelecidas medidas de desempenho que permitem avaliar se as respostas a riscos

adotadas foram ou não efetivas.

68. No monitoramento do processo de gestão de riscos financeiros, são evidenciadas as oportunidades

de melhoria e as lições aprendidas.

69. Há mecanismos de comunicação que garantam que as partes interessadas sejam comunicadas sobre

os riscos-chave a que o negócio está sujeito, as respostas adotadas e a eficácia do processo de gestão de riscos.

Fonte: Tribunal de Contas da União – TCU (2012) com adaptações

PARTE F - Arranjo organizacional com as consultorias financeiras

ASPECTOS AVALIADOS ITEM

70. Na contratação de serviços de consultoria financeira, existe clareza sobre quem é responsável por

gerenciar cada risco.

71. Na contratação de serviços de consultoria financeira, está estabelecido em quais condições e para

quem cada responsável deve fornecer informações.

72. Os responsáveis pela gestão de riscos no âmbito das consultorias financeiras não têm autonomia

para tomar e implementar decisões relacionadas aos riscos financeiros.

73. Todas as organizações e fatores que influenciam a eficácia dos investimentos são identificadas e

essas influências consideradas no processo de gestão de riscos.

74. Há informação regular e confiável para monitorar o desempenho da gestão de riscos das

consultorias financeiras.

75. A organização estrutura com sua consultoria financeira arranjos de contingência (incluindo a

priorização de ações de mitigação) para minimizar efeitos adversos sobre o fornecimento de serviços ao público quando uma ou outra parte falha ao entregar o serviço.

76. A transferência da gestão de riscos financeiros a consultorias financeiras é precedida por avaliação

da capacidade destas de gerenciá-los.

77. Quando riscos são transferidos a consultorias financeiras, mantém-se a capacidade de gerenciar e

monitorar desempenho e de adotar tempestivamente medidas em caso de dificuldades. Fonte: Tribunal de Contas da União – TCU (2012) com adaptações

PARTE G - Resultados da gestão de riscos financeiros

ASPECTOS AVALIADOS ITEM

78. A organização avalia a eficácia do processo de gestão de riscos financeiros.

79. O processo de gestão de riscos financeiros contribuiu para a melhoria do processo decisório

fornecendo informações sobre riscos e evidências que os suportam.

80. O processo de gestão de riscos financeiros contribuiu para uma coordenação clara e efetiva de

políticas e ações organizacionais.

81. O processo de gestão de riscos financeiros contribuiu para uma boa coordenação, compreensão e

gerenciamento de riscos financeiros.

82. Planos e políticas organizacionais têm sido aperfeiçoados com base em avaliações e propostas

consistentes de gestão de riscos financeiros.

83. O processo de gestão de riscos financeiros contribuiu para o aprimoramento da comunicação

84. O processo de gestão de riscos financeiros contribuiu para a melhoria do processo decisório na

organização.

85. O processo de gestão de riscos financeiros tem levado o comitê de investimentos a se

envolverem com avaliação e controle de riscos em suas atividades cotidianas.

86. A gestão de riscos financeiros na organização tem contribuído para...

a) ... a realização dos objetivos relativos ao gerenciamento dos investimentos. b) ... a realização dos objetivos referentes à eficiência das aplicações financeiras. c) ... a realização dos objetivos referentes à melhoria da governança.

d) ... a realização dos objetivos relativos à reputação da organização. e) ... a melhoria da qualidade de serviços ofertados.

f) ... assegurar o cumprimento das leis e normas pertinentes. Fonte: Tribunal de Contas da União – TCU (2012) com adaptações

Benzer Belgeler