3.2. AVRUPA BİRLİĞİ GENEL VERİ KORUMA TÜZÜĞÜ VE
3.2.2. Açıklamalar ve Gelişmiş Algoritmalar
3.2.2.5. Çözüm Önerileri
3.2.2.5.1. Modelden Bağımsız Metotlar – Kara Kutu Yaklaşımı
Quadro 3 O modelo de 2004
EN TR EVIS TADO PO NTOS POSITIVOS PO NTOS NEGATIVO S
E1
• retomada do planejamento pelo MME com o apoio da EPE
• modicidade tarifária através de subsídio da energia velha mais barata e de leilões pela menor tarifa
• segurança do abastecimento via contrato oriundo do leilão com licença ambiental prévia
• criação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico
• falta de estabilidade das regras, pois o detalhamento do modelo é feito por decreto (pode ser alterado por novo ministro) e não por lei, que é submetida ao Congresso • criação de novas instituições e possibilidade dos subsídios
onerarem ainda mais a tarifa paga pelo consumidor
E2
• retomada do planejamento pelo MME com o apoio da EPE
• modicidade tarifária via leilões pela menor tarifa
• marco regulatório estável conseguido com o respeito dos contratos preexistentes
EN TR EVIS TADO PO NTOS POSITIVOS PO NTOS NEGATIVO S
mediar conflitos, não podendo definir tarifas
• participação de todos os agentes envolvidos na elaboração do modelo
• continuidade do processo de reforma com a mesma ministra desde 2003
• diversificação do risco dos distribuidores ao comprarem de diversos geradores
E3
• retomada do planejamento pelo MME, com o apoio da EPE (retomada da política para o setor)
• modicidade tarifária pelo planejamento de longo prazo e de leilões
• segurança do abastecimento através de contrato conseguido em leilão, com licença ambiental prévia e planejamento do setor
• marco regulatório estável com base em lei (votada pelo Congresso)
• recuperação do poder concedente, que fora delegado à ANEEL de forma equivocada
• criação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico • revisão do ONS
• ambientes nacional e internacional desfavoráveis a financiamentos
EN TR EVIS TADO PO NTOS POSITIVOS PO NTOS NEGATIVO S
• criação da CCEE
• decisão de não privatizar o sistema Eletrobrás
E4
• modicidade tarifária através de leilões
• segurança do abastecimento através de contrato de longo prazo, com cinco anos de antecedência, conseguido por leilão
• marco regulatório estável, pois o modelo manteve principais características do anterior
• encargos e tributos que oneram tarifas não foram revistos e a criação de novas instituições poderá prejudicar ainda mais a modicidade tarifária
• indefinição do indexador dos contratos de venda de energia
• leilão separado para energia velha levará a uma perda de receita dos geradores existentes em relação aos novos • maior risco para distribuidoras, ao realizarem previsões de
seus mercados com cinco anos de antecedência, sujeitas a penalidades, em caso de erros
• falta legislação para sistemas isolados (sistemas não- interligados à rede nacional de transmissão) pode comprometer a modicidade tarifária através de subsídios aos mesmos
• ao deixarem de ser cativos, consumidores livres poderão gerar aumento da tarifa paga pelos cativos restantes, devido aos custos fixos dos distribuidores
EN TR EVIS TADO PO NTOS POSITIVOS PO NTOS NEGATIVO S
E5
• retomada do planejamento do setor, integrando energia elétrica, gás natural e outros
• falta de estabilidade das regras, pois o detalhamento do modelo foi feito por decreto (modificável por novo ministro) e não por lei, que é submetida ao Congresso • encargos e tributos que oneram tarifas não foram revistos • indefinição do indexador dos contratos de venda de
energia, para verificar alocação de riscos entre agentes • dificulda de de cálculo do risco do gerador, que terá
contratos com diversos distribuidores
• ao se tornarem livres, consumidores cativos podem gerar aumento da tarifa paga pelos que ainda permanecerem cativos, devido aos custos fixos dos distribuidores
E6
• retomada do planejamento • modicidade tarifária • segurança do abastecimento • marco regulatório estável
• participação de diversos agentes na elaboração do modelo • separação do sistema regulado e livre
• legislação para consumidores livres permite que indústrias escolham distribuidoras mais baratas, reduzindo seus custos
• encargos do setor oneram tarifas e estão altos • leilão separado para energia velha levará à perda de
EN TR EVIS TADO PO NTOS POSITIVOS PO NTOS NEGATIVO S
E7
• retomada do planejamento
• decisão de não privatizar o sistema Eletrobras • leilão pela menor tarifa
• excessiva interferência dos agentes na construção do novo modelo
• não há garantia da modicidade tarifária, já que o consumidor cativo terá tarifa mais cara do que o livre • distribuidores não planejam o mercado do consumidor
livre, o que acarretará problemas na expansão da rede de transmissão
E8
• retomada do planejamento
• modicidade tarifária através da média ponderada entre energia velha mais barata e a nova, mais cara, além da diminuição do custo da construção pelo setor privado • segurança do abastecimento com a exigência da
contratação de toda carga dos distribuidores, havendo demanda por mais usinas geradoras
• criação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico • diminuição do risco do empreendedor, ao ganhar contrato
nos leilões, além de licença ambiental prévia
• quando administração pública planeja, tende a ser avessa ao risco, induzindo a um sobreinvestimento e,
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E9
• modicidade tarifária através da média ponderada entre energia velha mais barata e a nova, mais cara
• segurança do abastecimento através de contrato de longo prazo com cinco anos de antecedência, conseguido em leilão
• marco regulatório estável, pois o modelo é semelhante ao estatal de tarifa única, com otimização nacional
• dificulda de de calcular o risco do gerador, que terá contratos com diversos distribuidores.
Cumpre destacar, com base nas respostas, que dos aspectos positivos apontados no modelo de 2004, a modicidade tarifária − via leilões pela menor tarifa e média ponderada entre o preço da energia velha mais barata e a nova mais cara − e o resgate do planejamento do setor com a criação da EPE foram os mais citados. Em segundo lugar, encontramos a segurança do abastecimento via contrato oriundo do leilão com licença ambiental prévia. Em terceiro, vem o marco regulatório estável, visto como favorável pelos especialistas, seguido da criação do Comitê de M onitoramento do Setor Elétrico. Finalmente, aparece a concordância com o papel da ANEEL como reguladora, fiscalizadora e mediadora de conflitos (sem poder para definir tarifas), a participação de diversos agentes na elaboração do novo modelo e a decisão de não privatizar o sistema Eletrobras.
Quanto aos pontos negativos do novo modelo, destacamos em primeiro lugar, a criação de novas instituições e subsídios para o setor, que poderão onerar mais ainda a tarifa paga pelo consumidor final. Logo depois vieram todos os demais aspectos negativos, empatados com dois votos: falta de estabilidade de regras − pois o detalhamento do modelo está em decreto, que pode mudar com a troca de ministro, e não em lei, que precisa passar pelo Congresso para ser modificada −, a indefinição do indexador dos contratos de venda de energia, a dificuldade de cálculo do risco do gerador − que terá contratos com diversos distribuidores −, o leilão feito separadamente para a energia velha deve levar a uma perda de receita dos geradores já estabelecidos em relação aos novos.