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Mitingler ve Protesto Telgrafnameleri

Belgede TÜRK KAMUOYUNUN TEPKİSİ (sayfa 101-120)

C) Türk Kamuoyunda Tepki ve İnfial

3) Mitingler ve Protesto Telgrafnameleri

Uma questão peculiar para a análise da comunalidade se deu com a verificação da influência das variáveis macroeconômicas sobre a comunalidade na liquidez. Para tanto, foram utilizadas as variáveis EIMB, Selic e IPCA, identificadas por Gonçalves Junior e Eid Júnior (2016) como determinantes da entrada de capital estrangeiro no mercado acionário brasileiro.

Para mensurar esse risco inerente ao Brasil, utilizou-se o índice EMBI+ Brasil, que é um índice baseado nos títulos de dívida emitidos pelo Brasil e mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos títulos de dívida emitidos do governo norte americano. Nesse sentido, quanto maior o índice EMBI+ Brasil, maior o risco do país. A Figura 7 evidencia o comportamento mensal do desempenho do Ibovespa e do EMBI+ Brasil para o período de janeiro/2007 a dezembro/2015.

Figura 7 – Desempenho do Ibovespa e do Risco Brasil

De acordo com a Figura 7, é possível verificar que, em momentos pelo qual o risco do Brasil está elevado, o desempenho do mercado acionário brasileiro é negativo. Por meio da correlação de Pearson, obteve-se uma relação negativa (-0,601) e estatisticamente significativa ao nível de 1% entre os dois índices, o que ratifica a afirmação da relação negativa.

Nesse sentido, buscou-se analisar o papel do investidor estrangeiro e da variação das variáveis macroeconômicas associadas ao mercado acionário brasileiro sobre a comunalidade na liquidez, por meio da Equação 11.

Os resultados para a Equação 11 são apresentados na Tabela 14. Conforme os resultados anteriores, verifica-se que as variáveis comunalidade com uma defasagem, o retorno de mercado e a volatilidade de mercado não sofreram alteração nos sinais de seus coeficientes. Observa-se para o primeiro modelo, que utilizou a variável Compras estrangeiras (Ce), que a volatilidade de mercado, a liquidez de mercado e as variações da Selic e do IPCA não apresentaram significância estatística. Na presença das variáveis macroeconômicas (EMBI, Selic e IPCA), a influência da variável CE sobre a comunalidade aumentou, porém manteve-se negativa (-2,158) e significante ao nível de 10%.

Para o modelo 2, utilizando a segunda variável da influência do investidor, vendas estrangeiras (VE), os resultados foram semelhantes ao encontrado para a compras estrangeiras (CE). No modelo 3, utilizando a variável compras líquidas, verifica-se que, na presença das variáveis macroeconômicas, a liquidez de mercado apresentou um coeficiente negativo (-0,463)

e significante ao nível de 5%, indicando que quanto maior a liquidez de mercado, menor a comunalidade na liquidez. Ademais, as únicas variáveis que apresentaram significância estatística foram o retorno de mercado e a variação do risco país.

Tabela 14 – Análise da influência de fatores macroeconômicos sobre a comunalidade

, = + , − + , + � , + , + , + ∆ − +

∆ − + ∆ − +

Variável Modelo 1 Modelo 2 Investidor Modelo 3 Modelo 4 Modelo 5

Constante 0,001 0,004 0,000 -0,003 -0,000 Comu_1 -0,540*** -0,533*** -0,512*** -0,501*** -0,508*** Ribov -1,340*** -1,575*** -0,696 - -0,696* Vol 3,812 4,105 4,444 6,157** 4,825 Liq 0,450 0,465 -0,223 - -0,239 EMBI 0,649*** 0,507** 0,548* 0,620** 0,545* SELIC -0,094 -0,125 0,444 0,389 0,449 IPCA -0,163 -0,132 -0,115 -0,080 -0,110 Inv -2,158*** 2,032*** -0,227 -9,356** 0,507 R2 Ajustado 0,433 0,423 0,342 0,361 0,343

*,**e*** indicam significância ao nível de 10%, 5% e 1%, respectivamente.

Em que _ � , , é a comunalidade na liquidez de mercado no mês m do ano t, _ � , − é a comunalidade na

liquidez de mercado no momento t-1; � , é o retorno do mercado; � , é a volatilidade do mercado; � , é a liquidez

estimada de mercado; , é a variável utilizada para representar as medidas construídas para mensurar a participação do investidor estrangeiro no mercado acionário brasileiro (Quadro 7) no mês m do ano t, ∆ representa a variação do índice EMBI+ Brasil (Emerging Markets Bond Index Plus), ∆ � é a variação mensado da Selic e ∆ é a variação do índice IPCA. . Os modelos 1 ao 5 representam, respectivamente, a utilização das variáveis CE, VE, FLV, PECB e PEVF para mensuração do investidor estrangeiro.

Notas: 1Para todas as regressões utilizou-se a correção pela matriz robusta de Newey-West.

2 Em todos as regressões a estatística do Teste Jarque-Bera não rejeitou a hipótese nula de distribuição normal.

3 Para detectar a presença de multicolinearidade, fez-se uso do teste FIV (variance inflation factor). Obteve-se um FIV dentro

dos limites permitidos para todas as variáveis, concluindo-se pela inexistência de colinearidade (LEVINE; BERENSON; STEPHAN, 2000).

No quarto modelo, utilizando a variável PECB, verifica-se que apenas as variações da Selic e do IPCA não apresentaram significância estatística. Em comparação aos resultados apresentados na Tabela 13, verifica-se que na presença das variáveis macroeconômicas, a influência da volatilidade de mercado sobre a comunalidade diminuiu.

No último modelo, com a variável PEVF, verifica-se que mesmo não apresentando significância estatística, a variável PEVF, na presença das variáveis macroeconômicas, não sofreu uma alteração no sinal do seu coeficiente. Adicionalmente, verifica-se que novamente a volatilidade passou a ser não significativa na explicação da comunalidade na presença das variáveis macroeconômicas.

Outro aspecto que foi analisado como fator explicativo da comunalidade na liquidez foi a influência de fatores exógenos ao mercado acionário brasileiro, como o acontecimento de

crises financeiras internacionais e a atribuição do grau de investimento ao Brasil. Para analisar a influência desses fatores foi estimada a Equação 12

Os resultados para a Equação 12 são apresentados na Tabela 15. Nela pode-se verificar que as variáveis Crise e Grau de Investimento não apresentaram significância estatística em nenhum dos modelos analisados, corroborando os achados de Gonçalves Jr e Eid Jr (2016) de que essas variáveis são menos relevantes no processo de entrada/saída de recursos e, consequentemente, seu efeito sobre a comunalidade. Ademais, verifica-se que, novamente, as compras estrangeiras, as vendas estrangeiras e a participação estrangeira na capitalização da bolsa, utilizadas para mensurar a influência do investidor estrangeiro, apresentaram significância estatística na explicação da comunalidade na liquidez.

Tabela 15 – Análise da influência de fatores exógenos sobre a comunalidade

_ � , = ∝ + _ � , − + , + � , + , + , + � +

+

Variável Modelo 1 Modelo 2 Modelo 3 Investidor Modelo 4 Modelo 5

Constante 0,002 0,008 -0,004 -0,015 -0,01 Comu_1 -0,527*** -0,518*** -0,550*** -0,527*** -0,547*** Ribov -1,249*** -1,521*** -0,656 - -0,646 Vol 8,354* 7,363 10,373** 12,660*** 10,796** Liq 0,298 0,364 -0,261 - -0,280 Crise -0,067 -0,070 -0,072 -0,070 -0,072 Invest Grade 0,037 0,032 0,044 0,053 0,039 Inv -1,977*** 1,979*** -0,174 -9,091* 0,582 R2 Ajustado 0,409 0,414 0,320 0,337 0,321

*,**e*** indicam significância ao nível de 10%, 5% e 1%, respectivamente.

Em que _ � , , é a comunalidade na liquidez de mercado no mês m do ano t, _ � , − é a comunalidade na

liquidez de mercado no momento t-1; , é o retorno do mercado; � , é a volatilidade do mercado; �̂ , é a liquidez

estimada de mercado; , é a variável utilizada para representar as medidas construídas para mensurar a participação do investidor estrangeiro no mercado acionário brasileiro (Quadro 7) no mês m do ano t, � é uma variável dummy utilizada para capturar crises financeiras de maior amplitude e é uma variável dummy para capturar a ascensão do Brasil ao grau de investimento.

Notas: 1 Para todas as regressões utilizou-se a correção pela matriz robusta de Newey-West.

2 Em todos as regressões a estatística do Teste Jarque-Bera não rejeitou a hipótese nula de distribuição normal.

3 Para detectar a presença de multicolinearidade, fez-se uso do teste FIV (variance inflation factor). Obteve-se um FIV dentro

dos limites permitidos para todas as variáveis, concluindo-se pela inexistência de colinearidade (LEVINE; BERENSON; STEPHAN, 2000).

Belgede TÜRK KAMUOYUNUN TEPKİSİ (sayfa 101-120)