O presente trabalho teve como objetivo analisar as associações entre o políticas públicas de saúde, o sistema de saúde complementar e a formação do arranjo domiciliar perante a utilização de serviços preventivos de saúde pelos idosos em Minas Gerais. Observou-se haver uma diferença entre homens e mulheres no que tange a associação de cada um desses fatores na utilização de serviços preventivos de saúde. Os homens idosos apresentam uma maior associação com esses fatores se comparado com as mulheres idosas. Para a associação com as políticas públicas e com a formação do arranjo domiciliar tem-se que essas são significantes na utilização de serviços preventivos para ambos os sexos, mas sendo relevante para as mulheres idosas apenas nos serviços relacionados à prevenção de doenças neoplasias, enquanto que o sistema de saúde complementar foi significativo para ambos os sexos em qualquer tipo de serviço de prevenção analisado.
O estudo sobre a utilização de serviços preventivos de saúde por essa parcela da população é cada vez mais necessário, visto que o Brasil vem passando por uma transição demográfica acelerada, ocasionadas pela queda da fecundidade e da mortalidade, ocasionando um aumento da parcela da população idosa no Brasil. Aliado a esse aumento, o Brasil também tem passado por uma mudança no seu perfil epidemiológico, com diminuição das doenças infectocontagiosas e aumento das doenças crônico degenerativas, implicando uma elevação nos gastos em saúde por esse parcela da população. Esse maior gasto entre os idosos ocorre pelo fato de apresentarem uma saúde mais fragilizada e maior necessidade de procedimentos médicos quando comparado a outras faixas etárias, necessitando mais dos serviços de saúde, com internações hospitalares mais frequentes e longas. Devido a essa mudança de perfil é necessário que se incentive os idosos a utilizarem os serviços preventivos de saúde, visto que a partir desses pode-se evitar ou postergar o desenvolvimento de algumas dessas doenças crônico-degenerativas, bem como atenuar suas implicações.
A partir disso, o estudo buscou entender como ocorre a utilização de serviços preventivos de saúde entre os idosos. Primeiramente, buscou-se entender como ocorre a utilização de serviços de saúde, e observou-se que eles dependem do acesso, e que esse depende da demanda do usuário pelo serviços e da disponibilidade (oferta) do mesmo no sistema de saúde. Com o foco na utilização de serviços de saúde, a literatura sugere que esta depende: (1) da necessidade de saúde (morbidade, gravidade e urgência da doença); (2) das
características sócio demográficas e econômicas do usuário (idade, sexo, renda,
educação); (3) do tipo de sistema de saúde (financiamento, tipo de seguro de saúde, quantidade, legislação e regulamentação profissional e do sistema); e (4) da organização do sistema (recursos disponíveis, disponibilidade de médicos, hospitais, ambulatórios, acesso geográfico e social).
Definidos os fatores de utilização do serviço de saúde, buscou-se discutir como ocorre a utilização dos serviços de saúde preventivos, demostrando que a grande maioria dos problemas de saúde pública que afetam a população – relativos não somente às doenças transmissíveis como às não transmissíveis – pode ser evitada. A lógica da prevenção, portanto, é a de estabelecer o diagnóstico de uma doença o mais precoce possível, estando dirigida à pessoas que não apresentam sinais e sintomas de doença, buscando evita-la.
Por fim, a utilização de serviços preventivos de saúde pelos idosos está diretamente relacionada com os aumentos gastos em saúde por essa parcela da população, fazendo com que seja necessária uma mudança no foco dos cuidados de saúde, da medicina curativa para os cuidados preventivos, visando minimizar esses dos custos, principalmente os relativos ao sistema de saúde. A promoção do uso de serviços preventivos entre idosos, no entanto, ainda é um desafio, visto que na maioria das vezes só procuram o apoio médico quando há o aparecimento ou agravo de alguma doenças. Isso ocorre devido ao fato de que a utilização do serviço de saúde ainda apresenta uma grande relação com a necessidade do indivíduo de procurar assistência médica, e quando este está se sentindo em um bom estado de saúde, acredita que não necessita ir ao médico. Com isso, pode-se colocar que a utilização de serviços preventivos de saúde está fortemente atrelada por uma ausência demanda efetiva por parte da população idosa por esses serviços.
Dado esse cenário de escolha individual por parte dos idosos em buscar serviços de saúde preventivos, o papel do Estado, por meio de políticas públicas, do sistema de saúde suplementar, por meio de ações, e da família, por meio do arranjo domiciliar, são fundamentais para promover o uso de serviços preventivos de saúde por essa parte da população. Dessa maneira, buscou-se entender como cada um desses fatores (políticas públicas, ações do sistema de saúde suplementar e arranjo domiciliar) se associam a utilização de serviços preventivos de saúde por essa parcela da população.
As políticas públicas surgem como alternativas de minimização ou
erradicação das desigualdades, objetivando modificar o cenário ao qual é aplicada. A Estratégia Saúde da Família foi de certa forma, uma evolução do Programa Agente Comunitário de Saúde instaurado primeiramente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil para prover serviços de saúde aos municípios rurais e periféricos, que depois se expandiram para o Programa Saúde da Família (PSF) e ganhou maior abrangência com a Estratégia. O PSF buscou romper a relação de comportamento passivo e baseado em ações pontuais que ocorria nos centros de saúde, passando a buscar o individuo em sua comunidade no que tange a oferta de serviços de atenção primária (onde estão incorporados as ações de saúde preventiva), ou seja, o programa visa romper com a falta de demanda por parte da população de serviços preventivos. Pelo fato de o PSF ser um programa e caráter universal, não há um atendimento especial à população idosa, mas se buscar oferecer à essa parcela da população serviços de saúde com ênfase na funcionalidade, visando detectar a presença de doenças ou alterações ainda não diagnosticadas. Nos estudos apresentados, demonstrou-se que o PSF é de suma importância, tanto da perspectiva dos médicos quanto dos usuários, sendo fundamental para a população idosa mais vulnerável socioeconomicamente e com a saúde mais debilitada. Assim, o PSF age de maneira a diminuir as desigualdades em saúde e no acesso aos serviços de saúde nesse parcela da população
No que tange a ação do serviço suplementar de saúde buscou-se analisar a maneira como os diversos planos de saúde, independente do modelo, interferiam na utilização de serviços de saúde preventivo pelos idosos. É valido ressaltar, que a parcela da população estudada só pode ter o valor de seus seguros de saúde reajustados devido aos custos do plano. Nos estudos analisados percebeu-se que as mulheres utilizavam e tinham maior cobertura dos que os homens, e que a cobertura varia de acordo com “U” entre as idades, ressaltando a migração de planos de saúde coletivos para individuais. Percebeu-se também que as seguradoras de saúde tem um foco da sua ação voltado mais para o modelo curativo, visto que estabelecer o diagnóstico de uma doença o mais precoce possível, estando dirigida à pessoas que não apresentam sinais e sintomas de doença, e que portanto, apenas gerariam maior custo para as seguradoras. Entretanto, isso tem mudado ao longo dos anos, devido a percepção por parte dos planos de saúde das alterações demográficas e epidemiológicas que o Brasil vem sofrendo, fazendo com que elas readaptam o modelo de saúde adotado. Percebe-se, portanto, que há uma coexistência de movimentos que buscam estratégias para criar alternativas a um modelo médico-assistencial com custos crescentes e efetividade limitada.
Em relação ao papel da família na utilização do serviço preventivo de saúde,
buscou-se analisar o arranjo domiciliar que o idoso está inserido, e entender que família vai além do grau de parentesco entre os residentes de um mesmo domicilio. Pelos referencial apresentado, pode-se constatar que o apoio prestado pela família ao idoso tende a aumentar com a idade do parentesco mais velho, e variam de acordo com os diferentes estágios do processo de transição demográfica e epidemiológica, da organização e financiamento do sistema de saúde e em aspectos culturais que determinam, principalmente, a decisão entre a institucionalização e a manutenção do idoso no domicílio junto à família. Nesse sentido, o estudo do arranjo domiciliar é de suma importância para a determinação do bem estar das pessoas idosas, visto que as pessoas que com elas residem podem auxilia-las em diversos aspectos.
Nos estudos elencados acerca do arranjo domiciliar, percebeu-se que os idosos do sexo masculino normalmente viviam com a cônjuge, enquanto que os idosos do sexo feminino residiam na maioria das vezes com filhos ou outros familiares, demostrando a importância da família na prestação de apoio ao idoso. Dos motivos que fazem os idosos residiram com seus familiares, se destacam a dependência financeira e/ou físico dos mesmos e/ou rompimento de relações com o cônjuge, seja falecimento ou divorcio. No que tange a presença de domicílios unipessoais de idosos afeta mais as mulheres, visto que essas tem maior probabilidade de ficarem viúvas, e percebe- se que vem aumentando, principalmente devido a elevação dos níveis socioeconômicos dos idosos e questões culturais, como a valorização do individualismo. Nos domicílios que apresentam o casal de idosos, as mulheres tendem a ficar sobrecarregadas, principalmente na função de cuidadores de seu cônjuge. Por fim, a partir dos estudos, tem-se que mulheres utilizam mais serviços preventivos de saúde do que os homens, e a presença dessas tende a incentivar o cônjuge a utilizar esses.
Apresentado que a prevenção e a detecção precoce de agravos são o foco preferencial da saúde pública, mas que o acesso a serviços de diagnóstico e tratamento são frutos de uma escolha individual, e a necessidade da adoção de modelos e métodos de atenção, em conjunto com as associações possíveis entre os fatores de políticas públicas, sistema de saúde suplementar e arranjo domiciliar para a utilização de serviço preventivo de saúde, o presente trabalho buscou realizar uma análise desses três fatores sobre alguns exames preventivos para os idosos de Minas Gerais. Para isso utilizou-se dos dados disponíveis na Pesquisa de Amostra de Domicílios (PAD) 2011, observando o grau de realização dos exames de
colesterol, glicose, pressão arterial, mamografia, exame de mama e exame de
papanicolau feito pelos idosos de acordo com a presença e ausência da visita do ACS, de cobertura de plano de saúde e do arranjo domiciliar. Os exames de mamografia, exame clínico de mama e exame de Papanicolau foram estimados apenas para a amostra de mulheres idosas.
Porém para que tal análise fosse realizada, percebeu-se que a população idosa não é um grupo homogêneo, e se considerou os demais fatores de utilização de acesso ao serviço de saúde apresentado, fazendo com que para a análise dos fatores apresentado acima tivessem que ser controlado pelas características: sexo, idade, escolaridade, renda, número de doenças crônicas, estado de saúde auto reportado, grau de dificuldade de acesso ao centro de saúde e setor censitário. Para a análise da associação entre os fatores anteriormente apresentados, controlados por esses nos exames colocados aplicou-se um modelo logístico binário múltiplo. Os resultados demostraram que o a presença do PSF, da cobertura do plano de saúde e do arranjo domiciliar influenciam a utilização de serviços preventivos de saúde.
Para os idosos residentes em Minas Gerais, não foi encontrado efeito das variáveis de interesse sobre a chance de realização do exame de pressão arterial. Para os demais exames, aqueles que possuíam plano de saúde tinham uma probabilidade significativamente maior de utilização dos outros dois exames. Esses resultados corroboram com os estudos já apresentados durante esse trabalho. A associação da visita do ACS e do arranjo domiciliar não foram estatisticamente significantes para as mulheres nesses dois exames. Esses resultados também corroboram com os estudos já apresentados durante esse trabalho. Para os homens idosos, o arranjo domiciliar foi estatisticamente significante para dois tipos de arranjo - idosos residindo com o cônjuge e com o cônjuge e filho, com o primeiro apresentando maior probabilidade que o segundo, e ambos apresentando maior probabilidade do que os idosos que residiam sozinhos. Para homens idosos que receberam a visita do ACS há uma probabilidade significativamente maior de utilização dos outros dois exames preventivos se comparado com aqueles que não receberam. Além disso, se pode considerar que a presença do cônjuge no domicilio aumenta a probabilidade do idoso homem de realizar os exames preventivos apresentados, enquanto a presença dos filhos não importa, ou até mesmo minimiza a realização desses quando há o cônjuge. Esse resultado corrobora para o já encontrado por Costa (2012), que identifica que o cônjuge incentiva o seu parceiro a
realizar os exames preventivos, enquanto que os filhos não se importam com esse tipo de cuidado preventivo, tendo maior atenção nos cuidados curativos.
Para os exames exclusivos para as mulheres, os planos de saúde apresentam associação positiva significativa para todos os exames, o que reforça que as seguradoras de saúde tem buscado adotar ações que buscam prevenir doenças neoplasmas. No que se refere o arranjo domiciliar apenas para as idosas que co-residem com os cônjuges houve associação positiva significativa, refletindo um resultado que não apareceu nos exames anterior, de que possivelmente os homens influenciam as mulheres a realizar seus exames preventivos. Por fim, a visita do ACS foi positivamente significativa apenas para o exame mamografia, que é um exame que requer uma menor estrutura física para ser realizado, podendo ser realizado pelas equipes.
Por fim, o presente estudo buscou suplementar os trabalhos que tratam sobre a associação entre o sistema de saúde suplementar, as políticas públicas de saúde e a formação do arranjo domiciliar em relação à utilização dos serviços preventivos de saúde. Enquanto os trabalhos apresentados durante a dissertação analisaram a associação desses fatores separadamente, o presente trabalho o fez em conjunto, possibilitando identificar que cada um desses agente tem uma parcela na promoção da utilização de serviços preventivos por parte dos idosos. Entretanto, o trabalho não conseguiu captar qual é a parcela de cada um desses fatores, e nem qual a influência de cada um deles na utilização de serviços preventivos de saúde. Ainda se percebe uma falta de variáveis suficientes para se analisar a utilização de serviços preventivos de saúde pelos idosos em pesquisa com periodicidade mais frequente, visto que a realização dos exames selecionados para esse trabalho é apenas uma parte da política de prevenção de doenças. Assim, o presente trabalho deixa para discussão duas agendas de pesquisa: a mensuração da influência de cada um desses fatores na utilização de serviços preventivos de saúde, e na discussão de mensuração e coleta de dados da melhor proxy da utilização de serviços preventivos de saúde para essa parcela da população.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ACHUTTI, Aloyzio; AZAMBUJA, Maria Inês Reinert. Doenças crônicas não-transmissíveis no Brasil: repercussões do modelo de atenção à saúde sobre a seguridade social. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 9, n. 4, Dec. 2004 .
ALMEIDA, E. F.; CRUZ, M. G.; CABALLERO, C. G. P. Pesquizaje clínico de trastornos mentales y del comportamiento en la población geriátrica del GBT-2 del Policlínico Milanes. Revista Médica Eletrônica. v. 25, n.2, mar./abr. 2003.
AMARAL, A. C. S.; COELI, C. M.; COSTA, M. C. E.; CARDOSO, V. S.; TOLEDO, A. L. A.; FERNANDES, C. R. Perfil de morbidade e de mortalidade de pacientes idosos hospitalizados. Caderno de Saúde Pública, v. 20, p. 1617-1626, 2004.
ANDERSEN, R. Health status indices and access to medical care. American Journal of Health, v.68, n.5, p.458- 463, May 1978.
ANDERSEN, R M 1995.Revisitingt the behavioral model and access to medical cale: does it matter? ]ournal of Health and Health and Social B 36(1):1-10.
ANDREAZZI, M. F. S. Formas de remuneração de serviços de saúde. Brasília: IPEA, 2003. 32p. (Texto para discussão;1006)
ANDRADE, M.V. et al. Desigualdade Socioeconômica no Acesso aos Serviços de Saúde no Brasil: um Estudo Comparativo entre as Regiões Brasileiras em 1998 e 2008. REAP, Rede de Economia Aplicada, 2013.
ANS. Manual técnico de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças na saúde suplementar. Agência Nacional de Saúde Suplementar. Rio de Janeiro : ANS, 2006.
ANS. Manual técnico de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças na saúde suplementar / Agência Nacional de Saúde Suplementar (Brasil). – 1. ed. rev. e atual. – Rio de Janeiro : ANS, 2007.
AROUCA, A. S. S. O dilema preventivista: contribuição para compreensão e crítica da medicina preventiva. Tese de doutoramento, Campinas, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, 1975
ASSIS, M. M. A, VILLA T. C. S, Nascimento, MAA. Acesso aos serviços de
saúde: uma possibilidade a ser construída na prática. Cienc Saúde Coletiva 2003; 8: 815-23. AYENDEZ, M.S. El apoyo social informal. In: Elías Anzola-Peréz et al. (Org.). La Atención de los Ancianos: un desafió para los anos noventa. Washington (D.C): OPS, 1994. p. 360- 368.
BAHIA, Ligia. Planos privados de saúde: luzes e sombras no debate setorial dos anos 90. Ciênc. saúde coletiva , Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, 2001.
BEAGLEHOLE, R; Bonita, R; KJELLSTRON, T. Epidemiologia Básica. São Paulo: Santos Livrara Editora e Organização Mundial da Saúde, 1996. p. 88-93.
BERENSTEIN, Cláudia Koeppel; NASCIMENTO, Roberto; MACHADO, Carla Jorge. Viver e morrer: o que explica o aumento dos gastos com saúde no Brasil. In: II CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO LATINO AMERICANA DE POPULAÇÃO - ALAP, setembro de 2008, Córdoba, Argentina.
BERENSTEIN, C.K.; WAJNMAN, S. Efeitos da Estrutura Etária nos gastos com internação na saúde pública: uma análise de decomposição para duas áreas metropolitanas brasileiras. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 24(10):2301- 2313, 2008.
BERNADELLI, J. A. Saúde não tem preço mas custa caro, principalmente na velhice..
BIPARTISAN bill introduced to expand mental health services for seniors. Mental Health Weekly, v.14, p.1-3, 2004.
BIRREN J.E., SCHROOTS J.J.E. History, concepts, and theory in the psychology of aging. In: Birren, J.E.; Scaie, K.W. (eds.), Handbook of the psychology of aging. 4th ed. New York: Academic Press, 1996, p.3-23.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Datasus.
BRASIL. Decreto n. 1.948, de 3 julho de 1996. Regulamenta a Lei n. 8.842, de 4 de janeiro de 1994, que dispõe sobre a Política Nacional do Idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências [legislação na Internet]. Brasília; 1996.
BRASIL. Lei no 10741 de 1o de outubro de 2003. Estatuto do Idoso. Diário Oficial [da] União.
BRASIL. Lei no 9656 de 3 de junho de 1998. Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência saúde.. Diário Oficial [da] União.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n. 648, de 28 de março de 2006. Dispõe sobre a aprovação da Política de Atenção Básica, estabelecendo diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) [legislação na Internet]. Brasília; 2006.
BRASIL. Política Nacional do Idoso, Portaria no 1.395, de 09 de dezembro de 1.999. Brasília: Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder executivo, Brasília, DF, 13 dez. 1999. Seção 1, p. 20-24.
BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da família no Brasil: uma análise de indicadores selecionados 1998-2005/2006. 2 ed. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2008.
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
BRASIL. Portaria do Gabinete do Ministro de Estado da Saúde de n° 1395, de 9 de dezembro de 1999, que aprova a Política Nacional de Saúde do Idoso e dá outras providências. Brasília:
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. n° 237-E, pp. 20-24, 13 dez., seção 1.
1999.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Rastreamento / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de