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Metal Değirmenin Kullanımı

Belgede Zeytin yapım aşamaları 2 (sayfa 40-48)

2. ZEYTİNLERİN KIRILMASI

2.3. Zeytinleri Kırma (Ezme)

2.3.1. Metal Değirmenin Kullanımı

A receita de prestação de serviços deve ser reconhecida de acordo com o seu estágio de acabamento (proporção de serviços prestados) desde que o resultado final possa ser estimado confiavelmente.

O desfecho de uma transação pode ser confiavelmente estimado quando todas as seguintes condições forem satisfeitas:

• O valor da receita, o estágio de acabamento, os custos incorridos e os

custos para finalizar o serviço puderem ser mensurados confiavelmente.

• For provável que os benefícios econômicos associados fluirão para o

prestador de serviços.

O reconhecimento da receita com referência à proporção dos serviços executados relativos a uma transação é usualmente denominado método da percentagem completada. Por esse método, a receita é reconhecida nos períodos contábeis em que os serviços forem prestados. O reconhecimento da receita nessa base proporciona informação útil sobre a extensão da atividade e o desempenho dos serviços prestados durante o período. (CPC 30, 2009, item 21, p. 9).

De acordo com o CPC 30 (2009, item 24, p. 10):

A fase de conclusão da transação pode ser determinada por diversos métodos. A entidade dever escolher um que mensure confiavelmente os serviços executados. Dependendo da natureza da transação, os métodos podem incluir:

(a) Levantamento ou medição do trabalho executado.

(b) Serviços executados até a data, indicados como um percentual do total dos serviços a serem executados.

(c) A proporção entre os custos incorridos até a data e os custos totais estimados da transação. Somente os custos que efetivamente possam ser identificados relativamente aos serviços executados devem ser incluídos nos custos incorridos até a data de mensuração. Da mesma forma, somente os custos que reflitam serviços executados ou a serem executados devem ser incluídos nos custos totais estimados da transação.

Para efeitos de reconhecimento das receitas de prestação de serviços, os pagamentos parcelados e os adiantamentos recebidos de clientes não correspondem, necessariamente, aos serviços executados.

Para fins práticos, quando os serviços prestados correspondam a um número indeterminado de etapas, durante um período específico de tempo, a receita deve ser reconhecida linearmente durante tal período, a menos que haja evidências de que outro método represente melhor a fase da execução do serviço. Quando uma determinada etapa for muito mais significativa do que quaisquer outras, o reconhecimento da receita deve ser adiado até que essa etapa seja executada. (CPC 30, 2009, item 25, p. 10).

Segundo o CPC 30 (2009, item 23, p. 9):

A entidade, geralmente é capaz de fazer estimativas confiáveis após ter concordado com os outros parceiros da transação a respeito do seguinte:

(a) Os direitos que cada uma das partes está habilitada a receber quanto ao serviço a ser prestado e recebido pelas partes.

(b) A contraprestação a ser trocada.

(c) O modo e os termos da liquidação da operação.

Durante as primeiras fases da transação, de acordo com o CPC 30 (2009, item 27, p. 10):

É frequente ocorrer que a conclusão da transação não possa ser confiavelmente estimada. Contudo, pode ser provável que a entidade recupere os custos incorridos até aquela data. Dessa forma, a receita deve ser reconhecida somente na medida em que haja indícios consistentes de recuperação dos custos incorridos. Quando a conclusão da transação não puder ser confiavelmente estimada, não deve ser reconhecido qualquer lucro.

Quando surgir uma incerteza acerca da realização de valor já incluído na receita, o valor incobrável, ou o valor com respeito ao qual a recuperação tenha deixado de ser provável, é reconhecido como despesa, e não como ajuste (dedução) do valor da receita originalmente reconhecida. (CPC 30, 2009, item 22, p. 9).

Cabe salientar que o CPC enfatiza a avaliação do reconhecimento parcial das receitas, conforme o estagio de prestação de serviços.

São dois os pontos fundamentais na discussão sobre o reconhecimento da receita:

a) Quando a receita deve ser reconhecida?

b) Qual valor deve ser reconhecido como receita?

As questões contábeis mais importantes que devem ser respondidas dizem respeito à forma de alocar os efeitos dessas transações que ainda não foram concluídas entre períodos, para fins de apresentação das demonstrações financeiras, ao contrário de simplesmente deixá-las sobre períodos diferentes ao que foram geradas.

O CPC 30 que trata de Receitas é idêntico ao IAS 18 Revenues, das Normas Internacionais de Contabilidade. Por este motivo, não se aborda aqui a IAS 18.

1.8.3. Teoria da Contabilidade

De acordo com Hendriksen e Van Breda (1999):

A receita, independente de como seja definida, deve ser medida, em termos ideais, pelo valor de troca do produto ou serviço da empresa. O valor de troca representa o valor de caixa, ou o valor presente de direitos monetários a serem recebidos, em consequência da transação que gera a receita. (HENDRIKSEN; VAN BREDA, 1999, p. 226).

Para a Equipe de Professores da FEA/USP (2008, p. 268), no livro Contabilidade Introdutória: “como norma geral, a receita é reconhecida no período contábil em que é realizada. A realização usualmente ocorre quando bens ou

serviços são fornecidos a terceiros em troca de dinheiro ou de outro elemento do ativo”.

Na concepção de Marion (2009):

A receita é reconhecida no período contábil em que foi gerada. O fato gerador, normalmente, é identificado quando os bens e serviços são transferidos aos compradores em troca de dinheiro (receita a vista), de direitos a receber (receitas a prazo) ou ainda outro item do ativo (permuta). Assim uma revendedora de automóveis poderá reconhecer Receita no momento em que transfere o automóvel ao comprador. (MARION, 2009, p.103).

Já de acordo com Santos et al (2003, p.49): “Normalmente a transação é formalizada mediante a emissão de nota fiscal ou documento equivalente, no qual consta a quantificação e a formalização do valor de venda, usualmente o valor de mercado da coisa ou serviço”.

Para Neves e Viceconti (2005, p. 271) a Contabilidade assim o faz por que: A transferência do bem ou serviço comumente se concretiza quando todo, ou praticamente todo, o esforço para se obter a receita já foi desenvolvido.

Nesse ponto configura-se com mais objetividade e exatidão o valor de mercado (de transação) para a transferência.

Nesse ponto já se conhecem todos os custos de produção do produto ou serviço transferido e outras despesas ou deduções da receita diretamente associáveis ao produto ou serviço, tais como: comissões sobre vendas, despesas com consertos ou reformas parciais decorrentes de garantias concedidas etc. Os desembolsos com tais despesas podem ocorrer e até ocorrem, após a transferência, mas o montante é reconhecido ou razoavelmente estimável no ato da transferência.

Segundo Hendriksen e Van Breda (1999, p. 229), em geral, as demonstrações contábeis são aprimoradas quando a receita é registrada o mais rápido possível após a mensuração do aumento do valor e que na prática são aceitos diversos momentos para este fim, conforme mostra a Figura 4:

Figura 4 − Formas e Critérios para o Registro das Receitas

Fonte: Hendriksen e Van Breda (1999, p. 229)

De acordo com Neves e Viceconti (2005):

De forma alguma deve confundir-se essa maneira cautelosa de a Contabilidade usualmente reconhecer a receita com a ideia de obscurantismo ou de falta de relevância, pois casos eventuais é preciso desviar da regra, pois toda norma tem exceções, mas que não devem ser numerosas, sob a pena de invalidarem a norma.

(NEVES; VICECONTI, 2005, p. 271).

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Benzer Belgeler