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Malaksörün Kullanımı

Belgede Zeytin yapım aşamaları 2 (sayfa 52-63)

3. ZEYTİN HAMURUNUN YOĞRULMASI

3.3. Malaksörün Kullanımı

A receita de um hospital pode ser decomposta de acordo com a fonte pagadora, conforme publicação na Revista de Administração Hospitalar e Inovação em Saúde – RAHIS, de 2008, citada por Alves júnior (2009, p.49).

Convênios: também chamados de operadoras de saúde, são pessoas jurídicas constituídas sob a modalidade de sociedade civil ou comercial, cooperativa, ou entidade de autogestão, que operam

produto, serviço ou contrato de Plano Privado de Assistência à Saúde, regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) (BRASIL, 2004, p. 77).

Particulares: pessoas físicas que contratam e se responsabilizam pelo pagamento dos serviços hospitalares prestados por elas utilizados.

SUS: sistema público brasileiro de saúde.

Outras fontes pagadoras: todas as demais fontes de receita. Incluem-se aqui as receitas não operacionais, como as doações, auxílios e subvenções públicas, juros de aplicações financeiras, entre outras.

Para complementar o que foi mencionado por Alves Júnior (2009), Beulke e Bertó (2008) afirmam:

Os valores provenientes da prestação de serviços via SUS, não permite, na grande maioria dos casos, a obtenção de qualquer resultado por parte das instituições nos dias atuais. Pacientes particulares, cuja receita normalmente apresenta um resultado positivo, são um segmento em gradativa extinção. Nos dias atuais, na grande maioria das instituições de saúde, a representatividade do paciente particular é inexpressiva. Grande segmento para onde se canalizam atualmente os maiores esforços são os pacientes conveniados. (BEULKE; BERTÓ, 2008, p. 02).

Recentemente, tem surgido com maior intensidade a figura do denominado ‘pacote’. Consiste em realidade na venda antecipada de certo volume de determinados serviços/procedimentos, por parte de uma instituição de saúde para uma organização de plano de saúde ou convênio (BEULKE; BERTÓ, 2008, p. 10).

Para os autores, esse mencionado “pacote” está naturalmente sujeito ao cálculo e à negociação prévia de um determinado preço, ou valor unitário do serviço/procedimento.

“O cálculo correto dos custos é, também neste caso, absolutamente vital, visto tratar-se, normalmente, de volumes significativos e muitas vezes periódicos, repetitivos”. (BEULKE; BERTÓ, 2008, p. 10).

Além disso, esse tipo de demanda deve intensificar-se acentuadamente nos próximos anos, de acordo com os autores.

Com relação às receitas provenientes do SUS, destacamos:

Alta Complexidade: como o conjunto de procedimentos que, no contexto do SUS, “envolve alta tecnologia e alto custo, objetivando propiciar à população o

acesso a serviços qualificados, integrando-os aos demais níveis de atenção à saúde (atenção básica e de média complexidade)”. (BRASIL, 2009, p.30-31).

As principais áreas que compõem a alta complexidade do SUS, e que estão organizadas em “redes”, são:

Assistência ao paciente portador de doença renal crônica (por meio dos procedimentos de diálise); assistência ao paciente oncológico; cirurgia cardiovascular; cirurgia vascular; cirurgia cardiovascular

pediátrica; procedimentos da cardiologia intervencionista;

procedimentos endovasculares extracardíacos; laboratório de eletrofisiologia; assistência em traumato-ortopedia; procedimentos de neurocirurgia; assistência em otologia; cirurgia de implante coclear; cirurgia das vias aéreas superiores e da região cervical; cirurgia da calota craniana, da face e do sistema estomatognático; procedimentos em fissuras lábio palatais; reabilitação protética e funcional das doenças da calota craniana, da face e do sistema estomatognático; procedimentos para a avaliação e tratamento dos transtornos respiratórios do sono; assistência aos pacientes portadores de queimaduras; assistência aos pacientes portadores de obesidade (cirurgia bariátrica); cirurgia reprodutiva; genética clínica; terapia nutricional; distrofia muscular progressiva; osteogênese imperfecta; fibrose cística e reprodução assistida. (BRASIL, 2009, p. 32-33).

Média Complexidade: como aquela que tem o objetivo de atender os principais agravos de saúde da população, com procedimentos e atendimento especializados. São serviços como consultas hospitalares e ambulatoriais, exames e alguns procedimentos cirúrgicos. É constituída por procedimentos ambulatoriais e hospitalares situados entre a atenção básica e a alta complexidade. (BRASIL, 2006)

Segundo a publicação do Ministério da Saúde “SUS de A a Z” (BRASIL, 2009) os grupos que compõem os procedimentos de média complexidade do Sistema de Informações Ambulatoriais são os seguintes:

Procedimentos especializados realizados por profissionais médicos, outros de nível superior e nível médio.

Cirurgias ambulatoriais especializadas. Procedimentos traumato-ortopédicos. Ações especializadas em odontologia. Patologia clínica.

Anatomopatologia e citopatologia. Radiodiagnóstico.

Diagnose. Fisioterapia.

Terapias especializadas. Próteses e órteses.

Anestesia. (BRASIL, 2009, p. 207).

Jacques (2006) complementa sobre a questão da complexidade:

A complexidade de um paciente ou do atendimento caracteriza a quantidade e a intensidade de recursos hospitalares necessários a um diagnóstico e tratamento. Gramaticamente, o adjetivo complexo refere-se a algo que contém vários elementos ou partes, que pode ser considerado sob diferentes aspectos, que não é simples; complicado (Luft, 1996, apud Jacques). Nesse sentido, no âmbito hospitalar, inúmeras situações vêm à mente. Consumo de recursos das mais variadas categorias. Demanda por pessoas e suas múltiplas capacitações e interdependências. Necessidades de aparelhos comuns, como os esfigmomanômetros, ou extremamente sofisticados, como os ventiladores mecânicos microprocessados. Necessidade de medicações simples, como um comprimido, ou até medicamentos trabalhosos para a equipe assistencial no preparo e na administração, como os trombolíticos. Necessidade de internar em uma sala de recuperação, por apenas algumas horas, ou até a urgência de internar em uma unidade de tratamento intensivo e utilizar inúmeros aparelhos. Enfim, a complexidade relaciona o grau de necessidade do paciente por meio do volume e da intensidade do consumo durante a assistência, diferenciando pacientes e atendimentos que demandam poucos ou muitos recursos – pouco ou muito complexos. Do ponto de vista de gestão, quão maior a complexidade, maiores serão os custos.

Com alguma frequência, ocorre confusão entre complexidade e gravidade. A gravidade se relaciona com o grau em que a saúde do paciente está ameaçada pela doença. Geralmente andam juntas, pois, via de regra, o paciente grave necessita do consumo de vários recursos.

Entretanto, é fundamental que se entenda a diferença conceitual entre ambas, uma vez que a complexidade está intimamente associada a avaliação de eficiência de assistência prestada – consumo dos recursos em um dado tempo e local. Já a gravidade está intimamente relacionada à eficácia da assistência prestada – resultados da qualidade em um dado tempo e local ajustados ao risco. (JACQUES, 2006, p.71-72).

Segundo o Glossário “Projeto de Terminologia em Saúde”, do Ministério da Saúde (BRASIL, 2004, p.50), o FIDEPS − Fator de Incentivo ao Desenvolvimento do Ensino e da Pesquisa: é o valor adicional; aquele recebido pelo hospital pela

prestação de serviços. Esse valor e mensal e definido pelo gestor estadual ou municipal no contrato de gestão.

Quanto aos atendimentos prestados, Alves Júnior (2009, p.49) menciona uma publicação na RAHIS (2008) que apresenta a divisão da receita de um hospital.

“1) Internações: atendimentos realizados em pacientes internados.

2) Atendimentos externos: atendimentos realizados em pacientes não classificados como internados”.

E, dentre estes, destacam-se os atendimentos ambulatoriais, definidos no mesmo Glossário “Projeto de Terminologia em Saúde”, do Ministério da Saúde (BRASIL, 2004, p. 53) como:

O conjunto de procedimentos médicos e terapêuticos de baixa complexidade, possíveis de realização em ambulatórios e postos de saúde, os de urgência e emergência, caracterizados pela Organização Nacional de Acreditação - ONA (2006) pela assistência imediata a pacientes em situação de sofrimento, sem risco de perda de vida (urgência) ou com risco de perda de vida (emergência) e os SADTs.

Quanto aos serviços prestados, o Boletim do Sistema Integrado de Indicadores Hospitalares ANAHAP (Associação Nacional dos Hospitais Privados), conhecido como Boletim SINHA (2007-2008) citado por Alves Júnior (2009) decompõe a receita hospitalar em:

Diárias: é a permanência de um paciente por um período indivisível de até 24 horas em uma instituição hospitalar (ABRAMGE- SP, 1996, apud Júnior 2009). Compõe a diária a oferta de um leito próprio, a troca de roupa de cama e banho do paciente e acompanhante quando em apartamento, os cuidados e materiais de uso na higiene e desinfecção ambiental, a dieta do paciente de acordo com a prescrição médica, exceto dietas especiais (enterais, por sonda nasogástrica, gastrostomia, jejunostomia ou ileostomia), cuidados de enfermagem e taxa administrativa. (ABRAMGE-SP, 1996, apud Júnior 2009). Nas diárias de UTI e UTSI, além dos itens citados anteriormente, também compõem a diária a utilização dos equipamentos monitor cardíaco, oxímetro de pulso, desfibrilador/ cardioversor, nebulizador e aspirador a vácuo, exceto o de aspiração contínua (ABRAMGE-SP, 1996, apud Júnior 2009). Nas diárias de UTI e UTSI Neonatal, além de todos os itens citados anteriormente, também compõem a diária a utilização dos equipamentos

incubadora/berço aquecido e bomba de infusão (ABRAMGE-SP, 1996) (ALVES JÚNIOR, 2009, p.50-51).

Taxas: é cobrança da utilização de uma sala especial para realização de procedimentos, cirúrgicos ou não, prestação de serviços médico-hospitalares não cobertos pelas diárias ou taxas de sala, utilização de equipamentos não cobertos pelas diárias ou taxas de sala, utilização de gases medicinais e prestação de serviços de governança/ hotelaria, quando não inclusos nas diárias (ABRAMGE- SP, 1996) (ALVES JÚNIOR, 2009, p.51).

Materiais e medicamentos. SADT.

Outras receitas.

Assim, observa-se a seguinte dinâmica para a geração da receita operacional bruta do hospital, segundo os autores:

a) Quando um atendimento é realizado, é gerada uma receita proveniente de um serviço a faturar;

b) Até o final do período, este serviço a faturar pode ser faturado, ou permanecer como um serviço a faturar;

c) No início do próximo período, o valor de serviços a faturar proveniente do período anterior deve ser descontado do saldo atual, uma vez que foi contabilizado na receita do período anterior. (ALVES JÚNIOR; BIAZI, 2007, p.293).

Neste tópico da Composição da Receita-Hospitalar são abordadas, ainda, as Deduções de Receitas Hospitalares – Glosas.

Segundo Mães, Cunha e Olinquevitch (2006, p. 6):

As glosas são custos cobrados pelo hospital que as operadoras de plano de saúde ou Sistema Único de Saúde questionam, analisam e efetuam o pagamento do faturamento descontando esses valores de glosas, ou seja, efetua o pagamento de um valor inferior ao faturado pelo hospital.

Na concepção de Mães, Cunha e Olinquevitch (2006, p.6):

As glosas são procedimentos comuns nesta relação entre hospitais e operadoras de plano de saúde ou Sistema Único de Saúde, e cabe ao hospital analisar as glosas individualmente e apresentar um recurso de glosa, explicando os gastos excessivos e solicitando o pagamento dos mesmos.

Para os autores, existem alguns fatores que podem ocasionar glosas de faturamento:

a) Valor cobrado diferente do previamente contratado com o convênio;

b) Procedimento não coberto pelo convênio;

c) Gasto excessivo ou abusivo de determinado material ou medicamento;

d) Material ou medicamento utilizado incompatível com o tipo de procedimento realizado;

e) Falta de documentação necessária à cobrança ou falta de assinatura médica em algum documento exigido (MÃES; CUNHA; OLINQUEVITCH, 2006, p.6).

No documento “Orientações técnicas sobre aplicação de glosas em auditoria no SUS: caderno 1”, do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (BRASIL, 2005, p. 10):

Glosa é a rejeição total ou parcial de recursos financeiros do SUS, utilizados pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios de forma irregular ou cobrados indevidamente por prestadores de serviço, causando danos aos cofres públicos.

Já para Pellegrini (2004, p.16), glosa significa:

Cancelamento ou a recusa, parcial ou total, de orçamento, conta, verba por serem considerados ilegais ou indevidos, ou seja, refere-se aos itens que o auditor da operadora não considera cabível para pagamento.

Ainda segundo Pellegrini (2004) as glosas podem ser classificadas em:

- Glosas Administrativas: são aquelas decorrentes de falhas operacionais no momento da cobrança, da falta de interação entre o plano de saúde e o prestador de serviço (instituição hospitalar), ou ainda, da falha no momento da análise da conta do prestador.

-Glosas Técnicas: são aquelas vinculadas à apresentação dos valores de serviços e medicamentos utilizados, e não aos procedimentos médicos adotados.

Dessa forma os grupos de contas contábeis de receitas, também recebem lançamentos a débito por conta das glosas, a exemplo do que acontece em uma indústria, com o tratamento dado às devoluções de produtos.

Belgede Zeytin yapım aşamaları 2 (sayfa 52-63)

Benzer Belgeler