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Metaforu Veri Toplama Aracı Olarak Kullanan Araştırmalar

ARAŞTIRMANIN KURAMSAL ÇERÇEVESİ VE İLGİLİ ARAŞTIRMALAR

2.4. İLGİLİ ARAŞTIRMALAR

2.4.2 Metaforu Veri Toplama Aracı Olarak Kullanan Araştırmalar

Segundo Silva (2008), qualidade e quantidade são aspectos controversos que envolvem a medição da produtividade científica. A qualidade pode ser estipulada em termos de artigos científicos publicados em periódicos bem conceituados e em bases de indexação e a quantidade está relacionada com o aspecto quantitativo da produção.

A produtividade de um pesquisador depende de uma série de variáveis, tais como: inteligência, perseverança, capacidade, meio ambiente, influência de colegas prestigiosos, facilidade para obter informações, disciplinas a que está integrado, prestígio e dotação econômica da instituição a que pertence. E essas são variáveis de difícil medição, mas de fundamental importância para estimar a produtividade de um pesquisador. (NICHOLIS, 1989 apud SILVA, 2008).

Como mencionado no item anterior, os órgãos de fomento de pesquisas estão forçando o pesquisador a publicar cada vez mais trabalhos científicos para alcançar um posicionamento profissional favorável. Assim, esses pesquisadores buscam desenvolver o maior número de projetos e atividades que resultem em produtos quantificáveis, representados pelos indicadores de resultados que vão fornecer elementos para registro, contabilização e avaliação do conjunto da produção entre os cientistas.

Neste trabalho, optou-se pela construção de indicadores quantitativos da produtividade científica, tendo como referência os 298 autores que realizaram as 167 contribuições na base LILACS, os 30 autores que contribuíram nas bases BBO, BDENF, MEDCARIB, PAHO e WHOLIS na elaboração dos 16 registros e os 6.296 autores que foram recuperados nos 4.456 registros da base MEDLINE.

A seguir apresentamos os indicadores de produtividade dos autores na base de dados LILACS.

4.5.1 Indicadores de produtividade dos autores - base LILACS

Na Tabela 6, podemos verificar os resultados obtidos com relação à identificação e produtividade dos autores ao longo dos anos na base LILACS que se dedicaram a estudar a temática Educação Especial.

Os 167 documentos foram escritos por 298 autores e os mais representativos são Sylvia Arce de Wantland, Maria Silvia Cárnio e Zakie Yazigi Rizkallah, com 1,01% cada uma; Carlos Alberto Marques, Helena Antipoff, Enicéia Gonçalves Mendes, Sadao Omote,

Maria Elena Francia Reyes, Conselho Nacional para la Integración del Impedido, E Garcia Etchegoyhen, Beatriz García de Zelaya, Eduardo Jorge Custódio da Silva, com 0,67% cada um. Também foram identificados 269 autores que apareceram uma única vez, representando 90,3% do total de 298 autores. No apêndice E apresentamos a tabela completa da distribuição dos trabalhos segundo a autoria.

Tabela 6 – Indicadores de produtividade dos autores – base LILACS

Autores Freqüência Absoluta

Freqüência Relativa (%)

1. Arce de Wantland, Sylvia 3 1,01

2. Cárnio, Maria Silvia 3 1,01

3. Rizkallah, Zakie Yazigi 3 1,01

4. Anônimo 2 0,67

5. Marques, Carlos Alberto 2 0,67

6. Antipoff, Helena 2 0,67

7. Mendes, Enicéia Gonçalves 2 0,67

8. Omote, Sadao 2 0,67

9. Francia Reyes, María Elena 2 0,67 10. Perú. Consejo Nacional para la Integración del

Impedido 2 0,67

11. Garcia Etchegoyhen, E 2 0,67

12. García de Zelaya, Beatriz 2 0,67 13. Silva, Eduardo Jorge Custódio da 2 0,67 Autores com apenas 1 aparição 269 90,27

Total 298 100,00

Fonte: www.bireme.br Data da coleta: 14/02/08

4.5.2 Indicadores da produtividade dos autores – bases BBO, BDENF, MEDCARIB, PAHO, WHOLIS

Verificamos que, nos 16 registros recuperados nas bases BBO, BDENF, MEDCARIB, PAHO e WHOLIS, há a presença de 30 autores, sendo os mais representativos: Marigold J Thorburn, Patrícia Dessai, Tomlin J Paul, Elinar Helander e Gunel Nelson, com 6,66% da produção científica (2 registros cada um). Também encontramos a presença de um registro anônimo (3,34%) e um registro com autoria institucional (3,34%). Há também a presença de 16 autores que possuem somente 1 aparição, totalizando 53,34% da autoria dos registros selecionados.

Tabela 7 - Produtividade dos autores: bases BBO, BDENF, MEDCARIB, PAHO, WHOLIS Autores Freqüência Absoluta Freqüência Relativa (%)

Thorburn, Marigold J 2 6,66 Desai, Patrícia 2 6,66 Paul, Tomlin J 2 6,66 Helander, Elinar 2 6,66 Mendis, Padmani 2 6,66 Nelson, Gunel 2 6,66 Anônimo 1 3,34 Institucional 1 3,34

Autores com apenas 1 aparição

16 53,34

Total 30 100,00

Fonte: www.bireme.br Data da coleta: 14/02/08

4.5.3 Indicadores da produtividade dos autores – MEDLINE

Na base MEDLINE, verificamos que os 4.456 registros foram escritos por 6.296 autores que apareceram 8.020 vezes. Nota-se também a presença de 163 registros que não possuem a informação de autoria. Os 10 autores que aparecem o maior número de vezes são: Chandler HN (26), Lieberman LM (23), Moores DF (22), Jenkins JR (15), Algozzine B (13), Caccamise F (12), Palfrey JS (11), Propp G (11), Forness SR (11) e Gallagher JJ (10).

Percebemos também que há 5.398 autores que aparecem uma única vez, conforme demonstrado na Tabela 8.

Tabela 8 – Produtividade dos autores - Medline

Autores Freqüência Absoluta Relativa (%) Freqüência

Chandler HN 26 0,32 Lieberman LM 23 0,29 Moores DF 22 0,27 Jenkins JR 15 0,19 Algozzine B 13 0,16 Caccamise F 12 0,15 Palfrey JS 11 0,14 Propp G 11 0,14 Forness SR 11 0,14 Gallagher JJ 10 0,12 Vernon M 9 0,11 Gersten R 9 0,11 Stepp RE 9 0,11 Ysseldyke JE 9 0,11 Fuchs D 8 0,10 Greer JV 8 0,10 Fuchs LS 8 0,10 Stuckless ER 7 0,09 Carnine D 7 0,09 Luckner JL 7 0,09 Birch JW 7 0,09 Kluge KJ 7 0,09 Zigmond N 7 0,09 Luetke-Stahlman B 7 0,09 Wong BY 7 0,09 Graham S 7 0,09 Vaughn S 7 0,09 Blatt B 7 0,09

20 autores com 6 aparições 120 1,49

33 autores com 5 aparições 165 2,05

48 autores com 4 aparições 192 2,39

153 autores com 3 aparições 459 5,72

616 autores com 2 aparições 1232 15,36

Autores com 1 aparição 5398 67,31

Sem Informação 163 2,03

Total 8020 100,00

Fonte: www.bireme.br Data da coleta: 14/02/08

Os dados das tabelas 6, 7 e 8 demonstram que a maioria dos registros selecionados foram escritos por um único autor, confirmando a tendência da área de Humanidades, explicada no item anterior.

Quem primeiramente estudou a produtividade dos autores foi Lotka, em 1926, conforme demonstrado em nosso referencial teórico. A Lei de Lotka, como ficou conhecida, enuncia que a relação entre o número de autores e o número de artigos publicados por esses, em qualquer área científica, segue a Lei do Inverso do Quadrado 1/n2. Isto é, em um dado período de tempo, analisando um número n de artigos, o número de cientistas que escrevem dois artigos seria igual a ¼ do número de cientistas que escreveram um. O número de cientistas que escreveram três artigos seria igual a 1/9 do número de cientistas que escreveram um, e assim sucessivamente. Essa proporção deve ser de 60% do total de autores. Assim, conclui-se que alguns pesquisadores publicam muito e muitos publicam pouco, conforme demonstrado nas Tabelas 6, 7 e 8.