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D. Kondrokalsinozis ile beraber olan OA E Diğerler

1.3. Metabolik Sendrom ile OA Arasındaki İlişk

Durante todo o ciclo da cultura as plantas foram constantemente monitoradas de modo a assegurar a sua sanidade (Figura 16A), garantindo que os efeitos dos tratamentos aplicados não tivessem influência de fatores não mensurados neste experimento.

As plantas daninhas, que aparentemente não causariam grande influência, poderiam prejudicar o desenvolvimento das plantas competindo pela área da parcela e, principalmente, estariam utilizando (transpirando) a água disponibilizada para a cultura, influenciando assim a disponibilidade hídrica da parcela e o consumo hídrico contabilizado para a cultura. Para tanto, o controle sempre foi preventivo, nunca chegando ao ponto de competição crítica entre a cultura e as plantas daninhas.

(A)

(B) (C)

(D) (E)

Figura 15 - Detalhes do transplantio das mudas pré-brotadas para a área experimental. Mudas das oito variedades estudadas, mais a variedade bordadura, utilizadas no transplantio (A); Marcação das covas utilizando o molde para uniformizar o posicionamento das mudas (B); Abertura das covas utilizando trado do tipo holandês (C); Ilustração do posicionamento final das mudas dentro das parcelas (D); Vista geral da estufa no momento da irrigação realizada após o transplantio de todas as mudas (E)

No dia anterior ao transplantio, 11/03/2013 (39 DAP), foi realizada uma capina manual em todas as parcelas, garantindo que as mudas não tivessem competição desde o início do seu desenvolvimento na área experimental (Figura 16B). Após o transplantio, no dia 16/03/2013 (44 DAP), foi aplicado o herbicida pré-emergente DualGold® na dose de 2 L ha-1, utilizando-se de uma bomba costal de 20 litros com protetor para pulverização (Chapéu de Napoleão), sendo que para aplicação em toda área experimental foram preparados 40 litros de calda. Esta aplicação se repetiu em 07/04/2013 (66 DAP), incluindo a aplicação do herbicida seletivo Sencor 480®, na dose de 4 L ha-1. Para o controle durante o restante do experimento, foram realizadas apenas capinas manuais, em virtude da baixa infestação de plantas daninhas e a dificuldade de efetuar a pulverização dos herbicidas com o crescimento da cultura, podendo a aplicação não ser eficiente ou até causar toxidez na cultura.

Quanto às pragas, houve incidência de lagartas (Spodoptera frugiperda), pulgões (Melanaphys sacchari) (Figura 16C) e ácaros (Abacarus sacchari). Já as doenças, estas não causaram danos ao experimento, apenas houve ocorrência de doenças secundárias ainda na fase de mudas e também a incidência de fumagina nas folhas (Figura 16D), decorrente da colonização de fungos nas secreções produzidas pelos pulgões. Uma vez que se optou por intervenções curativas, evitando aplicações desnecessárias que aumentariam o risco de contaminação/intoxicação dos pesquisadores que constantemente se encontravam na área experimental, foram necessárias apenas duas aplicações de defensivos. A primeira logo após o transplantio, no dia 25/03/2013 (53 DAP), aplicando-se 7,5 ml de Vertimec®, 7,0 ml de Opera® e 0,5 ml de Certeiro® para o controle de ácaros, fungos e lagartas, respectivamente. Para aplicação foi utilizada bomba costal com volume de calda de 30 L para aplicação de ambos os defensivos. A segunda aplicação ocorreu em 13/07/2013 (163 DAP), sendo aplicados 17,0 g de Actara®, 14,0 ml de Opera® e 1,0 ml de Certeiro®, para controle de pulgões, fumagina e lagartas, respectivamente. Em função da altura alcançada pelas plantas e a grande massa foliar, nesta aplicação foi utilizado o sistema de microaspersão instalado acima da cultura, aplicando-se um volume de aproximadamente 300 L de calda para ambos os defensivos.

As adubações foram realizadas via fertirrigação e aplicação foliar e todas as variedades foram adubadas com base na mesma recomendação, tomando-se o devido cuidado para que nenhuma das variedades fosse submetida a qualquer restrição de nutrientes. Desta forma, o experimento não teve como objetivo ser eficiente no uso dos fertilizantes, mas sim proporcionar a melhor disponibilidade de nutrientes possível para que isso não fosse um fator limitante para nenhum dos tratamentos (Figura 16E). Tendo em vista que o excesso também é

um fator limitante (prejudicial), foram feitas coletas de solução do solo, análises foliares e análise química do solo durante a condução do experimento para que fosse garantido que não ocorresse toxidez por excesso de adubação nas plantas. Devido à pouca disponibilidade para análises ao longo do ciclo, priorizou-se a coleta das amostras entre as variedades mais discrepantes, adotando como critério o consumo hídrico (total de irrigação) até o momento da coleta.

O pacote tecnológico de adubação utilizado foi o recomendado pela Produquímica®, utilizando-se produtos próprios para sistemas de fertirrigação, não prejudicando a vazão do sistema pelo baixo risco de entupimento. As quantidades e datas de aplicação estão detalhadas na Tabela 8 para as aplicações via fertirrigação e na Tabela 9 para as aplicações foliares. As duas primeiras aplicações foliares (aos 40 e 107 DAP) foram feitas com bomba costal e volume de calda de 60 L, as demais com o sistema de microaspersão e volume de calda de 300 L. Para as fertirrigações, os fertilizantes foram diluídos em aproximadamente 400 L de água, sendo esta solução injetada no sistema já pressurizado. Após a injeção de toda a solução fertilizante, o sistema recebia novamente água "pura" para limpeza do sistema e melhor distribuição dos fertilizantes no solo.

Tabela 8 - Quantidades e datas de aplicação dos fertilizantes pelo sistema de fertirrigação para nutrição das plantas via solo

Produto 45 Dias após o plantio (Data)

(17/mar) 83 (24/abr) 137 (17/jun) 189 (08/ago) 240 (28/set) 291 (18/nov) 318 (15/dez) ProAcqua Inicial® 3,8 kg - 1,0 kg - 1,0 kg - - ProAcqua Crescimento® - 1,0 kg - 1,0 kg - 1,0 kg 1,0 kg CanaMicros® - 200,0 ml - - - - - Improver® - 20,0 ml 20,0 ml - - - - Ácido Húmico - - - - 300,0 ml 300,0 ml 300,0 ml Ever® - - - - 10,0 ml 10,0 ml 10,0 ml

Tabela 9 - Quantidades e datas de aplicação dos fertilizantes foliares para complementação nutricional das plantas

Produto Dias após o plantio (Data)

40 (12/mar) 107 (18/mai) 128 (08/jun) 240 (28/set) 291 (18/nov)

Concorde® 35,0 ml 60,0 ml 100,0 ml 100,0 ml 100,0 ml

Improver® 30,0 ml - - - -

Triunfo® 2,5 ml 30,0 ml 150,0 ml 150,0 ml 150,0 ml

É importante salientar que, durante a condução da cultura foram coletadas as folhas secas (fotossinteticamente inativas). Como as folhas mais velhas senescem naturalmente e tendem a se soltar do colmo, e nem sempre caem sobre a parcela, isso dificultaria a identificação de qual parcela seria a folha caída para a determinação da matéria seca das folhas. Assim, foram coletados e armazenados em sacos de papel identificado apenas os limbos foliares, mantendo-se as bainhas junto ao colmo (Figura 16F) para não induzir a brotação das gemas. Esse processo de retirada das folhas secas também serviu para reduzir o risco se incêndio na estufa e facilitar a colheita final do experimento. Outro detalhe importante de ser ressaltado é que no caso deste experimento, conduzido em estufa, as folhas não sofreram degradação/decomposição pelos agentes do clima e/ou solo (principalmente chuva e microorganismos). Assim, o resultado de matéria seca de folhas é realmente condizente com o total de matéria seca alocado nas folhas pela planta.

(A) (B) (C)

(D) (E) (F)

Figura 16 - Imagens da condução da cultura. Monitoramento das plantas para assegurar a sanidade durante o experimento (A); Vista geral da estufa antes do transplantio das mudas e após a capina manual (B); Detalhe de uma folha com incidência de pulgões (C); Detalhe de uma folha com incidência de fumagina (D); Vista geral do dossel das plantas sem sintomas de deficiência ou toxidez nutricional (E); Detalhe da coleta dos limbos foliares secos e seu armazenamento em sacos de papel identificados nas parcelas à esquerda da imagem e parcelas ainda com limbos foliares secos à direita da imagem (F)

Benzer Belgeler