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Meclisin İlk Günlerinde Yapılan Çalışmalar

1.3 BÜYÜK MİLLET MECLİSİNİN AÇILMASI

1.3.5 Meclisin İlk Günlerinde Yapılan Çalışmalar

tagem.

Dois conjuntos são iguais se contêm os mesmos elementos. (Em uma definição, "se" significa, na ver- dade, "se, e somente se", portanto dois conjuntos são iguais se, e somente se, eles contêm os mesmos elemen- tos.) Usando a notação da lógica predicada,

Seção 3.1 Conjuntos 99

Ao descrevermos um determinado conjunto, precisamos identificar seus elementos. Para conjuntos fini- tos, podemos fazê-lo apenas listando os elementos que contêm, como o conjunto A do Exemplo 1. E, embora seja impossível listar todos os elementos de um conjunto infinito, para alguns deles é possível indicar um pa- drão para a listagem indefinida. Podemos, portanto, escrever {2,4, 6,...} para expressar o conjunto S de todos os inteiros positivos pares. (Apesar desta ser uma prática comum, existe sempre o risco do leitor não compreen- der o padrão que o escritor tinha em mente.) S pode ainda ser definido, definindo explicitamente um de seus elementos e, então, definindo os demais elementos de S em termos dos elementos já conhecidos. Por exemplo:

Mas a forma mais clara de descrever este conjunto S em particular é descrever a propriedade característica de seus elementos através de palavras e escrever

que é lido como "o conjunto de todos os x tal que x é inteiro positivo par". As diversas formas pelas quais descreveremos um conjunto são, portanto 1. listando (ou listando parcialmente) os elementos,

2. usando recursão para descrever como gerar o conjunto de elementos, ou 3. descrevendo uma propriedade P que caracterize o conjunto de elementos.

Veremos mais adiante nesta seção que existem conjuntos para os quais a primeira abordagem não funciona; em geral, a segunda é difícil de ser usada. Normalmente acaba restando o terceiro método como melhor opção. A notação para um conjunto cujos elementos sejam caracterizados como tendo a propriedade P é {x

P(x)}. A propriedade P aqui é um predicado unário, termo este que foi apresentado no Cap. 1. Na verdade, a

notação da lógica formal do Cap. 1 vem nos ajudar a tornar mais claro o que queremos dizer com a proprieda- de característica dos elementos de um conjunto:

PRÁTICA 1

PRÁTICA 2

Em palavras, todo elemento de S tem a propriedade P e tudo o que tem a propriedade P é um elemento de S.

Descreva cada um dos seguintes conjuntos, listando seus elementos. a. {x| x é um inteiro e 3

b. {x| x é um mês com exatamente 30 dias}

c. {x| x é a capital do Brasil} •

Descreva cada um dos seguintes conjuntos, fornecendo-lhes uma propriedade característica. a. {1,4,9, 16}

b. {o açougueiro, o padeiro, o fabricante de velas}

c. {2,3,5,7, 11, 13, 17, ...} • É conveniente dar nomes a alguns conjuntos-padrão a fim de referirmo-nos a eles mais facilmente. Usa- remos

conjunto de todos os inteiros não-negativos (perceba que conjunto de todos os inteiros

conjunto de todos os números racionais conjunto de todos os números reais conjunto de todos os números complexos

PRÁTICA 4

PRÁTICA 5 EXEMPLO 3 EXEMPLO 2

PRÁTICA 3

Algumas vezes também falaremos no conjunto sem qualquer elemento (o conjunto vazio ou conjunto nulo), denotado por

Suponhamos agora que o conjunto A é descrito como

Como y não é uma variável livre, esta descrição continua na forma Os elementos de A podem ser encontrados fazendo com que y assuma cada um dos valores 0, 1 e 2, e então tomando a terceira potência desses valores. Logo A = {0, 1, 8}. Se seguirmos o mesmo processo com o conjunto B,

então, fazendo y = 0 temos x = 0; fazendo y = 1 temos x = 0 ou 1; fazendo y = 2 temos x = 0, 1 ou 2. Em outras palavras, B consiste em todos os inteiros não-negativos que são menores ou iguais a algum inteiro não- negativo, o que quer dizer que Mas para o conjunto C,

obtemos C = {0} porque 0 é o único inteiro não-negativo que é menor ou igual a todo inteiro não-negativo.

Descreva cada um dos conjuntos definidos abaixo.

Relações entre Conjuntos

Para A = [2, 3, 5, 12} e B = {2, 3,4, 5, 9, 12}, todo elemento de A é também um elemento de B. Quando isto acontece, dizemos que A é um subconjunto de B.

Complete a definição: A é um subconjunto de B se

Se A é um subconjunto de B, escrevemos, Se. mas (existe pelo menos um elemento de B que não é elemento de A), então A é dito um subconjunto próprio de B e denotado por

Use a notação da lógica formal para definir. •

Seja

A = {1,7,9, 15}

B = { 7 , 9 } C= {7,9, 15,20}

Então as seguintes sentenças (dentre outras) são todas verdadeiras:

Esta última sentença é verdadeira, porque a sentença é verdadeira, uma vez que é sempre falsa. •

PRÁTICA 6 Seja

Seção 3.1 Conjuntos 101

Quais das seguintes sentenças são verdadeiras?

Suponha que e que Como cada elemento de A também é um elemento de B e P é a propriedade que caracteriza todos os elementos de B, então todos os elementos de A também gozam da pro- priedade P(x). Os elementos de A "herdam" a propriedade P. De fato, para provar que tomamos um x e A arbitrário e mostramos que P(x) é verdadeira. Se A for um subconjunto próprio de B, os elementos de A terão, normalmente, alguma propriedade característica que nem todos os elementos de B têm.

EXEMPLO 4 Seja

e seja

Então temos Para provar este resultado, seja perceba que x é um elemento de A completamente arbitrário. Precisamos mostrar que x satisfaz a propriedade característica de B; isto significa que precisamos mostrar que x é um múltiplo de 4. Como temos x e A, x satisfaz à propriedade característica de A; isto é, x é um múltiplo de 8 e, como tal, pode ser escrito na forma x = m • 8, para algum inteiro m. Esta equação pode ser escrita como x = m.2 .4 ou x = k.4, onde k = 2m, de forma que k é também um inteiro. Isto mostra que x

é um múltiplo de 4 e, portanto x e B.

Existem números (como 12) que são múltiplos de 4, mas não são múltiplos de 8; portanto, Outra forma de descrever A é

Desta forma fica claro que os elementos de A herdam a propriedade característica de B — ser um múltiplo de 4 —, mas há uma restrição adicional que torna A menos geral que B. •

Seja

PRÁTICA 7

e

Prove que

Sabemos que A e B são iguais se contêm os mesmos elementos. Podemos reescrever esta igualdade em termos de subconjuntos: A = B se, e somente se, Provar a inclusão em ambas as direções é a forma normal de estabelecer a igualdade entre dois conjuntos.

Seja . Para mostrar que A = B, mostraremos que A

B e B A. Para A B precisamos escolher um elemento arbitrário de A, isto é, qualquer número que

satisfaça sua propriedade característica e mostrar que ele também satisfaz a propriedade característica de B. Seja x A. Então x é um inteiro não-negativo que satisfaz a desigualdade x2 < 15. Os inteiros não-negativos

com quadrado menor que 15 são 0, 1, 2 e 3, portanto esses são os elementos de A. O dobro de cada um desses inteiros é um número menor que 7. Portanto, cada elemento de A é um elemento de B e A B.

Mostraremos agora que B A. Qualquer elemento de B é um inteiro não-negativo cujo dobro é menor que 7. Esses números são 0, 1, 2 e 3, que têm, cada qual, um quadrado menor que 15. Portanto, B A. •

Conjuntos de Conjuntos

Dado um conjunto S, podemos criar um novo conjunto cujos elementos sejam todos os subconjuntos de S. Este novo conjunto é chamado de conjunto das partes de conterá, pelo m e n o s , e o próprio S, uma vez que são sempre verdade.

PRÁTICA 8

PRÁTICA 9

Na Prática 8, A tem três elementos e tem oito elementos. Experimente achar para outros con- juntos S até que você seja capaz de responder ao problema da prática a seguir.

Se S tem n elementos, então tem elementos. (Sua resposta funciona para n = 0 também?) • Existem diversas formas de mostrar que, para um conjunto S com n elementos, tem 2" elementos. A prova a seguir se vale da indução. Para a base da indução, tomemos n = 0. O único conjunto com 0 elemen- tos é o O único subconjunto de é ele próprio. Portanto, um conjunto com 1 = 20 elemen- tos. Assumimos como verdadeiro que para qualquer conjunto com k elementos, o seu conjunto das partes tem 2k elementos.

Agora, tomemos S com k + 1 elementos e ponhamos um de seus elementos, digamos x, de lado. O con- junto que resta tem k elementos, cujo conjunto das partes, pela hipótese de indução, tem 2k elementos. Cada um desses elementos é também um elemento de Os únicos elementos d e q u e não foram contados ainda são os que incluem o elemento x. Todos os subconjuntos que contêm o elemento x podem ser encontra- dos tomando-se todos os subconjuntos que não contenham x e incluindo-lhes x. Ao todo, temos 2k subconjun- tos que não contêm x e 2k subconjuntos que contêm x. Ou 2k + 2k = 2 . 2k = 2k +1 subconjuntos. Portanto, tem 2k +1 elementos.

De forma análoga às tabelas-verdade da Seção 1.1 existe outra maneira de se mostrar que tem 2" elementos, para um conjunto S com n elementos. Lá nós tínhamos n símbolos proposicionais e mostramos que existem 2n combinações verdadeiro-falso dentre esses símbolos. Mas podemos pensar em cada combinação verdadeiro-falso como representando um subconjunto em particular, com V indicando a inclusão e F indican- do a não-inclusão de cada elemento de S no subconjunto. (Por exemplo, a linha da tabela-verdade onde todos os símbolos proposicionais valendo F correspondem ao conjunto vazio.) Portanto, o número de combinações verdadeiro-falso envolvendo n símbolos proposicionais é igual ao número de subconjuntos de um conjunto com n elementos; e ambos são 2".