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6.7.12 Tarım alanlarında yapılacak tarımsal amaçlı yapılar bu plan ile verilmiş olan yapılanma koşullarını aşılmamak kaydıyla, 3194 sayılı İmar Kanunu “Plansız Alanlar Yönetmeliği” nin

6.7.13.4 Marjinal Tarım Arazileri

Nesta fase, passou-se a dedicar atenção especial ao tratamento dos indicadores levantados, com suporte em ferramentas como o Sistema SPSS, para os dados paramétricos com a técnica de análise de correlação. Durante esta fase a pretensão foi encontrar conclusões que levassem à confirmação ou negação das hipóteses apresentadas na origem da pesquisa. O método de exame conjuga análise descritiva, correlação e testes de comparação de médias.

Hoje praticamente todas as análises dos dados de surveys são conduzidas pela utilização de microcomputadores pessoais (ou em rede), utilizando uma versão de um programa de análise estatística chamada SPSS (StatisticalPackge for Social Science – Pacote estatístico para Ciências Sociais). Assim, para analisar os resultados dos questionários com sucesso, é indispensável alguma familiaridade com um pacote de análise estatística.(MAY, 2004, p. 133).

O último apontamento de May (2004) representa exatamente a forma de tratamento de dados proposto para esta pesquisa.

Em face dos dados colhidos na pesquisa empírica e do perfil necessário de análise a partir das variáveis do estudo, entendeu-se que existe a necessidade de utilizar um teste estatístico que reconheça uma diferença significativa de uma variável dentro de grupos distintos.

Um teste estatístico recomendado nesses casos é o chamado teste de comparação de médias para grupos emparelhados através da estatística t de Student. Trata-se aqui do teste estatístico paramétrico, utilizado para calcular a diferença entre médias de dois grupos. De acordo com Field (2009), esse teste trabalha a hipótese de os resultados das médias encontradas para cada grupo serem obra do acaso. Assim, se a estatística t resultar em um valor menor do que 0,05, a hipótese tem menos de 5% de probabilidade ser verdadeira, ou seja, há 95% de chance de se negar a hipótese como obra do acaso e aceitar que é um resultado confiável.

Neste trabalho, a ideia é a seguinte: separar cada dimensão de comprometimento e mais o índice geral em dois grupos, comprometimento fraco e comprometimento forte.

Desta forma, os resultados referentes à inovação tecnológica e à inovação organizacional são comparados entre esses grupos de comprometimento forte e fraco de cada dimensão. O teste t indica se as médias de inovação tecnológica e diferencial diferem significativamente entre esses grupos.

Resultados positivos (teste t menores que 5%) demonstram que existe uma diferença relevante para o tipo de inovação em grupos extremos de comprometimento, o que sugere que, teoricamente, existe um sentido vetorial entre o tipo da inovação e o nível do comprometimento.

Resultados negativos (teste t maiores que 5%) sugerem que as médias dos dois grupos não diferem com segurança para indicar que haja efeito científico da variável dentro dos grupos. Em outras palavras, que a referida inovação não causa impacto no comprometimento.

Com efeito, apresenta-se a seguir o quadro que caracteriza as questões, separadas por blocos, que integram o questionário de pesquisa, relacionando-as com as variáveis testadas e o referencial teórico que serviu de amparo a experimento universitário.

ALINHAMENTO DE QUESTÕES DO INSTRUMENTO DE COLETA, TEMAS CATEGORIAS E VARIÁVEIS DO REFERENCIAL TEÓRICO E OBJETIVOS

Objetivos – geral

e específicos Temas/Categorias/Variáveis Questionário

Geral Reestruturação Produtiva e Comprometimento –

Dimensões Afetiva, Instrumental e Normativa Todas as questões

1 Reestruturação Produtiva

IT/C = 1 a 28 IO/C = 1 a 14 IO/C = 1 a 24

2 Reestruturação Produtiva e Comprometimento

IT/C = 1 a 28 IO/C = 1 a 14 IO/C = 1 a 24

3 Inovações Tecnológicas e Organizacionais

IT/C = 1 a 28 IO/C = 1 a 14 IO/C = 1 a 24

4 Inovações Tecnológicas e Comprometimento

IT/C = 1 a 28 IO/C = 1 a 14 IO/C = 1 a 24

5 Inovações Organizacionais e Comprometimento

IT/C = 1 a 28 IO/C = 1 a 14 IO/C = 1 a 24

Quadro 13 – Relacionando – instrumento de coleta, referencial teórico, objetivos geral e específicos Fonte: Elaborado pelo autor

Nota: Legenda – Módulos Indicadores do Questionário:A = Bloco Comprometimento Afetivo – Questões de 1 a 6 - I = Bloco Comprometimento Instrumental – Questões de 1 a 6 - N = Bloco Comprometimento Normativo – Questões de 1 a 6 - IT/C = Bloco Inovações Tecnológicas/Impactos no Comprometimento – Questões de 1 a 28 - IO/C = Bloco Inovações Organizacionais/Impactos no Comprometimento – Questões de 1 a 14 e de 1 a 24

A fim de encontrar respostas para as questões postas em hipóteses e objetivos deste trabalho de pesquisa, foram aplicados questionários, para uma amostra de 50 respondentes na forma originalmente proposta. Destes, retornaram 43, representando 86% - que foi a base dos dados processados.

Cabe salientar que o retorno abaixo de 100% (50 X 43) decorreu do fato de que os respondentes se encontravam em momento crítico de início de mês e semana pré- carnavalesca, quando o número de clientes nas agências do Banco deixou pouco espaço para a atenção à pesquisa. Por oportuno, explica-se, que foram utilizados os métodos de análise que conjugando análise descritiva, correlação e testes de comparação de médias. O programa utilizado foi o SPSS, de processamento de dados estatísticos, e a base de dados foi originalmente alimentada pelo Excel. De posse dos questionários respondidos o pesquisador registrou dados em planilhas do Excel, que serviram de base para alimentar o SPSS.

Inicialmente foram montadas tabelas com informações que representam o perfil dos respondentes. Os aspectos levantados, em seguida, serviram de base para comparações com o perfil dos funcionários do Banco no Estado do Ceará, apresentado pela Empresa-alvo.

Uma vez alimentado o sistema SPSS, decidiu-se sobre o que seriam consideradas variáveis importantes para as medições e comparações, tendo presente o objetivo de identificar os impactos das reestruturações produtivas, em suas dimensões inovações tecnológicas e inovações organizacionais, sobre o comprometimento organizacional dos funcionários da Empresa-alvo, nas categorias afetiva, instrumental e normativa.

Então o trabalho partiu para identificar inicialmente o que seria um comprometimento forte ou um comprometimento fraco.

Todas as questões de comprometimento variaram em uma escala Likert de 1,0 a 5,0, onde 1,0 representa “Discordo Totalmente” e 5,0representa “Concordo Totalmente”. Todas as questões das dimensões de comprometimento são afirmativas, ou seja, discordar significa baixo comprometimento e concordar significa alto comprometimento.

Então, foi extraída uma média aritmética das respostas dos respondentes para as dimensões, de modo a encontrar um valor único para cada respondente. A partir desse balizador discreto, foi estabelecido o número 3,0 como ponto de corte. Desta forma, apontamentos de 1,0 a 3,0 foram enquadrados com Grupo de Comprometimento Fraco. A partir de 3,1 e até 5,0, Grupo de Comprometimento Forte.

Cada categoria de comprometimento apresenta seis afirmativas, sendo cada uma delas, conforme consta do questionário de pesquisa, submetidas a cinco diferentes escores de frequência, assim dispostos, em termos de peso e ordem:

 1 – DT – Discordo Totalmente;  2 – DP – Discordo em Parte;

 1 – NCD – Não Concordo e não Discordo;  2 – CP – Concordo em Parte e

 3 – CT – Concordo Totalmente.

Na sequência foram geradas tabelas e gráficos com os resultados, que foram correlacionados com os principais impactos percebidos pelos respondentes provocados pelas inovações tecnológicas e organizacionais.

Para cada tabela gerada no sentido das correlações, apresentadas a seguir, nas subseções que identificam os impactos das inovações tecnológicas ou inovações

organizacionais, sobre os níveis de comprometimento, foi efetuado também, o teste “t”, em busca dos índices de significância.

Efetivamente trabalhou-se com confiança a partir de 95%, de modo geral. Em alguns aspectos pontuais importantes para este trabalho, entretanto, também há registros de comentários para situações que apresentaram confiança a partir de 90%.

A base da análise dos dados processados também levou em consideração parte do questionário aplicado, que visou identificar o grau de impacto sobre o engajamento dos funcionários para com o trabalho, seja a partir da ótica das inovações tecnológicas ou das inovações organizacionais.

As dez primeiras afirmações que visam relacionar inovações tecnológicas aos níveis de comprometimento, foram extraídas da literatura, relacionadas com a experiência do pesquisador e vinculadas às hipóteses da pesquisa. Para cada afirmação o respondente tinha a oportunidade de informar se nos últimos 10 anos, ele percebera tais mudanças (inovações)

optando pela ocorrência do “SIM ou NÃO”. Ademais, ainda ocupado em descobrir, em caso

afirmativo, o grau de impacto sobre o engajamento no trabalho, os pesquisados tiveram quatro opções de escolha: ALTO, MÉDIO, BAIXO e NENHUM.

Na sequência, mas ainda relacionando inovações tecnológicas com comprometimento, o questionário buscou identificar, por meio de novas 18 afirmações, concebidas da mesma forma acima explicada, quais daquelas possíveis inovações tecnológicas apresentaram impacto considerado significativo. Enquanto no primeiro módulo buscava-se identificar as inovações tecnológicas percebidas e o grau de impactos destas sobre o engajamento dos funcionários, neste se pretendia descobrir quais destas inovações apresentavam impacto mais significativo, também relacionando-os ao grau de engajamento no trabalho. Na mesma situação o questionário, também nesta parte, oferecia a oportunidade de registrar a percepção anterior de ocorrência, por meio das opções de “SIM e NÃO”.

Idêntica situação se aplicou na terceira e última parte do questionário, quando se buscou relacionar inovações organizacionais e impactos no comprometimento. As diferenças consistem apenas nos números de questões apresentadas, que no caso das inovações organizacionais foram utilizadas 14 afirmações, enquanto que no caso das inovações tecnológicas foram adotadas apenas 10. Já para identificar as inovações organizacionais com impacto mais significativo foram adotadas 28 afirmações, enquanto para as inovações tecnológicas 18. Os números de afirmações variaram em função do que fora pesquisado na literatura, no que compunha as hipóteses e nas experiências profissionais do pesquisador.

Finalmente, as questões também foram desenvolvidas de modo a neutralizar possíveis desvios ou erros cometidos pelos respondentes durante a marcação das opções disponíveis.

Os apontamentos feitos pelos respondentes deram origem à análise das correlações, de modo a encontrar o grau de comprometimento (forte ou fraco), com o nível de impacto sobre estes provocadas pelas inovações tecnológicas ou organizacionais.

Em última instância, se procurou relacionar as reestruturações produtivas com os níveis de comprometimento organizacional na Empresa pesquisada. Ao longo da seção seguinte, onde se discute os resultados, tornar-se-á mais clara a forma como foram construídos os entendimentos e elaboradas as análises.

5 IMPACTOS DA REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO COMPROMETIMENTO

Benzer Belgeler