4. ESER DEĞERLENDİRMELERİ
4.1 Asker Ressamlar ve Eserleri
4.1.1 Gedikpaşalı Cemal
4.1.1.1 Çinili Köşk (1887)
4.1.1.1.1 Malzeme ve teknik değerlendirmeler
O modelo escolhido refere-se à sala de aula de maior dimensão, localizada no pavimento superior do BSA2P – SIN/UFERSA. A escolha desse ambiente deve- se à possibilidade de múltiplos leiautes, como pode ser confirmado tanto no projeto base quanto nos projetos derivados. Com base nas medidas e descrições do projeto arquitetônico, construiu-se um modelo, denominado por ‘caso-base’, como um prisma de base retangular, medindo 7,10 x 11,90 x 3,80 m [largura x cumprimento x altura] (Figura 3. 32). Ainda conforme o projeto alocou-se as esquadrias: duas portas, medindo 0,90 x 2,10 m [largura x altura] e com bandeirola de vidro fixo de 0,40 m de altura, nas extremidades da parede voltada para o corredor central e quatros janelas, medindo 2,50 x 1,00 x 1,10 m [largura x altura x peitoril], dispostas na parede voltada para o meio externo. O forro é de placas termoacústicas removíveis, apoiadas sobre armação de alumínio. As paredes são de alvenaria convencional, com tijolos cerâmicos de oito furos, rebocadas e pintadas em ambas às faces. Piso e cobertura são de laje de concreto pré-moldado, tipo volterrana.
Figura 3. 32 – Representação esquemática do caso-base, de acordo com o projeto arquitetônico
O FDS só permite a construção de objetos em forma de prisma de base retangular, modelados a partir das coordenadas dos vértices. Trata-se de uma tarefa bastante laboriosa, principalmente em casos com grande quantidade de mobiliário.
Prevendo possíveis conflitos com a malha, a geometria dos objetos foi simplificada e as dimensões arredondadas para múltiplos de 0,05 m. Elementos demasiadamente delgados e, portanto, irrelevantes para o propósito da pesquisa foram ignorados. Em todos os casos adotou-se a mesa do professor como local de início do incêndio, por ser um dos elementos que não sofre deslocamento em função do leiaute da sala e por acomodar o computador.
A partir do caso-base [CB], foram considerados 17 variações de subdivisão do ambiente original. O primeiro caso, doravante denominado ‘DIV’ representou a situação mais comum, na qual o ambiente é dividido ao meio por uma divisória simples, posicionada transversalmente no centro da sala. Os casos ‘CB’ e ‘DIV’ serviram como referência para a avaliação do desempenho dos demais casos, os quais representam propostas de compartimentação horizontal seletiva.
A compartimentação horizontal seletiva resultou da disposição de duas divisórias paralelas providas de aberturas posicionadas próximas ao forro, voltadas alternadamente para as salas geradas a partir da subdivisão do ambiente original. O vão entre as divisórias foi dividido ao meio para evitar que a fumaça gerada em um ambiente invadisse a sala oposta. Por fim, foram concebidas duas aberturas na laje, uma sobre cada fosso gerado entre as divisórias, para a exaustão da fumaça (Figura 3. 33 e Figura 3. 34).
Figura 3. 33 – Compartimentação seletiva: vista
superior Figura 3. 34 – Compartimentação seletiva: secção frontal
O dimensionamento da abertura na divisória e do vão na laje foi realizado com base em quatro medidas: 0,25 m; 0,50 m; 0,75 m e 1,00 m. A largura da abertura na divisória e o comprimento do vão na laje permaneceram inalterados em todos os casos, medindo 3,00 m. Dessa maneira, os dezesseis casos de
compartimentação seletiva correspondem às combinações possíveis entre as quatro alturas da abertura na divisória e as quatro larguras do vão da laje. Em todos os casos, foram simuladas duas situações, considerando as esquadrias do ambiente incendiado fechadas ou abertas [identificados pela terminação ‘_open’]. Na Tabela 3. 2 descrevem-se resumidamente os casos simulados.
Tabela 3. 2 – Casos Simulados
CASO/DESCRIÇÂO CASO/DESCRIÇÂO
Figura 3. 35 – Representação dos casos ‘CBplus’ e ‘CBplus_open’
Descrição: Corresponde ao caso-base, descrito
no tópico anterior: sala com dimensões internas de 11,90 x 7,10 m, livre de subdivisões internas.
Figura 3. 36 – Representação dos casos ‘DIV’ e ‘DIVplus_open’
Descrição: caso-base com uma divisória
transversal central Figura 3. 37 – Representação dos casos ‘25-
25plus’ e ‘25-25plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,25
m e largura do vão na laje = 0,25 m.
Figura 3. 38 – Representação dos casos ‘25- 50plus’ e ‘25-50plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,50
CASO/DESCRIÇÂO CASO/DESCRIÇÂO Figura 3. 39 – Representação dos casos ‘25-
75plus’ e ‘25-75plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,75
m e largura do vão na laje = 0,25 m.
Figura 3. 40 – Representação dos casos ‘25- 100plus’ e ‘25-100plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 1,00
m e largura do vão na laje = 0,25 m. Figura 3. 41 – Representação dos casos ‘50-
25plus’ e ‘50-25plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,25
m e largura do vão na laje = 0,50 m.
Figura 3. 42 – Representação dos casos ‘50- 50plus’ e ‘50-50plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,50
CASO/DESCRIÇÂO CASO/DESCRIÇÂO Figura 3. 43 – Representação dos casos ‘50-
75plus’ e ‘50-75plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,75
m e largura do vão na laje = 0,50 m.
Figura 3. 44 – Representação dos casos ‘50- 100plus’ e ‘50-100plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 1,00
m e largura do vão na laje = 0,50 m. Figura 3. 45 – Representação dos casos ‘75-
25plus’ e ‘75-25plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,25
m e largura do vão na laje = 0,75 m.
Figura 3. 46 – Representação dos casos ‘75- 50plus’ e ‘75-50plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,50
CASO/DESCRIÇÂO CASO/DESCRIÇÂO Figura 3. 47 – Representação dos casos ‘75-
75plus’ e ‘75-75plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,75
m e largura do vão na laje = 0,75 m.
Figura 3. 48 – Representação dos casos ‘75- 100plus’ e ‘75-100plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 1,00
m e largura do vão na laje = 0,75 m. Figura 3. 49 – Representação dos casos ‘100-
25plus’ e ‘100-25plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,25
m e largura do vão na laje = 1,00 m.
Figura 3. 50 – Representação dos casos ‘100- 50plus’ e ‘100-50plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,50
CASO/DESCRIÇÂO CASO/DESCRIÇÂO Figura 3. 51 – Representação dos casos ‘100-
75plus’ e ‘100-75plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 0,75
m e largura do vão na laje = 1,00 m.
Figura 3. 52 – Representação dos casos ‘100- 100plus’ e ‘100-100plus_open’
Descrição: Altura da abertura na divisória = 1,00
m e largura do vão na laje = 1,00 m.