• Sonuç bulunamadı

4. ARAŞTIRMA BULGULAR

4.3. Mülakat Yöntemi ile Elde Edilen Bulgular

O estudo da experiência de democracia no espaço escolar, as concepções teóricas e aplicações práticas do conceito de capital social para consolidação das políticas públicas e os princípios de gestão participativa e democrática na experiência da Escola Estadual Joaquim José de Medeiros simbolizam que a cultura cívica reforça o compromisso da comunidade cruzetense com a educação. Esses dados são essenciais às instituições democráticas, ao fortalecimento do capital social e à identificação das estratégias que levaram essa escola, no semi-árido da região Nordeste, a ser uma Referência Nacional em Gestão.

Esta pesquisa tornou-se complexa pelo contexto educacional no município; desafiadora pelas dificuldades na coleta de informações; mas prazerosa por instigar o compromisso com o bem público, resgatar a participação cívica e dar ênfase à luta dos educadores e da sociedade civil por melhorias educacionais.

O contexto histórico possibilitou a compreensão do capital social, do patrimônio imaterial que reflete na práxis institucional. Nesse sentido, os desafios municipais, as forças políticas partidárias, os corpos políticos que desestruturam o crescimento e a força da sociedade civil revelam o descompasso, a desordem dos projetos coletivos.

No entanto, demonstra nas sutilezas, no obscuro, o desejo de mudanças, que simbolizam um capital social gerado com princípios de confiança, reciprocidade, cultura cívica, como força motriz na superação dos problemas comunitários e a edificação da democracia.

Paradoxalmente, surgem os reacionários de cultura acívica que controlam pensamentos, ações e rotulam a liberdade de expressão, que proíbem, perseguem aqueles que revelam problemas educacionais e da saúde pública, pois tudo é reflexo da “globalização”.

Assim, percebe-se a necessidade de alternativas que expressem, basicamente, a capacidade de uma sociedade de estabelecer laços de confiança interpessoal e redes de cooperação com vistas à produção de bens coletivos que transformem esse parasitismo que assola o semi-árido na força do capital social que enfatiza e valoriza a cultura local.

Nesse contexto, torna-se perceptível que existem políticas públicas educacionais que proclamam a descentralização, a autonomia e os princípios da gestão democrática. Contraditoriamente, tais políticas, quando sistematizadas, voltam-se para o atendimento da ideologia neoliberal, e o projeto institucional almejado não produz a eficácia educacional. As

experiências isoladas, bem-sucedidas, de superação de prismas hierárquicos que tornaram a escola uma referência em gestão, revelam a força da sociedade civil e de um plano de ação construído com a participação cívica, vislumbrando uma educação que atenda a qualidade social e a democracia.

Dessa forma, neste trabalho, percebe-se a fragilidade da democracia esmerada, prevista através das políticas públicas, da força do poder local no controle da democratização da escola distorcida nos municípios, pois a gestão democrática passa a ser vista como uma articulação política contrária às lutas sociais.

Assim, como relatar sobre a gestão democrática compartilhada se existe centralização, controle e regulação das lideranças políticas no controle da democracia escolar? As estratégias utilizadas pela escola na conquista do Prêmio Gestão foram evidenciadas nas dimensões sociopolíticas, pedagógicas, administrativo-financeiras e jurídicas, bem como na influência das políticas públicas, sendo todas co-responsáveis pela concretização desse reconhecimento social, conseguido pela confiança social nas regras de reciprocidade, por alguns princípios democráticos, pela participação cívica na conquista por tornar-se Destaque Brasil nas categorias institucional e liderança.

Nesse contexto, num olhar periférico de reconhecimento social, a experiência torna-se referência, demonstra-se eficiência na gestão, pois se torna perceptível que, ao experimentar, inovar, tentar surpreender, essa escola pública do Rio Grande do Norte desenvolveu novos projetos pedagógicos ao utilizar a criatividade, a determinação, fazendo a diferença na educação e na prática de gestão.

A Escola Estadual Joaquim José de Medeiros é uma instituição apreendente, pelas contradições das políticas educacionais que priorizam a gestão democrática, valendo compreender a síntese complexa da relação entre as continuidades e as rupturas nela desenvolvidas, segundo uma ideologia neoliberal com uma concepção hegemônica de democracia, mas que, ao mesmo tempo, luta por mudanças conceituais, atitudinais e utiliza alternativas contra-hegemônicas para uma prática de gestão que valorize o ser humano e promova o sucesso da aprendizagem do educando. Isso parece utópico, mas significa reencantar, defender vidas.

Assim, o estudo da Escola Estadual Joaquim José de Medeiros foi viável, em especial, por ela ser uma organização apreendente que possibilita novos olhares e, conseqüentemente, novas ações; pode mudar a gestão, mas a força invisível do capital social permitirá novas conquistas.

Este estudo torna-se relevante por permitir compreender que as práticas culturais dos seridoenses que simbolizam um capital social gerado com princípios de confiança, reciprocidade, cultura cívica, como força motriz na superação dos problemas comunitários e a conquista de princípios democráticos, colaboraram para que a escola se tornasse uma referência nacional em gestão educacional.

Outro aspecto que tornaram essa escola singular foi à construção coletiva do projeto pedagógico com a participação cívica e a cultura de auto-avaliação como forma de compreender a práxis institucional e estabelecer diretrizes para melhorar a prática pedagógica e a gestão em suas múltiplas dimensões pedagógicas, sociopolíticas, administrativo- financeiras e jurídicas.

Nesse espaço institucional, a cultura de auto-avaliação, as controvérsias existentes revelam resultados de aplicações práticas do capital social na construção de identidades democráticas pelo sentimento de pertencimento “faço parte dessa história”, de sucessos, fracassos e de lutas que reacendem a cada instante, na complexidade do contexto cruzetense, norte-rio-grandense, do semi-árido nordestino na revitalização da sociedade civil e da democracia.

REFERÊNCIAS

ABREU, Haroldo. A trajetória e o significado das políticas públicas: um desafio democrático. Revista Proposta, Rio de Janeiro, n. 59, dez., 1993.

ANDERSON, Perry. Balanço do neoliberalismo. In: SADER, Emir (Org.). Pós- neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.

ARAÚJO, Maria Celina D. Capital social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. (Ciências Sociais Passo a Passo 25).

ARENDT, Hannah. O que é política? 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.

BALANDIER, George. O Dédalo: para finalizar o século XX. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.

______. A desordem: elogio do movimento. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 1997. BAQUERO, Marcelo; CREMONESE, Dejalma. Capital social: teoria e prática. Ijuí: Unijui, 2006.

BASTOS, J. B. (Org.). Gestão democrática. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

BELOTTO, Aneridis A. Monteiro (Org.). Interfaces da gestão escolar. Campinas, SP: Alínea, 1999.

BIANCHETTI, Roberto G. Modelo neoliberal e políticas educacionais. Coleção Questões da nossa Época. v. 56. São Paulo: Cortez, 1996.

BOBBIO, Noberto. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política. 11. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2004.

BORDIGNON; Genuíno; GRACINDO, Regina Vinhares. Gestão da educação: o município e a escola. In: FERREIRA, Naura Syria Carapeto; AGUIAR, Márcia Ângela da S. (Org.). Gestão da educação: impasses, perspectivas e compromissos. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. BOURDIEU Pierre. Escritos de educação. Org. Maria Alice Nogueira, Afrânio Catani. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. (Ciências Sociais da Educação).

______. Contafogos: táticas para enfrentar a invasão neoliberal. Tradução de Lucy Magalhães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.

CADERNOS CEDES. Currículos e programas, como vê-los hoje? Cortez, São Paulo: 1989. n. 13.

CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

CAMARGO, Ieda de. Gestão e políticas da educação. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2006. CARDOSO, F. H.; FALETTO, E. Dependência e desenvolvimento na América Latina. Rio de Janeiro: Zahar, 1970.

CARNEIRO, M. L. LDB fácil: leitura crítico-compreensiva artigo a artigo. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

CARVALHO, Edgard de Assis. Enigmas da cultura. São Paulo: Cortez, 2003. CARVALHO, M. L. R. D. Escola e democracia. São Paulo: EPU, 1979.

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. v. 1. São Paulo: Paz e Terra. 1999.

CEPAL. UNESCO, Educação e conhecimento: eixo da transformação produtiva com eqüidade. Brasília, IPEA/CEPAL/ INEP, 1995.

CHESNAIS, François. A mundialização do capital. Tradução de Silvana Finzi Foá. São Paulo: Xamã, 1996.

CHIAVENATO, I. Recursos humanos. Edição compacta. São Paulo: Atlas, 1986.

CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIOS DE EDUCAÇÃO. Gestão Educacional: tendências e perspectivas. Série Seminário. São Paulo: Cenpec, 1999.

______. PROGESTÃO – Programa de Capacitação Continuada à Distância para Gestores Escolares. Módulo 1-9. Brasília: CONSED, 2001

______. Manual do Prêmio de Referência Nacional em Gestão Escolar, Brasília 1999- 2007.

DAVIS, Claúdia et al. (Org.). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

DELORS, Jacques (Org.). Educação: um tesouro a descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI. São Paulo: Cortez, 1998.

FERNANDES, Maria Estrela Araújo Fernandes. Avaliar a escola é preciso. Mas... que avaliação? In: DAVIS, Cláudia et al. (Org.). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

FERREIRA, Naura Syria Carapeto; AGUIAR, Márcia Ângela da S. (Org.). Gestão da educação: impasses e perspectivas e compromisso. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

______. Gestão democática da educação: atuais tendências, novos desafios. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

FERREIRA, Naura Syria Carapeto; AGUIAR, Márcia Ângela da S. (Org.).Política e Gestão Escolar da Educação: dois olhares. Rio de Janeiro: DP&A,2002

GEERTZ, Cliffoord. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

GERMANO, José Willington. Estado militar e educação no Brasil: 1964-1985. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1994.

_____. Transformação da questão social e a educação. In: BAGNATO, M. H. S.; COCCO, M. I. M. Educação, saúde e trabalho: antigos problemas, novos contextos outros olhares. Campinas: Alínea.

GOES, Terezinha Medeiros. Noções de história e geografia de Cruzeta. Natal: 1970.

HARBEMAS, J. A Nova Intransparência: a crise do estado de bem-estar a o esgotamento das energias utópicas. Novos Estudos CEBRAP. São Paulo 1987.

HOFFMANN, Jussara M. Lerch. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré- escola à universidade. Porto Alegre: Educação & Realidade, 1993.

_____. Avaliação: mito & desafio. Uma perspectiva construtivista. Porto Alegre: Educação & Realidade, 1991.

HOORNAERT, Eduardo. Formação do catolicismo brasileiro: 1550 a 1800. Petrópolis: Vozes, 1991.

KURZ, Robert. Os últimos combates. Petrópolis: Vozes, 1997.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Natureza e cultura. In: As estruturas elementares do parentesco. Tradução de Mariano Ferreira. Rio de Janeiro.

______. Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1970.

______. Magia e religião. In: Antropologia estrutural. Tradução de Chaim Samuelk Katz e Eginardo Pires. 3. ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989.

LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1999.

LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.

______. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo:

Loyola, 1989

LUCK, Heloísa. Concepções e processos democráticos de gestão educacional. Rio de Janeiro: Vozes, 2006.

______. et al. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.

LUCK, Heloísa. Avaliação institucional. Revista Gestão em Rede. RENAGESTE, março de 2000.

______. Perspectiva da gestão escolar e implicações quanto à formação dos seus gestores. Em Aberto, Brasília, v.17, n.72, p.11-33, fev.-jun., 2000.

LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994. ______. Avaliação da aprendizagem escolar. 8. ed. São Paulo: Cortez, 1998. MALINOWSKI, Bronislaw. Magia, ciência e religião. Lisboa: Edições, 1988. MARQUES, J. C. Administração participativa. Porto Alegre: Sagra, 1987. MARTINS, Clélia. O que é política educacional. São Paulo: Brasiliense, 1993.

MEDEIROS, Shirlene Santos Mafra. Gestão escolar: a práxis cotidiana da Escola Estadual Joaquim. Monografia (Especialização em Educação). UFRN: CERES/Caicó, 2001.

MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO. Programa de Fortalecimento Institucional das Secretarias Municipais de Educação do Semi-Árido. Módulo I, III, IV e V Desenvolvimento da Gestão Educacional no âmbito do Município. In: Programa de Formação Continuada de Gestores de Educação Básica (PROGED) do Centro de Estudos Interdisciplinares para o Setor Público (ISP)/Universidade Federal da Bahia (UFBA).

MORAIS, Ione Diniz Rodrigues. Desvendando a cidade: Caicó em sua dinâmica espacial. Brasília; Senado Federal: Secretaria de Editoração e Publicações, 1999.

MORIN, Edgar. Educação e complexidade: os sete saberes e outros ensaios. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

MORIN, Edgar. O método 6: ética. Tradução de Juremir Machado da Silva. Porto Alegre: Sulina, 2005.

______. Os sete saberes à educação do futuro. Tradução de Catarina Eleonora F. da Silva e Jeanne Sawaya. Revisão de Edgar de Assis Carvalho. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000.

______. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Tradução de Eloá Jacobina. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.

OFFE, Claus. Capitalismo desorganizado.Tradução de Wanda Caldeireira Brant e outros. São Paulo: Brasiliense, 1994.

OLIVEIRA, Dalila Andrade; ROSAR, Maria de Fátima Félix (Org.). Política e gestão da educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

PAGUE/RN. Manual de procedimentos operacionais. Secretaria de Estado da Educação e Cultura. Educação e Educador Potiguar, 2004.

PARO, V. H. Administração escolar, introdução crítica. São Paulo: Cortez; Autores Associados, 1986.

______. Parem de preparar para o trabalho. Trabalho apresentado no Seminário “Trabalho, Formação e Currículo, realizado pela PUC-SP, 1998.

PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Tradução de Bruno Charles Magne. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999a.

______. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas. Tradução de Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999b.

______. Dez novas competências para ensinar. Tradução de Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

PRAIS, Mana de Lourdes Melo. Administração colegiada na escola pública. Campinas/SP: Papirus, 1990.

PRZEWORSKI, Adam. Capitalismo e social-democracia. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

PUTNAN, Robert D. Comunidade e democracia: a experiência da Itália moderna. Tradução de Luiz Alberto Monjardim. 4. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2005.

RAYMUNDO, Paulo Roberto. O que é administração. São Paulo: Brasiliense, 1992.

RIBEIRO, João Ubaldo. Política: quem manda, por que manda, como manda. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

SANTOS, Boaventura S. (Org.). A globalização e as ciências sociais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

______. Democratizar a democracia: os caminhos da democracia participativa. São Paulo: Cortez, 2002.

______. A universidade do século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da universidade. São Paulo: Cortez, 2005.

______. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2005.

______. A gramática do tempo: para uma cultura política. São Paulo: Cortez, 2006.

SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA. Instrumento de Auto- avaliação Institucional da Escola Estadual Joaquim José de Medeiros . Natal. 1999, 2000 e 2005.

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Plano Municipal de Educação do município de Cruzeta. Cruzeta. 2002.

SOUZA, N. A. O colapso do neoliberalismo. São Paulo: Global, 1995.

VEIGA, Ilma Passos A. (Org). Projeto político-pedagógico da escola: “uma construção possível”. 7. ed. São Paulo: Papirus, 1998.

______. FONSECA, M. (Org.). As dimensões do projeto pedagógico. Campinas-SP: Papirus, 2001.

VIEIRA, Sofia Lerche et al. (Org.). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

VIEIRA, Sofia Lerche. Escola – função social, gestão e política educacional. In: FERREIRA, Naura Syria Carapeto; AGUIAR, Márcia Ângela da S. (Org.). Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromisso. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

ENTREVISTADOS Diretores Vice-Diretores Professores Coordenadores do Prêmio – RN Diretor da DIRED Alunos Pais Membros do Conselho