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KAVRAMSAL ÇERÇEVE

2.13. MÜFETTİŞ ROLLERİ

Os estudantes elencarão os assuntos que consideram importantes, dentre os que estão relacionados com a atividade desenvolvida. Acreditamos que depois de realizada tais atividades, os estudantes possam analisar a partir da técnica aplicada, o que foi mais importante e que tenha permitido compreender, potencializar e promover a aprendizagem de forma contextualizada, os conceitos básicos de probabilidades elencados para o Ensino Fundamental.

85 Queremos verificar se, a experimentação, simulação e modelagem de situações reais favorecem ao ensino e aprendizagem de conceitos básicos de probabilidade, se a forma lúdica é uma boa estratégia para o entendimento do tema em questão, em especial, aqueles relacionados com “Os passeios aleatórios da Mônica”: atividade para ensinar conceitos básicos de probabilidade.

A resposta esperada: Podemos ressaltar ainda, que os caminhos possíveis, o diagrama da árvore, o cálculo de probabilidade de eventos simples (cara e coroa) e dos eventos compostos (caminhos), a probabilidade das visitas aos amigos por meio da frequência relativa ou segundo Laplace, a elaboração das Tabelas de distribuição de frequências (absoluta, relativas) e outras formas de atribuição de probabilidades, são os principais assuntos trabalhados com o desenvolvimento das atividades.

Acreditamos que os estudantes podem ressaltar um ou mais assuntos deste que listamos: experimentos determinísticos e aleatórios, espaço amostral, eventos simples e compostos, probabilidade de eventos, eventos equiprováveis, a montagem de um rol de caminhos aleatórios, a distribuição de frequência, propriedades probabilísticas, construção do diagrama de árvores, dentre outros.

QUADRO 10–SÍNTESE DA INTERVENÇÃO DE ENSINO –COMPARAÇÃO DAS DUAS FORMAS DE

ATRIBUIR PROBABILIDADES –AÁRVORE DE POSSIBILIDADES –FICHA 10

Ficha Questão Objetivo da questão

E nc on tr o 5 “ 10”

5 Emitir a opinião quanto à forma mais justa de realização do experimento “Os Passeios Aleatórios da Mônica”. 6 Emitir opinião sobre a aceitação ou não, das atividades apresentadas na realização da experimentação. 7 Emitir opinião sobre qual(is) da(s) atividade(s) realizada(s) foi (ram) mais interessante(s) 8 Emitir opinião sobre qual(is) assunto(s) os estudantes aprenderam com as atividades que foram realizadas.

3.3OM

ATERIAL

U

TILIZADO

Para a realização desse estudo utilizamos de materiais diversificados, tais como: O instrumento diagnóstico intitulado “Os passeios aleatórios da Mônica” (composto por dez fichas), lápis, borrachas, lápis de cor, caneta hidrocolor,

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canetas especiais para transparência, canetas esferográficas para anotações dos estudantes e do pesquisador, moedas (todas de vinte e cinco centavos), folhas de sul fite e calculadoras8 para desenvolvimento de contas e rascunho de

desenhos.

Confeccionamos como material de suporte didático, conforme mostra a Figura 26, vinte e cinco mini cartazes coloridos utilizando “E.V.A.” com as seguintes especificações: 23 cm X 23 cm X 2 mm, e a ilustração contendo a quadrícula para a simulação dos caminhos que a personagem Mônica poderia realizar para chegar à casa de um de seus cinco amigos (Horácio, Cebolinha, Magali, Cascão, Bidu).

FIGURA 26–MATERIAL UTILIZADO NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES

Criamos um botão móvel para a simulação do passeio aleatório com o decalque da Mônica, também de “E.V.A.”, com as seguintes dimensões: 3,2 cm X 3,6 cm e a Figura da Mônica com 2 cm X 3 cm, conforme o que apresentamos na Figura 27.

FIGURA 27–APOIO DIDÁTICO PARA SIMULAÇÃO DOS CAMINHOS ALEATÓRIOS

Utilizamos ainda, vinte e cinco moedas de R$ 0,25 (vinte e cinco centavos de Real), todas com as mesmas características, conforme Figura 28.

8 Ao desenvolver as atividades, na terceira e quarta etapa, utilizamos o ambiente informatizado a

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FIGURA 28–APOIO DIDÁTICO,MOEDAS E DECALQUE MÓVEL

Queremos destacar os ambientes para a realização dos trabalhos de confecção das atividades, pois a direção escolar reservou a sala de Artes e o Laboratório de Informática. A sala de Arte porque apresentava mobília que favorecia o trabalho em dupla, e maior área de circulação.

O Laboratório de Informática além de possuir uma área suficiente para a troca de informações entre os estudantes, também poderia favorecer a realização de cálculos, que os mesmos pudessem apresenta dificuldades, tais como algoritmos envolvendo operações simples e arredondamentos.

3.4AA

TIVIDADE DE

E

NSINO A

S

ER

A

VALIADA

Considerando o estudo proposto, inicialmente explanaremos as nossas expectativas, levando em conta a nossa análise pessoal de cada questão da atividade “Os passeios aleatórios da Mônica” e, as respostas esperadas considerando cada ficha que será respondida pelos sujeitos de nossa pesquisa. Em seguida, analisaremos qualitativamente as respostas dos estudantes, classificando-as, primeiramente em certo ou errado e, posteriormente, considerando o nosso aporte teórico.

Em nossa fundamentação teórica, mencionamos que a TAD proposta por Chevallard (1992), permitirá a organização Praxeológica ou simplesmente a Praxeologia desta, e consequentemente, permitirá a análise da modelização proposta em nossa atividade.

Consideramos ser possível trabalhar as atividades planejadas na sequência de ensino tendo a TAD como base teórica. Isto porque essas atividades foram pensadas de modo a apresentar conceitos básicos de probabilidade de forma contextualizada e como objeto de estudo, numa

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proposta de inversão da praxeologia usual e a Figura 29 a seguir ilustra o que mencionamos.

Queremos que o leitor entenda que a nossa análise buscará encontrar elementos nos procedimentos dos estudantes, que nos permita compreender quais as contribuições da praxeologia proposta.

Neste sentido, utilizaremos quatro noções que nos permitem investigar sobre a praxeologia descrita por Chevallard e discutida no Capítulo II, a saber:

FIGURA 29–PRAXEOLOGIA USUAL INVERTIDA (TAD)

Dessa forma, analisaremos as particularidades nos protocolos elaborados pelos estudantes, com relação às atividades “Os passeios aleatórios da Mônica”, detalhando-a sob a luz da organização praxeológica, iniciando nossa análise pela situação-problema ou tarefa identificada por (T), que por sua vez é composta de sub-tarefas designadas por (t). Em seguida, vem a Tecnologia (θ) que buscará argumentar a justificativa para a utilização da técnica (t), amparada pela Teoria (), que, por sua vez, servirá para justificar e tornar compreensível a tecnologia (θ).

Benzer Belgeler