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KAYNAK YÖNETİMİ YAPILARDA YAŞAM DÖNGÜSÜ TASARIM İNSAN İÇİN TASARIM

4. YEŞİL OTEL MEKANSAL ÖLÇÜ PARAMETRELERİ

4.2 Sürdürülebilir Mimaride Mekan Modeller

4.2.2.4 LEED V4 BD+C Konaklama değerlendirme ölçütler

Mey (1995) considera “representação” uma forma de simplificar a busca por um item fazendo com que o mesmo encontre seu usuário e que este encontre seu item. Alvarenga (2006) parte da definição de representação secundária para definir representação da informação. A autora afirma que, “as informações nesse tipo de representação compreendem compactações que tentam descrever as características do documento, refletindo sua origem e conteúdo, facilitando sua recuperação” e que no documento eletrônico, “a representação pode ser parte intrínseca do próprio documento” (ALVARENGA, 2003, p. 6 e 17).

A representação descritiva está relacionada com o processo de catalogação que vislumbra a descrição física e temática de um item ou unidade bibliográfica. Mey (1995) descreve catalogação como "estudo, preparação e organização de mensagens codificadas, com base em itens existentes ou passíveis de inclusão em um ou vários acervos, de forma a permitir a interseção entre as mensagens contidas nos itens e as mensagens internas dos usuários" (MEY, 1995, p. 5). Wynar (1985) discorre sobre o processo de catalogação como sendo um preparo de um catálogo, cujo propósito é proporcionar todas as informações necessárias para descrever um item e diferenciá-lo fisicamente e intelectualmente de outros

itens; além de localizá-lo no acervo através de pontos de acesso, chamados de índices, como por exemplo: autor, título, assunto, etc.

Na elaboração da representação, três elementos são considerados, a saber: i) descrição bibliográfica; ii) pontos de acesso e iii) dados de localização. A descrição bibliográfica caracteriza o item, descrevendo-o fisicamente de modo a garantir a sua unicidade. Os pontos de acesso (também denominados metadados) indicam o vocabulário a ser usado como forma de acessar o item no catálogo. Finalmente, os dados de localização apontam o local (através dos números de chamada) para encontrar o item em um determinado acervo (MEY, 1995; WYNAR, 1985).

Velluci (1998) considera que o advento da Internet abriu espaço para bibliotecas e especialistas em informação na promoção de esforços na melhoria de métodos de descrição, organização e recuperação de objetos digitalizados e acessados remotamente. Alvarenga (2003) contribui nessa perspectiva afirmando que no novo contexto de produção, organização e recuperação de objetos digitais, as metas de trabalho não se restringem à criação de representações simbólicas dos documentos constantes de um acervo. Compreendem a criação de novas formas de escrita para os hipertextos e a criação dos denominados metadados, muitos dos quais podem ser extraídos diretamente dos próprios objetos. Siqueira e Silva (2011) enfatizam a importância dos princípios teóricos e metodológicos oriundos da biblioteconomia no processo evolutivo de técnicas de tratamento descritivo da informação, como é o caso dos metadados:

Metadado é produto do desenvolvimento histórico de regras bibliográficas, mantendo, portanto, conexões evolutivas com os códigos, tais como o International

Standard Bibliographic Description (ISBD), o Anglo-American Cataloguing Rule

(AACR2); formatos como Machine-Readable Cataloging (MARC); e com as novas metodologias de tratamento da informação, a exemplo do Resource Description and

Access (RDA) e do Extensible Markup Language (XML) (SIQUERIA e SILVA,

2011, p. 12).

O conceito “metadados” como “dados sobre dados” tem sua origem na ciência da computação na descrição de esquemas de dados. Barbieri (2001) esclarece que os metadados nasceram impulsionados pela tecnologia de banco de dados na década de 80, além da ampliação de uso com a chegada dos sistemas de apoio à decisão, como Data Warehouses42 e Data Marts43. Entretanto, outras comunidades que trabalham com informação como

bibliotecários, arquivistas, museólogos sempre produziram metadados para criar registros sobre informação. Neste sentido, Gilliland-Swetland (2000) dá uma definição panorâmica

42 Bancos de dados contendo dados extraídos do ambiente de produção da organização, os quais passaram por

um tratamento, incluindo seleção e depuração. São aplicações destinadas a processamento de consulta e não para o processamento de transações (KINBALL, 1996).

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sobre metadado: “a soma total do que pode ser dito sobre algum objeto informacional em algum nível de agregação”.

Gilliland-Swetland (2000) estabelece categorias de metadados, criando uma tipologia e destacando suas características e atributos mais regulares. Os metadados

administrativos são utilizados no gerenciamento e administração de recursos informacionais,

fornecendo, entre outras, informações para aquisições ou digitalização e sobre sua localização e direitos legais de propriedade intelectual. Os descritivos descrevem ou identificam os recursos informacionais, como são os casos de registros catalográficos e índices especializados. Os de preservação podem fornecer informações sobre as condições físicas dos recursos informacionais, assim como documentar ações tomadas para a preservação dos recursos. Os técnicos estão relacionados ao funcionamento do sistema ou ao comportamento dos próprios metadados, como, entre outros casos, documentação de hardware e software, informação de digitalização ou autenticação e dados de segurança. Por fim, os metadados de

uso relacionam-se com o nível e tipo de utilização dos recursos informacionais, registros de

utilização (log) ou informações de versões. No que diz respeito aos atributos e características de metadados, foi proposta uma classificação em sete grupos:

Fonte: pode ser interna (normalmente gerado pelo criador do objeto informacional) ou externa (após a criação por outro que não o criador).

Método de criação: podem ser criados automaticamente por computadores ou manualmente por humanos.

Natureza: podem ter uma natureza leiga ou especializada, dependendo de terem sido criados ou não por especialistas.

Estado: podem ter diferentes estados: i) estático, desde a criação, como título ou autor; ii) dinâmico, sendo alterados com a manipulação como preço, condições de acesso e uso; iii) de longo prazo ou iv) de curto prazo, como transações.

Estrutura: podem ter uma estrutura estabelecida (como o padrão MARC) ou não ter nenhuma estrutura (simples anotações em certos campos).

Semântica: podem ter uma semântica controlada, obedecendo a um vocabulário padronizado (um tesauro, por exemplo) ou não controlado (como

tags HTML).

As atividades envolvidas na catalogação são orientadas geralmente por normas técnicas, vocabulários controlados, manuais de bases de dados, regras, normas e instruções de catalogação, modelos conceituais e tabelas de classificação. Dentre esses instrumentos, torna- se válido destacar as regras e os modelos para catalogação (por exemplo, o ISBD, o AACR2 e o formato MARC), que fundamentam esquemas ou padrões de metadados como, por exemplo, o Dublin Core.

Oliver (2011) acrescenta os modelos conceituais como possibilidades de abstração e compreensão do universo bibliográfico ajudando o profissional da informação a descobrir os recursos necessários à descrição, como é o caso do FRBR (Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos). As normas e instruções de catalogação emergentes como o RDA (Descrição e Acesso de Recursos) foram concebidas em princípios internacionais de catalogação com vistas às atuais necessidades de descrição de recursos informacionais em ambientes digitais, possibilitando: interoperabilidade, compartilhamento de recursos, intercâmbio contínuo e reutilização de metadados. Segundo Oliver (2011, p.8), “o escopo ampliou-se, mas a meta continua a mesma: romper as barreiras que impedem a comunicação sobre recursos bibliográficos. A normalização continua sendo imprescindível”.

O Quadro 2 exibido a seguir apresenta um esquema sinóptico de regras tradicionais e emergentes voltadas à catalogação de recursos de informação, além de modelos conceituais endereçados à organização conceitual de dados bibliográficos (ABBAS, 2010; OLIVER, 2011; TAYLOR, 2004; RIBEIRO, 2004; IFLA, 2007 e 2009).

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Quadro 2 - Esquema sinóptico de normas e modelos para catalogação

Fonte: elaborado pelo autor.

44 International Standard Bibliographic Description. 45 Anglo-American Cataloging Rules.

46 Internacional Federation of Library Associations and Institutions[Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliográficas]. 47 Functional Requirements for Bibliographic Records.

48 Functional Requirements for Authority Data. 49 Resource Description and Access.

Normas e modelos monmeituais de matalogação Informações pontuais Propósito Fundamentação

Período Desmrição Caramterístimas

ISBD44 Final da démada de 1969 Desmrição Bibliográfima Internamional Padronizada

O padrão mobre obras raras, remursos eletrônimos, materiais martográfimos, remursos montínuos; material não bibliográfimo; músima

impressa.

Servir momo padrão internamional que define um

monjunto de elementos desmritivos para inmluir em

registros bibliográfimos. Diretrizes do momitê do IFLA. AACR45 e AACR2 1ª edição em 1967 e 2ª edição em 1978 Código de Catalogação Anglo- Amerimano Padronização da prátima de matalogação; familidade de mooperação entre bibliotemas; fundamenta o formato MARC e

MARC21 em sistemas informatizados.

Efetuar grande parte da desmrição bibliográfima em sistemas de informação. Prinmípios da ISBD. IFLA46 Modelos Conmeituais FRBR47 1997 Requisitos Funmionais para Registros Bibliográfimos Fundamentado no modelo entidade-relamionamento (CHEN, 1976).

Propormionar uma base teórima-metodológima moerente

de modo a monstruir uma prátima de desmobrimento de remursos. Diretrizes do momitê do IFLA. FRAD48 2009 Requisitos Funmionais para Dados de Autoridade Fundamentado no modelo entidade-relamionamento (CHEN, 1976).

Inmluir dados de autoridade ao modelo FRBR.

Diretrizes do momitê do IFLA.

RDA49 2004-2010 Desmrição e Amesso de Remursos

Norma internamional de monteúdo para o ambiente digital. Utilizada para remursos tradimionais e não tradimionais, analógimos e digitais,

dentro e fora da bibliotema.

Substituir o AACR2. Fornemer elementos para desmrição e amesso a remursos

numa perspemtiva mais abrangente. Instruções baseadas nos modelos FRBR e FRAD. Prinmípios Internamionais de Catalogação.

Benzer Belgeler