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KV6 için B-SWARA ile kriter ağırlıklarının belirlenmesi

6. DUYARLILIK ANALİZİ

6.3. Rüzgar santrali yer seçimi alanında deneyimi olmayan 4 karar vericinin

6.3.2. Karar Verici 6 (KV6) için değerlendirme

6.3.2.1. KV6 için B-SWARA ile kriter ağırlıklarının belirlenmesi

2.3.1. Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio

O Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT) foi estabelecido em 1947, entre 23 países signatários, com o intuito de estabelecer princípios para orientar as políticas comerciais e fornecer as bases para manutenção e alargamento da cooperação multilateral no comércio. De acordo com o seu preâmbulo, os seus objectivos eram, elevar os padrões de vida, assegurar o emprego pleno e um elevado e crescente nível de rendimento real e de procura efectiva, desenvolver o uso pleno dos recursos mundiais e expandir a produção e as trocas comerciais. Para que tal fosse alcançado seriam necessários acordos recíprocos e mutuamente vantajosos, visando a redução substancial das tarifas aduaneiras e de outras barreiras às trocas comerciais e à eliminação do tratamento discrimatório no CI.

Neste acordo multilateral passaram a constar direitos e obrigações para os países signatários, estando assente em três princípios centrais, o tratamento baseado na regra da Nação Mais Favorecida (MFN), ou seja, tratamento não discrimatório, o princípio da redução e de acordos sobre tarifas nacionais e a regra do tratamento nacional e proibição de medidas proteccionistas que não tarifas. A regra da nação mais favorecida estipula que se um país signatário concede vantagem, favor, imunidade ou privilégio a outra parte contratante terá de alargar este tratamento aos restantes partes contratantes. O segundo princípio estipula que os membros elaborem listas de concessões, nas quais determinem o nível máximo de impostos de importação ou outras restrições impostas a determinado leque de produtos. Em relação ao tratamento nacional, este requer que os produtos importados ao entrar no país de destino sejam tratados de igual forma aos produtos nacionais. A protecção do fornecedor doméstico de um produto deverá dar-se somente através da acção da fronteira.

Apesar do seu caracter provisório, o acordo acabou por vigorar durante 47 anos, sendo o único instrumento multilateral a reger o comércio até à criação da Organização Mundial do Comércio (WTO). Contribuiu para a promoção da liberalização do CI, evitando assim a repetição do clima vivido entre as guerras.

Com o decorrer do tempo, o acordo já não acomodava a realidade do comércio vigente, uma vez que este tinha ganho maior complexidade e importância. As falhas na sua estrutura, nos sectores da agricultura e têxteis essencialmente, foram intensamente exploradas e viriam a contribuir para a instabilidade que se fez sentir nesta altura. No campo dos têxteis foi negociado, entre o final de 1960 e 1970, o Acordo Multifibras, com o objectivo de reduzir as barreiras e incentivar a liberalização progressiva do comércio mundial de artigos têxteis; no que toca à agricultura os esforços não surtiram muito efeito.

Dadas as circunstâncias na altura, surgiu a necessidade de expandir e reforçar novamente o sistema multilateral de comércio. Estes esforços culminaram na execução da Ronda Uruguai, a qual estipulou novos acordos e esteve na origem da WTO.

2.3.2. Organização Mundial do Comércio

O papel desempenhado pelo GATT foi formalmente tomado pela WTO, tendo a mesma entrado em funcionamento em 1995, fazendo parte dela 128 países membros. Trata-se de uma organização internacional que lida com as regras do CI entre as nações. Tem como funções a manutenção do livre comércio (de forma a aumentar a prosperidade dos países membros), a aplicação, gestão e funcionamento dos acordos comerciais que a compõem, a cooperação com outras organizações internacionais (de forma a assegurar a coerência na elaboração das políticas económicas a nível mundial), a monitorização das políticas comerciais nacionais dos seus membros, assumindo assim o papel de fórum para as negociações comerciais internacionais. Para além destas funções apresenta-se também como mediadora na resolução de litígios, através do órgão dedicado a estes assuntos.

A ronda do Uruguai não só alterou o “status” do GATT, como adicionou acordos cobrindo áreas anteriormente não abrangidas (serviços e propriedade intelectual). Paralelamente a este acordo outros foram adoptados, nomeadamente o Acordo Geral sobre Comércio de Serviços (GATS), que lida com o comércio de serviços e o Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual (TRIPS) que lida com o comercio de invenções, criações e designs. Na Tabela 2.2 podem visualizar-se os acordos criados na Ronda do Uruguai, bem como a sua estrutura, os quais constituem a base do sistema da WTO.

Tabela 2.2: Estrutura dos acordos multilaterais da WTO (WTO, 2011). ACORDO QUE ESTABELECEU A WTO

Mercadorias Serviços Propriedade intelectual

Princípios básicos GATT GATS

TRIPS Detalhes adicionais mercadorias e anexos Outros acordos de Anexos relativos a serviços

Compromissos de

acesso ao mercado Lista de compromissos dos países países (e isenções da MFN) Lista de compromissos dos

Resolução de litígios RESOLUÇÃO DE LITÍGIOS

Transparência REVISÃO DE POLÍTICAS COMERCIAIS

A estrutura dos acordos está dividida em seis componentes, um acordo global que estabeleceu a WTO, acordos para as três áreas de comércio abrangidas pela organização – mercadorias, serviços e propriedade intelectual -, resolução de litígios e revisão de políticas comerciais. Os acordos para as duas grandes áreas (mercadorias e serviços) possuem três partes em comum, embora possam divergir em determinados detalhes.

Apesar da estrutura complexa dos acordos, estes são regidos por princípios fundamentais, os quais constituem a base do sistema multilateral de comércio. São eles o princípio da não discriminação, da liberalização progressiva do comércio, da transparência e compromisso, da promoção da concorrência leal e o princípio da promoção do desenvolvimento e reformas económicas. O princípio da MFN dita que um país tem de garantir as mesmas condições comerciais a todos os outros membros, e o princípio do tratamento nacional afirma que os bens importados devem receber o mesmo tratamento concedido aos bens equivalentes nacionais. A liberalização do comércio deve ser atingida através da redução das barreiras levantadas (sejam tarifárias ou não tarifárias). A protecção aos sectores económicos nacionais deve ser feita sob condições transparentes (por exemplo através de direitos aduaneiros) e a estabilidade e previsibilidade deve ser mantida através de um sistema de normas jurídicas e consolidação dos direitos de importação máximos aplicados por cada país em determinados produtos, de acordo com o seu compromisso nas negociações. A concorrência leal pode ser atingida pelo desencorajamento dos subsídios à exportação e do dumping, conferindo maior competitividade ao sistema de comércio e tornando-o mais equitativo para os países menos desenvolvidos. O último princípio é dirigido essencialmente aos países em desenvolvimento, os quais necessitam de maior flexibilidade e tempo para implementar e ajustar os acordos às suas economias (os acordos estabelecidos seguem as anteriores disposições do GATT, que permitem assistência especial e concessões comerciais para os países em desenvolvimento).

Benzer Belgeler