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Öğrenci 33: şimdi hocam bence orada sürekli bastığı için araba hızlanıyor, bence kuvveti daha fazla uygularsak değil de daha sürekli uygularsak sürat o zaman bence artıyor.

5. SONUÇ VE ÖNERİLER

5.1.2 Kuvvet ve Hareketle İlgili Bazı Kavramların Kavramsal Gelişim

O desenvolvimento de equipamentos para a colheita de florestas de curta rotação começou no início da década de 1990, e tem produzido uma série de benefícios econômicos e ambientais para os países que adotaram esse novo conceito de produção florestal. Vários projetos de construção de

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máquinas e colhedoras simplesmente não evoluíram, acabando em poucos anos, por diferentes motivos técnicos, econômicos ou comercias. Em outros casos, o trabalho de desenvolvimento intensivo em vários países europeus (Alemanha, Itália, Reino Unido e Suécia) e nos Estados Unidos, gerou al- gumas máquinas que estão trabalhando com sucesso e operam comercial- mente nos países citados.

Ao todo, foram projetadas, produzidas e testadas, até agora, mais de trinta máquinas, muitas vezes, ainda somente disponíveis como protótipos ou versões não comerciais.

As máquinas que trabalham nas florestas de curta rotação podem e de- vem colher uma ou duas linhas de plantio ao mesmo tempo. Os sistemas de corte e recolhimento bifilar – linhas duplas - são geralmente projetados para um espaçamento de 75 cm a 100 cm, que foi desenvolvido para as con- dições de trabalho sueco, onde os plantios são realizados com linhas duplas de 75 e 125 cm. Na Suécia, o espaçamento duplo é usado para melhorar a interceptação da radiação solar e para facilitar a colheita mecanizada e, pre- cisamente, permitir o corte simultâneo de dois fustes. Esse sistema é, agora, tão generalizado que pode ser chamado, por alguns de “sistema europeu”, porque, na verdade - com distâncias e objetivos um pouco diferente - é am- plamente utilizado na Alemanha, Reino Unido e Itália.

Existem dois sistemas de colheita bem distintos, sendo que um fornece a biomassa cortada, agrupada e picada em uma operação contínua, impedin- do a separação dessas três fases. Em geral, toda a operação é realizada por uma única máquina, e o material é transferido para as margens da estrada já na forma de cavacos.

O outro sistema depende da separação das fases de corte, agrupamento e trituração, que poderá ser realizado com máquinas e momentos diferentes.

O primeiro sistema, normalmente, é mais produtivo e mais simples em termos de organização, porém tem pouca flexibilidade e pode exigir equi- pamentos de grande porte. O segundo sistema é mais flexível, permite uma utilização parcial de equipamentos convencionais e permite que seja pla- nejada a trituração, aguardando que a umidade dos fustes chegue a níveis ótimos. Há a possibilidade de deixar as plantas para secar por algumas se- manas, o que passa a ser a vantagem mais interessante desse sistema, espe- cialmente em climas úmidos.

Quanto à forma organizacional, é possível individualizar quatro esque- mas típicos, com níveis crescentes de complexidade.

O primeiro sistema (01) inclui uma máquina de corte, trituração e extra- ção sobre a linha lateral ou traseira.

O segundo sistema (02) utiliza duas máquinas: uma que corta os fustes, reúne e extrai para linha lateral, enquanto o outra faz a trituração, podendo ser, talvez, depois de algumas semanas.

O terceiro sistema (03), também, é baseado em duas máquinas: a pri- meira corta os fustes e coloca em leiras, enquanto a segunda recolhe os fus- tes das leiras, pica e carrega o cavaco de madeira para fora talhão.

Finalmente, o sistema 04, é baseado em três máquinas: usa uma máqui- na para cortar e agrupar os fustes, uma segunda máquina para recolher os feixes e carregá-los fora do campo e uma terceira máquina para picar.

Portanto, a máquina inovadora é sempre aquela que colhe, pica e re- move o material, ou que os coloca em leiras. Os outros são equipamentos convencionais, normalmente utilizados na silvicultura e, portanto, já am- plamente disponíveis.

As máquinas que realizam o corte e a trituração são muito potentes, com motores entre 450 a 1100 cv e, muitas vezes, são baseadas em uma máquina de colheita de forragens ou de cana-de-açúcar auto-propelidas adaptadas ao processamento de madeira, transformando uma árvore em cavacos ou lascas, de forma contínua.

Outro tipo de colhedora que pode ser encontrada são as colhedoras acopladas aos tratores agrícolas no sistema de três pontos e acionadas pela tomada de potência (TDP). As colhedoras acopladas aos tratores agrícolas são mais baratas, entretanto não podem alcançar a produtividade operacio- nal horária dos modelos auto-propelidos de colheita contínua.

A escolha entre estas opções depende da disponibilidade de recursos e das características de campo (topografia, clima, solo) e não apenas dos aspectos técnicos da cultura. Onde existe uma boa rede de fornecedores, fabricantes ou revendas de máquinas e peças, pode ser mais conveniente o uso de equipamentos auto-propelidos; caso contrário, é melhor utilizar equipamentos aplicáveis a tratores agrícolas, deixando a cada produtor a liberdade de gerir os seus recursos como lhe convém.

Como forma de ilustrar o grau de desenvolvimento da colheita meca- nizada dos sistemas florestais de curta rotação, a Tabela 6.9, apresenta os mais significativos protótipos e produtos avaliados, na última década, pelo CNR – IVALSA (Consiglio Nazionale delle Ricerche - Istituto per la Valo- rizzazione del Legno e delle Specie Arboree).

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Tabela 6.9 – Colhedoras florestais e estágio de desenvolvimento

Modelo País (*) Tipo Produto Primeira aparição Estágio de desenvolvimento Máquinas para colheita

Saf-Isma I Arrasto árvore inteira 1990 Terminado, em uso Fröbbesta S Arrasto árvore inteira 1993 Terminado, em uso Dansalix D Montada toras empilhadadas 1993 Terminado, em uso Berni I Montada toras empilhadadas 1995 Projeto abandonado Hvidsted D Auto-propelido toras empilhadadas 1994 Terminado, em uso Segerslätt S Auto-propelido toras empilhadadas 1994 Terminado, em uso Rodster S Montada toras empilhadadas 1997 Produto comercial Loughry RU Montada toras em feixe “bundle” 1992 Projeto abandonado Bundler SM S Montada toras em feixe “bundle” 1998 Projeto abandonado ESM 901 S Auto-propelido toras em feixe “bundle” 1992 Projeto abandonado HS Locust D Auto-propelido toras em feixe “bundle” 2001 Em desenvolvimento

Máquinas para colheita e trituração – Sistema de 3 pontos (Montada)

Diemelstadt A Arrasto Lascas 1994 Projeto abandonado

LWF A Arrasto Lascas 2002 Em desenvolvimento

ATB-Potsdam A Arrasto Lascas 2006 Em desenvolvimento

Isma – Tanesini I Arrasto Cavaco 1997 Projeto abandonado

Bodini I Arrasto Cavaco 2002 Projeto abandonado

Bender SM Si Arrasto Cavaco 1992 Comercial

Gandini Bio93 I Arrasto Cavaco 1993 Projeto abandonado

Pallari F Arrasto Cavaco 1987 Projeto abandonado

Spapperi I Arrasto Cavaco 2004 Comercial

Spapperi I Arrasto Lascas 2006 Em desenvolvimento

Optigep H Arrasto Lascas 2005 Em desenvolvimento

Máquinas para colheita e trituração – Sistema Autopropelido

MBB Biber A Auto-propelido Cavaco 1994 Projeto abandonado JD-Kemper RU Auto-propelido Cavaco 1995 Projeto abandonado Austoft 7700 S Auto-propelido Cavaco/Lascas 1993 Comercial

Claas HS-1 A-S Auto-propelido Cavaco 1993 Comercial

CRL RU Auto-propelido Cavaco 1999 Comercial

Claas HS-2 A-S Auto-propelido Cavaco 2001 Comercial

Claas GBE A-I Auto-propelido Cavaco 2004 Comercial

Krone A Auto-propelido Cavaco 2007 Comercial

NH FR – 130B B Auto-propelido Cavaco 2008 Comercial

(*) A – Alemanha; B – Bélgica, D – Dinamarca, F – Finlândia, H – Hungria, I – Itália, RU – Reino Unido, S – Suécia, Si – Suíça

Em alguns casos, a máquina descrita na tabela é realmente o expoente de uma geração inteira de equipamentos similares produzidos em versões diferentes, dependendo do estágio de desenvolvimento de projeto específi- co e, muitas vezes, ainda é disponível em várias versões.

Esse é o caso da colhedora de forragens autopropelida fabricada pela Claas, produzido em, pelo menos, cinco versões diferentes (modelo Jaguar 695, 840, 860, 880 e 900) e que permite a utilização de diversos cabeçalhos de colheita florestal, tais como: dois modelos alemães (HS1 e HS2), um mo- delo francês (Cemagref) e dois modelos italianos (GBE e Veneta Maiz) Colhedora para corte contínuo de floresta no Brasil

No Brasil, a pesquisa e desenvolvimento de colhedoras auto-propelidas para os sistemas florestais de curta rotação é uma novidade e, está se ini- ciando através de uma parceria entre a New Holland (CNH) e a Faculdade de Ciências Agronômicas da Unesp, campus de Botucatu/SP.

Figura 6.12 – Colhedora New Holland FR 9060 Coppice Header 130 FB em operação na Europa.

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Esse projeto cooperativo está sendo executado pela FCA/Unesp, atra- vés do NEMPA (Núcleo de Ensaio de Máquinas e Pneus Agroflorestais), que é responsável pela condução do projeto de avaliação do desempenho operacional de uma colhedora florestal – New Holland FR 9060 Coppice Header 130 FB (Figura 6.12) – projetada para colher de forma contínua toda a biomassa de sistemas florestais de curta rotação (SFCR), avaliando os parâmetros operacionais, econômicos e ambientais desse novo e revo- lucionário sistema de produção. O projeto, com duração prevista de três anos, tem por objetivo determinar a viabilidade operacional e econômica desta colhedora, as necessidades de manutenção e a adaptação aos SFCR nacional.

Produtividade e custos das colhedoras de corte contínuo de floresta

Atualmente, existem dados confiáveis sobre a produtividade da colheita de muitas das máquinas listadas na Tabela 1. Em geral, os dados disponí- veis hoje indicam uma relação diretamente proporcional entre a produtivi- dade da máquina, sua potência e a densidade de biomassa por hectare.

Entre as máquinas que executam o corte, recolhimento e trituração, as colhedoras de forragens auto-propelidas, adaptadas com cabeçotes flores- tais (sistema industrial), são as mais eficientes que os equipamentos acopla- dos em tratores agrícolas ou de arrasto (sistema semi-industrial), especial- mente porque elas têm uma potência adequada para uso industrial.

Em um talhão com condução bem planejada, considerando o sistema de colheita mecanizado, pode-se esperar uma capacidade operacional de mais de 40 toneladas de cavaco de madeira por hectare (base úmida).

O custo horário desse sistema de colheita e transporte, composto por uma colhedora de forragens adaptada a colheita florestal mais três tratores de apoio para transporte dos cavacos, deve atingir valores de até € 500/hora (quinhentos euros por hora ou, aproximadamente R$ 1.200,00/hora). Nesse cenário, a operação destas máquinas apresenta um custo € 12,5 por tonelada de cavaco (doze euros e cinquenta centavos por tonelada ou, aproximada- mente R$ 30,00 por tonelada).

Para os equipamentos acoplados (montados) no trator agrícola ou de arrasto, que apresentam um custo muito mais baixo de aquisição e de ope-

ração, pode ser estimado um valor ao redor cerca de € 250/hora (duzentos e trinta euros por hora ou, aproximadamente R$ 600,00/hora), incluindo dois tratores de apoio para receber os cavacos. No entanto, a produtividade é muito mais modesta e não chega a 10 toneladas de cavaco (base úmida) por hora de trabalho.

O centro de pesquisa italiano CNR – Ivalsa avaliou e analisou todas as máquinas descritas e, pode concluir que, o custo de colheita e transporte com um sistema semi-industrial custa € 25/tonelada (vinte e cinco euros por to- nelada ou, aproximadamente R$ 60,00/tonelada), ou seja, quase € 13/tone- lada (treze euros por tonelada ou, aproximadamente R$ 31,00) a mais do que com uma colhedora autopropelida.

Desta forma, para que o sistema florestal de curta rotação seja viável economicamente, o plantio deve apresentar alto rendimento por hectare e a colheita deve ser realizada de forma contínua. No entanto, é necessário que o diâmetro das árvores, na altura de corte, seja proporcional à capacidade de cada equipamento.

Sistemas de aquecimento doméstico