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3. GİRİŞİMCİ LİDERLİK VE KURUMSALLAŞMA ETKİLEŞİMİ

3.2. Girişimci Liderlik ve Kurumsallaşma Etkileşimine Yönelik Çalışmalar

4.6.1. Ahmet Keleşoğlu ve Selçuk Ecza Deposu A.Ş.’ye İlişkin Bilgiler

4.6.1.2. Kurumsallaşma Boyutlarına İlişkin Bulgular

(i) Vibrado

As tabelas 31 e 3 para resistência à comp concretos vibrados prod idade de 7 e 28 dias de de dosagem em valores p

édios da absorção d’água em função dos resistência à compressão simples

Fonte: Própria autora.

COM EXPERIÊNCIAS DE CASOS DE CO

32 e as figuras 39 e 40 apresentam os pressão simples para casos de argamas oduzidos e apresentados em MENDES ( de cura os quais apresentavam argamass

s próximos. s valores médios da CONCRETOS s valores alcançados assas vibradas e de (2015), referentes à ssas com parâmetros

Tabela 31 - Resistência à compressão simples para argamassas vibradas e concretos vibrados produzidos e apresentados em MENDES (2015), referentes à

idade de 7 dias de cura, e com parâmetros de dosagem em valores próximos

Argamassas vibradas – 7 dias de cura

a/c 0,4 0,5 0,6

Resistência à compressão simples (MPa)

25,58 19,50 18,66

Concretos vibrados – 7 dias de cura

a/c 0,4 0,5 0,6

Resistência à compressão simples (MPa)

26,04 22,88 16,77

Fonte: Própria autora.

Tabela 32 - Resistência à compressão simples para argamassas vibradas e concretos vibrados produzidos e apresentados em MENDES (2015), referentes à 28

dias de cura, e parâmetros de dosagem em valores próximos

Argamassas – 28 dias de cura

a/c 0,4 0,5 0,6

Resistência à compressão simples (MPa)

29,75 28,05 23,93

Concretos – 28 dias de cura

a/c 0,4 0,5 0,6

Resistência à compressão simples (MPa)

28,66 26,06 21,81

Figura 39 – Comparaçã argamassas vibradas e c (2015), referentes à idad Figura 40 - Comparaçã argamassas vibradas e c (2015), referentes à idad

ção das resistências à compressão simple e concretos vibrados produzidos e apresen ade de 7 dias de cura, e parâmetros de do

próximos

Fonte: Própria autora.

ção das resistências à compressão simples e concretos vibrados produzidos e apresen

ade de 28 dias de cura, e parâmetros de do próximos

Fonte: Própria autora.

ples alcançadas para entados em MENDES dosagem em valores

les alcançadas para entados em MENDES

Nota-se que os valores se apresentam relativamente próximos sujeitos alternância para os casos de 7 dias de cura e ligeiramente superiores para os casos de argamassas.

(ii) Autoadensáveis

As tabelas 33 e 34 e as figuras 41 e 42 apresentam os valores para resistência à compressão simples para casos de argamassas autoadensáveis e de concretos autoadensáveis produzidos e apresentados em MENDES (2015), referentes às idades de 7 e 28 dias de cura os quais apresentavam argamassas com parâmetros de dosagem em valores próximos.

Tabela 33 - Resistência à compressão simples para argamassas autoadensáveis e concretos autoadensáveis produzidos e apresentados em MENDES (2015), referentes à 7 dias de cura, e parâmetros de dosagem em valores próximos

Argamassas autoadensáveis – 7 dias de cura

a/c 0,55 0,63 0,68

Resistência à compressão simples (MPa)

29,50 23,85 22,64

Concretos autoadensáveis – 7 dias de cura

a/c 0,55 0,61 0,71

Resistência à compressão simples (MPa)

27,00 24,21 25,89

Tabela 34 - Resistência concretos autoadens referentes à 28 dias d Arg a/c Resistência à compressão simples (MPa) Co a/c Resistência à compressão simples (MPa) Figura 41 - Comparaçã argamassas autoa apresentados em M parâm

ia à compressão simples para argamassas nsáveis produzidos e apresentados em ME s de cura, e parâmetros de dosagem em va

rgamassas autoadensáveis – 28 dias de cura

0,55 0,63

34,40 31,00

Concretos autoadensáveis – 28 dias de cura

0,55 0,61

35,70 34,55

Fonte: Própria autora.

ção das resistências à compressão simples toadensáveis e concretos autoadensáveis p MENDES (2015), referentes à idade de 7 d râmetros de dosagem em valores próximos

Fonte: Própria autora.

as autoadensáveis e MENDES (2015), valores próximos 0,68 28,29 0,71 33,22

les alcançadas para is produzidos e 7 dias de cura, e

Figura 42 - Comparaçã argamassas autoa apresentados em ME parâm Para os casos d apresentam relativament de cura, e ligeiramente s de misturas autoadensáv para os casos dos concr e autoadensáveis perceb vibradas e misturas auto pasta é mais relevante p casos de misturas vibrad

Quando na idade podem favorecer as ar homogêneas, sujeitas a m presenças dos agregados dias de cura aspectos co melhor confinamento des resistência aos concreto misturas autoadensáveis agregados pela pasta, co

ção das resistências à compressão simples toadensáveis e concretos autoadensáveis p MENDES (2015), referentes à idade de 28 râmetros de dosagem em valores próximos

Fonte: Própria autora.

de vibrados, nota-se que os valores nte próximos e sujeitos alternância para superiores para os casos de argamassas áveis, os valores se deram mais favoráveis

cretos. Pelos exemplos de concretos e ar cebeu-se um indicativo de que: entre os utoadensáveis o papel de interação entre para os casos de misturas autoadensáve adas. Isto se justifica da seguinte maneira:

e de 7 dias de cura as misturas vibradas argamassas, tendo em vista que estas a menos heterogeneidades, as quais são dos e da interação entre estes e a pasta. P como a aderência entre a pasta e os agreg

estes por uma matriz mais resistente, pod etos comparativamente às argamassas, eis, ressaltando os aspectos benéficos do como apresentado em (MENDES, 2015).

les alcançadas para is produzidos e 28 dias de cura, e

os

s de resistência se a os casos de 7 dias as. Já para os casos eis preferencialmente argamassas vibradas os casos de misturas tre os agregados e a áveis, do que para os

a:

das tipos argamassas tas podem ser mais o relacionadas com a . Para os casos de 28 regados, bem como o odem conferir melhor s, para os casos de do envolvimento dos

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

Do exposto, considera-se que:

Com a utilização das cinzas de casca de arroz em composição de argamassas pode-se proporcionar a confecção de argamassas mais resistentes e duráveis do que para os casos de argamassas vibradas sem adições minerais, mesmo utilizando um consumo menor de cimento mantendo-se próximos os valores da relação água/ligantes totais.

Com a utilização de cinzas de casca de arroz em composição de argamassas autoadensáveis pode-se, aparentemente, contribuir para a aceleração das condições favoráveis de durabilidade pela redução do valor da absorção, mesmo que para os valores ainda mais baixos alcançados para os valores de resistência mecânica em seu desenvolvimento.

As cinzas de casca de arroz, supostamente a partir de reações pozolânicas, contribuem para a formação de uma pasta enriquecida de maneira a favorecer a resistência mecânica e de diminuir os valores da absorção.

Possivelmente pode-se também considerar que a melhor fluidificação e homogeneização da pasta contribuíram para que houvesse menor heterogeneidade, de modo a não induzir concentrações de tensão e fragilidade frente aos esforços de tração, os quais induzem o material a microfissuração que compõe parte dos mecanismos da ruptura dos materiais cimentícios.

Tendo em vista a menor relação agregado miúdo/argamassa para os casos das argamassas autoadensáveis, e considerando o papel desempenhado pelo agregado na maior contrapartida para absorção dos esforços mecânicos, ficou também evidente o indicativo de que as cinzas contribuem para o enriquecimento da pasta com reações cimentantes, assim como contribui pelo melhor confinamento dos agregados e também fortalecer as ligações entre os agregados e a pasta.

Cabe considerar que além dos resultados promissores com relação aos valores alcançados pelas argamassas autoadensáveis com a adição de cinzas envolvendo os valores de resistência mecânica e de absorção d’água merecem ser

observados conforme o fator de eficiência que mesmo para valores levemente inferiores das densidades aparentes alcançadas pelas argamassas autoadensáveis, elas se mostraram mais resistentes, o que fornece um indicativo de maior cimentação interna.

Com relação à variação dos valores de resistência mecânica a tração, avaliada por compressão diametral, aparentemente a natureza da pasta pela adição de cinza contribuiu para um maior enrijecimento, salvo que os valores de resistência axial para as idades mais avançadas tenham apresentados valores que possam estar subestimados.

O papel das cinzas na qualificação da pasta se mostrou coerente em favorecer os concretos a partir do melhor confinamento dos agregados e do fortalecimento das condições de aderência da pasta com os agregados, tendo em vista os exemplos para as idades de 28 dias de cura, apresentando comparativos dos concretos produzidos com materiais similares e parâmetros de composição ligeiramente próximos apresentados em MENDES (2015), e os valores de resistência das argamassas apresentadas neste trabalho.

Para os casos dos materiais vibrados e sem adições minerais, os valores de resistência mecânica se alternaram para 7 dias de cura e aos 28 dias de cura mostraram levemente superior para os casos de argamassas, salvo possíveis dispersões, devido a possíveis melhorias no processo de adensamento feito para as argamassas.

Já para os casos de materiais autoadensáveis, os valores de resistência mecânica para os casos dos concretos se mostraram com a tendência de se apresentarem superiores aos apresentados para os casos de argamassas em decorrência possível das melhores condições de aderência entre os agregados e a pasta, e de se tirar partido dos valores de resistência mecânica do agregado graúdo e da pasta mais resistente do que para os casos dos materiais vibrados.

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CONCLUSÕES

Pelo que se depara neste trabalho pode-se concluir que:

(i) As cinzas de casca de arroz adicionadas às argamassas autoadensáveis

podem contribuir para a melhoria das suas propriedades tecnológicas, através dos possíveis mecanismos pela formação de compostos cimentantes, pela melhor homogeneização da pasta, pela melhor superfície de transição oferecida e no fortalecimento das tensões de aderência.

(ii) As cinzas de casca de arroz podem intervir dando melhores condições de durabilidade com relação ao tempo pela diminuição da absorção d’água. (iii) As cinzas de casca de arroz podem contribuir para a diminuição da

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