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Koroner Arter Kesit Yüzey Alanları nı n Demografik Özellikler İ le İ liş kisi LMCA kesit yüzey alanıile yaşarası nda pozitif korelasyon bulunurken

3. GEREÇ VE YÖNTEM

4.14. Koroner Arter Kesit Yüzey Alanları nı n Demografik Özellikler İ le İ liş kisi LMCA kesit yüzey alanıile yaşarası nda pozitif korelasyon bulunurken

Ao analisar a coleção CEM1, constatamos que a transformação isométrica não faz parte dos conteúdos apresentados nesta coleção do Ensino Médio.

Não há abordagem das transformações isométricas nem estudos das propriedades das figuras ou resolução de problemas, utilizando as isometrias como ferramentas e também não há estudo como objeto matemático.

As idéias que se fundamentam da teoria das transformações manifestam-se de modo esparso pelos assuntos que são estudados tradicionalmente no ensino médio.

Só encontramos um indício dessa abordagem em alguns assuntos que poderiam levar ao estudo das isometrias, deixando a critério do professor uma possível discussão sobre a idéia de simetria que é usada sem uma conceitualização precisa em diversos tópicos da matemática que pode ser pelo fato dos autores das coleções imaginarem que o conceito de simetria, já foi abordado de modo suficiente no Ensino Fundamental.

Além disso, observamos que as orientações didáticas não são evidenciadas nos PCNEM nem mesmo a proposta de organização curricular

em espiral.Talvez, por causa disso, os livros didáticos de modo geral possuam uma característica de “texto escolar”, ao qual o conteúdo e a metodologia, na maioria das vezes, centram-se na definição, nos exemplos, desconsiderando a abordagem interdisciplinar ou contextualizada.

Em particular, verificamos que na coleção CEM1 o trabalho com as transformações isométricas está relacionado apenas a exercícios para análise de gráfico de funções. Essa abordagem pode ser caracterizada como uma situação-problema de primeiro nível de complexidade de Vergnaud, como mostra a Figura 3.27.

Figura 3.27 – Vértice da Parábola - Coleção CEM1 - p. 117-118

No caso da coleção CEM2, não há referência explícita ao estudo das isometrias, mas constatamos que a mesma está presente. Ela é abordada de maneira superficial no volume 1 da coleção na unidade 3 – Relações entre grandezas: Funções; na seção “FLASH MATEMÁTICO”, o qual têm como objetivo estabelecer relações entre matemática, vida cotidiana e outras áreas

do conhecimento, ou, ampliar determinados aspectos de assuntos desenvolvidos teoricamente, ficando a critério do professor abordar ou não esse tópico.

No primeiro “FLASH MATEMÁTICO” da unidade 3, as autoras introduzem a simetria contemplada na arte e definem uma figura plana simétrica para fazer uma conexão da simetria com coordenadas do plano cartesiano.

No segundo “FLASH MATEMÁTICO”, as autoras relacionam simetria e funções. Neste caso, a transformação está sendo vista como uma função, ou seja, uma bijeção do plano no plano, levando o aluno a interpretar a simetria como transformação de pontos no plano.

Embora não explicitada nas descrições do Campo Conceitual de Vergnaud, sugerimos que esta concepção representa uma especificação mais precisa da simetria como membro da classe função, talvez, então, um quinto nível de complexidade.

Pudemos constatar que houve intenção das autoras inserir as isometrias, mesmo que, superficialmente, propiciando diversas formas de pensar e analisar o conteúdo, usando a isometria como uma ferramenta para o desenvolvimento do pensar geométrico.

3.4 Considerações

Por meio da análise dos PCN-EF, constatamos que é sugerida a inserção efetiva das transformações isométricas no currículo, para que o aluno desenvolva gradativamente esses conceitos e aplicações das transformações de forma significante, dinâmica, inovadora e vinculada a outros conteúdos que enriquecem potencialmente a geometria.

Quanto à nossa análise dos Livros Didáticos - EF, identificamos que das duas coleções analisadas só a coleção CEF1 aborda as isometrias, enfatizando-as em todas as séries, de forma significativa.

Isto nos mostra que a coleção está adaptada às propostas dos PCN-EF, no que diz respeito a desenvolver o conteúdo do bloco Espaço e Forma (transformações isométricas); podendo servir de apoio para o desenvolvimento do conceito de congruência de figuras planas e a compreensão de suas propriedades, além de identificar medidas que permanecem invariantes nessas transformações, ficando a cargo do professor a responsabilidade de incluir a isometria em um contexto significativo.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio conforme observamos não explicitam a incorporação das isometrias, mas de acordo com as concepções da matemática do Ensino Médio que se aliam ao Ensino Fundamental, os alunos devem ter se aproximado de vários campos do conhecimento. Agora estão em condições de utilizá-los, ampliá-los e desenvolvê-los de modo mais amplo.

É importante ressaltar que incluir este tema no currículo é um meio de dar continuidade sem ocorrer ruptura do assunto, possibilitando ao aluno desenvolver os conceitos e aplicações das isometrias de forma significante, dinâmica, inovadora e, também, vinculada a outros conteúdos, enriquecendo a aprendizagem e o desenvolvimento do pensar geométrico.

Em nossa análise das coleções do Ensino Médio, constatamos que a coleção CEM1 não enfatiza as isometrias. A simetria é citada para análise de gráfico sem o conceito formal. Já na CEM2 é feita uma abordagem superficial, relacionando simetria e função, na qual a simetria é vista como uma bijeção do plano no plano.

Estudos sobre essa temática constataram que o ensino das transformações isométricas é paradoxal, pois existem bons materiais de apoio, entretanto, muitos professores não conhecem o suficiente, para que possam ensinar aos alunos por meio de situações-problema ou não.

Segundo Pietropaolo (1999, p.16), “os professores são os principais agentes para promover qualquer mudança educativa; que é ele em última instância, que dá vida ao currículo. Se ele não compreender a proposta, se ele não a incorporar ou não estiver convencido dela, a potencialidade da mudança será limitada ou não ocorrerá”.

Consideramos que outras ações sejam necessárias, assim, destacamos a urgência de uma revisão sistemática dos cursos de formação de professores e a implantação de projetos de formação continuada e como contribuição elaboramos um conjunto de situações direcionadas aos alunos do Ensino Médio que será assunto do próximo capítulo.

Benzer Belgeler