• Sonuç bulunamadı

1. POLİMERLER HAKKINDA GENEL BİLGİLER

1.3 Kopolimerizasyon ve Kopolimerizasyon Denklemi

De modo a corroborar a importância da Associação como prestadora de serviços de máquinas e implementos a seus associados, reproduz-se neste tópico, a questão dos valores cobrados por tais serviços, comumente denominado de Valor Hora-Máquina, procurando mostrar como tais valores flutuam de acordo com a variação da liquidez em que a Associação se encontra.

A entrevista concedida pelo presidente da entidade, em 07 de julho de 2003, fornece uma síntese desta questão.

O valor cobrado do associado pelo serviço de hora-máquina era de R$ 20,00 (no final de 1999, início de 2000) e a patrulha estava toda desfalcada, deteriorada, necessitando de manutenção e consertos. Com o recebimento do subsídio (leia-se subvenções64) este valor

pode ser baixado para a metade, ou seja, R$ 10,00. Hoje [julho de 2003] o valor é de R$ 12,00 para o associado e de R$ 35,00 para o particular, que é o que ajuda a viabilizar o valor mais baixo cobrado do associado. A procura de serviços por particulares é até razoável, inclusive por clientes como o FUNDECITRUS65. (D. L. O, julho /

2003)

Mesmo não tendo sito colocado de forma explícita pelo entrevistado, há também uma forma de subsídio ao associado no valor pago pelos não associados.

64 Assunto que será tratado em detalhes nas páginas seguintes.

65 Fundo de Defesa da Citricultura, entidade criada em 1977, inicialmente para combate do cancro cítrico nos pomares paulistas e que ampliou o seu leque de atuação.

AGJ

O início da gestão 2001 / 2002, também coincide – como já mostrado – com o recebimento pela Associação dos Pequenos Agricultores do Projeto Cinturão Verde de Ilha Solteira, das chamadas subvenções, através da Lei no. 074/93, o PRÓ-RURISA.

Desta forma, a entrada de recursos financeiros, praticamente mensais, no caixa da organização e o acompanhamento pelos sócios da evolução destes recursos, através da adoção da leitura em todas as assembléias dos balancetes mensais, mostrando um saldo positivo nas contas da organização, faz com que, na assembléia de 15.07.2001, fosse solicitada pelos associados a redução dos valores da hora-máquina para a utilização dos diversos implementos. Foi definida, nesta ocasião, uma tabela com a seguinte especificação: roçadeira: R$ 15,00; grade rome e tombador: R$ 12,00, demais implementos: R$ 10,00. Ou seja, aparentemente apenas com base no volume de recursos recebidos pela entidade como subvenções e não com embasamento em uma planilha de custos dos serviços, os associados reivindicaram um benefício que seguramente é legítimo mas, não necessariamente embasado em informações racionais, como custos66.

Da mesma maneira, na assembléia seguinte, realizada no dia 05.08.2001, a ata registra que é “comunicado [aos associados] sobre a redução do valor do serviço de debulha de feijão, ficando em R$ 5,00 / saca até 5 sacas e acima desta quantidade para R$ 2,50 / saca.” Observe-se que, desta vez, nem sequer houve uma solicitação para tal redução por parte dos associados e sim, conforme apurado junto à diretoria, ocorreu uma percepção de que tais custos poderiam ser reduzidos de modo a beneficiar os produtores.

Já por ocasião da assembléia final de 2001, quando a diretoria apresentou à assembléia de sócios um balanço comparativo entre a situação da Associação em janeiro do corrente ano, início da gestão desta diretoria e a situação em que a mesma se encontrava após um ano de mandato, foi apresentado também um “balancete sobre cada um dos tratores, revelando que somente o trator 985 – Valmet - apresentou resultado positivo”. A ata não permite saber o que exatamente isto

88 2 + ; + < 7 6 +

6 6 " ; < 2 7 6 ; 1E

A9$

significa, mas deixa indicações de que, diferentemente do que ocorrera em julho de 2001, nesta oportunidade apresenta-se aos sócios um indicativo de custos, elaborado com base na apresentação de receitas e despesas por máquina, o que ainda está longe de se configurar como uma planilha de custos.

Lembrando que a partir de março de 2002, com a chegada da patrulha agrícola, a Associação passou a contar com o caminhão, na assembléia de 09.06.2002, foi decidido sobre a alteração do valor do transporte cobrado para associados e não associados de R$ 0,30 / km para 0,35 / km e de 0,60 / km para 0,70 / km, respectivamente. Também nesta mesma assembléia decidiu-se cobrar, do usuário dos serviços de transporte do caminhão, as tarifas de pedágio quando estas existirem no percurso utilizado para a realização destes serviços de carga ou frete. Ainda sobre os custos de transporte, na assembléia seguinte, realizada em 14.07.2002, deliberou-se pelo aumento do valor do frete do caminhão para uso de terceiros, não informando, contudo os novos valores.

A elaboração de balancetes, a prestação sistemática das contas e as decisões ligadas à alteração de valores dos serviços são alguns sinais da administração efetuada com base em critérios tanto de transparência administrativa como da gestão dos recursos com base em custos reais. São mudanças que não eram práticas comuns nas gestões anteriores, principalmente como ações sistemáticas, mensais. No entanto, não encontram por parte dos associados, a disposição para um acompanhamento freqüente, tanto no sentido de atuarem como parceiros, colaboradores de quem está no exercício da gestão social da entidade, como também na perspectiva de fiscalização, o que é um dever e um direito de qualquer associado.

Sem revelar os motivos ou justificativas – pelo que a ata revela - o presidente comenta, na assembléia de 10.11.2002, sobre o aumento das taxas de serviços de máquinas e de transporte, fazendo parecer que seja uma necessidade que está se colocando para a diretoria e ao mesmo tempo preparando os associados para tal aumento em seus custos.

Posteriormente, em conversa com os dirigentes, foi possível compreender que tal medida teve por objetivo preparar os agricultores quanto aos gastos que