A trajetória, adiante exposta, das instituições da área de C&T qualificadas couo organização social evidencia que uu dos focos principais da busca de consistência de posicionauento quanto ao uodelo OS deve vir do o próprio aparelho do Estado. Este pode ser representado por uua uultiplicidade de foruatos organizacionais que possau realizar os serviços científicos do Estado.
Na relação cou as organizações sociais, a Aduinistração Pública veu uostrando faces distintas e contraditórias a uu só teupo por exeuplo, na prescrição de que as organizações sociais apenas adquirau bens e serviços couuns uediante pregão, opondo o MCT e o Ministério do Planejauento, Orçauento e Gestão.
E, igualuente, ocorreu alterações radicais da atitude de uu uesuo ente do Estado ao longo do teupo. Teupo que pode ser curto, nuua uesua gestão e sob a uesua tutela partidária. Foi uarcante, nesse sentido, a drástica uudança de atitude e couportauento do MCT cou relação às suas cinco OS passando da execração à valorização na gestão 2003-2006, período crítico para a consolidação das OS recéu-criadas, conforue será observado adiante.
Eu ueados da década de 1990, os institutos de pesquisa da esfera federal adotavau personalidades jurídicas distintas, perfazendo uu leque extreuauente variado, a saber:
Órgão da aduinistração direta, caso, entre outros, do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), da estrutura do MCT;
Autarquia, caso do Instituto Nacional de Metrologia, Norualização e Qualidade Industrial (Inuetro), da estrutura do Ministério do Desenvolviuento, Indústria e Couércio Exterior (MDIC);
Fundação de direito público, caso da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), da estrutura do Ministério da Saúde; e
Eupresa pública, caso da Eupresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), da estrutura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abasteciuento.
Diversidade expressiva taubéu se encontra no nível estadual. Há nuuerosos órgãos da aduinistração direta e outros uodelos, tais couo:
Agência, caso da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da estrutura da Secretaria de Agricultura e Abasteciuento do Estado de São Paulo (que apesar da possível flexibilidade prevista para o uodelo, continuau adotando as práticas de autarquia);
Fundação pública, casos da Fundação de Ciência e Tecnologia (CIENTEC), da
estrutura da Secretaria da Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul e da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), da estrutura da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais; e Eupresa pública, caso do Instituto de Tecnologia do Paraná (TECPAR), da estrutura
da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paraná.
Adeuais, várias instituições da área de C&T, quer federais couo estaduais, trabalhau eu articulação estreita cou fundações de apoio44 privadas, couo forua de obter alguua flexibilidade de gestão. Uu caso notável de êxito nessa cooperação é o da Fundação Butantan, criada eu 1989 para dar apoio ao Instituto Butantan, centenário instituto da estrutura da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo45.
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O acórdão do TCU 2731, de 2008, fez recouendações expressas ao Ministério da Educação MEC, acerca das relações das Universidades Federais cou suas fundações de apoio, restringindo a possibilidade da contratação de pessoal para a realização de pesquisas e cursos, assiu couo para as atividades de suporte às universidades. Taubéu restringiu a coupra de equipauentos peruanentes, visto que o patriuônio deveria ser adquirido pela própria universidade (autarquia).
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legais e relativas ao desenvolviuento científico, tecnológico e cultural, beu couo produção de iuunobiológicos e outros produtos e à prestação de serviços à couunidade. A Fundação tornou viável esse desenvolviuento do Instituto Butantan, tendo uu sisteua ágil de aplicação dos recursos,
O uosaico de uodelos organizacionais descrito expressa a probleuática da institucionalização da área de C&T, que se torna ainda uais couplexa se foreu incluídas as universidades. Eu que pese a diversidade, continuava a predouinar a sensação de inadequação dos distintos uodelos institucionais, quer para as necessidades das instituições na realização da sua uissão, quer para o aproveitauento de oportunidades que se afigurau nuu uundo dinâuico.
A busca de alternativas para a institucionalidade federal de pesquisa teu sido uua preocupação antiga do Governo, cou uuitas propostas e poucas realizações.
Assiu, no bojo da preocupação cou a reforua do Estado, eu ueados da década passada, o então titular do MCT, Professor José Israel Vargas havia proposto a reordenação das unidades de pesquisa do MCT e do CNPq eu quatro grandes fundações (VERONESE, 2006). Elas seriau foruadas pela agregação de várias unidades, a saber: (i) Fundação Nacional de Pesquisa Equatorial; (ii) Fundação Nacional de Pesquisa Espacial; (iii) Fundação Nacional de Pesquisa Científica; e (iv) Fundação Nacional de Pesquisa e Desenvolviuento Tecnológico. Essa proposta não prosperou46.
Essa busca teve continuidade cou a assunção do MCT, eu 1999, pelo Professor Luiz Carlos Bresser Pereira. Ele havia liderado a reforua gerencial da aduinistração pública, cujas diretrizes constau do Plano Diretor de Reforua do Aparelho do Estado do Governo Federal,
peruitindo a reutilização dos recursos obtidos cou o forneciuento de iuunobiológicos ao Ministério da Saúde, reinversão eu novas plantas de produção, celebrando contratos e convênios cou entidades públicas ou privadas do País e exterior, financiando principaluente as pesquisas, executando reforuas dos laboratórios e, oferecendo benefícios adicionais aos funcionários do Instituto Butantan.
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/ 0 roduzido).
46
Na aduinistração do Presidente Itauar Franco, o Ministro Vargas havia sido uu dos propositores de uua uedida facilitadora, a Lei No 8.958/94, pela qual as instituições federais de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica passara
criadas cou a finalidade de dar apoio a projetos de pesquisa, ensino e extensão e de desenvolviuento observar que essa Lei apenas foi regulauentada uais de uua década depois, pelo Decreto No 5.563/05 e restringida a utilização do uodelo de fundações de apoio pelo acórdão do TCU 2.731/2008.
na qualidade de Ministro da Aduinistração Federal e Reforua do Estado (MARE). Assiu, era natural que a sua gestão no MCT se preocupasse cou a reorganização institucional desse Ministério, incluindo as unidades de pesquisa, que estavau divididas entre o próprio MCT e o CNPq, agência dotada de personalidade de fundação pública, vinculada ao Ministério.
A peruanência do Professor Bresser Pereira no Ministério foi curta (de uu seuestre apenas). Mas a gestão subsequente uanteve o foco na reorganização do Ministério, na criação de condições uelhores de gestão para os institutos e, principaluente, na qualificação do relacionauento entre os institutos e o MCT, pela pactuação dos resultados a sereu alcançados por essas instituições.
Forau realizados os seguintes uoviuentos:
a) Transferência das unidades de pesquisa do CNPq para o MCT e incorporação das unidades de pesquisa vinculadas à Couissão Nacional de Energia Nuclear, que estavau na Secretaria de Assuntos Estratégicos de onde provinha o novo titular do Ministério, Eubaixador Ronaldo Mota Sardenberg47;
b) Criação da Secretaria de Coordenação das Unidades de Pesquisa (SECUP) no MCT, cou três coordenadorias: (i) de Modernização da Gestão; (ii) de Avaliação e Acoupanhauento; e (iii) de Orçauento;
c) Criação de uua Couissão Peruanente de Acoupanhauento das Unidades de Pesquisa do MCT, cou couponentes da couunidade científica e tecnológica; d) Instituição de couitês de busca para a escolha dos novos dirigentes dos institutos,
eu substituição ao procediuento tradicional de decisão da autoridade superior cou base eu lista tríplice foruada por eleições realizadas no próprio instituto e à sisteuática alternativa de concurso público forual, iupleuentada durante a gestão do Professor Bresser Pereira48;
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A absorção das unidades de pesquisa do CNPq pelo MCT já havia sido proposta anos antes pelo então Presidente daquela instituição.
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É interessante o relato do então Secretário da SECUP, Prof. João Evangelista Steiner, de que a sugestão da instituição dos couitês de busca veio da couunidade científica, por interuédio de correspondência da então Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Professora Glaci Zancan.
1
e) Avaliação1institucional1de1todas1as1unidades1de1pesquisa1do1MCT,1em12000-2001,1
Políti
conhecido1 como1 Relatório1 Tundisi49,1 devido1 ao1 Presidente1 da1 Comissão1 de1 Avaliação,1Professor1José1Galizia1Tundisi,1ex-Presidente1do1CNPq;1
f) Celebração1 de1 Termo1 de1 Compromisso1 de1 Gestão1 (TCG)1 com1 todos1 os1 institutos1 do1 MCT1 da1 administração1 direta,1 pactuando1 metas1 e1 indicadores,1 buscando1 dar1 maior1visibilidade1e1transparência1na1gestão;1e1
g) Absorção1 das1 atividades1 de1 algumas1 unidades1 selecionadas1 do1 MCT1 por1 organizações1 sociais,1 gerando1 as1 cinco1 OS1 identificadas.1 Uma1 outra1 unidade,1 o1 Laboratório1Nacional1de1 Astrofísica,1estava1em1processo1de1absorção1por1OS,1que1 não1foi1concluído1pela1assunção1da1nova1Administração1Federal.1
1
A1comunidade1científica1aceitou1o1modelo,1especialmente1alguns1atores-chave1da1comunidade1 científica1 que1 tinham1 muita1 credibilidade,1 como1 o1 Cylon1 Gonçalves,1 do1 Laboratório1 Síncrotron1(que1também1ajudou1a1discuti-lo,1quando1o1modelo1estava1sendo1concebido1para1a1 área1de1C1&1T),1e1Jacob1Palis,1do1Instituto1de1Matemática1Pura1e1Aplicada1 1IMPA.1
1
Segundo1 Humberto1 Martins,1 a1 partir1 da1 entrevista1 realizada,1 esses1 eram1 atores1 muito1 importantes1do1meio1acadêmico-científico1e1que1também1dirigiam1instituições1e/ou1projetos1de1 pesquisa1e1de1desenvolvimento1científico1e1tecnológico1e1estavam1lidando1com1as1dificuldades1 de1 gerir1 suas1 atividades1 no1 dia-a-dia.1 Por1 que1 eles1 utilizaram1 o1 modelo1 OS?1 Porque1 eles1 tinham1a1dificuldade1de1gestão1e,1sobretudo1porque1eles1sabiam1que1os1modelos1institucionais1 que1estavam1operando1não1davam1conta1de1realizar1seus1respectivos1projetos1adequadamente.1 1
Como1 eles1 são1 mais1 do1 que1 cientistas,1 são1 dirigentes1 de1 instituições1 de1 pesquisa1 e1 empreendedores1 da1 Ciência1 e1 da1 Tecnologia,1 eles,1 em1 seus1 respectivos1 campos,1 tiveram1 a1 visão1 de1 que1 era1 necessário1 um1 novo1 modelo1 institucional,1 pois1 era1 preciso1 quebrar1 esse1 paradigma,1 aí1 incorporaram1 a1 idéia1 e,1 enfim,1 empenharam1 os1 seus1 nomes1 junto1 com1 esses1 modelos.1 Daí,1 a1 preparação1 pôde1 ser1 feita,1 avançou,1 mas1 foram1 muitos1 e1 muitos1 meses1 de1 preparo,1de1reunião,1de1desenvolvimento,1de1sensibilização,1de1discussão1de1estatuto1para1criar1
1 1 1
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1
1 entidade50,1 de1 definição1 de1 quem1 cria,1 de1 aparar1 arestas,1 de1 convencer1 pessoas1 de1 cada1 instituição,1de1elaborar1contrato1de1gestão1e1de1modelar1indicadores.1
1
Segundo1Humberto1Martins,1a1iniciativa1de1três1projetos1do1MCT1e1CNPq1foi1importante1para1 o1início1do1modelo1na1área:1
1
Do1 ponto1 de1 vista1 do1 fato 1 foi1 a1 percepção1 do1 Simon1 e1 do1 Jacob,1 e1 de1 um1 terceiro1grande1empreendedor,1que1foi1Marcio Aires, que1foi1um1cara1também1 que1 se1juntou1 a1 eles1 muito1 cedo.1Foi1 muito1 mais1a1percepção1desses1 caras1 de1 que1o1sonho1deles,1o1projeto1deles,1a1visão1deles,1não1se1realizaria1a1partir1das1 suas1instituições1se1eles1não1tivessem1o1modelo1que1permitisse1dar1esse1salto,1 que1permitisse1que1a1instituição1ficasse1mais1solta1para1cair1no1mundo.1Como1o1 iria1receber1dinheiro1de1uma1fundação1americana,1 do1jardim1zoológico1do1Bronx?1Como1é1que1ia1fazer1o1Jacob1Pallis,1que1é1um1 cara1que1estala1o1dedo1e1tem1dinheiro1do1CNRS1da1França1para1fazer1pesquisa?1 Como1facilitar1a1formação1dessas1redes1de1pesquisa?1Uma1instituição1OS1teria1 muito1mais1condições1de1fazer1isso1do1que1um1instituto1de1pesquisa1num1estilo1 clássico1do1grande1C&T.1 1 O1Ministério1da1Ciência1e1Tecnologia1estava1favorável1às1ideias1do1Ministro1Bresser1e1depois,1 mesmo1com1outro1Ministro,1Ronaldo1Sardenberg,1os1mesmos1atores1já1tinham1dado1um1ganho1 de1 credibilidade1 ao1 processo,1 do1 ponto1 de1 vista1 técnico.1 O1 projeto1 estava1 avançando1 porque1 tinha1 uma1 equipe1 técnica,1 dentro1 do1 Ministério,1 que1 conseguia1 minimamente1 fazer1 o1 acompanhamento1 do1 contrato1 de1 gestão,1 que1 é1 a1 equipe1 da1 Cristina1 Perez,1 além1 dos1 consultores1que1davam1o1suporte1metodológico1para1a1implantação1e1acompanhamento.1 1
Segundo1 Humberto1 Martins,1 por1 outro1 lado,1 o1 Ministério1 do1 Planejamento,1 na1 gestão1 da1 Ceres51à1 frente1 da1 Secretaria1 de1 Gestão, tinha1 um1 desinteresse1 muito1 grande1 com1 as1
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1No1modelo1federal1as1entidades1foram1criadas1a1partir1de1associação1de1servidores1de1cada1projeto1ou1 entidade1 estatal1 extinta.1 Nos1 modelos1 que1 vieram1 posteriormente1 nos1 estados1 e1 municípios,1 já1 se1 utilizavam1entidades1existentes1e1que1passavam1a1se1qualificar1como1OS.
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1 Ceres1 Prates,1 então1 Secretária1 de1 Gestão1 do1 Ministério1 do1 Planejamento,1 Orçamento1 e1 Gestão.
organizações sociais, porque havia tido uma guinada na política de gestão pública de um modo geral e davam pouquíssima importância para esses modelos institucionais. O projeto foi deixado de lado, mas não foi enterrado. O Ministério do Planejamento se preocupou em fazer um projeto de lei para alterar o projeto de lei de OS, mas isso não foi adiante porque a gestora começou a ficar desgastada dentro do Ministério e acabou saindo. Depois a Evelyn Levy, ao assumir a Secretaria de Gestão do Ministério sucedendo Ceres Prates tentou recuperar isso.
A mudança de condução do Governo Federal afetou não apenas a conclusão do processo nas unidades do MCT, como colocou o próprio modelo em questão. O primeiro titular do MCT na gestão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Professor Roberto Amaral, assim como sua equipe, tinham uma atitude francamente negativa com relação às OS. Eles percebiam esse
Estado e no público a origem de todos os males e a virtude como uma exclusividade do ivo do modelo, cuja eficácia, preconizada pelos seus antecessores, não se sustentaria, segundo os números levantados.
A intensidade desse sentimento é ilustrada por artigo52 publicado na Folha de São Paulo em 22.04.2001, pelo então Secretário Executivo do MCT, Professor Wanderley de Souza.
51 , do !. ) !. $ 54 , nos não gosta de servidor público, e muito menos -
indiferente à imensa contribuição dos professores e pesquisadores dos institutos e das
52
Disponível em <http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=9252>. 51
Disponível em <http://www.agr.feis.unesp.br/fsp04042001a.htm>. 54
Ao identificar essa condição, que não havia sido utilizada pelo Professor Leite em sua identificação no artigo original, o Professor Souza procura mostrar que a crítica atendia a interesses paroquiais de sua OS.
universidades públicas. O interessante é que, para o sr. Leite, $ &
- !. + ) . 1
!" . Então, pode receber salário acima do que
ganha o presidente da Re 55 (destaques em itálico
introduzido).
O advento de novo titular do MCT, Eduardo Campos, em princípio de 2004, iniciou uma reversão da atitude negativa do órgão supervisor. O ocupante seguinte, Professor Sergio Machado Rezende, consolidou um comportamento favorável do MCT ao modelo OS.
Cabe observar, contudo, a redução do status da SECUP já na gestão do Ministro Campos, que se tornou a Subsecretaria de Coordenação das Unidades de Pesquisa do MCT (SCUP) e que continua assim até o presente. Ela é composta por duas coordenadorias: (i) Coordenação- Geral das Unidades de Pesquisa; e (ii) Coordenação-Geral de Supervisão e Acompanhamento das Organizações Sociais (CGOS). Esta tem por finalidade negociar, pactuar, supervisionar e avaliar o desempenho das organizações sociais e congêneres, conforme metas e indicadores estabelecidos nos Contratos de Gestão ou instrumentos similares.