3. Faaliyetlere İlişkin Bilgi ve Değerlendirmeler
3.2. Performans Bilgileri
3.2.4. Katılım Sağlanan Toplantı, Fuar, Seminer, Konferans vb. Faaliyetler
Já foi mencionado no tópico anterior, as 4 decisões estruturais escolhidas, que dão apoio para a determinação das estratégias de produção são: (1) instalação, (2) capacidade, (3) tecnologia, e (4) integração vertical. No entanto, vale a pena salientar que as decisões tomadas em relação a cada uma das categorias, ou seja, são passíveis de mudança, pois estão ligadas ao mercado e ao desejo dos clientes. Portanto, elas devem ser consistentes e bem definidas, pois toda a função produção da empresa irá se moldar a estas decisões. Além disso, as decisões estruturais são interdependentes: decisões em determinadas categorias têm reflexo direto em outras categorias.
2.4.2.1.1 Instalações industriais
O planejamento das instalações industriais diz respeito à localização geográfica da indústria, ao seu tamanho, ao seu mix de produtos, aos seus processos produtivos, ao seu volume de produção e ao grau de especialização/focalização de seus recursos produtivos (PIRES, 1994).
Para Moreira (2001) as decisões sobre localização de instalação são estratégicas e fazem parte integral do processo de planejamento. Neste ponto, localizar significa determinar o local onde será a base de operações, onde serão fabricados os produtos ou serviços e onde se fará a administração do
empreendimento. As decisões sobre localização aplicam-se tanto a novos empreendimentos como para empresas já estejam em atividades. Os fatores determinantes nas decisões de localização envolvem a localização dos recursos, tais como: matérias-primas, água, energia, proximidade de mercado, trafego, localização dos competidores e mão-de-obra. Salienta-se que a importância desses fatores depende do problema específico para cada companhia.
Moreira (2001) ainda faz uma importante observação quanto ao tamanho da unidade produtiva, a qual diz que a construção de uma unidade maior envolve menos custos do que a construção de unidades menores. Além disso, unidades menores apresentam, até certo ponto, o que se chama de economia de escala, uma vez que o custo total da unidade tenderá a diminuir a medida que aumenta o tamanho da instalação e capacidade produtiva. Entretanto, unidades maiores podem tornar-se não focalizadas, envolvendo muitas operações, tarefas, produtos ou serviços. Existem ainda, alguns métodos que orientam a escolha final das várias alternativas de localização, dentre eles destacam-se: a análise dimensional, o método da mediana e comparação dos custos fixos e variáveis.
Porter (1996) afirma que a concentração de indústrias afins numa região acaba criando uma competitividade altamente positiva. Além disso, algumas vantagens competitivas podem ser obtidas por meio de atividades articuladas produzidas pela formação de aglomeração regional. Estas vantagens competitivas são sintetizadas na expressão “economias de aglomerações”. A redução em custos de transportes, tanto de matéria-prima (empresa fornecedora) como de produto acabado ao mercado consumidor, como também o aparecimento de fornecedores de matérias-primas e máquinas e ainda, de uma classe de trabalhadores assalariados com qualificações e habilidades específicas, são exemplos de vantagens que não seriam alcançadas por meio de atuação isolada de cada empresa.
2.4.2.1.2 Capacidade
A capacidade refere-se à quantidade máxima de produtos e serviços que podem ser produzidos numa unidade produtiva, num dado intervalo de tempo. Alguns fatores que influenciam a capacidade são: instalações, composição dos produtos e serviços, projeto do processo, fatores humanos, fatores operacionais e
fatores externos. Esses fatores representam um caráter estratégico, pois influenciam diretamente no planejamento das instalações produtivas e, consequentemente no planejamento das necessidades de mão-de-obra e equipamento. Desta forma, uma modificação drástica na capacidade poderá incorrer em novos custos (MOREIRA, 2001).
A composição do produto está relacionada à sua diversidade. Produtos uniformes (relativamente padronizados) dão oportunidade para padronização de métodos e materiais, o que resulta em reduzir o tempo de operação e aumentar a capacidade. Os fatores humanos são representados pelo capital humano da organização, ou seja, o corpo dos funcionários. A capacidade produtiva pode aumentar conforme a habilidade e experiência dos funcionários, para tanto são necessários programas contínuos de treinamentos, sistemas de avaliação e desempenho e, ainda, motivação do pessoal (SILVA 2003).
Os fatores operacionais são aqueles ligados ao trabalho rotineiro. A qualidade de insumos ou produto acabado, a inspeção de qualidade e a adequação de programas de manutenção de máquinas são exemplos que podem ser organizados de forma a conduzir maiores ou menores capacidades de produção. Alguns fatores externos podem afetar a capacidade de produção, tais como: o padrão de produto exigido pelo cliente ou exigências de legislação com o meio ambiente (SILVA, 2003). Em suma, esses fatores são importantes na tomada de decisões estratégicas de manufaturas, principalmente quando se deseja expandir ou diminuir a capacidade produtiva.
2.4.2.1.3 Tecnologia
As decisões relativas à tecnologia são compostas pela escolha do tipo e do nível de automação adotado na tecnologia de processo, de movimentação de materiais e dos sistemas de informação. De acordo com a estratégia competitiva adotada pela organização e a prioridade competitiva considerada na função manufatura, serão definidos o tipo e nível de automação adequado para o desempenho satisfatório da produção (PIRES, 1994). A automação nos últimos anos assumiu novas formas. Esta permite que novos padrões de qualidade sejam incorporados aos produtos, ao mesmo tempo em que torna extremamente flexível a
produção, no sentido de possibilitar grandes variações nos produtos sem perda da produtividade (MOREIRA, 2001).
A automação é uma tecnologia que diz respeito à aplicação de sistemas mecânicos, eletrônicos e computadorizados para operar e controlar a produção (MOREIRA, 2001). Esta tecnologia inclui:
• Máquinas-ferramentas automáticas para processar peças; • Máquinas automáticas para montagem;
• Robôs industriais;
• Sistemas automáticos de manuseio e estocagem de materiais; • Sistemas automáticos para inspeção e controle de qualidade; • Controle e feedback do processo por computador;
• Sistemas computadorizados para planejamento, coleta de dados e tomada de decisões para apoiar atividades de produção.
Em suma, a tecnologia da produção diz respeito às tomadas de decisões ligadas ao desempenho tecnológico de processo, desde a definição do processo produtivo, máquinas, dispositivos de produção e segurança, até questões relativas à movimentação e armazenagem de materiais, à tecnologia de informação e comunicação (BARROS NETO, 1999);
2.4.2.1.4 Integração vertical
A integração vertical diz respeito ao número e nível de funções em uma empresa. Alguns estágios ou funções de manufatura diminuíram nos últimos anos por um processo chamado terceirização.
A terceirização implica atribuir a outras empresas, especializadas, as responsabilidades pela execução de determinada atividade ou de um conjunto de atividades. A terceirização é uma parceria baseada nos conceitos de outsourcing, o qual se refere a fornecedores que desenvolvem e melhoram continuadamente a sua competência e infraestrutura para atender parte da fabricação de seu cliente (MARINHO e AMATO NETO, 2001).
As decisões relativas à integração vertical têm um forte impacto sobre a organização. Se a empresa fizer uma boa integração poderá reduzir seus custos de produção, em função da redução dos custos de transação e de transporte; melhorar a qualidade de seus produtos através da utilização de matérias-primas de boa qualidade; garantir a entrega de produtos acabados no prazo; ou entregar produtos de acordo com a necessidade dos clientes devido ao melhor conhecimento dos mesmos (BARROS NETO, 1999).
Contudo, decisões referentes ao nível de integração vertical de uma empresa envolvem fatores de qualificação e confiabilidade dos fornecedores e, ainda, o nível de tecnologia de processo (PIRES, 1994).