4. BULANIK MANTIK ESASLI KATILIM DENETİMİ
4.2 Bulanık Mantık Yaklaşımı İle Otoyol Katılım Denetimi Modeli
4.2.4 Katılım kolu için kırmızı sinyal süresi kararı
Seja a população do país no ano t, e seu Produto Interno Bruto, no
mesmo ano. Então seu produto per capita, no ano t é dado pela razão:
(t) Li Pi PIBi(t) (t) i (t) L (t) PIB (t) i i i = (US$ / Habitante) (3.1)
Tomando o logaritmo natural de ambos os membros desta expressão e derivando ambos os
membros com relação ao tempo, teremos a seguinte relação entre as taxas anuais de
. i i i . i . i i L L PIB PIB − = (% / Ano) (3.2)
Nessa expressão, os pontos sobre os símbolos nos numeradores significam derivadas
temporais. Essa equação nos permite descrever os elementos básicos do objetivo de
desenvolvimento de um país. Por exemplo, se o planejador central, após análises sobre as
necessidades de seu país, fixa como alvo de longo prazo, elevar a renda per capita de forma
constante e igual a 4 % ao ano, (valor que corresponde ao primeiro membro na equação
acima), e ele espera que a população cresça a uma taxa constante de 3% ao ano, (segundo
termo no segundo membro da equação), então ele deve tomar decisões de política
econômica que elevem o PIB a uma taxa de 7% ao ano, (primeiro termo do segundo
membro da equação) (CHOUWDHURY; KIRKPATRICK, 1994).
No modelo presente assumiremos que cada governo fixa, em cada momento de
decisão k, um alvo de desenvolvimento para seu país, em termos de uma taxa de
crescimento econômico per capita, (primeiro membro da Eq. 3.2), que denotaremos por i
P
(k)
i
δ , desde o momento de decisão k até o momento k+HP(k), o que implica que ele deve atingir uma taxa de crescimento do PIB, que denotaremos por , para o mesmo
período, (correspondente ao primeiro termo do segundo membro daquela equação).
(k) yi
A meta de crescimento fixada pelo governo depende de inúmeros fatores que não
consideraremos aqui, mas um elemento importante na fixação do objetivo de crescimento
envolve hipóteses sobre o crescimento populacional e isso pressupõe a adoção de um
modelo demográfico. Além disso, depois de fixado o alvo, para que um plano de
lhe guiar sobre quais variáveis deverá agir e como o fará, a fim alcançar a sua meta.
Existem vários modelos macroeconômicos que os agentes podem usar como ferramenta
para ajudá-los a analisar e escolher políticas econômicas, entretanto não adotaremos
nenhum deles, pois não será necessário, para nossos propósitos, explicitarmos as variáveis
macroeconômicas de controle (Para detalhes ver Capítulo 1) (PETIT, 1990). Será suficiente
assumir que a parte econômica do modelo E baseia-se em duas hipóteses sobre a
economia em face das mudanças climáticas, que o agente formula a cada momento de
decisão k: uma hipótese sobre o crescimento populacional e uma hipótese sobre a eficácia
de sua política econômica. As hipóteses são as seguintes:
(k) Mi
Hipótese H1: A população cresce a uma taxa exógena constante igual a (%
/ Ano), (correspondente ao segundo temo na Equação 3.2), e essa taxa independe do
aquecimento global. Isto significa que o aquecimento global não tem o potencial de
produzir um número significativo de mortes, nem de diminuir significativamente a taxa de
natalidade de uma população. Dependendo da intensidade das mudanças climáticas esta
hipótese pode ser falsa, pois existem inúmeros estudos que comprovam que o aumento da
temperatura acelera o crescimento e propagação de vetores de doenças contagiosas
aumentando a incidência destas doenças e a taxa de morbidez com a possibilidade de virem
a ocorrer epidemias em certas regiões. Existem, além disso, casos de ondas de calor que
vêm produzindo milhares de mortes na Europa. Além disso, vários impactos devido a
eventos climáticos extremos, como furacões e tempestades, podem sem dúvida produzir
muitas mortes. Mesmo com esta limitação, adotaremos esta hipótese para focalizar a análise
unicamente sobre a taxa de crescimento do PIB e sua relação com as emissões de GEE e as
perdas na produção devidas às mudanças do clima. Muitos modelos clima-economia, como
(k) Li
o DICE e o RICE também adotam implicitamente esta hipótese, pois as taxas exógenas de
crescimento populacional não mudam devido ao aquecimento global. Nestes modelos, o
que muda com a elevação da temperatura é a produção final, expressa na função Cobb-
Douglas (Ver Capítulo 1), (NORDHAUS, BOYER, 1999).
Hipótese H2: Se não houvesse o aquecimento global, a taxa de crescimento pré- fixada, , seria alcançada com sucesso. Isto significa supor que nunca ocorre
nenhuma resistência por parte dos agentes econômicos, nem há qualquer tipo de surpresa
aleatória que acarrete uma menor eficácia da política econômica. A única fonte possível de
impedimento para que a taxa de crescimento seja alcançada são as mudanças climáticas.
Esta hipótese também está presente implicitamente nos modelos econômico climáticos tais
como os da família DICE/ RICE e também não pode ser considerada rigorosamente
verdadeira. Ao contrário, uma das principais preocupações dos governos é sobre a eficácia
de suas políticas de abatimento, através, por exemplo, de taxações sobre emissões, e mesmo
de incentivos econômicos para mudança de tecnologias. Por isso, tem-se procurado aplicar
instrumentos econômicos, que usam os mecanismos de mercado, para o controle de
emissões, tais como os créditos de carbono, visando a aumentar as chances de sucesso nas
políticas de abatimento. Pela mesma razão alegada para adotarmos a hipótese H1
adotaremos a presente hipótese, embora problemática.
(k) yi
Adotadas estas hipóteses, o problema das mudanças climáticas pode agora ser
formulado em termos do impacto que a elevação da temperatura global produzirá na taxa de
crescimento econômico . Esse impacto inclui os custos para evitar os danos
climáticos somados aos danos climáticos resultantes, com ou sem mitigação. À soma destes
dois fatores denominaremos de Perda Social Total ou agregada (Figura 3.2).
(k) yi
Cada governo analisará, dentre um conjunto de opções de abatimento global, que
inclui as suas próprias opções domésticas, (Ver Capítulo 2), aquela que minimize a Perda
Social de seu país, ou de forma equivalente, maximize o Bem Estar de seus cidadãos. A
seguir descreveremos os modelos do governo sobre as emissões, os danos climáticos e os
custos de abatimento (Figura 3.2). No Capítulo 5, por meio do modelo abaixo,
desenvolveremos uma interpretação simples do conceito de “interferência antropogênica
perigosa” como expressa no Artigo 2 da Convenção Quadro de Mudança de Clima das
Nações Unidas. A seguir desenvolvemos a parte das emissões do modelo EMi(k).
(k) Mi E (k) yi (k) Li ta: εi ) Tem po P IB (k) Mi E (B)
Momento k Momento k+1 Momento k+2 Momento k+p
(A) Modelo Cenários de Perdas Sociais Projeções do PIB Meta de Crescimento per capi (k Hipótese de Crescimento Populacional: Meta de Crescimento do PIB:
Figura 3.2: (A): Ciclo de Operação do Modelo Econômico . Em cada momento k, o agente
formula uma hipótese sobre a taxa de crescimento exógena da população, e fixa uma meta exógena da renda
per capita, o que o leva a buscar uma taxa de crescimento do PIB. A partir de análises dos cenários das
perdas sociais, o agente projeta cenários de crescimento econômico e avalia qual é a melhor política de abatimento. (B) Seqüência de Projeções do PIB usando o Ciclo de Operações da figura (A).