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KARNOZİNİN BİYOLOJİK ROLLERİ

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Araştırma Yazısı 2020; 168-

KARNOZİNİN BİYOLOJİK ROLLERİ

Uma vez compreendida a importância do processo de internacionalização das IES, torna-se então de fundamental importância que haja uma atitude favorável ao seu desdobramento e à sua execução.

De acordo com Beed e Shooshtari (1998) aprender a trabalhar em uma economia global não é mais um luxo, mas uma necessidade. Nota-se que as instituições educacionais começaram a responder a estas pressões por meio de diferentes estratégias, e esta preocupação tem permanecido no topo da lista de prioridade. Uma das estratégias inclui as pressões para a internacionalização da educação (MCCABE, 2001; ALTBACH, TEICHLER, 2001).

Stalivieri (2004) entende que a ausência de uma estratégia, tanto em nível institucional como governamental, pode ser fator de retardamento na obtenção de inúmeros resultados de desenvolvimento e projeção institucional no panorama internacional.

Por estratégias entendem-se as iniciativas organizacionais e programáticas adotadas no nível institucional, ou seja, uma abordagem planejada e integrada às mudanças que decorrem do crescimento no aspecto comercial da internacionalização.

Para definição de estratégias, cada IES procura observar o princípio de sua autonomia, definindo individualmente as suas necessidades de acordo com objetivos consensuais ao plano da instituição.

Normalmente, as estratégias são definidas nos planos superiores, conselhos diretores, reitorias, enfim, do corpo diretivo das instituições, podendo ser centralizadas ou ainda contar a participação de outras instâncias institucionais ou unidades acadêmicas, como dos escritórios de assuntos internacionais constituídos em várias IES.

As estratégias organizacionais e programáticas são consideradas por Knight (2004) como um suporte necessário para o processo de internacionalização. Portanto, a ausência destas estratégias, ou pelo menos a ausência de parte delas poderia caracterizar-se como uma

forma de obstáculo ao pro Assim para facilitar a vi organizacionais e program descritas nos quadros 2 e 3.

Quadro 2 – Estratégias Organizac Fonte: Autora, com base em Knig

Governan

* compromisso expres * envolvimento ativo do co * razões e objetivos para inte

articulado * reconhecimento da dimen missão, planejamento e doc

Serviço

* apoio de unidades de ser acomodação para estudan

tecnologia de inf * envolvimento de unidades biblioteca, ensino e aprendiz do currículo, treinamento do * serviços de apoio estuda recebidos e enviados: progr conselheiros, treinamento cro sobre vist

rocesso de internacionalização das instituiçõe visualização e comparação entre elas, as amáticas e o suporte necessário para inter 3.

zacionais night (2004)

ança:

resso por líderes; corpo de funcionários; nternacionalização bem dos; ensão internacional na ocumentos de política. Operaç * integradas ao planejamen de revisão de qualidade e departam * estruturas organizaciona

formais e informais para coorden * equilíbrio entre prom descentralizada e gestão d * apoio financeiro adequad

de recu

ços

erviços da instituição: dantes, fund raising, informação;

es de apoio acadêmico: izado, desenvolvimento o corpo de funcionários; dantil para estudantes

gramas de orientação, ross-cultural, conselhos istos. Recursos H * processos de seleção reconheçam a experiê * políticas de recompensa e contribuições dos profe * atividades de desenvolv professores e f * aoio para trabalhos intern

licenças para fins de e

Estratégias Organizacionais

ões de ensino superior. s principais estratégias ternacionalização estão

rações:

ento, orçamento e sistemas e em nível institucional e

amental;

nais apropriadas: sistemas a comunicação, ligação e enação;

omoção centralizada e o da internacionalização; ado e sistemas de alocação

cursos

s Humanos

ão e recrutamento que riência internacional; a e promoção para reforçar fessores e funcionários; lvimento profissional dos e funcionários;

ernacionais e concessão de estudo (sabbaticals).

Quadro 3 – Estratégias Organizac Fonte: Autora, com base em Knig

Diante do apresenta organizacionais serão escol de cada instituição. Em co quadro 4) mostra os princip

Programas Aca * intercâmbio de e * estudo de idiomas *dimensão internacion * estudos tem * trabalho/ estudo n * processo de ensino- * programas de dup * treinamento inte * mobilidade professore * professores e palestra

Relações Exteriores (domés Plano Domé * parcerias comunity-bas organizações não-governamen público-priv * serviço comunitário e pr intercultur Cross-bord * projetos de assistência pa internacion * entrega cross-border de pro (comerciais e não-c * vínculos, parcerias inter * treinamento contract-bas pesquisa e ser * programas alumi

zacionais night (2004)

tado, é possível perceber que diferentes estrat colhidas de acordo com razões e abordagens d complementaridade à esse fato, o relatório I

ipais elementos de políticas e estratégias de int cadêmicos e estudantes; as estrangeiros; onal do currículo; máticos; o no exterior; -aprendizagem; uplo diploma; ntercultural; ores/ funcionários; trantes visitantes. Atividades Relacion * área e centro * projetos de pesq * conferências e seminá * artigos e trabalh * acordos internacio * programas de intercâ éstico e cross-border) éstico

ased com grupos de entais ou grupos do setor rivado; projetos de trabalho tural rder para desenvolvimento ional; rogramas educacionais comerciais); ternacionais e redes; ased e programas de serviços; mini-abroad. Atividades Extr * clubes e associaçõ * eventos internacionais/in

* ligação entre grupos é comunid * programa e grupos Estratégias Programáticas ratégias programáticas e da internacionalização IAU 2006, (conforme internacionalização. ionadas à Pesquisa ros temáticos; squisa conjunta; inários internacionais; lhos publicados; ionais de pesquisa; câmbio para pesquisa.

tracurriculares ções de estudantes; s/interculturais (campus); s étnicos e culturais da nidade; os de peer support.

Elemento de Política/Estratégia de Internacionalização Posição

Redes/acordos internacionais entre instituições 1

Oportunidades de mobilidade internacionais para estudantes 2

Colaboração em pesquisas internacionais 3

Oportunidade de mobilidade internacional para docentes ou equipe de apoio das IES

4

Professores e pesquisadores internacionais visitantes 5

Melhora da dimensão internacional e intercultural do currículo 6 Áreas de estudo, idiomas estrangeiros, cursos com ênfase em internacionalização. 7

Desenvolvimento de projetos internacionais 8

Recrutamento de estudantes estrangeiros pagantes 9

Duplos diplomas 10

Recrutamento de pesquisadores internacionais 11

Atividades extra-curriculares internacionais e inter-culturais 12

Recrutamento de estudantes estrangeiros não-pagantes 13

Contato com comunidades baseados em grupos culturais internacionais 14

Educação a distancia 15

Ampliação de programas internacionais extra-campus 16

Estabelecimento de novos campus em paises estrangeiros 17

Quadro 4 - Principais elementos de políticas e estratégias de internacionalização

Fonte: IAU 2006.

Finalizando esse tópico, a análise bibliográfica demonstra que as IES que já desenvolvem o processo de internacionalização devem reforçá-lo e as que ainda não o têm, devem acelerar para que o busquem, pois a ausência de estratégia seja em qualquer nível (governamental, institucional) ou em qualquer âmbito (organizacionais ou programáticas), pode ser fator de retardamento da obtenção de inúmeros resultados de desenvolvimento e projeção institucional no panorama internacional (STALIVIERI, 2004).

No próximo tópico são abordados os principais modelos de internacionalização presentes na literatura.

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