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GÜNÜBİRLİK LAPAROSKOPİK KOLESİSTEKTOMİ VE BAKIM

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Araştırma Yazısı 2020; 168-

GÜNÜBİRLİK LAPAROSKOPİK KOLESİSTEKTOMİ VE BAKIM

Diferentemente das discussões sobre os conceitos de internacionalização, as noções de abordagens são introduzidas para descrever e avaliar a maneira como a internacionalização está sendo implementada por países e instituições.

Miura (2006), esclarece que a abordagem reflete os valores, prioridades e ações que são adotadas durante o processo de promoção e implementação da internacionalização.

Knight (2004), acredita que não exista a abordagem correta. Segundo a autora, abordagens não são fixas nem excludentes, ou seja, podem ser mutáveis dependendo dos diferentes estágios de desenvolvimento e, muitas vezes várias abordagens podem estar sendo utilizadas simultaneamente por instituições ou países (MIURA, 2006, p. 34).

De Witt e Knight, apresentaram quatro abordagens em 1997 que têm sido utilizadas por diversos autores (QIANG, 2003; CALLAN, 2000) com pouca ou nenhuma variação na sua tipologia e que são descritas na seqüência:

i) abordagem baseada em atividades (activity approach): concebe a dimensão internacional em termos de atividades ou programas específicos, tais como: reformulação curricular, intercâmbios de estudantes e professores, assistência técnica e recepção de estudantes internacionais. Lembrando que a Activity approach foi utilizada como sinônimo de educação internacional nos anos 70 e 80. ii) abordagem baseada em competências (competency approach): compreende o

desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores nos estudantes, professores e pessoal administrativo, tornando-os mais conscientes das diferenças culturais e

preparando-os à exposição internacional. A questão principal desta abordagem é como a geração e transferência de conhecimento podem auxiliar a desenvolver tais competências no público envolvido com a educação superior. Neste sentido, o desenvolvimento de programas e currículos internacionais não é uma mudança sem objetivos claros, mas um meio através do qual desenvolvem-se as competências para o mercado de trabalho internacional.

iii) abordagem cultural (ethos approach): relaciona-se com as teorias de Desenvolvimento Organizacional que discutem a criação de uma cultura (valores, normas, crenças) ou clima organizacional para apoiar a implementação de um determinado quadro de princípios e objetivos (SCHEIN, 1987). Esta abordagem enfatiza o caráter imprescindível da criação de uma cultura organizacional que valorize as perspectivas e iniciativas internacionais e interculturais (Bartell, 2003). iv) abordagem de processo ou estratégica (process approach): focaliza a

sustentabilidade da dimensão internacional. A ênfase recai tanto nos aspectos organizacionais quanto nas políticas e procedimentos relacionados à integração da dimensão internacional/intercultural no ensino, pesquisa e serviços prestados pela instituição. Portanto, incorpora vários elementos das abordagens anteriores, centrando-se no desenvolvimento de uma estratégia integrada que incorpore atividades e resultados.

Complementando as abordagens tradicionais descritas anteriormente de acordo com a reformulação que realiza no conceito de internacionalização, Knight (2004) assume diferentes políticas em diferentes níveis (nacional, setorial e institucional), para atender aos desafios impostos pela internacionalização.

Vale ressaltar que a abordagem para internacionalização no âmbito nacional/setorial pode ser subdividida em:

a) programática: refere-se ao oferecimento de programas que facilitam a inserção da educação superior nas atividades internacionais (mobilidade de estudantes e professores, pesquisa, etc);

b) de razões (rationales): focalizam os motivos pelos quais as universidades buscam a internacionalização;

c) ad hoc: o modo específico como as universidades respondem às oportunidades de internacionalização;

d) política: trata das políticas de internacionalização que estão inseridas nas dimensões de ensino, pesquisa e serviços e;

e) estratégica: corresponde a uma dimensão estratégica adotada pela nação a fim de atingir as suas prioridades domésticas e internacionais.

No que tange ao âmbito institucional, a abordagem para internacionalização pode ser subdividida em:

a) abordagem de atividades, relacionando-se com as diversas ações ligadas à dimensão internacional (mobilidade de estudantes e professores, desenvolvimento de pesquisas e projetos, etc);

b) abordagem de resultados, aborda os resultados esperados pela instituição de ensino no sentido de aumentar o número de acordos internacionais, aquisição de competências interculturais por estudantes diante da necessidade de exposição cultural;

c) abordagem de razões, aborda as razões primordiais que direcionam a instituição para a dimensão internacional;

d) abordagem processual, refere-se à integração da dimensão internacional no ensino, aprendizagem e serviços prestados pela instituição;

e) abordagem interna (at home), focaliza a necessidade de criação de uma cultura organizacional para dar suporte à implementação das políticas de internacionalização da universidade e;

f) abordagem externa ou trans-fronteiras (cross-border), preocupação com as formas de relação com outros países, ou seja, como ocorrem as novas formas de oferta de programas educacionais (educação à distância), e como ocorrem os diferentes tipos de acordos administrativos (franchising – empréstimo do nome de instituições para oferecer programas internacionais; twinning – oferecimento de dupla certificação; e branch campuses – instalação de parte do campus fora do país).

No contexto das políticas de internacionalização da educação superior fazem parte a própria tradição universitária de parcerias e vários tipos de cooperação objetivando aumentar a qualidade acadêmica e a relevância social da educação superior.

A internacionalização universitária tem sido ao longo dos tempos resultado de colaboração acadêmica buscando o avanço da ciência e da educação. Por razões históricas e culturais, os mercados e os projetos políticos diferem muito uns dos outros, resultando com isso, diferentes sistemas e instituições de educação superior, facilitando assim, as estratégias da cooperação universitária, cativando a internacionalização para os objetivos de benefícios econômicos.

Nesse sentido a internacionalização da educação superior é fundada na idéia do valor universal do conhecimento e da formação e expressa pelas diversas formas de cooperação entre instituições, pesquisadores, professores e estudantes.

As instituições de educação superior não existem para preparar os novos conquistadores do mundo, mas fundamentalmente para formar cidadãos. “Se as universidades não estão preparadas para ensinar isso, nenhum espanto se a injustiça, a violência, a guerra

permaneçam no futuro as formas naturais de comportamento dos humanos.” (PETRELLA, 2003, p 148).

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