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1988/2006 referente a cada classe

PERCENTUAL DE VARIAÇÃO ENTRE OS ANOS

1988/1994 1994/2006 1988/2006 CLASSE

ÍNDICE % ÍNDICE % ÍNDICE % 2 Área desmatada -10,58 % 90,60 % 70,44 % 3 Área urbana 26,05 % 21,10 % 52,65 % 4 Carcinicultura 108,80 % 164,40 % 452,07 % 8 Vegetação -8,67 % -61,92 % -65,22 %

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Figura 38 – Mapa de Uso e Ocupação: Área Desmatada – 1988/1994, 1994/2006, 1988/2006

Mapa de Uso e Ocupação: Área Desmatada – 1988/1994

Mapa de Uso e Ocupação: Área Desmatada – 1994/2006

Mapa de Uso e Ocupação: Área Desmatada – 1988/2006

Mapa de Uso e Ocupação: Área Urbana – 1988/1994

Mapa de Uso e Ocupação: Área Urbana – 1994/2006

Mapa de Uso e Ocupação: Área Urbana – 1988/2006

98 Mapa de Uso e Ocupação:

Carcinicultura – 1988/1994

Mapa de Uso e Ocupação: Carcinicultura – 1994/2006

Mapa de Uso e Ocupação: Carcinicultura – 1988/2006

Mapa de Vegetação – 1988/1994 Mapa de Vegetação – 1994/2006 Mapa de Vegetação – 1988/2006

100 5.3 Considerações finais

A partir da analise dos dados torna-se relevante fazer referencia à alguns aspectos importantes que serviram de base na obtenção dos resultados obtidos como a metodologia utilizada que mostrou-se eficiente no estudo multitemporal da dinâmica espacial no estuário do rio Potengi, através o uso de produtos sensores remotos como imagens multiespectrais (SPOT 1 – HRV, SPOT 3 – HRV, LANDSAT 5 – TM e Fotografia Aérea) que possibilitaram a geração de mapas de uso e ocupação de cada classe estudada (1988, 1994 e 2006).

O SIG permitiu a partir da base de dados dos produtos digitais de Sensoriamento Remoto e utilizando as técnicas de geoprocessamento, a representação cartográfica (elaboração de mapas temáticos) de cada uma das classes de unidades de paisagem estudada referente a cada período analisado, bem como de toda área total, tornando possível a analise multitemporal de cada classe durante o referido período.

Feita a análise relativa a cada classe de unidade de paisagem mapeada pode-se aferir que a área em estudo sofreu uma brusca transformação na configuração espacial. O resultado dessa dinâmica pode ser analisado quando observamos os mapas referentes a cada período.

Das classes analisadas algumas merecem maior atenção tomando por base os números mostrados nas tabelas constantes nos resultados, pela discrepância de dados entre os períodos estudados: Área Desmatada teve uma variação de 70,44 % no período entre 1988 e 2006; a Carcinicultura que, no mesmo período apresentou um aumento de 452,07 % maior evolução de todas as classes; a Vegetação teve um declínio de -65,22 % de sua área anteriormente ocupada e a Área Urbana que evoluiu 52,65 %.

Analisando os dados acima, conclui-se que os processos de uso e ocupação do solo conferem a cada classe uma particularidade no que diz respeito ao nível de atuação antrópica e que esta reflete de forma geral à área total do estuário do Potengi, principalmente quanto aos problemas de degradação ambiental.

No que diz respeito ao conceito de desenvolvimento sustentável, verifica-se que o estuário do Potengi exerce um papel fundamental de sustentação das atividades urbanas e

turísticas, com significativo reflexo no equilíbrio socioeconômico da região de Natal. Além da população que tem atividades de subsistência diretamente ligadas ao estuário, como é o caso específico das comunidades de pescadores, o estuário tem um importante papel no abastecimento de gêneros e combustíveis e no escoamento da produção primária e secundária do Estado (CUNHA, 1982).

Desta forma, faz-se necessário o aprofundamento de estudos para que se traga à tona os efeitos do mal uso do solo, dos recursos naturais existentes na área e dos benefícios que tais recursos significam à população e ao meio ambiente em geral, quando este encontra-se de forma equilibrada. Estudos e ações que envolvam desde a população e o Poder Público, na tentativa de se buscar uma iniciativa quanto à recuperação do meio ambiente estudado e a prevenção da sua deterioração.

102 REFERENCIAS

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