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KARABULUT 4.1 İZLEME ve DEĞERLENDİRME

2019-2023 YILLARI İZLEME VE DEĞERLENDİRME FORMU

KARABULUT 4.1 İZLEME ve DEĞERLENDİRME

Para realizar uma análise integrada, na qual seja possível apreender a realidade em movimento, é necessário um processo de aglutinação e articulação dos diversos pré- indicadores organizados acima, levando-se em conta a realidade sócio-histórica dos sujeitos entrevistados. Esse processo tem por objetivo reorganizar os pré-indicadores, apreendendo, neles, um novo sentido, de modo a tornar a análise mais fidedigna.

Quadro 1.1. Indicadores organizados a partir dos pré-indicadores identificados no relato da psicóloga Laura

PRÉ-INDICADORES INDICADORES 1. Opção pelo curso de Psicologia;

2. Expectativa correspondida do curso; 3. Formação acadêmica.

1. Trajeto acadêmico – graduação.

5. Especializações: psicologia familiar, violência doméstica, psicologia clínica e diversos congressos; 6. Especialista em psicologia clínica devido ao tempo de atuação;

7. Não especialista em educação especial: reciclou-se por meio da prática e participação em congressos; 8. Desejo e empecilhos para especialização: no início, o casamento e atualmente, pouca preparação em língua estrangeira e compromissos com o trabalho;

10. Incentivo da administração e direção da APAE para especialização dos funcionários.

4. Experiência profissional anterior à APAE: diagnóstico e clínica (psicologia da educação e saúde); 13. Como adentrou ao campo da Psicologia Escolar: fazendo psicodiagnósticos;

15. Conhecimento acadêmico e experiência clínica no início da carreira;

16. Importância da relação profissional e pessoal com a equipe técnica no início da carreira: contribuição com a formação em Psicologia;

18. Tempo de experiência profissional na área;

21. Experiência e trajeto dentro da instituição: no início, a educação, atualmente, a saúde;

25. Experiência marcante relacionada à avaliação psicodiagnóstica: A importância e seriedade deste trabalho.

3. Experiência Profissional.

14. Inserção na profissão devido à falta de opção; 19. Renda;

20. Disposição da carga horária – rotina de trabalho; 23. Contato com o público: prazer no trabalho.

4. Sendo Psicóloga da APAE.

34. Etapas da escolaridade na APAE;

35. Ensino Infantil: programa de estimulação precoce; 36. Ensino Fundamental: AVD e AVP, com apoio da equipe interdisciplinar;

37. EJA: método especial de leitura e escrita: 1ª à 4ª séries.

5. Situando sua atuação na amplitude da escolaridade apaeana.

12. Função enquanto coordenadora: mostrar a importância do trabalho para adquirir recursos – prioriza a saúde em detrimento da educação;

17. Trabalho com a equipe técnica: investigação individual, discussão dos casos e intervenção interdisciplinar;

6. Sobre as funções que exerce.

22. A importante missão de acolher, realizar triagem, orientar e encaminhar;

27. Intervenção nas famílias: psicologia familiar e social;

31. Atuação no programa de estimulação precoce: orientação aos pais e professores e adaptação da criança ao tratamento;

27. Intervenção nas famílias: psicologia familiar e social;

32. Trabalho com funcionários gerais: somente entrevistas para contratações;

33. Trabalho que não considera compatível com a função: promoção de eventos beneficentes;

38. Como vê a profissão atualmente: facilitada pela difusão de informações acerca da pessoa especial e pela ampliação de seus campos de atuação;

39. Trabalhos paralelos que exerce atualmente. 28. Trabalho clínico não realizado com os alunos; 29. Trabalhos com os alunos que não se mantiveram: grupo terapêutico de crianças e de orientação sexual aos adolescentes e jovens;

30. Razão pela qual o grupo de adolescentes se desfez: trabalho fragmentado que não envolvia os professores.

7. Sobre as funções que não exerce ou que deixou de exercer.

9. Falta de recursos financeiros e situacionais para reciclagem profissional;

11. Relação com a administração e direção da APAE; 24. Conflitos relacionados à avaliação e psicodiagnóstico;

26. Relação profissional e pessoal com os professores: insistência quanto ao atendimento clínico.

Quadro 2.1. Indicadores organizados a partir dos pré-indicadores identificados no relato da psicóloga Jaqueline

PRÉ-INDICADORES INDICADORES 1. Opção pelo curso de Psicologia: Influência da prima

que admirava;

2. Expectativas do curso correspondidas: preferência pela área da saúde;

3. Formação acadêmica;

4. Trajeto acadêmico e suas preferências: monitoria em psicopatologia e estágio em hospital psiquiátrico; 5. Trajeto acadêmico e áreas de menor interesse; 6. Psicologia escolar: creche;

7. Psicologia organizacional: departamento de água e esgoto da prefeitura de Bauru (SP).

1. Trajetória acadêmica: graduação.

8. Planos após a faculdade: organizacional ou hospitalar;

11. Especialização em dependência química na UNIFESP;

29. Atuações paralelas: trancou a pós em Jung e realiza supervisão e curso junguiano com a supervisora da faculdade em que se formou;

30. Expectativas ligadas à profissão atualmente: curso de família comunitária em São Paulo ou Jung em Bauru ou mestrado em personalidade ou dependência química ou em clínica, na PUC de Campinas.

2. Pós-graduação nas áreas de interesse.

9. Como adentrou ao campo de Psicologia escolar; 10. Funções que exercia sendo psicóloga da antiga APAE.

3. Primeira Experiência Profissional na APAE.

12. Experiência fora da APAE: Passou a trabalhar em hospital psiquiátrico;

13. Trajetória profissional dentro do hospital psiquiátrico: excesso de trabalho e problemas encontrados nos relacionamentos com as pessoas.

4. Experiência profissional fora da APAE: área de interesse pessoal.

14. Motivos que a fizeram desistir de um sonho: desenvolvimento de sintomas ligados ao transtorno de pânico;

15. Período de estagnação;

16. Recomeço profissional via atuação clínica. Como retornou para a APAE;

Tempo que trabalha nesta APAE e tempo de formação;

Funções que exerce;

22. Trabalho com a equipe técnica;

23. A quem cabe a função da pedagogia: professores e fonoaudiólogos;

26. Relação profissional com os professores.

5. Retorno à APAE como Psicóloga.

20. Relação com os testes psicométricos;

21. Função que não considera a de um psicólogo; 24. Trabalho informal com professores e demais funcionários;

25. Falta de compreensão de seu papel pelos professores;

27. Dificuldades que encontra no trabalho: relacionamentos interpessoais.

6. Práticas críticas e dificuldades para desenvolvê- las.

28. Auto-avaliação: desejo de crescer profissionalmente, mas sem se envolver muito do ponto de vista emocional;

31. Relação com a APAE e com a Educação.

7. Relação com o trabalho.

5.1.3. Núcleos de Significação

A partir dos indicadores, passamos a organizar os núcleos de significação, iniciando sua articulação por meio dos critérios de similaridade, complementaridade e contradição, tal como propostos por Ozella e Aguiar (2006). Assim, podemos aproximar-nos da compreensão das zonas de sentido acerca da prática do psicólogo na instituição especializada APAE.

Quadro 1.1.1. Núcleos de Significação organizados a partir dos indicadores criados com base nos pré-indicadores identificados no relato da psicóloga Laura

INDICADORES NÚCLEOS DE SIGNIFICAÇÃO

1. Trajeto acadêmico – graduação; 2. Pós-graduação;

3. Experiência Profissional.

1. Bagagem técnica teórica e prática - a descrição de uma vivência profissional.

4. Sendo psicóloga da APAE;

5. Situando sua atuação na amplitude da escolaridade apaeana;

6. Sobre as funções que exerce.

2. As atividades realizadas por Laura

7. Sobre as funções que não exerce ou que deixou de exercer;

8. Conflitos e lutas atuais.

3. Reflexão acerca das práticas descritas.

Quadro 2.2.2. Núcleos de Significação organizados a partir dos indicadores criados com base nos pré-indicadores identificados no relato da psicóloga Jaqueline

INDICADORES NÚCLEOS DE SIGNIFICAÇÃO

1. Trajetória acadêmica: graduação; 2. Pós-graduação nas áreas de interesse; 4. Experiência profissional fora da APAE: área de interesse pessoal;

1. Vivência profissional nas áreas de interesse.

3. Primeira experiência profissional na APAE;

5. Retorno à APAE, como psicóloga;

2. Vivência profissional na APAE.

6. Práticas críticas e dificuldades para desenvolvê-las;

7. Relação com o trabalho;

Benzer Belgeler