• Sonuç bulunamadı

3. SÜRDÜRÜLEBĠLĠR GELĠġME VE OLUġUM ENERJĠSĠ GÖZ ÖNÜNE ALINARAK YAPILAN ÖRNEKLERĠN ĠNCELENMESĠ

3.7. KarĢılaĢtırma ve Sonuçlar

A segunda geração do conhecimento defende ambientes para a criação e inovação de novos conhecimentos, além de tornar a geração do conhecimento mais performática. Aborda também o subprocesso da criação do conhecimento, de forma a permitir às organizações criarem um modelo sustentável de inovação. O foco desta nova geração do conhecimento consiste na combinação da integração do conhecimento e produção do conhecimento.

Firestone e McElroy (2003b) propõem a inclusão de políticas e programas que relacionem a maneira nas quais pessoas e grupos interagem uns com outros na produção do conhecimento. As políticas e programas devem abranger a aprendizagem individual, aprendizagem em grupo, produção de conhecimento, partilha de conhecimento e direitos autorais do conhecimento. No ciclo de vida do conhecimento definido por McElroy (2002b), conforme figura 2, existem dois processos centrais: a produção e a integração de conhecimento.

A produção de conhecimento envolve o aprendizado individual e grupal, a aquisição de informação, a formulação de postulados de conhecimento, sua codificação, e validação. Como resultados desse módulo, são produzidos postulados de conhecimento codificados, falsificados e sobreviventes, assim como os correspondentes metapostulados de conhecimento, todos componentes do conhecimento organizacional, que deve ser integrado. De acordo com os autores, um aspecto importante da nova geração é o reconhecimento que organizações são engajadas no sentido de tornar, através da utilização do fenômeno de sistemas adaptativos complexos construídos por atos humanos de livre vontade, a tentativa de fim-las.

FIGURA 2 – Ciclo de Vida do Conhecimento. Fonte: McElroy (2002b)

De acordo com McElroy (2002b), a gestão do conhecimento, apesar de nova, está mudando. Existem, segundo o autor, três teorias: uma vê a gestão do conhecimento como uma área que foi originalmente dirigida pela tecnologia da informação, a www (rede mundial), melhores práticas, lições aprendidas, a o mais importante, o compartilhamento do conhecimento. Esta teoria vê um segundo estágio de KM sobre fatores humanos, sistemas inteligentes, e criação do conhecimento vista como a conversão entre conhecimento tácito e explícito. O terceiro estágio da KM consiste em organizar e gerenciar o conteúdo do conhecimento através da construção e uso da taxonomia e, como o primeiro, também é fortemente enviesado em direção à tecnologia da informação.

A segunda teoria da mudança em gestão do conhecimento é um pouco mais sutil do que a primeira. De acordo com esta teoria, a primeira idade da gestão do conhecimento é uma em que o conhecimento mundial não foi problemático, e em que o foco foi em distribuir informação para tomada de decisão para uso em decisões no prazo, usualmente através da tecnologia. A segunda idade substitui o foco em tecnologia da informação com uma conversão do conhecimento tácito e explícito que foi inspirada no modelo de Ikujiro Nonaka, SECI (Socialização-Externalização-Combinação-Internalização). A terceira idade é uma em que todos dizem o seguinte: (1) conhecimento é visto paradoxalmente como ambos um pensamento (coisa) e um fluxo; (2) contexto, narrativa, e gestão do conteúdo são centrais para

nossa visão de KM; (3) existe um entendimento de organizações como sendo engajadas em senso de fazer através da utilização do fenômeno de sistemas adaptativos complexos que são construídos por atos humanos de livre arbítrio, a tentativa de por ordem; e finalmente (4) existe uma rejeição do gerenciamento científico e seu modelo mecanicista como relevante para gestão do conhecimento.

De acordo com Firestone e McElroy (2003b), a chegada da segunda geração do conhecimento inclui a introdução de novos termos, novos conceitos e novas idéias, que juntas dão à segunda geração de KM alguns departamentos reais e distinção quando comparada ao modelo da primeira geração. Estes conceitos incluem dez (10) idéias: o ciclo de vida do conhecimento (KLC), gestão do conhecimento versus processamento do conhecimento, lado da oferta versus lado da demanda da gestão do conhecimento, domínios aninhados do conhecimento, conteúdo do conhecimento, aprendizado organizacional, a empresa aberta, capital de inovação social, auto-organização e teoria da complexidade, inovação sustentável.

Para Koenig (2002 apud FIRESTONE e MCELROY, 2003b), o terceiro estágio de KM é a conscientização da importância do conteúdo - e, em particular, na conscientização da importância da recuperabilidade e, portanto, do arranjo, descrição e estrutura do conteúdo. Em particular, o terceiro estágio é sobre encontrar conteúdo relevante e sobre desenvolvimento da taxonomia e gerenciamento do conteúdo para facilitar este objetivo.

Segundo Firestone e Mcelroy (2003b), a nova gestão do conhecimento é mais do que apenas a segunda geração de KM – ela é uma nova ciência, uma ciência social. É uma ciência porque teoria e prática são testáveis, ainda sistematicamente e formalmente, e é uma ciência social por causa da natureza de seu foco em como obter sistemas sociais humanos para aprender e adaptar como melhor eles podem. De acordo com Popper (apud FIRESTONE e MCELROY, 2003b), produção do conhecimento é um processo legítimo e natural e as organizações estão se adaptando. A epistemologia de Popper dá novo significado a prática de KM – a nova gestão do conhecimento, que é – pelas as organizações direcionando, orientando, procurando e eliminando os erros nas suas reivindicações de conhecimentos - institucionalizando processo na dimensão empresa. Está na base um importante aspecto da missão e finalidade do novo KM, devido à centralidade da eliminação de erros de adaptação.

A nova KM, então, destina-se a melhorar todo o ciclo da produção do conhecimento e integração, não apenas a fácil e mais conveniente das tarefas de armazenamento de documentos e outros artefatos para acesso e distribuição baseada em repositórios de computador. Seu escopo de atenção é, sobretudo, consideravelmente mais amplo e mais

profundo do que sua primeira geração como é o seu valor. Além disso, ele faz uma distinção entre conhecimento e informação levando-a, e nós, em áreas completamente novas de insight e oportunidades. Existe uma diferença entre conhecimento e informação, a nova KM abre nossos olhos para isto. Para Firestone e Mcelroy (2003b) pela primeira vez na prática de KM.

3. CONVERGÊNCIA ENTRE A CADEIA DE SUPRIMENTOS E A GESTÃO DO

Benzer Belgeler