3.7. KENTSEL DÖNÜŞÜM NEDENİYLE KAMULAŞTIRMA
3.7.1. Kamulaştırmaya Konu Mülkiyet Kavramı
Nas diversas variáveis de crescimento dos cafeeiros avaliadas aos 21 meses após o plantio, não houve diferenças devido aos tratamentos, pelo teste F (p≥0,05), indicando que o tratamento 30-AM foi suficiente para nutrir o cafeeiro durante esse período. Os valores das variáveis de crescimento constam na Tabela 3.
Aos 26 meses após o plantio houve efeito significativo dos tratamentos (p<0,05) sobre o crescimento do cafeeiro nas variáveis ALT e NNOm. Os tratamentos FP-2 e
55 100-AM resultaram em maior altura que 30-AM, com altura intermediária devido ao tratamento FP-1 (Tabela 4), indicando que a dose de 584 g/vaso de FP permitiu a complementação da dose de 30% da adubação mineral. O maior número de nós ortotrópicos acima do ponto marcado foi obtido com 100-AM em relação a 30-AM (Tabela 4). Os tratamentos com FP resultaram em valores intermediários do número de nós ortotrópicos, não se diferenciando da menor nem da maior dose de AM.
Tabela 3. Crescimento do cafeeiro adubado com adubação mineral mais parte aérea de feijão-de-porco, avaliados aos 21 meses após o plantio. Viçosa-MG, 2012 Tratamentos ALTns NRPns DCns CRPmns NNPmns NNrPmns NFPmns (cm) (cm) (cm) 100-AM 66,34 26,28 69,72 23,33 9,64 5,60 12,47 30-AM 60,33 23,25 61,15 22,38 9,25 6,38 9,00 FP-1 63,80 24,50 75,45 25,59 9,00 6,13 12,13 FP-2 69,10 28,75 85,35 23,49 9,00 6,63 11,63 Média 64,89 25,69 72,92 23,70 9,22 6,18 11,31 CV (%) 9,93 10,20 18,45 10,31 11,82 12,8 16,31
Tratamentos: 100% de Adubação mineral (100-AM); 30% de AM (30-AM); 146g/planta de feijão-de-porco + 30-AM (FP-1); 584g/planta de FP + 30-AM (FP-2).
ns: não significativo pelo teste F a 5% de probabilidade.
Adubação Mineral (AM); Feijão-de-Porco (FP); Altura total (ALT); número de ramos plagiotrópicos (NRP); diâmetro da copa (DC); comprimento do ramo plagiotrópico marcado (CRPm); número de nós do ramo plagiotrópico marcado (NNRm); número de folhas do ramo plagiotrópico marcado (NFRm).
Tabela 4. Crescimento e ponteiros mortos em cafeeiros com adubação mineral e parte aérea de feijão-de-porco aos 26 meses após o plantio. Viçosa-MG, 2012
Tratamentos ALT ALTmns NNOm NRPmns DCns PMns PMmns
(cm) (cm) 100-AM 81,44 a 45,40 17,56 a 31,19 81,58 11,47 5,69 30-AM 67,70 b 36,90 13,75 b 24,00 61,13 10,25 7,00 FP-1 75,53 ab 42,73 15,00 ab 25,75 90,13 7,00 4,25 FP-2 83,53 a 42,85 16,25 ab 27,50 100,00 17,50 4,50 Média 77,05 41,97 15,64 27,11 38,69 11,56 5,36 CV (%) 7,06 18,56 8,58 13,34 20,48 53,50 51,80
Médias seguidas de pelo menos uma mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.
ns: não significativo pelo teste F a 5% de probabilidade.
Tratamentos: 100% de Adubação mineral (100-AM); 30% de AM (30-AM); 146g/planta de feijão-de-porco + 30-AM (FP-1); 584g/planta de FP + 30-AM (FP-2).
Altura Total (ALT); Altura acima do ponto demarcado (ALTm); Número de Nós do ramo Plagiotrópico acima do ponto demarcado (NNRm); Número de Ramos Plagiotrópicos acima do ponto demarcado (NRPm); Diâmetro da Copa (DC); Ponteiros Mortos (PM); Ponteiros Mortos acima do ramo demarcado (PMm).
O número de folhas no ramo marcado reduziu em todos os tratamentos, aos 26 meses após o plantio (Tabela 5), com elevada percentagem de ponteiros mortos
56 (Tabelas 4 e 5). O número de folhas por ramo marcado caiu de 11,31 após o florescimento para 2,06 na colheita (Tabelas 3 e 5), indicando que houve intensa queda de folhas. Dos 27,11 ramos contados acima do ponto marcado, 11,56 apresentaram ponteiros mortos equivalendo a 43% do total (Tabela 4). Nos dois ramos marcados no ano anterior 1,38 apresentaram morte dos ponteiros (Tabela 5), equivalendo a 69%.
Tabela 5. Médias do crescimento de ramos marcados de cafeeiro adubados com adubação mineral e parte aérea de feijão-de-porco aos 26 meses após o plantio. Viçosa-MG, 2012 Tratamentos1 CRPmns NNPmns NFPmns PMPmns (%) (cm) (cm) 100-AM 37,34 15,44 0,90 1,79 30-AM 36,49 15,10 2,23 1,46 FP1 41,09 14,75 2,50 1,00 FP2 39,85 15,13 2,63 1,25 Média 38,69 15,10 2,06 1,38 CV (%) 20,48 18,99 131,25 47,39
1100-AM: 100% de Adubação mineral; 30-AM: 30% de Adubação mineral; FP1: 146g de FP + 30%-AM; FP2: 584g de FP + 30%-
AM.
ns: Sem diferença significativa pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.
Comprimento do Ramo Plagiotrópico marcado (CRPm); Número de Nós do ramo Plagiotrópico marcado (NNPm); Número de Folhas do ramo Plagiotrópico marcado (NFPm); ponteiros mortos nos dois ramos plagiotrópicos marcados (PMPm).
Na colheita houve diferenças significativas quanto à biomassa de frutos cereja e grãos beneficiados pelo teste de Tukey (p<0,05). A menor produção de frutos cereja e de café beneficiado foi obtida com o tratamento 100-AM e as maiores produções foram com a maior dose complementar de FP com 584 g/vaso (Tabela 6). O tratamento 30- AM resultou em valor intermediário nas duas variáveis produtivas e o FP-1 resultou em maior produção de cereja e intermediário quanto ao café beneficiado (Tabela 6).
Observa-se que após o cultivo houve diferenças significativas entre os tratamentos quanto aos teores de Ca2+, SB, t e MO do solo pelo teste de Tukey (p<0,05). O tratamento FP-2 promoveu maiores teores e 100-AM e FP-1 os menores, com o tratamento 30-AM resultando em condição intermediária exceto quanto aos teores de MO, para a qual FP-2 foi superior a todos os tratamentos (Tabelas 7 e 8). Nas variáveis Ca, SB e t o tratamento 30-AM resultou em valores intermediários (Tabelas 7 e 8).
57 Tabela 6. Médias das variáveis de café bóia, cereja, coco e beneficiado (Benef.), de cafeeiros adubados com adubação mineral e parte aérea de feijão-de-porco. Viçosa-MG, 2012
Tratamentos1 Bóians Cereja Cocons Benef. (%) (g/planta) (g/planta) (g/planta)
100AM 40,09 173 4 b 63,9 16,37 b
30AM 38,49 375,8 ab 94,9 20,12 ab
FP1 47,61 508,4 a 131,9 38,53 ab
FP2 29,35 593,7 a 159,9 54,61 a
CV (%) 52,27 34,27 55,68 50,67
Médias seguidas de pelo menos uma mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.
1100-AM: 100% de Adubação mineral; 30-AM: 30% de Adubação mineral; FP1: 146g de FP + 30%-AM; FP2: 584g de FP + 30%-
AM.
Tabela 7. Médias de pH, teores de P, K, Ca2+, Mg2+ e H+Al em solos cultivados com cafeeiros e fertilizados com adubação mineral e feijão-de-porco, 34 meses após o plantio. Viçosa, 2012
Tratamento1 pHns Pns Kns Ca2+ Mg2+ns H+Alns (mg dm-3) (mg dm-3) (cmolc dm -3 ) (cmolc dm -3 ) (cmolc dm -3 ) 100-AM 5,30 28,43 31,0 0,90 b 0,43 2,53 30-AM 5,32 30,22 30,5 1,00 ab 0,47 2,85 FP-1 5,30 30,17 32,7 0,92 b 0,40 2,72 FP-2 5,47 34,52 48,7 1,37 a 0,55 2,77 CV(%) 6,23 10,47 34,64 16,50 21,99 18,79
Médias seguidas de pelo menos uma mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. ns: Sem diferença significativa pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.
1
Tratamentos: 100% de Adubação mineral (100-AM); 30% de Adubação mineral (30-AM); 146g de FP + 30-AM (FP1); 584g de FP + 30-AM (FP2)
Tabela 8. Médias da soma de bases (SB), CTC efetiva (t), CTC total (T), saturação por bases (V), e teor de matéria orgânica (MO) em solos cultivados com cafeeiros e fertilizados com adubação mineral e feijão-de-porco, 34 meses após o plantio. Viçosa, 2012
Tratamento1 SB (t) (T) ns Vns MO
(cmolc dm-3) (cmolc dm-3) (cmolc dm-3) (%) (g kg-1) 100-AM 1,413 b 1,413 b 3,947 36,00 1,667 b
30-AM 1,555 ab 1,580 ab 4,403 36,00 1,650 b FP-1 1,408 b 1,408 b 4,130 34,00 1,800 b FP-2 2,050 a 2,050 a 4,818 42,75 2,550 a
CV(%) 15,73 15,24 11,65 16,84 6,23
Médias seguidas de pelo menos uma mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. ns: Sem diferença significativa pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.
1 Tratamentos: 100% de Adubação mineral (100%-AM); 30% de Adubação mineral (30%-AM); 146g de FP + 30%-AM (FP-1);
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