2. ZEMİNLERİN KALICI KAYMA MUKAVEMETİ
2.10 Kalıcı Kayma Mukavemet Açısı ile Endeks Özellikleri Arasındaki İlişkiler
ABBAGNANO, N. Introdução ao existencialismo. São Paulo: Martins Fontes, 2006. ______. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
ADAMS, J. L. O Conceito de Era Protestante segundo Paul Tillich. In. TILLICH, P. A Era
Protestante. Trad. de Jaci Maraschin. São Bernardo do Campo: IEPG, 1992, p. 285- 324.
ADORNO, T. Kierkegaard: Construção do Estético. São Paulo: UNESP, 2010. ______. Indústria Cultura e Sociedade. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
AGOSTINHO. O Livre-Arbítrio. São Paulo: Paulus, 1995.
ALMEIDA, J. M. A educação em Kierkegaard e Paulo Freire: por uma educação ético-
existencial. Vitória da Conquista- BA: Edições UESB, 2013.
ALVES, R. Por uma Teologia da Libertação. São Paulo: Fonte Editorial, 2012. ______. O Enigma da Religião. Campinas: Papirus, 2008.
ARAÚJO, G. S. Paul Tillich e sua Teologia da Cultura. Correlatio n. 17 - Junho de 2010, p. 178-187.
ARENDT, H. A Dignidade da Política. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002. ARISTÓTELES, Metafísica. São Paulo: Edições Loyola, 2002.
______. Categorias. Lisboa: Guimarães editores, 1982.
ASSMANN, H; REYES, M. Introducción. Sobre la religion I: Karl Max Friedrich Engels. Salamanca: Sigueme, 1979, p. 11-37.
BALEEIRO, C. A. S. A Noção de Pecado como Alienação em Paul Tillich – Notas de
Leituras a partir do Pensamento de Gianni Vattimo. Revista Eletrônica Correlatio. n. 14,
Dez/2008, p. 144-152.
BARBOSA, A. C. C. In Vino Veritas: o amor em o Banquete kierkegaardiano pela Revista Cadernos UFS – Filosofia. n. 12, v. 7 Jan/Jul, 2010, p. 141-150.
BARROS, W. A Angústia de Abrão. Revista de Iniciação Científica da FFC, v. 7, n. 1, p.01- 12, 2007.
BERARDINI, S. F. La Malattia per La Morte di Kierkegaard. Roma: Aracne, 2010.
BECKENKAMP, J. O Jovem Hegel – formação de um sistema pós-kantiano. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
BITTENCOURT, R. N. O paradoxo existencial da experiência do pecado em Kierkegaard. Espaço Acadêmico. n. 144, ano XIII, Maio de 2013, p. 12-17.
BONHOEFFER, Dietrich. Ética. São Leopoldo: Sinodal, 2002.
BUENO, V. C. G. A. Kant e o conceito de fé racional. O Que nos Faz Pensar, v. 19, p. 61- 76, 2005.
BULTMANN, R. Demitologização. São Leopoldo: Sinodal, 1999.
CARVALHES, C. Uma Crítica das Teologias Pós-Modernas à Teologia Ontológica de Paul
Tillich. Revista Eletrônica Correlatio n. 3 - Abril de 2003, p. 87-112.
CARVALHO, G. V. R. A Interpretação da Simbólica da Queda em Paul Tillich: um estudo
em hermenêutica teológica. Dissertação de Mestrado. São Bernardo do Campo, UMESP,
2007.
CASTRO, A. G. A Antropologia Teológica de Paul Tillich. Dissertação de Mestrado. São Bernardo do Campo, UMESP, 2002.
CHAUI, M. Introdução à História da Filosofia. v. 1. São Paulo: Companhia Das Letras, 2006.
CRUZ, C. D. Apontamento entre o Trágico e o Religioso em Kierkegaard e Kafka. Revista Cadernos UFS – Filosofia. n. 12, v. 7 Jan/Jul, 2010, p. 73-82.
DIP, P. C. El Lugar e Sócrates em La Construcción del Cristianismo “Modelístico” de
Kierkegaard. Revista Filosofia Capital v. 6, (2011) - Edição Especial Dossiê Søren Aabye
Kierkegaard.
ELIADE, M. Mito e Realidade. São Paulo: Perspectiva, 2009. ELIAS, N. O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. FÁBIO, C. Elias está nas ruas. Venda Nova- MG: Betânia, 1990. FARAGO, F. Compreender Kierkegaard. Petrópolis: Vozes, 2006.
FEILER, A. F. Hegel e Marx: da Alienação a uma Ética da Reconciliação. Intuitio, Vol. 4, nº 2, Novembro, 2011, p. 237-247.
FERREIRA, G. P. O Fenômeno do Mundo em Heidegger. “Existência e Arte”- Revista Eletrônica do Grupo PET. - Ano III - Número III – janeiro a dezembro de 200, p. 1-6.
FERRO, N. Anti-Climacus e a noção de natureza humana: uma passagem d'A Doença para a
Morte. Pensando – Revista de Filosofia Vol. 2, Nº 4, 2011, p. 140-161.
FICHTE, J. W. Versus einer Kritik aller Offenbarung. Hamburg: Meiner, 1998. ______. Fichte – Textos Selecionados. São Paulo: Nova Cultural, 1992, p. 35-176. FOUCAULT, Michel. O que é um autor? Lisboa: Vega, 1992.
FRANÇA, L. M. Estética e Consciência infeliz na filosofia hegeliana. Estudos Hegelianos, Ano 6, n. 10, Junho de 2009, p. 109-121.
FREUD, S. In. ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. In. Angústia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
GARDINER, P. Kierkegaard. São Paulo: Loyola, 2001.
GUIMARÃES, F. O. O histórico em Jesus e o despertar da fé segundo Tillich. Revista Eletrônica Correlatio v. 12, n. 23 - Junho de 2013, p. 71-81.
GOUVÊA, R. Q. Paixão pelo paradoxo: uma introdução aos estudos de Sören Kierkegaard e de sua concepção da fé cristã. São Paulo: Novo Século, 2006.
______. Kierkegaard lendo Agostinho: Introdução ao diário filosófico-teológico. Fides Reformata, n. 4, v. 2, 1999, p. 1-16.
GRAMMONT, G. Don Juan, Fausto e o Judeu Errante em Kierkegaard. Petrópolis: Catedral da Letras, 2003.
GROSS, E. Tillich, leitor de Marx. In. HIGUET, E; MARASCHIN, J. A Forma da Religião:
leituras de Paul Tillich no Brasil. São Bernardo: Editora da UMESP, 2006, p. 55-73.
HABERMAS, J. Discurso Filosófico da Modernidade. São Paulo: Martins Fontes, 2000. ______. Entre Naturalismo e Religião. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2007.
HARBSMEIER, E. Kierkegaard – Pessoa e Obra – Biografia e Filosofia. Educação e Filosofia (UFU), v. 7 (13), Jan/Jun, 1993, p. 193-205.
HARTMANN, N. A Filosofia do Idealismo Alemão. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1983. HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis-RJ: Vozes/UFS, 2002.
______. Carta de Hegel a Schelling, de 16 de Abril de 1795. In. BECKENKAMP, J. O Jovem
Hegel: formação de um sistema pós-kantiano. São Paulo: Loyola, 2009, p. 84
HEIDEGGER, M. Ser e Tempo. Petrópolis: Vozes, 2006.
______. ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. In. Angústia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
HIGUET, E. A; MARASCHIN, J. A Forma da Religião: leituras de Paul Tillich no Brasil. São Bernardo do Campo: Editora da UMESP, 2006.
______. Jesus, símbolo de kairos no pensamento de Paul Tillich e nos cultos afro- brasileiros. Correlatio (São Bernardo do Campo), São Bernardo do Campo - SP, v. 4, n.7, p.
35-43, 2005.
HYPPOLITE, Jean. Gênese e Estrutura da fenomenologia do Espírito. São Paulo: Discurso Editorial, 1999
HOCHMULLER, C. Kierkegaard não era kierkegaardiano: reflexões à moda de
Kierkegaard. Filosofia Unisinos, v. 6, n. 3, 2005, p. 343-346.
IRITANO, M. Disperazione e fede in Soren Kierkegaard: uma “lotta di confine” Catanzaro: Rubbettino, 1999.
JOSGRILBERG, R. S. A concepção de símbolo e religião em Freud, Cassirer e Tillich. In: HIGUET, E. A. MARASCHIN, J. A Forma da Religião: Leituras de Paul Tillich no Brasil. São Paulo: UMESP, 2006, p. 17-26.
KANT, I. Religião nos Limites da Simples Razão. Lisboa: Edições 70, 2008. ______. Critica da Razão Pura. São Paulo: Nova Cultura, 1999.
LEÃO, J. O. Interface entre Literatura e Filosofia: a pseudonímia como estratégia de criação
literária em Kierkegaard. Revista Espaço Acadêmico. n. 127, dezembro 2011, p. 95-103.
LACAN, J. O Seminário: a Angústia Livro 10. Rio Janeiro: Zahar, 2005. LEBRUN, G. Kant e o Fim da Metafísica. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
LEITE, I. Hybris e transgressão na mitologia do herói grego. In: EYLER, F. S; LEITE, I. S. (Org.). A vida, a morte e as paixões no mundo antigo: novas perspectivas. Rio de Janeiro: Cassará, 2012, v. 1, p. 92-115.
LUBCKE, P. O legado filosófico de Kierkegaard. Revista IHU, 2009, p. 1-2
LUTERO, M. Uma breve instrução sobre como devemos confessar-nos. In. Obras
Selecionadas. v. 1. São Leopoldo: Sinodal, 2004.
______. Da autoridade secular, até que ponto lhe deve obediência. In. Obras Selecionadas. v. 6. São Leopoldo: Sinodal, 2004.
MARASCHIN, J. A Forma da Religião: leituras de Paul Tillich no Brasil. São Bernardo do Campo: Editora da UMESP, 2006, p. 75-96.
MARTIN, B. The Existentialist Theology of Paul Tillich. New York: Bookman Associates, 1963.
MARTINS, J. S. Kierkegaard e Hegel: ou individuo contra a corporação. Revista Pandora Brasil – Número 23, Outubro de 2010, p. 90- 101.
MONTEIRO, A. C. Introdução do Tradutor. In. KIERKEGAARD, S. O Desespero Humano. Trad. de Adolfo Casais Monteiro. São Paulo: Editora da UNESP, 2010.
MUELLER, E. R; BEIMS, R. W. (Orgs). Fronteiras e Interfaces: O pensamento de Paul
Tillich em perspectiva interdisciplinar. São Leopoldo: Sinodal, 2005.
______. Contatos e Afinidades de Paul Tillich com a Escola de Frankfurt. In. HIGUET, E. A; NOVELLI, P. A. A crítica de Hegel ao conceito de lei em Kant. Revista de Estudos Hegelianos, ano 5, n. 9, Dez/2008, p. 101-116.
OLIVEIRA, M. A. (In) Tensões Críticas no e do Interior do Pensamento Kierkegaardinao ou
o Filosofar encravado numa Filosofia Abstrata. Tese de Doutorando. Universidade de São
Paulo (USP), 2009.
PANNENBERG, W. Filosofia e Teologia: tensões e convergências de um busca comum. São Paulo: Paulinas, 2008.
PAULA, M. G. O indivíduo e a comunidade em Kierkegaard. São Paulo: Editora Paulus, 2009.
______. Socratismo e cristianismo em Kierkegaard: o escândalo e a loucura. São Paulo: Annablume Editora. Comunicação, 2001.
______. A repetição e o instante em Kierkegaard: um entrelaçamento de conceitos. Artefilosofia. Ouro Preto, n.4, p. 63-74, jan.2008.
PEREIRA, A. R. Sobre a Dialética do Trágico e do Cômico em Kierkegaard. Revista Pandora Brasil, n. 37, Dezembro de 201, p. 79 -92.
PINHEIRO, J. Tillich, Teólogo da Cultura. In. Teologia da Cultura. São Paulo: Fonte Editorial, 2009.
______. Caminhante, faz-se caminho ao andar – Um diálogo com Paul Tillich sobre a
filosofia existencial. Correlatio, nº 15 - Junho de 2009, p. 117-125.
PIRES, F. P. A dança do símbolo no cenário da hermenêutica. In. HIGUET, E. A; MARASCHIN, J. A Forma da Religião: leituras de Paul Tillich no Brasil. São Bernardo do Campo: Editora da UMESP, 2006, p. 27-44.
PLATÃO. Textos Selecionados. Coleção os Pensadores. São Paulo: Nova Cultura, 1996. PONDÉ, L. F. Meu Irmão Kierkegaard. Folha de São Paulo, São Paulo, p. 4D, dia 13 de Junho de 2011.
PONTES, C. R. S. Kierkegaard: pensador religioso/existencial. Argumentos, Ano 3, n°. 5 – 2011, p. 174- 179.
PUENTE, F. R. As Concepções Antropológicas de Schelling. São Paulo: Loyola, 1997.
REICHMANN, E; VALLS, A. Apresentação. In. KIERKEGAARD, S. Migalhas Filosóficas
– ou um bocadinho de Filosofia de João Clímacus. Petrópolis: Vozes, 2011.
REALE, G; ANTISERI, D. História da Filosofia. v. 5. São Paulo: Paulus, 2009. ______. História da Filosofia. v. 4. São Paulo: Paulus, 2009b.
REBLIN, I. A. Søren Aabye Kierkegaard: um dinamarquês pro-vocante. Protestantismo em Revista, v. 11, set.-dez. de 2006, p. 65-78.
REDYSON, D; ALMEIDA, J. M. de; PAULA, M. G. de (orgs.). Søren Kierkegaard no
Brasil: Festschrift em homenagem a Álvaro Valls. João Pessoa: Idéia, 2007.
RICOEUR, P. O conflito das Interpretações: Ensaios de Hermenêutica. Porto: Ré-Editora, 1976.
ROOS, J. Kierkegaard e a antropologia entre a angústia e o desespero. La Mirada Kierkegaardiana, v. 1, p. 68-78, 2009.
______.Tornar-se Cristão: o Paradoxo Absoluto e a existência sob juízo e graça em Søren
______. Uma virada nos conceitos tradicionais religiosos. Revista IHU, 2009, p. 18-19.
ROSALES, J. R. As Dificuldades do Teísmo do Ponto de Vista Transcendental. Trans/Form/Ação, Marília, v. 35, n. 3, p. 21-66, Set./Dez., 2012
SANT’ ANNA, J. R. Paul Tillich: a ética como instrumento de resgate da essência humana. In. TILLICH, P. Amor, Poder e Justiça. Trad. de Sergio Paulo de Oliveira. São Paulo: Novo Século, 2004.
SANTOS, G. T. Paul Tillich e Martin Buber: um diálogo. Revista Eletrônica Correlatio n. 3 - Abril de 2003, p. 54-61.
SARTRE, J. P. L’ Universale Singolare. In. Postfazione In. KIERKEGAARD, S. La Malattia
Mortale. Milano: Oscar Mondadori, 2011.
SCHELLING, F. V. História da Filosofia Moderna: Hegel. In. SCHELLING, F. V. Schelling. São Paulo: Nova Cultura, 1989.
______. Correspondência entre Schelling e Hegel. In. VACCARI, U. R. A Critica do Jovem
Schelling à Teologia de Tübingen no Contexto da Querela do Panteísmo. Cadernos
Espinosanos. v. XXIV, 2011, p. 167-192.
SCHIO, S. M. O movimento dialético: a dor e o sofrimento na Fenomenologia do Espírito. Revista Eletrônica Estudos Hegelianos Ano 5, nº9, Dezembro-2008, p. 59-74.
SCHLEIERMACHER, F. Sobre a Religião. São Paulo: Fonte Editorial, 2009.
______. On the Christian Faith, v. 2. In. GEISLER, N. Teologia Sistemática. v. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p. 189.
SCHOPENHAUER, A. A Vontade In. REALE, G; ANTISERI, D. História da Filosofia. Sã v. 5. São Paulo: Paulus, 2009.
SCUSSEL, M. A. O Ser e o Fazer no Ensino Religioso. Revista Lusófona de Ciência das Religiões. – Ano VI, 2007 / n.º 12 – 251-262.
SHAULL, R. Alternativa ao Desespero. Impressa Metodista, 1963.
SILVA, E. G. Literatura Pseudônima e a Comunicação Indireta: o discurso religioso em
Kierkegaard. In: XIII Simpósio Nacional da Associação Brasileira de História das Religiões
(ABHR), 2012, São Luiz -MA. Anais dos Simpósios da ABHR, 2012. v. 01. p. 01-14.
______. Resenha: ADORNO, T. 2010. Kierkegaard: construção do estético. São Paulo, Editora da UNESP, 379 p. Filosofia Unisinos. v. 12, n. 3, p. 292-297, set/dez 2011.
SILVA, J. T. Liberdade e Angústia em o conceito de angústia de Kierkegaard. Inquietude, Goiânia. v. 3, n. 2, Ago/Dez, 2012, p. 97-107.
SOUZA, H. A. Q. Kierkegaard sob a Perspectiva de Otto: O Instante e o Numinoso. Revista Pandora Brasil – Número 23, Outubro de 2010, p. 25-36.
STEWART, J. The notion of actuality in Kierkegaard and Schelling’s influence. Ars Brevis, v. 1, 2011, p. 237-253.
STONE, J. A. Tillich and Schelling’s Later Philosophy. CAREY, J. (Ed). Kairos and Logos. Cambridge, MA: The North American Paul Tillich Society, 1978, p. 11-44.
STOLZENBERG, J; RAPIC, S. Kierkegaard und Fichte: praktische und religiöse
Subjektivität. Berlin: De Gruyter, 2010.
THEUNISSES, M. Kierkegaard’s concept of despair. New Jersey: Princeton University Press, 2005.
TOMAZI, N. D. Sociologia para o Ensino Médio. São Paulo: Saraiva, 2010.
VACCARI, U. R. A Critica do Jovem Schelling à Teologia de Tübingen no Contexto da
Querela do Panteísmo. Cadernos Espinosanos. v. XXIV, 2011, p. 167-192.
VALLS, A. L. M. Kierkegaard, cá entre nós. São Paulo: Liber Ars, 2012.
______. Kierkegaard: do desespero silencio ao elogio do amor desinteressado. Porto Alegre: Escritos, 2004.
______. Entre Sócrates e Cristo: Ensaio sobre a Ironia e o Amor em Kierkegaard. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000.
______. Apresentação. In. Migalhas Filosóficas ou um bocadinho de filosofia de João
Clímacus. Trad. de Ernani Reichmann e Álvaro Valls. Petrópolis- RJ: Vozes, 2011.
VERNANT, J. P. Textos Selecionados. In. VILHENA, V. M. Panorama do pensamento