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4.5.1 Propriedades estruturais

Serão as on lusões da última seção espe í as para o obre, ou outros metais não

magnéti os podem tambémdesenvolver magnetismoquando onnados naformade aglo-

meradosemCNTs? Nesta seçãotentaremosresponderaesta questão estudandoo aso da

prata.

Ao ontrário do que a onte eu no aso do obre, que sofreu uma erta rotação no

eixo

x

, o aglomerado de prata não sofreu nenhuma rotação, omo pode ser observado na gura 4.9, espe ialmente em 4.9(b). Em ompensação, a nanopartí ula  ou um pou o

mais estendida, devido ao onnamento provo ado pelo tubo que força o aglomerado a

formar adeias lineares. O omprimento médio das ligações entre os átomos de prata foi

de

2,74

Å e a menor distân ia entre um átomo de Ag e a parede do CNT foi de

2,70

Å. Este último resultado foi maior do que o en ontrado para o aso do obre exatamente

efeitos de onnamento na nanopartí ula de prata devem ser mais fortes, inuen iando

as propriedades magnéti as e eletrni as de maneira mais drásti a. Para orroborar essa

hipótese segue apróxima seção onde serão abordadosestes temas.

(a) Plano

xy

(b) Plano

yz

( ) Plano

zx

Figura4.9: Geometrias relaxadas parao sistema Ag

8

CNT(6,6).

4.5.2 Propriedades eletrni as e magnéti as

Os ál ulosparao aso dapratamostraramque osistemapossuium momentomagné-

ti ograndepor élulaunitária,sendoovalorde exatamente

2,0 µ

B

,ondeamaior ontribui-

ção vem, a exemplo do aso do obre, do aglomerado metáli o, ujo momento magnéti o

é de aproximadamante

1,7 µ

B

. Neste aso, o CNT ontribui om uma par ela de er a

de 13% do momento magnéti o total. Um aumento pou o signi ativo numeri amente

masqueproduziuefeitos onsideráveisnaspropriedadesmagnéti asdoCNT. Umexemplo

disso é a densidade de spin para esse sistema, que pode ser observada na gura4.10. Ela

foigerada parao mesmoisovalorde antes (

1,0 × 10

−4

e

/bohr

3

). Nagura, pode-se ver que

obredentrodotubo. A mesmaguramostraaindaum número onsideráveldeátomosde

arbonoquemanifestamumadensidaderazoavelmenteextensade elétrons omspindown,

o que não foi observado para o aso do obre. Isso tudo reforça a idéia apresentada na

seçãoanterior de queosefeitos de onnamentonoaglomeradode pratasão maisintensos

quando omparados aos do obre.

(a) Plano

xy

(b) Plano

yz

( ) Plano

zx

Figura 4.10: Isosuperfí ies de spin para o sistema Ag

8

CNT(6,6). O spin up está repre- sentado pela or vermelhae ospin down pelaazul.

A exemplo do que a onte eu para o obre, os elétrons que mais ontribuiram para o

desemparelhamentoeletrni odosistema(de a ordo omaanálisepopula ional)foramos

5s

, uja ontribuiçãopara o momentototal hega aquase 52% dovalordeste.

Novamente, bus amos da des rição das propriedades eletrni as um melhor entendi-

mento a er a das mudanças no omportamento do aglomerado quando onnado. Como

a transferên ia de elétrons do metal para o CNT é um resultado já onhe ido na litera-

tura [60; 61℄, o primeiro ponto importante é o valorda arga transferida,

0,92 e

do metal

para o CNT, quase três vezes maior que a arga transferida pelo obre.

relaçãoàslinhas orrespondentes a adaspin,já queodesemparelhamentofoi maior. Essa

hipótese é onrmada quando se observa agura 4.11.

Figura4.11: Estrutura de faixaspara o sistemaAg

8

CNT(6,6). Na gura, ossímbolos

N

representam o spinup, enquantoque os

H

,o down.

Para o aso da prata ainda tem-se as linhas om dispersão linear quase degeneradas

presentes na estrutura de faixas do Cu

8

CNT(6,6) que são predominantemente oriundas

doCNT.Adiferençaessen ialentre asguras4.6e4.11é omrelaçãoàslinhashorizontais.

Primeiramente, per ebe-se laramente que há somente duas linhas sem dispersão abaixo

daenergiade Fermi,ambasde spinup emuitopróximasentre si. As linhashorizontaisde

spin down estão todas a ima da energia Fermi, o que ontribuiu para a formação de um

desemparelhamentoeletrni o omapredominân iadespinsup. Outropontointeressante

éque o ruzamentodas linhas de dispersãolinear quea onte e noponto

Γ

e

Y

sedápara um valorde energia bempróximoao nível de Fermi, diferentemente doque a onte e para

o aso do obre.

Aindasobreaslinhassemdispersãonaestruturadefaixas,édeseesperarqueelassejam

predominantementeoriundasde estadoseletrni osdananopartí ula, omoa onte eupara

horizontais de spin up e down que estão muito próximas em energia é de se esperar que

a densidade de estados mostre um úni o pi o muito estreito de estados da prata om

pequenas ontribuiçõesdo arbono pelofatodas linhas horizontais ruzarem asdispersões

referentes aoCNT. Essa hipótese pode ser onrmada observando-se agura 4.12.

Figura 4.12: DOS projetada para o sistema Ag

8

CNT(6,6). Na gura, os estados dos spins up estão na parte positiva da DOS, enquanto que os estados dos spins down estão

naregião negativa.

Como pode-ser ver na gura 4.12, os dois pares de linhas horizontaisapare em quase

omoum úni opi o, devidorealmenteàproximidadequeeles têmemenergia. Observa-se

novamente a quebra de simetria entre a densidade de estados para os spins up e down

quando há estadosda prata om o mesmovalorde energia, etambémum pequeno deslo-

amento entre os pi os dos estados eletrni os up e down dos arbonos quando não há a

presençadeestadosdaprata. Issomostraque,mesmopequena,ainuên iadoaglomerado

de prata no CNT sedeu emum espe tro de energia bastante onsiderável.

Porm, éinteressantesabera quaisorbitaisperten em ospi os de estados eletrni os

mostrados na gura4.12. Para tanto, omo fora feitoantes para o aso do obre, pode-se

dos elétrons

4s

eoutrosdos elétrons

3d

,para aprata todosospi osnointervalode energia de 2eV emrelaçãoao nível de Fermi perten em aos elétronsdo orbital

5s

, omo pode ser veri ado nagura 4.13.

Figura 4.13: DOS projetada sobre os orbitais

s

e

d

do átomos de prata para o sistema Ag

8

CNT(6,6). Na gura, os estados dos spins up estão na parte positiva da DOS, en- quantoque os estadosdos spins down estão naregião negativa.

Tudo isso nos leva à on lusão que o onnamento tem o efeito de promover uma

transferên ia de arga do aglomerado para o CNT, gerando um momento magnéti o no

Con lusões

Eu vou publi ar seus segredos

Adriana Cal anhotto- Mentiras

Este trabalho abordou temas ligados ao estudo por primeiros prin ípios utilizando-

se a teoria do fun ional da densidade onde foram investigados dois sistemas prin ipais:

os de níquel ou ferro no interior de nanotubos de arbono zigzag e aglomerados de oito

átomosde prataou obreen apsulados pornanotubos arm hair. Para o primeirosistema

foraminvestigadas aspropriedades estruturais, eletrni as e magnéti as de ada uma das

estruturas simuladas quando o nanotubo era ou não submetido à uma pressão radial que

fazia om que sua seção reta  asse a hatada. Foi investigada a dependên ia da energia,

transferên ia de arga e momento magnéti o om o nível de a hatamento simulado no

sistema. Aindaparaessesistemaforampropostosdoismodelosparaosos: unidimensional

linear(apenasparaoníquel)eumodeoitoátomos. Osnanotubosque ir undavamoo

foram o (8,0) para o modelo unidimensional, (9,0), (11,0) e (11,0)(20,0) para o modelo

om oito átomos, sendo que o ál ulo do o de ferro foi realizado utilizando-se apenas o

nanotubo (11,0). Quanto ao estudo dos aglomerados de metais nobres en apsulados por

nanotubos,oestudofo ouasmudançasnaestrutura,propriedadeseletrni asemagnéti as

supra itados.

Para aprimeiraparte,referenteaos os deníquel ouferroen apsuladospornanotubos

de arbono, os ál ulos dainvestigação daposição mais estável doo dentro donanotubo

revelaram que os os preferem  ar mais próximos das paredes dos nanotubos, formando

ligações quími as om os arbonos. A análise da população eletrni a dos orbitais de

valên iadoomostrouqueemtodosos asosinvestigadoshaviaumatransferên iade arga

dooparao nanotubo,ondeos elétrons

4s

eram osresponsáveisporessa migração. Além disso,osimplesen apsulamentodooprovo aumemparelhamentodoselétrons

3d

fazendo omqueomomentomagnéti odooen apsuladosejamenorqueodomesmoolivre. Para

o estudoapli ando-se o a hatamento,os ál ulosrevelaram que, dependendo dodiâmetro

do nanotubo e da espessura do o, pode existir uma estrutura estável autoa hatada, ou

seja, ao se apli ar uma pressão radial em um nanotubo preen hido om um o metáli o

até erto ponto, este não retorna à forma original. As omparações de energia para os

sistemas sem a hatamento e autoa hatado mostraram que a estrutura autoa hatada se

en ontra em um mínimo lo al de energia a ima (para os asos estudados om o níquel)

ouigual emenergia(para o aso estudado om oferro) à orrespondenteestrutura om o

nanotuboperfeito. Aose ompararaspropriedadeseletrni asemagnéti asdasestruturas

omesema hatamento,veri ou-sequeambas diferemnosvaloresdas argasinjetadasno

nanotuboe namagnitude do momentomagnéti o. Emparti ular, observou-se, em alguns

asos, uma transição para estados não magnéti os sob o efeitode ompressão radial.

Paraa segundaparte, ouseja, osaglomeradosde oitoátomosde obreoupratadentro

do nanotubo de arbono, os resultados mostraram o surgimento de momento magnéti o

em virtude do en apsulamento. Alémdisso, os efeitos foram mais evidentes na prata que

no obre. Emambosos asos,foramidenti adastransferên iasde argaparaonanotubo.

veri ou-seaimportân iadoselétronsdosorbitais

s

paraaobservaçãodessafenomenologia Apartirdessas duaslinhaspodemostirarváriasoutrastemáti asparaestudos omple-

mentares. Algunsdos trabalhosqueestãoatualmenteem ursoeoutrosquepossivelmente

Perspe tivas

O que vo ê vaiser quando vo ê res er?

Legião Urbana - Pais elhos

Aqui serão mostrados alguns trabalhos já ini iados que tiveram omo origem asideias

quesurgiramdos resultados obtidos paraos sistemasabordadosnesta tese. Para o estudo

realizadoemos metáli osen apsulados, atualmenteestá em urso ainvestigação de uma

rota para se formar nanotas de arbono de espessura bem reduzida (da ordem dos diâ-

metros dos nanotubos simulados nos ál ulos). Esse estudo teve por base o fato de ter-se

en ontradoestruturasestáveis omonanotuboa hatado,oquetornaasbordasnão planas

donanotubobastantereativasdevido à urvaturaa entuada. Nossa proposta éveri arse

nanotas podem ser formadas a partir dessas estruturas por meio da quebra das ligações

C

C lo alizadasnessa região donanotubo. Ainda sobre os os, outro trabalhoini iado é a er adainvestigação dos efeitos ausados peloa hatamentoemnanotubossemi onduto-

res quando estes envolvem os semi ondutores. O prin ipal fo o é veri arse a transição

isolante-metalobtidaapartirdaapli açãode umapressãoradialnosistemaaindaéveri-

ada,eseessatransição a onte epara umapressãomaioroumenorquando omparadoao

nanotubovazio. Com relaçãoà pesquisa envolvendo osaglomerados, podemos expandir o

vantes quepara aprataou obre. Outraextensãopara essetemaé omparar asmudanças

provo adas pelos aglomerados aqui mostrados om outros formados por uma quantidade

diferente de átomos nas propriedades estruturais, eletrni as e magnéti as do nanotubo.

Ainda sobre esse tema,um trabalho ujos ál ulos jáestão nalizados tratadoen apsula-

mentodeum aglomeradoformadoporumaligade oitoátomos omposta porouro eprata

numa proporção50%

50% porum nanotubo. Osresultados preliminaresmostraram que, sob essas ondições, o ouro se omportou omo a prata, sendo que a geometria de menor

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