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Kırgızistan’ın Nüfus Yapısı

3.1 Demografik Yapı

YIL NÜFUS 1897 67.473

3.3. Sovyetler Birliği Dönemi Orta Asya Ülkelerinin Nüfus Analizleri Orta Asya’daki Türk Cumhuriyetleri, bağımsız olduklarında aidiyet hissetmedikler

3.3.3. Kırgızistan’ın Nüfus Yapısı

Este cap´ıtulo teve por finalidade mostrar como a resposta de uma funda¸c˜ao de m´aquina pode ser obtida considerando as fun¸c˜oes de rigidez dinˆamica. Um exemplo simples foi usado para mostrar que as equa¸c˜oes em vari´aveis complexas n˜ao constituem um obst´aculo, j´a que o c´alculo da resposta em termos de deslocamentos e esfor¸cos pode ser facilmente programada em um computador.

Em seu trabalho Analysis of Machine Foundation Vibrations: State of the Art [12], Gazetas prop˜oe que os modelos com parˆametros discretos massa-mola-amortecedor sejam substitu´ıdos por outros que representem melhor o solo de funda¸c˜ao. Os trabalhos recentes sobre o assunto confirmam esta tendˆencia, com os resultados te´oricos e experimentais sendo apresentados na forma de fun¸c˜oes de rigidez dinˆamica (impedance functions) ou de suas fun¸c˜oes inversas (compliance functions).

Richart et alii apresentam em [25], curvas do fator de amplifica¸c˜ao dinˆamico com- provando que, quando as hip´oteses da teoria do semi-espa¸co el´astico s˜ao verificadas e a freq¨uˆencia natural a0´e menor que 1,5; a precis˜ao obtida nos modelos com parˆametros dis-

cretos torna desnecess´ario o uso das fun¸c˜oes de rigidez dinˆamica. No exemplo da Se¸c˜ao 7.2, pode-se constatar que, para valores baixos de a0, os resultados s˜ao praticamente idˆenticos

para os dois modelos.

Finalmente, deve-se ressaltar que no exemplo a freq¨uˆencia de opera¸c˜ao era inferior `as freq¨uˆencias naturais da funda¸c˜ao (funda¸c˜ao sobre-sincronizada). Neste caso, as respostas

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(a)

(b)

Fig. 7.4 – Curvas de deslocamento e velocidade para o ponto A.

m´aximas em termos de deslocamentos e esfor¸cos transmitidos ocorrem na freq¨uˆencia de opera¸c˜ao e a an´alise dinˆamica se reduz `a verifica¸c˜ao dos valores m´aximos para esta con- di¸c˜ao. Quando uma das freq¨uˆencias naturais ´e inferior `a freq¨uˆencia de opera¸c˜ao (funda¸c˜ao subsincronizada) a condi¸c˜ao de ressonˆancia que ocorre durante a partida e a parada da m´aquina deve ser verificada, como ser´a discutido no Cap´ıtulo 9.

Funda¸c˜oes de M´aquinas

Submetidas a Esfor¸cos de Impacto

Algumas m´aquinas geram esfor¸cos dinˆamicos de grande intensidade e curta dura¸c˜ao que podem ser descritos por pulsos intermitentes. A opera¸c˜ao de prensas de corte, martelos de forja e estampagem, por exemplo, produz esfor¸cos de impacto de curta dura¸c˜ao que s˜ao considerados como um ´unico pulso, pois o efeito de um pulso desaparece antes que o pr´oximo ocorra devido ao amortecimento. Como as intensidades dos esfor¸cos envolvidos s˜ao grandes, eles podem causar vibra¸c˜oes intensas, danos `a m´aquina e sua funda¸c˜ao, e mesmo perturba¸c˜oes s´erias em estruturas e m´aquinas vizinhas.

Os procedimentos usuais para a an´alise dinˆamica de funda¸c˜oes de m´aquinas submetidas a impactos, embora bem fundamentados por ensaios realizados por Barkan [5], apresen- tam algumas deficiˆencias quanto `a defini¸c˜ao das propriedades do solo, particularmente a omiss˜ao do amortecimento. Recentemente estes procedimentos foram revisados por Novak e colaboradores [11, 19, 20, 21, 23] que, desenvolvendo solu¸c˜oes empregando a teoria do semi-espa¸co, conseguiram representar melhor o maci¸co de solo e considerar o amorteci- mento geom´etrico.

Este cap´ıtulo restringir-se-´a `as funda¸c˜oes de martelo, sendo discutidos modelos ma- tem´aticos adequados para representar o comportamento dinˆamico da funda¸c˜ao.

Funda¸c˜oes de Martelos De acordo com a fun¸c˜ao, os martelos podem ser classificados em martelos de forja, estampagem, tritura¸c˜ao e britagem. Uma descri¸c˜ao dos v´arios tipos de martelo encontra-se na referˆencia [15]. Os elementos b´asicos de martelos de forja s˜ao o martinete, o p´ortico que o sustenta e a bigorna (Fig. 8.1). Devido `a intensidade do impacto, os martelos s˜ao, em geral, montados sobre blocos de concreto armado separados do piso da instala¸c˜ao e de outras funda¸c˜oes.

Os esfor¸cos dinˆamicos s˜ao gerados pelo impacto do martinete contra a bigorna. O martinete pode cair em queda livre ou ter sua velocidade aumentada com o uso de vapor ou ar comprimido. Somente uma parte da energia de impacto ´e dissipada mediante a deforma¸c˜ao pl´astica do material e transformada em calor. A energia restante ´e transmitida para o bloco de funda¸c˜ao e o solo.

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(a) p´ortico sobre a bigorna (b) p´ortico sobre o bloco de funda¸c˜ao

Fig. 8.1 – Principais elementos de martelos de forja e condi¸c˜oes normais de apoio dos p´orticos.

Para a an´alise dinˆamica, ´e interessante separar os martelos nos quais o p´ortico ap´oia- se diretamente sobre a bigorna (Fig. 8.1-a) daqueles onde p´ortico e bigorna tˆem apoios distintos no bloco de funda¸c˜ao (Fig. 8.1-b). A primeira configura¸c˜ao proporciona maior precis˜ao ao impacto do martinete e ´e comum nos martelos de estampagem e corte. A segunda permite intensidades de impacto maiores, pois o p´ortico encontra-se isolado da bigorna, sendo a configura¸c˜ao normal dos martelos de forja.

Diversos arranjos de funda¸c˜ao s˜ao empregados em fun¸c˜ao do tamanho e da potˆencia do martelo. Em muitos casos, o bloco de concreto ´e moldado diretamente no solo (Fig. 8.2-a), mas quando a capacidade de suporte ´e insuficiente ou s˜ao poss´ıveis recalques exagerados, o bloco deve ser constru´ıdo sobre estacas. Quando o fator limitante do projeto ´e a trans- miss˜ao de vibra¸c˜oes para o solo, o bloco ´e montado sobre aparelhos de apoio de borracha ou molas, associados a amortecedores. Uma vala inferior de concreto ´e necess´aria para proteger estes elementos (Fig. 8.2-b).

(a) (b)

A bigorna pode apoiar-se diretamente sobre o bloco ou, com a finalidade de reduzir as tens˜oes no concreto, sobre um coxim constitu´ıdo de feltro industrial ou de madeira de alta resistˆencia.

8.1

Crit´erios de Desempenho

A maior parte dos crit´erios apresentados no Cap´ıtulo 6 n˜ao se aplicam `as funda¸c˜oes de martelo. Conseq¨uentemente, novos limites admiss´ıveis de amplitudes de deslocamento, recalques e tens˜oes s˜ao estabelecidos de acordo com as caracter´ısticas do martelo. Como regra geral, estes valores s˜ao especificados em normas ou pelo pr´oprio fabricante. Na ausˆencia de especifica¸c˜oes, podem ser usados os valores recomendados por Barkan [5] e reproduzidos a seguir.

8.1.1 Amplitudes de Deslocamento

De modo a n˜ao prejudicar a opera¸c˜ao normal do martelo nem danificar estruturas vizi- nhas, ´e recomendada uma amplitude m´axima de deslocamento de 1,2 mm para o bloco de funda¸c˜ao. Quanto `a bigorna, como grandes amplitudes implicam em menor eficiˆencia do martelo, s˜ao estabelecidos valores limites de acordo com a massa do martinete, m0.

Tabela 8.1 – Amplitudes admiss´ıveis da bigorna [5, p.206].

Massa do A martinete (t) (mm) ≤ 1 1 1 < m0 ≤ 3 2 ≥ 3 3 a 4 8.1.2 Recalques

No caso de solos que est˜ao sujeitos a recalques provocados por vibra¸c˜oes, como areias saturadas por exemplo, limites menores para as amplitudes de deslocamento dever˜ao ser adotados. Na hip´otese destes limites n˜ao serem observados, a concep¸c˜ao estrutural dever´a ser alterada com a introdu¸c˜ao de estacas ou aparelhos de apoio. Na primeira solu¸c˜ao, as cargas s˜ao transmitidas para camadas mais profundas do solo, enquanto na ´ultima, o recalque ´e reduzido diminuindo-se as for¸cas transmitidas.

8.1.3 Tens˜oes

“As tens˜oes dinˆamicas podem provocar fadiga do material, efeito que pode ser considerado reduzindo-se as tens˜oes est´aticas admiss´ıveis ou multiplicando-se as tens˜oes dinˆamicas por um fator de fadiga. Normalmente, um fator de fadiga µ = 3,0 ´e recomendado para todas as partes do sistema” [20].

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Benzer Belgeler