• Sonuç bulunamadı

Özbekistan’ın Nüfus Yapısı

3.1 Demografik Yapı

YIL NÜFUS 1897 67.473

3.3. Sovyetler Birliği Dönemi Orta Asya Ülkelerinin Nüfus Analizleri Orta Asya’daki Türk Cumhuriyetleri, bağımsız olduklarında aidiyet hissetmedikler

3.3.2. Özbekistan’ın Nüfus Yapısı

Os crit´erios utilizados para avaliar o desempenho de uma funda¸c˜ao de m´aquina comumen- te s˜ao expressos em termos de valores limites de amplitudes de velocidade e acelera¸c˜ao, referindo-se aos efeitos provocados em pessoas, estruturas e na pr´opria m´aquina. Para vi- bra¸c˜oes permanentes provocadas por esfor¸cos dinˆamicos harmˆonicos, os crit´erios podem ser expressos por meio de amplitudes de deslocamento associadas `a freq¨uˆencia do movimento. Os valores limites dependem da instala¸c˜ao industrial e da fun¸c˜ao da m´aquina no processo industrial, e envolvem considera¸c˜oes que v˜ao desde o custo inicial at´e a manuten¸c˜ao e substitui¸c˜ao da m´aquina.

Os crit´erios apresentados a seguir resumem dados experimentais de diversos pesquisa- dores e foram reunidos por Richart et alii [25] e Moore [17]. Eles abrangem, principal- mente, o movimento de funda¸c˜oes em regime permanente, para o qual as condi¸c˜oes do solo s˜ao admitidas est´aveis, n˜ao se considerando a compacta¸c˜ao ou mudan¸cas de geometria do solo.

44

6.2.1 Efeitos em Pessoas

Estudos experimentais tˆem demonstrado que a sensibilidade humana `as vibra¸c˜oes depende tanto da amplitude quanto da freq¨uˆencia da vibra¸c˜ao [17, 25]. Isto ´e ilustrado na Figu- ra 6.1 que mostra os valores limites das amplitudes de deslocamento para pessoas em p´e, submetidas a vibra¸c˜oes na dire¸c˜ao vertical. Cinco curvas delimitam as diferentes zonas de sensibilidade, que variam desde “impercept´ıvel” at´e “severa para pessoas.”

Fig. 6.1 – Limites de amplitude de deslocamento [25, p´ag. 311].

Para o intervalo de 1 a 80 Hertz a norma internacional ISO 2631 - Guide to the evaluation of human exposure to whole-body vibration (1978) [17, pp. 14-19], estabelece trˆes limites de vibra¸c˜ao a partir das seguintes condi¸c˜oes:

a) preserva¸c˜ao do conforto (limite de conforto);

b) preserva¸c˜ao da eficiˆencia no trabalho (limite de fadiga ); c) preserva¸c˜ao da sa´ude ou seguran¸ca (limite de exposi¸c˜ao).

A norma apresenta, na forma de gr´aficos, os limites de fadiga em fun¸c˜ao da freq¨uˆencia de vibra¸c˜ao e do tempo di´ario de exposi¸c˜ao para vibra¸c˜oes longitudinais e transversais. Os limites de exposi¸c˜ao s˜ao obtidos dobrando-se os valores admiss´ıveis dos limites de fadiga, enquanto os limites de conforto correspondem a um ter¸co dos mesmos valores. Coeficientes multiplicadores s˜ao utilizados para considerar o hor´ario, o tipo e o local da atividade desenvolvida, e a natureza da vibra¸c˜ao (peri´odica, intermitente, rara etc.).

N˜ao devem ser ignorados aspectos psicol´ogicos como, por exemplo, o fato de traba- lhadores envolvidos diretamente com a m´aquina serem menos suscept´ıveis `as vibra¸c˜oes

que outros em sua vizinhan¸ca, para os quais os limites fisiol´ogicos fornecidos podem ser excessivos.

6.2.2 M´aquinas Vibrando em Regime Permanente

A Fig. 6.2 mostra as curvas que delimitam as zonas de n´ıveis de desempenho para m´aquinas rotativas na freq¨uˆencia de opera¸c˜ao. As amplitudes de deslocamento referem-se ao mo- vimento horizontal medido na caixa do mancal e n˜ao no eixo. ´E importante observar que diversos autores [3, 25] utilizam a mesma figura na verifica¸c˜ao das amplitudes de deslocamento na dire¸c˜ao vertical.

E Perigoso. Parar a m´aquina para evitar acidente.

D Pr´oximo da ruptura. Corrigir em 2 dias para evitar quebra. C Defeituoso. Corrigir em 10 dias para economizar em manuten¸c˜ao. B Pequenos defeitos. Corre¸c˜ao economiza em manuten¸c˜ao.

A Equipamento novo.

Fig. 6.2 – Crit´erios para a vibra¸c˜ao de m´aquinas rotativas (Blake, 1964, citado em [25, p´ag. 313]).

O conceito de fator de servi¸co introduzido por Blake ([25, p´ag. 312]), que consiste em multiplicar as amplitudes calculadas por um coeficiente que depende da instala¸c˜ao industrial e da importˆancia de cada m´aquina, permite avaliar o desempenho de diversos tipos de m´aquinas utilizando a Fig. 6.2 e a Tabela 6.1.

A Tabela 6.2 estabelece uma correla¸c˜ao entre faixas de amplitudes de velocidade e condi¸c˜oes de opera¸c˜ao para m´aquinas rotativas. Richart et alii [25] chamam a aten¸c˜ao para a semelhan¸ca entre os valores da tabela e as velocidades limites indicadas na Fig. 6.1, constatando que uma condi¸c˜ao adequada para a m´aquina normalmente satisfaz os crit´erios para pessoas.

46

Tabela 6.1 – Fatores de servi¸co (Blake, 1964, em [25, p´ag. 312]). Bomba centr´ıfuga de est´agio ´unico, motor el´etrico, ventilador 1 Equipamento t´ıpico de processamento qu´ımico, n˜ao-cr´ıtico . . 1 Turbina, turbogerador, compressor centr´ıfugo . . . 1,6 Centr´ıfuga, eixo r´ıgido*; bomba centr´ıfuga multi-est´agios . . . . 2 Equipamentos diversos, caracter´ısticas desconhecidas . . . 2 Centr´ıfuga, eixo suspenso, eixo pr´oximo ao cesto . . . 0,5 Centr´ıfuga, v´ınculo suspenso . . . 0,3

Valores para equipamentos fixados `a base.

Vibra¸c˜oes medidas na caixa do mancal, exceto onde indicado.

deslocamentos horizontais medidos na caixa do cesto.

Tabela 6.2 – Condi¸c˜oes de vibra¸c˜ao para m´aquinas rotativas (Baxter & Bernhard, 1967, em [25, p´ag. 314]). Amplitude de velocidade horizontal (mm/s) Condi¸c˜ao de opera¸c˜ao da m´aquina < 0,12 extremamente suave 0,12 – 0,25 muito suave 0,25 – 0,50 suave 0,50 – 1,0 muito boa 1,0 – 2,0 boa 2,0 – 4,0 razo´avel 4,0 – 8,0 levemente severa 8,0 – 16,0 severa > 16,0 muito severa

Para tipos especiais de m´aquinas, as organiza¸c˜oes envolvidas em sua fabrica¸c˜ao e ope- ra¸c˜ao fornecem dados espec´ıficos para diferentes condi¸c˜oes de opera¸c˜ao. A Tabela 6.3 mostra valores de amplitude de deslocamento nos mancais de conjuntos turboalternadores, operando na freq¨uˆencia de 3000 rpm, correspondentes `as diversas condi¸c˜oes de opera¸c˜ao.

Tabela 6.3 – Vibra¸c˜oes em turboalternadores (Parvis & Appendino, 1966, em [25, p´ag. 314]).

Condi¸c˜ao de opera¸c˜ao

Amplitude de deslocamento (mm) no mancal no eixo na laje da turbina

excelente 0,005 0,025 0,0005

boa 0,01 0,05 0,001

razo´avel 0,02 0,1 0,002

m´a 0,04 0,2 0,004

6.2.3 Efeitos em Estruturas Prediais

A Figura 6.3 resume as informa¸c˜oes referentes aos danos estruturais causados por vibra¸c˜oes em fun¸c˜ao da amplitude de deslocamento e da freq¨uˆencia de vibra¸c˜ao. As retas tracejadas correspondem a amplitudes de velocidade e acelera¸c˜ao e servem apenas de referˆencia.

1 sem danos;

2 possibilidade de ruptura em revestimentos; 3 danos prov´aveis em elementos estruturais; 4 danos em elementos estruturais - destrui¸c˜ao.

Fig. 6.3 – Poss´ıveis danos em constru¸c˜oes (Steffens, 1974, citado em [17, p´ag. 7]).

Benzer Belgeler