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Küreselleşme Çağında İslam Daveti -4- İslam’ı Anlatmak Sana Düşmez mi?

As atividades criativas e informativas junto aos Pais robustecem as Facetas do conhecimento, da conscientização e da sensibilidade (Haetinger, 2013; Xesús, 2002; Arándiga, 2007). Assim, tanto as atitudes dos pais como as da família e da sociedade, ao reconhecerem as potencialidades criativas e emocionais da criança Índigo, enquanto ser humano dotado de faculdade mental a se desenvolver, robustecem aquelas facetas. Neste sentido, a Psicopedagogia da Criatividade tem um papel fulcral nos estudos de observação e de intervenção, porque esta ciência possui as vertentes aplicativas de atividades e orientações a fim de melhor interagir, desenvolver e melhorar as atitudes educacionais dos Pais e a interrelação dos Pais com o seu filho Índigo (Gaspar, 2000; Vecchio, 2006; Antunes, 2001b).

1.3.1 Potencialidades da criança Índigo

A criança Índigo é dotada de uma sensibilidade criativa ao desenvolver suas tarefas, e resolver os problemas com suas características e capacidades, então surge a necessidade de criar novos paradigmas educacionais (Gaspar, 2000; Morin, 2002; Bolivar, 2003; Haetinger, 2013). Estes novos paradigmas educacionais consideram que as crianças devem ser preparadas para conviver numa sociedade em constantes mudanças, assim como devem ser os construtores do seu conhecimento e, portanto, serem sujeitos ativos neste processo de crescimento, onde a descoberta é elemento privilegiado desta construção (Antunes, 2005).

As potencialidades da criança Índigo destacam-se pelo modo extrovertido, pioneiro, original, autossuficiente, criativo, destemido, tenaz, cheio de energia, de personalidade forte (às vezes destacando-se por sua calma e gentileza e em outras situações demonstrando timidez, isolamento ou mesmo rebeldia aparente), também se destacando por possuir o senso espiritual, telepático de sensibilidade significativa (Sánchez, 2005; Vecchio, 2006; Atwater, 2008).

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Uma das grandes caraterísticas da criança Índigo é a sua capacidade de perceber com detalhes uma situação e compreender esta situação em conformidade com as leis que regem o Universo; a sua alta sensibilidade sensorial a faz ser diferente no seu comportamento (Simon, 2010; Beni, 2012), porque usa mais o sub-consciente elevando a sua sensibilidade ao nível de clarividências22, e neste nível de consciência apresentam

faculdades mentais mais refinadas que as demais crianças da nossa época (Vecchio, 2006).

A criança Índigo, segundo observações de (Vecchio, 2006; Cañete, 2008; Simon, 2010) existe evidências que nascem mentalmente mais equipadas com potencialidades, como dotes energético e estrutura neurológica, com as quais consegue ter um desempenho criativo supreendente; e, consequentemente o poder da Indiguidade, também fica evidente que os Pais e a Escola não se encontram preparados para adequar as atividades do currículo escolar a este potencial (Xesús, 2002; Bolivar, 2003; Haetinger, 2013.

Conforme vai ser visto mais aprofundamento nos itens 2.1.2 e 2.2.3 do Capítulo II, a criança Índigo não pode desenvolver seu potencial apenas por si mesma; ela necessita de parceria dos Pais (e dos Professores) que se adaptem à sua condição atípica e especial, suas potencialidades, em lugar de, como acontece com frequência, pretender adaptá-la a uma educação tradicional voltada aos que não possuem os mesmos recursos neurológicos que o Índigo tem (Losey, 2008; Vecchio, 2006). Assim, a formação dos Pais para lidar com os seus filhos Índigo é preciso ser feita, e deve ser baseada numa Psicopedagogia da Criatividade e numa íntegra interrelação parental de confiança mútua, o que é básico!

22 Terminologia usada pelos holísticos para expressar as caracaterísiticas sensitivas da criança Índigo,

como por exemplo a capacidade não comum da clarividência de visão, de audição, de tato, de paladar e de olfato.

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1.3.2 Formação e Crescimento da Interrelação da criança Índigo

Neste ítem trata-se de descrever a formação e o crescimento da interrelação social da criança Índigo, em especial a interrelação com os seus Pais, a parental. Baseada nas informações do Plano de Ações Criativas será possível perceber a formação e o crescimento interrelacional da criança Índigo (Vecchio, 2006, Cañete, 2008; Tiba, 2005; Haetinger, 2013). Ressalta-se, que os Pais exercem uma forte influência na educação dos seus filhos Índigo. É um fato incontestável que a criança aprende por imitação o que os Pais fazem, imitando-os, se bem que muitas vezes, ante as consequências que provocam os seus atos e as atitudes, sobretudo na fase do desenvolvimento da infância, a criança é altamente imitadora tal como aliás todas as crianças (Piaget, 1989; Bee, 2003; Bolivar, 2003).

Vecchio (2006) resgata a responsabilidade dos Pais sobre os seus filhos índigo. A escola (…) não é responsável pela formação do carácter, é o impulso primeiro da família que desperta a alma para a descoberta de suas potencialidades: trata-se assim de uma tarefa primordial dos Pais para com o seu filho Índigo (ver Figura 1).

Figura 1: A Formação da Interrelação Parental da Criança Índigo

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A interrelação parental inicia sua formação desde o nascimento de um filho; assim, segundo Tiba (2005), o relacionamento dos pais é:

Entendida como um conjunto de comportamentos que leva ao melhor resultado possível, trazendo benefícios para todos, a disciplina estabelece o seu caminho nos primeiros dias de vida da criança (p. 31).

A disciplina aplicada com regras e com respeito eleva a confiança e a autonomia da criança Índigo, contudo, para estabelecer disciplina para com o seu filho Índigo, é preciso ter conhecimento sobre o Fenómeno Índigo e sobre as características e do comportamento do filho Índigo, é preciso também desenvolver uma maior consciencialização das necessidades e anseios deste tipo de criança; e é espectável haver maior sensibilidade parental, aquando das manifestações comportamentais inusitadas do seu filho índigo (Haetinger, 2013; Vecchio, 2006).

A criança Índigo é dealista, carismática e, acima de tudo, verdadeira. (Vecchio, 2006; Sánchez, 2005; Reyes & Chapela, 2010) afirmam que a criança e o jovem são construtores de uma nova civilização, convicção essa com a qual esta doutoranda compartilhamos, e cujos contornos se delineiam no horizonte atual e futuro do ser humano; por isso é importante os Pais serem capacitados para estabelecer uma interrelação parental equilibrada na expectativa da formação educacional mais adequada do seu filho Índigo.