• Sonuç bulunamadı

1.3. Terörün Sebepleri ve Etkileri

1.3.3. Sosyokültürel Nedenler ve Etkileri

1.3.3.3. Kültürel Kimlik Kaybı

Nesta etapa, de forma sucinta, serão apresentados os recursos sociais dos ex-nomeados eleitos entre 1079 e 2012, com destaque para a profissão, escolaridade, área e nível de formação e a origem familiar.

A taxa de sucesso eleitoral, mensurada pelo total de candidaturas em relação aos postos eletivos conquistados, apresenta um valor médio de 77%, sendo que 42% (18 de 43) venceram em todos os pleitos disputados e, destes, 58% (11 de 18) realizaram penas uma tentativa. Ainda sobre o número total de eleitos, metade apresentam trajetória eletiva durante o multipartidarismo e 72% ocuparam cargo eletivo durante o autoritarismo, tornando evidente que a experiência política foi um fator determinante para o sucesso eleitoral.

Os que apresentaram taxa de sucesso entre 50% e 88% totalizaram 22 casos ou 51% dos eleitos, os quais realizaram entre 2 e 8 tentativas, onde apenas três indivíduos ocuparam cargos eletivos entre 1945 e 1965. Entretanto, 59% (13 de 22) apresentou trajetória eletiva durante o autoritarismo e sendo 41% (9 de 22) eleitos para cargos municipais. Deste grupo, destaca-se Antônio Dib, que conquistou os oito cargos disputados, sete deles como vereador na capital, Porto Alegre.

A análise geral sobre a trajetória destes 43 ex-nomeados eleitos, demonstraram que 65% encerrou o mandato de prefeito nomeado entre 1979 e 1985, que 28% ocupou cargo eletivo durante o multipartidarismo e 65% no autoritarismo. Para estes, o posto de vereador municipal foi o perfil da maioria, sendo 28% seguiram carreira na administração pública e 16% na carreira mista. Em relação a categoria profissional, 49% dos eleitos pertencem aos professores, militares, comerciantes, veterinários e agropecuaristas, respectivamente – vide a tabela do Anexo XIV.

Os dados sobre a origem dos eleitos indicam que 42% originaram de grupos familiares com tradição na política, 46,5% apresentam curso superior ou de pós-graduação e 23% o ensino médio ou médio técnico.

Conclusões parciais

A trajetória dos ex-prefeitos nomeados em cargos estatais e eletivos na atual democracia, em certa medida, parecem exitosos e como resultado exclusivo do esforço individual. A análise das trajetórias sociais dos nomeados, revelaram que as conexões estabelecidas no campo político e recursos sociais privilegiados, são mecanismos sobre o qual

se sustenta um sistema de desigualdades. Realmente, há alguma movimentação no campo para sua ocorrência e é justamente esta movimentação que deixa claro a existência das desigualdades.

Os recursos sociais dos indivíduos expõe outra parte do sistema. Os provenientes de famílias tradicionais, mesmo sem experiência prática, já estão inseridos no campo político e possuem acesso à redes de contatos privilegiados, cultivadas com políticos do cenário local, estadual e federal. Redes que se formaram pelo apoio dado a alguma candidatura política, pelo exercício da atividade na política em departamentos governamentais, ou por comungarem de um mesmo habitus. A falta do simbolismo de um sobrenome de família pôde ser compensada pela formação universitária. Assim, tanto a nomeação quanto a continuidade das carreiras, seja em instituições estatais ou eletivas, são o resultado dos privilégios sociais.

Com a reforma partidária de 1979, novos partidos foram fundados, preservando os mesmos quadros e prevalecendo no momento da seleção o peso das desigualdades e a manutenção destas elites na carreira.

O componente eleitoral, mensurado pelas votações da Arena e MDB, não possibilitou realizar inferências ou identificar uma relação de dependência com nomeados que decidiram seguir carreira após 1979. A história política das localidades revela-se essencial para compreender como as elites permaneceram na carreira, assim como os atributos dos nomeados, o exercício de uma boa administração, associados ao contexto municipal favorável para a candidatura.

Casuísmos como a continuidade das ASN até 1985 e a presença constante de partidos e eleições, possibilitaram aos nomeados a ocupação de cargos nas prefeituras, bem como conquistar postos de vereador, deputado estadual e deputado federal, o que facilitou a ampliação do seu capital social. Além disso, o contexto de fechamento das ASN, permitiu, em alguns municípios, o desaparecimento da oposição e até mesmo da Arena, como exemplificado em Vicente Dutra.

Fatores contrários a manutenção da elite dos nomeados após 1979, decorrem exatamente da possibilidade da oposição emedebista em manter carreiras durante o autoritarismo, entre eles estão alguns remanescentes do extinto PTB. Ideologia que mobilizou a formação do PDT (conforme caso de Bagé), resgatando o eleitorado de outrora. Cumpre ressaltar que os principais concorrentes do PDS foram vereadores remanescentes do MDB.

Alguns nomeados, nesta fase de transição, tentaram desvincular o estigma de representantes do regime em nível discursivo, pregando o retorno à democracia, o fim das ANS e a imediata instauração de eleições para os executivos municipais. Outros, aderiram ao

PMDB e PDT, ou fundaram novos partidos, como o caso do PFL – estratégia que se revelou eficaz para a manutenção de carreiras.

Com isso, percebe-se que o sistema político em âmbito municipal será composto pelos remanescentes do regime e não somente pela oposição. Neste sentido, o sistema partidário, se configura em um importante instrumento que admitiu o gradual retorno a democracia em municípios ASN. Tais fatores reduziram os custos da transição, evitando uma ruptura mais profunda nestas sociedades locais, onde o ato de votar e a possibilidade de escolher os candidatos, foram essenciais para o processo de retorno a democracia.

Quem segue carreira? Ao analisar os indivíduos que ocuparam cargos públicos (25), com os que conquistam cargos eletivos (43) e subtrair os indivíduos que seguem em ambos os setores (16), verificamos com segurança que 52 de 107 ex-prefeitos nomeados ocuparam pelo menos um cargo no período que vai de 1979 até 2012, isso significa que 48,5% da população estudada segue carreiras na atual democracia brasileira. Dos 56 que postulam cargos, 43 são eleitos, apresentando uma taxa média de 60% de sucesso, tanto para o caso dos nomeados que seguem carreiras na burocracia estatal, quanto aos que se arriscam na empreitada eletiva. Ambos, adquiriram experiência durante o autoritarismo e cumpriram seus mandatos como nomeado durante a transição. Fato que permitiu a formação de novas siglas e o apoio a campanhas de vereadores e deputados, este suporte foi utilizado para reconverter a carreira após o fim da nomeação, geralmente associado a um perfil político mais elitizado, no que tange a formação superior, profissão e família política.

6 CONCLUSÃO FINAL

Com a tomada do poder pelos militares em abril de 1964, diversos prefeitos foram enquadrados no âmbito do Ato Institucional Número 1, estes se opuseram ao regime que se instalava, o que resultou na perda de seus cargos e dos direitos políticos, sendo substituídos sumariamente por indivíduos chancelados pelo regime. Com o intuito de aparentar legalidade a estas substituições, os militares forçaram os vereadores a criar e modificar leis e estatutos municipais, para que as Câmaras Municipais realizassem eleições no seu interior para a escolha de novos prefeitos. Embora a Constituição de 1945 admitisse a nomeação, o governo militar criou um aparto legal-burocrático especial, capaz de manter sobre o controle a oposição.

Entre os meses de outubro de 1965 e fevereiro de 1966, a intervenção militar na política foi intensa. A vitória de governadores contrários ao projeto autoritário, em 3 de outubro de 1965, motivou a intervenção militar, através da edição do Ato Institucional nº 2, que aboliu o sistema partidário criado em 1945. A Emenda Constitucional nº 12, de 05 de dezembro de 1965, foi o primeiro passo no sentido da regulação da nomeação de prefeitos em municípios de Territórios Federais. O Ato Institucional nº 3, de 5 de fevereiro de 1966, foi uma resposta direta do regime, retirando o cargo de prefeito da disputa eleitoral, face à expansão política da oposição em capitais de estados brasileiros. A Constituição de 1967 inseriu o conceito de “áreas indispensáveis a segurança nacional”. O ápice da política de nomeações ocorreu com a publicação da Lei nº 5.449, de 04 de junho de 1968, que definiu as Áreas de Segurança Nacional – ASN – compostas pela capitais de estados, estâncias hidrominerais, balneários, o Distrito e Territórios Federais e municípios localizado na zona de fronteira com países, classificados como pontos geopoliticamente sensíveis do Estado.

Esta tese buscou verificar como se organizaram e se formaram estas minorias que governavam municípios ASN durante o autoritarismo e se foi possível que estes ex-nomeados seguissem carreira, nos primeiros anos da transição, até 2012.

Ao mensurar o processo de recrutamento foi possível constatar que 77% de sua ocorrência esteve concentrada em agências do selectorate partidário. A análise dos cenários nos 29 municípios, demonstram que estas sessões da Arena possuíam autonomia para escolher representantes, um dos pontos fundamentados pelo ex-governador Jair Soares:

[...]vinham comissões do interior trazendo nomes, podia-se dizer em listas, ou senão viessem listas, um nome isoladamente, que ai seria examinado com as outras

indicações da mesma comunidade. Então era, vamos dizer assim, uma verdadeira corrida, para buscar o melhor para aquele cargo sob o ponto de vista da sociedade, e claro, sob o ponto de vista do partido, do que estava no governo, havia também uma preferencia por aquele ou um outro. (Soares, Jair, 2015)

A escolha dos candidatos realizada em agências dos selectorate partidário, encontraram fundamentação na continuidade de partidos, eleições e de elites do período multipartidário. As eleições dedicadas a compor legislativos em municípios ASN, pressupunham a escolha dos candidatos no interior dos partidos e tal processo foi estendido para as escolhas de prefeitos, o que justifica as indicações se concentrarem no interior da Arena. Neste sentido, as sessões da Arena nunca foram uma entidade acessória a burocracia estatal e sim autônoma, visto que selecionavam candidatos, estabeleciam critérios e indicavam o candidato ideal.

O procedimento de escolha informal concedeu as agências de recrutamento, extrema liberdade para compor as listas políticas em procedimentos nem sempre pacíficos, o que envolvia disputa pelo poder e promovia, por consequência, modificações na estrutura de oportunidades, sendo exposta pela existência de dois níveis: o ambiente local como fomentador de candidaturas e a nomeação como fase final do processo de recrutamento, que ocorria somente após a intervenção do governo estadual ou federal.

Ter o nome na lista tríplice, era um dos critérios formais a ser cumprido por quem almejasse a nomeação. Embora existissem candidatos preferenciais, o fato de ser filiado a Arena era suficiente para sinalizar o desejo de integrar a lista. Apesar da importância destes critérios, existiam mecanismos sociais atuantes na qualificação de alguns e responsáveis por repelir os impuros, como os recursos sócio-profissionais, de educação, de origem familiar e o capital social. Tais ocorrências, empregadas pelos seletores, foram observadas em todas as fases do recrutamento, partindo da indicação até a nomeação.

O capital social foi um dos elementos centrais no processo de recrutamento de prefeitos, expresso, principalmente, pelas conexões entre nomeados e indivíduos proeminentes do cenário políticos, como os deputados federal e estadual, ministros, secretários de estado, governadores e, inclusive, presidentes da República. No processo, os deputados tornaram-se responsáveis por conectar os ambiente local e o estadual, intermediando as indicações e as nomeações, em contrapartida, recebiam dos prefeitos nomeados importantes apoios em época eleitoral. Esta intermediação foi consentida por todos os governadores gaúchos, tornando-se explicita entre o governador Amaral de Souza e seu genro Fernando Gonçalves – caso exemplar deste artifício.

As nomeações diretas, foram outro caminho de acesso às posições de prefeito nomeado. Neste processo, a Arena e outras lideranças eram excluídas, tal procedimento foi verificado em dois momentos. O primeiro deles foi a recondução ao cargo de prefeito promovido diretamente pelo governador, sem o aval do poder central. Se tratava de ato administrativo, onde o governador, após consultar as bases locais, perguntava se o prefeito gostaria de continuar. E o segundo foi a nomeação direta, pelo alto, pelo presidente da República, este não considerava a opinião da classe política local, dos partidos ou do governador do estado. Tais indicações jamais foram questionadas, sendo admitidas apenas para os membros de elites políticas, consagradas no seu contexto de origem e detentoras de recursos sociais privilegiados, que permitiam acesso as redes de contatos singulares, garantindo a perpetuação de algumas linhagens de políticos tradicionais.

Portanto, as alterações promovidas pela intervenção dos militares, iniciada pela instalação do bipartidarismo e consagrada pela criação das ASN, produziu grupos políticos - oligarquias responsabilizadas por escolher os candidatos à nomeação. Anteriormente à instauração das ASN, estas elites escolhiam indivíduos competitivos ou “bons de voto” para concorrer as eleições municipais.

Após a instituição das ASN e o estabelecimento da nomeação de prefeitos, estas mesmas elites ficaram sem parâmetros para fundamentar suas escolhas de candidatos, o que resultou no destaque de indivíduos com os melhores recursos sócio-profissionais e educacionais – sobressaindo-se a “nata” da elite local. Estes recursos pesaram de maneira diferenciada em municípios recém emancipados ou de pequenos agrupamentos da fronteira, se comparado a centros urbanos médios ou a capital Porto Alegre, que apresentava elites políticas já formadas. O que demonstra a variação desses recursos no espaço geográfico.

O momento vivido pela sociedade na sucessão de seus prefeitos, é responsável por variações na forma de escolha e por definir o perfil do político ideal. Certos grupos partidários, não apresentavam variações substantivas entre os membros, o que fomentou o recrutamento com padrão lateral, externo a este grupo e focado em professores, comerciantes e indivíduos ligados a agropecuária ou com algum destaque em sua região.

O capital escolar, especialmente para os detentores de cursos de ensino superior e pós-graduação e até mesmo com ensino médio, foram reconhecidos pelas agências de recrutamento, como o grupo que reuniam as capacidades necessárias para a representação política da localidade. Alguns municípios da fronteira Oeste do estado, valorizavam nos professores a habilidade de comunicação e a distinção cultural, visto que estes eram os elementos de distinção e capacidade para o agir político.

Parte importante dos nomeados, não apresentavam qualificações educacionais, entretanto, traziam do berço a vivência política e o simbolismo da origem familiar fundamentados pelos feitos heroicos de seus antepassados na política e em guerras, que foram internalizadas no imaginário social. Além do reconhecimento social, eram detentores de recursos econômicos e de amplo capital social legado por gerações, sendo esta a sua fonte de legitimidade. Outros nomeados incorporavam diversos recursos, visto que possuíam vasta experiência no mundo da política, na ocupação de cargos eletivos ou na administração estatal – essa proximidade aos centros de poder e conexões com os ocupantes destes postos, facilitaram a recomendações de suas indicações e posterior nomeação.

A liberalização do mercado partidário promovido pela reforma de 1979, promoveu a migração dos remanescentes da Arena para o interior do PDS. A baixa produção de lideranças políticas, demonstrada pela reserva do mercado concorrencial, impediu o MDB, assim como a Arena, de promover novas lideranças. E isso ficou evidente pelo tempo de mandato de alguns prefeitos, trajetórias que duraram por 8, 10 e até 14 anos. O fato dos nomeados estarem entre os fundadores das novas siglas, a exemplo do PDS, PMDB, PDT e PFL, associado a continuidade das ASN até 1985, admitiu a esta restrita elite de nomeados o tempo necessário para se adaptar ao novo sistema que se instalava, através de uma a transição suavizada.

Identificou-se que dos 107 prefeitos nomeados, 52 acessaram cargos eletivos ou na administração publica, feitas as contas, conclui-se que 48,5% dos ex-prefeitos nomeados ocuparam pelo menos um cargo na atual democracia brasileira.

A legislação eleitoral, apesar de impedir que estes prefeitos concorressem, em certa medida ajudou em suas trajetórias. Na ocasião, o país estava tomado por movimentos que exigiam eleições diretas, inclusive alguns prefeitos nomeados serviram de porta vozes para o fim das ASN e exigiam o retorno das eleições para prefeitos. Em 1985 o PMDB venceu na ampla maioria dos municípios ASN, entretanto nas eleições de 1988, os ex-prefeitos nomeados se lançaram a empreitada política e como resultado conquistaram algumas prefeituras e posições de vereadores. Por fim, convém destacar que a presente tese aprofunda um fenômeno ainda inconcluso: recrutamento partidário, o qual abre futuras linhas de investigação sobre a oferta de carreiras em sistemas políticos autoritários, comuns após o final da Guerra Fria.

Com a intenção de aprofundar o estudo da carreira política de ex-nomeados, ainda em aberto, proponho, para futuros trabalhos, a seguinte questão de pesquisa: como e porque prefeitos nomeados conseguem manter a carreira política frente à drástica mudança do ambiente político e da forma de recrutamento imposta pela reforma partidária de 1979 e o fim

das ASN, a ponto de ter uma carreira política no atual período democrático? A hipótese diz que “a restrição à circulação de elites em ASN admitiu aos prefeitos nomeados, adquirir/ampliar experiência política, recursos sociais, formação de clientelas, estabelecimento de relações no campo político, durante a fase de transição e institucionalização da democracia, encontrando ambiente favorável para a reconversão em novas carreiras”.

Anexo I – Roteiro de entrevista para Prefeitos I CARREIRA POLÍTICA DOS NOMEADOS E FAMILIARES:

1. Qual é sua profissão?

2. O senhor foi filho ou parente de algum político?

3. Fale de sua carreira na política (ela iniciou: em 1945-1964 ou após 1965-1985)? 4. Entre (1945-64) ocupou algum cargo na administração publica?

5. Entre o final do Regime e os dias atuais: (quais cargos ocupou na administração pública (local, estadual ou federal?)

6. Algum familiar seu (filho, neto, esposa, amigo) teve sucesso na política com seu apoio direto? Se sim, qual foi sua trajetória?

7. Porque alguns dos prefeitos nomeados não seguiram carreiras políticas após 1985? Quais seriam os motivos? Entre estes que não seguiram, eles apoiaram algum familiar que teve sucesso na política?

1.2 PARA OS VICES-PREFEITOS APENAS:

8. O regime não previa a existência de vice-prefeitos. Como o senhor tornou-se um? Como isso foi possível? Qual era seu papel ao lado do prefeito? Como ocorreu sua nomeação?

II PROCESSO DE NOMEAÇÃO:

9. Como ocorria o processo de sucessão entre os prefeitos nomeados? 10. Como eram escolhidas as pessoas que seriam nomeadas?

11. Ser eleito pelo voto, assumir como vereador, era um dos critérios para ser nomeado? 12. Descreva como ocorreu seu processo de nomeação (Passos)?

13. Quem escolhia os nomes dos nomeados? Era indicação de (militares, comissão ARENA local, governador, quem)?

14. Como se chegou ao seu nome?

15. O senhor foi investigado pelo DOPS/SNI? O senhor tem a ficha de investigação? III ELEIÇÕES PARA O LEGISLATIVO MUNICIPAL:

16. Nas áreas de segurança nacional ocorriam eleições apenas para o legislativo. Como eram escolhidos os vereadores? Era apenas por meio das convenções? Ou eles eram escolhidos do mesmo modo que os prefeitos?

17. O dispositivo da sublegenda foi aplicado de alguma forma?

18. Apesar de a ARENA (NOME DO MUNICÍPIO) ser organizada por membros de vários partidos (tendências políticas), o senhor acha que o partido era coeso?

19. Existiam rivalidades entre integrantes de antigos partidos (PSD, PL, PDC...) para concorrer aos cargos de vereador.

20. O MDB era um partido Fraco?

IV DIVERGENCIAS ENTRE PREFEITOS NOMEADOS E VEREADORES DA ARENA: 21. Durante o seu mandato de prefeito, em algum momento, um ou alguns vereadores,

questionaram suas decisões?

22. Como eram resolvidos esses casos de rebeldia?

23. Algum vereador da ARENA de seu município foi cassado pelo Regime? 24. O Legislativo tinha poder? Qual era esse poder?

25. Se a maioria do legislativo fosse do MDB como isso era resolvido pelo prefeito nomeado?

V ADMINISTRAÇÃO:

27. Como as áreas de segurança contribuíram com o Regime? Mais especificamente, por que nomear prefeitos apenas em áreas de fronteira? Qual foi a vantagem nisso?

28. As áreas de segurança foram cinturões que serviam para isolar o Brasil de outros países?

29. O senhor foi presidente de alguma associação de municípios durante sua administração?

30. Qual era o papel destas associações?

31. Elas eram uma forma de os prefeitos nomeados pressionarem o Regime?

32. Em municípios onde havia a presença das Forças Armadas, a intervenção era feita de que forma?

33. Durante sua administração, houve repressão do aparato do Estado a munícipes ou a partidos ilegais, militantes de esquerda...

VI SOBRE A ARENA:

34. Para municípios criados entre (1965 e 1985) qual foi o peso do Regime na formação

Benzer Belgeler