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BÖLÜM III: POLİTİKALAR

B. Tartışma mı, Polemik mi?

1. Köylü Konuşması ve Gerçekçilik

Segundo os estudos de Bastos (2000), foi sobretudo a partir da década de 1880 que os trabalhos de Ferdinand Buisson (1841-1932) começam a circular no Brasil. Nos relatórios, foram localizadas referências a Buisson no discurso do presidente Antônio Gonçalves Chaves, em 1883. As citações se encontram dentro da rubrica Instrução Secundária. Ao se apropriar, para seu relatório sobre a instrução, das proposições desse autor francês, o inspetor geral da instrução pública de Minas Gerais, João Vieira de Azeredo Coutinho apresenta concepções sobre quais deveriam ser os “destinos” da educação secundária.

O inspetor Azeredo Coutinho defendia que, diante da insuficiência de recursos financeiros para as necessidades da instrução primária, e, levando em conta que não havia logrado benefício algum para a província a manutenção de “seis raquíticos estabelecimentos de instrução secundária”, se reorganizasse o Liceu Mineiro55 em largas bases, “de acordo com o espírito de nossa sociedade e de

nossas instituições”. Segundo avalia, além do Liceu Mineiro, não havia razão que justificasse a permanência de outros estabelecimentos de instrução secundária.

Assim não só ficaríamos habilitados a dar maior desenvolvimento ao programa das Escolas Normais, anexando-lhe o ensino de novas disciplinas, de forma que melhor servissem ao fim especial para que foram criadas, como também a convertê-las em uma imitação das

high schools dos Estados Unidos, cujo fim é dar ao povo o que há de

melhor, de mais puro, e de mais elevado na educação liberal. (MINAS GERAIS: Relatório de 1883, Anexo Inspetoria da Instrução Pública, p. 40).

Ao citar o exemplo das high schools, ao modo norte-americano, o inspetor toma como referência um trecho do relatório sobre a instrução primária na Filadélfia, de F. Buisson56, pois lhe parece que “tão judiciosos conceitos servirão de estímulo ao zelo e solicitude dos poderes competentes para a modificação necessária de nossos externatos, o que seria um assinalado serviço feito à província.” (MINAS GERAIS: Relatório de 1883, Anexo Inspetoria da Instrução Pública, p. 40, p. 41).

Tratando da função da high school, diz Mr. Buisson em seu relatório sobre instrução primária na Filadélfia.

Ela não prepara para carreira alguma especial, conduz a todas sem distinção, sem exceção. Não forma o engenheiro, o arquiteto, nem o médico da mesma maneira que não faz o industrial, ou o comerciante, mas cria uma mocidade inteligente e viva, flexível a todo o estudo, apta pra atirar-se a qualquer profissão, e ser bem sucedida.

Alguns entrarão para universidade, outros se dedicarão a negócios; haverá entre eles diferenças de ocupação, mas não existirá desigualdade de educação.

Assim os dois graus da escola primária prestam ao Estado serviços diversos, mas igualmente grandes: um lhe dá populações inteiras sabendo ler e escrever; o outro tira dessa massa uma elite dotada de capital intelectual suficiente para restituir-lhe pelo cêntuplo que lhe

55

O Liceu Mineiro foi criado em 1854, teve como referência o Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro.

56

Ver: BUISSON, F. Rapport sur l'instruction primaire à l'Exposition Universelle de Philadelphie en 1876. Paris: Imprimerie Nationale, 1878. 688p. (O exemplar consultado pertence ao acervo de obras raras, do Centro de Pesquisa, Memória e Documentação da FaE/UFMG).

custará. (MINAS GERAIS: Relatório de 1883, Anexo Inspetoria da Instrução Pública, p. 40-41).

A citação acima nos permite análises em duas direções: uma delas seria pensar nas finalidades e valores atribuídos ao ensino primário e ao secundário. Esse último, direcionado “para uma elite dotada de capital intelectual”. E o primário, para “a massa”, para “as populações inteiras”. Outra direção seria pensar na circulação e apropriação das ideias do autor francês, Buisson, nas últimas décadas do oitocentos no Brasil. Aqui, no entanto, vamos nos ater mais à segunda possibilidade.

Ao tratar da presença de ideias pedagógicas de Buisson no Brasil, nas três décadas finais do século XIX, Bastos (2000) o faz “a partir da análise da produção de dois representantes da ilustração brasileira — Rui Barbosa (1849-1923) e Joaquim José Menezes Vieira (1848-1897)”. E sobre a apropriação de autores franceses para se pensar a educação no Brasil, Bastos avalia que

no campo das ideias e inovações pedagógicas, muitos autores franceses são traduzidos e apropriados pela elite intelectual brasileira — Gréard, Girard, Gérando, Breal, Bert, Schoeffer, Delon, Defondon, Vesiot, Compayré, Hippeau, Renan, Pécaut, Pape-Carpantier, Cochin, Daligault, e tantos outros. A necessidade de um embasamento científico para o desenvolvimento da educação faz com que os intelectuais brasileiros se apropriem das ideias de representantes da intelectualidade francesa para dar voz e força às ideias que consideram relevantes e significativas para serem implementadas. (p. 81).

Sobre a circulação e apropriação dos escritos de Buisson no Brasil, Bastos (2000, p.83) considera que, para os intelectuais brasileiros, esses escritos fazem um balanço e uma análise do sistema educacional e das práticas pedagógicas dos países mais desenvolvidos, nos quais o Brasil deveria espelhar-se. Além disso, os escritos expressam inovações do sistema educacional e escolar, como modelo a ser adotado em um projeto que visava à modernização da educação brasileira. No que concerne à atração que esse autor teria exercido no Brasil, a autora pondera que no a força e prestígio de suas ideias residiriam em grande parte em suas atuações políticas e profissionais.

Ou seja, o fato de ser Inspetor Geral da Instrução Pública na França (1878), Diretor do Ensino Primário (1879), redator da Revue

Pédagogique, Professor da Sorbonne (1887), lhe dá o prestígio e o

modernidade sobre educação escolar. Entre seus escritos, os mais citados e utilizados são o Rapport sur l'instruction primaire à l'Exposition Universelle de Vienne en 1873; o Rapport sur l'instruction primaire à l'Exposition Universelle de Philadelphie en 1876; e a Conférence sur l'enseignement intuitif, faite aux Instituteurs délégués à L'Exposition Universelle en 1878. (BASTOS, 2000, p. 83, grifos da autora).

.

A partir da hipótese de que observamos os Estados Unidos pelo olhar dos escritores franceses, quando o trabalho de Buisson é apropriado pelos relatórios dos presidentes da Província de Minas Gerais, esse contato pode ter ocorrido diretamente com os textos do autor ou por outras mediações. As duas possibilidades são perfeitamente viáveis. Porém, uma hipótese a ser considerada ancora-se na mediação das ideias de Buisson no Brasil feita por Rui Barbosa. E, como já citado, Bastos (2000) foi quem investiu nos estudos sobre esse processo, principalmente sobre a apropriação — na obra de Rui Barbosa — do Rapport sur l'instruction

primaire à l'Exposition Universelle de Philadelphie en 1876, cuja publicação data de

1878. A esse respeito, a autora julga “interessante assinalar que a apropriação das inovações do sistema educacional americano dá-se por dois relatórios elaborados a partir de um olhar francês” (BASTOS, 2000, p. 88-89). Além de Buisson, aquele de Hippeau57, acrescenta. A propósito desse último, historiadores da educação o consideram como presença marcante junto à intelectualidade brasileira58.

Bastos considera que o Relatório da Exposição de Filadélfia foi a referência mais importante para Rui Barbosa escrever seu projeto de reforma do ensino primário, o que se explicaria pelo fato desse relatório centrar-se na apresentação do sistema educacional americano, os progressos que este alcançou e que foram apresentados na Exposição Universal de 1876. No entanto, além do referido relatório, cita outros escritos de Buisson apropriados por Rui Barbosa no Parecer de Reforma do Ensino Primário: Rapport sur l'instruction primaire à l'Exposition

Universelle de Vienne em 1873; o Rapport sur l'instruction primaire à l'Exposition Universelle de Philadelphie en 1876; e a Conférence sur I'enseignement intuitif, faite aux Instituteurs délégués à L'Exposition Universelle en 1878. (BASTOS, 2000, p. 88,

grifos nossos).

57 Ver: HIPPEAU, Célestin (1870).

L’instruction publique aux États Unis. Écoles publiques (colléges, universités, écoles spéciales). Paris: Didier et Cie., 447p.

58 Ver: BASTOS, Maria Helena Câmara. Leituras da Ilustração Brasileira: Célestin Hippeau (1803-

Entre os temas, nos quais Rui Barbosa busca subsídios no Relatório da Filadélfia, Bastos apresenta os seguintes: coeducação, arquitetura escolar, mobília escolar, currículo da escola, programas de disciplinas, horário escolar, distribuição dos alunos, financiamento da educação, gratuidade e obrigatoriedade do ensino, liberdade do ensino, estatística escolar, formação de professores, escola normal (BASTOS, 2000, p. 94-95).

No circuito/trânsito de ideias sobre educação, procuramos enfatizar por que as fontes assim nos conduziram, como a mobilização da experiência norte- americana para se pensar a organização da instrução pública brasileira se deu através de uma sobreposição de olhares: vimos os norte-americanos, sobretudo, pela lente dos franceses. O que nos leva a ter em conta a avaliação de Bastos (2000), segundo a qual “o olhar francês fortalecia duplamente para a intelectualidade as inovações necessárias a serem implantadas na sociedade brasileira”, considerando que “se os EUA as adotaram e os franceses as aplaudiram, por que não fazer o mesmo no Brasil?” (p. 89). Ou, de outro modo, valeria mais conferir certa autonomia, espécie de laissez-faire, ao campo da circulação de ideias, considerando aí as condições de possibilidade para isso, como foram as Exposição Internacionais, as viagens e mobilidades dos sujeitos, o mercado livreiro, as publicações da imprensa periódica brasileira e internacional, etc..

Ou isto ou aquilo, não podemos deixar de destacar o que mostram os estudos de Cordeiro (2006): uma mirada maior do “olhar” francês em direção aos Estados Unidos, sobretudo a partir de 1871, depois da derrota para os alemães59 e instalação

da III República. Haveria uma maior preocupação em examinar as experiências norte-americanas no “sentido de formular propostas de reforma da instrução pública na França” p. 2415). De todo modo, vale ressaltar que grande parte das obras francesas analisadas, cujo conteúdo é enaltecedor do presumido êxito dos Estados Unidos no campo da educação, foram publicadas em períodos anteriores a esta data. Como já foi exposto, nas análises sobre o escritor Laboulaye, considerado um dos precursores e catalisadores desse movimento, e cuja obra, O Partido Liberal seu

programa e futuro fora traduzida e publicada no Brasil em 1867. Ainda no terreno do

interesse dos franceses pelos dos norte-americanos, foi citada, igualmente, a obra A

Democracia na América, de Tocqueville, publicada em 1835, que trata,

59 No caso, Guerra franco-prussiana ou Guerra franco-germânica aconteceu de 19 de julho de 1870 a

principalmente, dos “modos de fazer” daquele país no plano da política, mais especialmente, um louvor às práticas que se mostraram prodigiosamente democráticas ao olhar de seu autor.

Ao tomar os autores estrangeiros que foram apropriados pelos relatórios, reiteramos o objetivo de uma aproximação dos sentidos para tal mobilização, ou seja, investigar que importância é atribuída ao pensamento desses autores para a organização da instrução pública na Província. Nesse sentido, destacaram-se os franceses do século XIX: Victor Hugo, Victor Cousin, Édouard de Laboulaye, Émile de Laveleye, Ferdinand Buisson e Célestin Hippeau. Mostraram-se igualmente importantes nos discursos, os pensadores do século XVI: o inglês Francis Bacon e o francês René Descartes. Esses últimos, convocados para os propósitos de racionalização da escola, no que concerne: à organização dos tempos e espaços escolares; ao estabelecimento de métodos de ensino mais eficientes e eficazes; à adoção de compêndios escolares, à formação de professores, aos conteúdos de ensino, etc..

Quanto às ideias apropriadas em seu conjunto, poderíamos afirmar que há uma convergência das mesmas no que concerne à grande finalidade atribuída à educação: a reverberação da esperança iluminista, ou seja, a emancipação dos povos pelo conhecimento. Propósito, aliás, debitado no cômputo da educação até nossos dias. No século XIX, essa finalidade se fazia notória nos discursos que defendiam a educação popular como o melhor meio de se atingir a civilização. A esperança iluminista se sobressaiu, sem dúvida, nas citações atribuídas ao autor francês, Victor Hugo. Na reincidência de sua frase “abrir escolas é fechar cadeias”. Propósito que se fez presente não apenas nas obras literárias do autor, mas em sua trajetória política, e em sua atuação no campo educacional francês; como se pretendeu aqui enfatizar.

E quando os Estados Unidos entraram também como paradigma para o campo educacional, os princípios da educação popular praticados por aquele país foram tomados como a grande causa do progresso norte-americano. Fato que se procurou demonstrar aqui por meio de trechos de obras e autores: Laboulaye e Laveleye, principalmente.

Mostra-se significativo para este trabalho pensar nas condições que possibilitaram a difusão dos autores estrangeiros em terras brasileiras. Pensar nas redes de mediação e circulação de ideias daquele período. Os dados citados por

Hilsdorf (2003, p.50) — sobre a circulação de autores, obras e os mais diversos conhecimentos aplicáveis à causa educacional brasileira a partir da década de 1870 — ajudam-nos a estabelecer hipóteses para se chegar aos modos pelos quais os sujeitos que produziram os relatórios sobre a instrução pública em Minas Gerais leram os autores estrangeiros. De acordo com Hilsdorf, um impulso fora dado por várias circunstâncias, entre as quais, destaca: as exposições internacionais, os relatos dos delegados aos congressos pedagógicos internacionais; a legislação estrangeira francesa e da Prússia — sobretudo essa última, divulgada na Corte na década de 1860 por Joaquim Teixeira de Macedo; os relatórios de Hippeau “sobre a educação nos Estados Unidos e na Inglaterra, republicados no Diário Oficial do

Império, em 1871 e 1874” (p.50); a venda da literatura pedagógica internacional por meio de catálogos de obras, enviados pelo correio por livreiros nacionais e internacionais para as províncias do Império; das sugestões de viajantes estrangeiros em ocasião de suas passagens pelo Brasil; entre outras.

Sobre os meios que fizeram circular os autores estrangeiros nos relatórios da instrução pública da província miniera, nos foi possível chegar a algumas conclusões, ou apenas avançar hipóteses. Estes meios serão exemplificados na sequência.

Consideramos a prática da tradução, como foi o caso da obra de Laboulaye, traduzida pelo Maranhense Antonio de Almeida Oliveira, sujeito que pode ser considerado como um mediador de ideias, principalmente por acrescentar, em sua tradução, notas de recomendações de literaturas estrangeiras.

Destacam-se aí, do mesmo modo, a circulação de impressos, como a já citada Révue des Deux Mondes, na qual se encontram os estudos de Laveleye . Nelson Werneck Sodré (1999), em um estudo sobre a história da imprensa no Brasil, pontua que a “Révue des Deux Mondes torna-se leitura habitual do imperador e ‘principal alimento espiritual dos estadistas brasileiros’. Alem disso, tinha no Brasil maior número de seus assinantes fora da França”. (SODRÉ, 1999, p.197, grifos do autor).

Encontramos, nos relatórios analisados, referências à obra O Ensino Público, de Antonio de Almeida Oliveira, cujo conteúdo, anteriormente destacado, versa sobre as experiências estrangeiras no campo educacional. Igualmente, quando o diretor do Externato e da Escola Normal da cidade de Paracatu, em seu relatório

anexo àquele da Inspetoria Geral da Instrução Pública — por sua vez dirigido ao presidente Olegário Herculano de Aquino e Castro, no ano 1885 – declara que

em ligeira exposição, publicada no Diário Oficial, o ano passado, sobre as escolas normais da Europa pelo Sr. Dr. Bandeira – tive ocasião de ver que o curso da Alemanha, Inglaterra, Áustria e França varia de 4 a 7 anos, tendo algumas delas, além desse curso completo, um outro preparatório em que se habilitam os aspirantes para matricularem-se nas escolas propriamente ditas. (MINAS GERAIS: Relatório de 1885. Anexo Inspetoria da Instrução Pública, p. 35).

Foram igualmente feitas alusões a Tavares Bastos e à sua obra, A

Província. O presidente, Antônio Gonçalves Chaves, 1884, em seus argumentos

sobre a necessária e urgente efetivação do ensino obrigatório, e os meios de possíveis de conseguir tal feito, propõe que nos orçamentos provinciais e municipais se crie um pequeno imposto provincial. Autoriza seus argumentos ao dizer que não se furtaria ao desejo de repetir o que escrevera o “saudoso Tavares Bastos no seu magnífico livro — A Província”. (MINAS GERAIS: Relatório de1884, p. 16). A

Província, obra de Aureliano Cândido Tavares Bastos, publicada em 1870, traz um

estudo sobre a descentralização política e administrativa baseada o modelo federativo norte-americano, princípio defendido por esse autor.

Pelos exemplos citados, as traduções, a apropriação de trechos do Diário

Oficial, ou das obras dos autores Antônio de Almeida Oliveira, e de Tavares Bastos

— que trazem a experiência das nações estrangeiras para pensar e organizar a realidade Brasileira —, podemos nos aproximar das redes de mediação que se estabeleceram entre os autores dos relatórios e os conhecimentos que circularam naquele período.

É preciso ponderar e vislumbrar, no entanto, a existência de uma complexa rede de circulação e mediação de conhecimentos envolvendo autores estrangeiros e brasileiros, tradutores; diferentes suportes de leituras: as obras propriamente ditas, traduções, publicações nas imprensas periódicas internacionais e nacionais; além da diversidade de meios e estratégias — eventos, exposições internacionais, comércio livreiro, etc. — que as faziam circular e chegar às mãos daqueles que escreveram os relatórios, para lhes dizer dos “modos de fazer” dos países estrangeiros. Diante dessa complexidade, é preciso refletir sobre a dificuldade de identificar — além dos

casos explicitados nos discursos — precisamente como e onde aqueles sujeitos se apropriavam das literaturas estrangeiras.

O que pretendemos destacar neste capítulo foram os autores não apenas os mais citados nos discursos, mas, igualmente na medida em que seus pensamentos serviram para autorizar uma gama de princípios e propostas para a organização do ensino público primário e secundário da província mineira no século XIX. Tais propostas serão tratadas mais detidamente no próximo capítulo deste trabalho.

Faz-se necessário acrescentar que, nos discursos analisados, a diversos dados concernentes às experiências dos países estrangeiros, não se atribuiu a autoria. O que serve, mais uma vez, para reforçar a dificuldade de identificar precisamente os sinuosos meandros da circulação e mediação de conhecimentos.

CAPÍTULO IV – EXPERIÊNCIAS ESTRANGEIRAS: PRINCÍPIOS E PROPOSTAS

Benzer Belgeler