3. STANDART BELİRLEME VE KALİTE STANDART ÖRNEKLERİ
3.2. ISO (International Standardizing Organization)
3.2.1. ISO 9000 Standardı
Neste estudo foram analisadas comparativamente três regiões semiáridas, sendo elas: a região de Trarza, no sudoeste da Mauritânia; a bacia de Merguellil, no centro da Tunísia; a bacia do Banabuiú, no Ceará (semiárido do Nordeste do Brasil). Utilizando as bases de dados da FUNCEME, do CRU e do CHIRPS, as regiões foram caracterizadas a partir das seguintes variáveis durante o período de 1981-2014: a precipitação (P), a evapotranspiração potencial (ETP), Índice de aridez (IA) e os Excessos (EXC)/Deficits(DEF) obtidos a partir do balanço hídrico climatológico (BHC). Foram ainda investigadas as características dos eventos de seca a partir dos índices de seca, SPI, SPEI, SRI e SDI, possibilitando avaliar as características hidroclimáticas de cada região, e ainda a similaridade entre as bases de dados.
Em relação às características climáticas das regiões, verifica-se que o principal período de chuvas nas regiões é bem diferente, sendo no Banabuiú em FMAM, em Merguellil, apesar de chover pouco quase o ano todo, em ONDJ, e em Trarza em JASO. Dentre as semelhanças climáticas entre as regiões, pode-se notar que a precipitação média anual no Banabuiú que é comparável com a de Merguellil, e a distribuição sazonal das chuvas que apresenta um padrão similar de Banabuiú e Trarza, ambas com sazonalidade bem marcada com chuvas concentradas em um período do ano. Existem também diferenças significativas, como em Merguellil, onde não há uma sazonalidade bem definida chovendo pouco durante todo o ano. O Índice de Aridez demonstrou que Banabuiú e Merguellil se enquadram na mesma classificação climática semiárida, e Trarza caracteriza-se pelo clima árido. Já em relação ao balanço hídrico climatológico, Banabuiú apresenta dois meses de excesso hídrico ao logo do ano, enquanto em Trarza há déficit hídrico ao longo de todo o ano, em ambas as bases de dados CRU e CHIRPS. Já Merguellil apresentou diferenças significativas entre as bases de dados CRU e CHIRPS, onde com primeira a região apresenta três meses de excesso hídrico ao longo do ano e com a segunda déficit hídrico ao longo do ano todo.
Quanto às características de intensidade, persistência e recorrência dos eventos de seca que assolam as regiões, as diferenças são notáveis. A partir do SPI e o SPEI, verificou-se que Trarza e Merguellil vivenciaram eventos frequentes e severos de seca principalmente durante a década de 80, enquanto que para o
Banabuiú esta década não foi tão marcada por eventos de seca persistentes e intensos como nestas outras regiões. Trarza apresenta uma tendência perceptível de diminuição na severidade e duração das secas nas ultimas décadas, sendo que a última seca de maior severidade ocorreu em 1999 com uma curta duração. Em Merguellil e no Banabuiú não há uma tendência clara de diminuição ou aumento das secas. No Banabuiú, a década de 90 e os últimos anos foram os períodos em que a região vivenciou os eventos de secas mais intensas dentre os anos analisados, com destaque para a seca plurianual de 2012- 2014 que vem se estendendo até os dias atuais e tem sido a mais grave em décadas.
O SRI e o SRI mostraram-se similares quanto à suas representações nas diferentes regiões, no qual as regiões de Merguellil e Banabuiú não apresentaram tendência clara de aumento ou diminuição do índice, com uma alternância maior entre valores positivos e negativos ao longo dos anos, enquanto que Trarza apresentou uma tendência de uma diminuição do valor do índice SDI e aumento do SRI ao longo do período analisado, refletindo as análises do SPI e SPEI, em que Trarza apresenta uma tendência perceptível de diminuição na severidade e duração das secas nas ultimas décadas.
Em relação às bases de dados, em geral, mostraram-se similares ao representar as características meteorológicas das regiões, com coeficientes de correlação entre o CHIRPS e o CRU para o Banabuiú e Trarza em torno de 0,95. Todavia, para a bacia de Merguellil o CRU e o CHIRPS apresentaram algumas diferenças na representação destas características, refletidas na menor correlação entre as bases (r= 0,76). No caso do Banabuiú, em que dados locais são disponíveis, o CRU melhor representa a espacialização da precipitação, e o CHIRPS, melhor representa a distribuição interanual da precipitação, isso quando comparado com os dados das redes locais.
Estas regiões que estão em diferentes continentes, mas que enquadram- se em condições climáticas similares, semiárido/árido, apresentam diferenças significativas quanto aos seus componentes ambientais e hidrológicos, conforme demonstrado nas análises realizadas. Os microclimas associados à vegetação, tipos de solos, topografia, relevo, entre outros, marcam a diferença, onde as interações entre os componentes climáticos e ambientais diferenciam significativamente estas regiões. No Banabuiú a presença de embasamento cristalino e solos rasos dificultam o armazenamento de água subterrânea e favorecem o escoamento superficial,
enquanto que nas outras regiões a presença de embasamento sedimentar favorece o acumulo de água de subterrânea, sendo a principal fonte de água estável, além das condições circunvizinhas favoráveis e desfavoráveis nestas regiões. Por conseguinte, os problemas de ocorrência de secas, de déficit hídrico e de escassez de água mostram comportamento bem diferenciado, altamente dependentes da forte variabilidade climática espacial e temporal, seja esta última intra- ou interanual.
Cabe ressaltar que para uma melhor caraterização das condições hidrometeorológicas e dos eventos de seca destas regiões, faz-se necessária a utilização de bases de dados observacionais locais para os dois países da África. Entretanto, dada a falta de dados disponíveis na região, resta como alternativa a utilização de bases disponíveis para a região, no caso deste estudo, CRU e CHIRPS. Adicionalmente, há a necessidade de testes estatísticos mais formais a serem aplicados para identificar a existência ou não de redução da frequência de eventos de secas nas regiões, principalmente para Merguellil e Trarza, pois neste estudo a análise em relação à tendência foi feita apenas visualmente a partir dos mapas e figuras da evolução temporal do SPI e SPEI baseada na analise temporal dos valores moveis de SPI e SPEI. Diante do que foi exposto até aqui, a continuação da análise hidroclimática destas regiões, fazendo testes de tendências, utilizando dados observacionais locais, incorporando outros índices de secas, seria relevante no sentido de melhorar o monitoramento das secas em suas mais diversas dimensões, voltando-se assim, para os impactos nos diversos setores ambientais, econômicos e sociais. Este é um passo inicial para a implantação de politicas públicas eficientes e uma gestão de seca mais proativa, tendo em vista as mudanças antrópicas que cada vez mais se tornam evidentes.
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