3. Grup Aidiyeti, Dini İdeoloji ve Etnik Kimlik:
3.2. İslamcılığın İdeolojik İnşası ve Hizbullah’ta Dini Aidiyet
Uma vez disponibilizada a Curva de Desempenho do poço, abre-se uma vasta possibilidade de análise desses poços e exploração do SGALI. Vale destacar que o software simula algoritmos implementados em controladores para um poço simulado que é representado por sua curva de desempenho. O SGALI ainda permite como será destacado a seguir, a conexão para ensaio entre um controlador real, normalmente um CLP, e o poço simulado.
Em poços equipados com gas-lift, o controle realizado era, até certo ponto, pouco automatizado. Os cálculos eram realizados remotamente e seu ajuste realizado muitas vezes
in loco. O poço produzia geralmente em condições impróprias, não ótimas, e cujo
desempenho apresentava consequentemente, alguma desvantagem econômica.
Para acabar com essas características inoportunas aos dias atuais, foi desenvolvido um algoritmo de controle e otimização da injeção de gas-lift. Os dois princípios básicos consistem em:
Ajustar, de modo automático, a PR de modo a obter a menor PFFP e
conseqüentemente a maior vazão (como visto no item 2.4);
Caso a PFFP mantenha suas variações com a PRdentro de um limite tolerável,
mantendo a vazão produzida praticamente constante, então, faça-se com que a menor injeção de gás seja aplicada.
Um conjunto de regras foi idealizado e aperfeiçoado com o objetivo de cobrir todas as possíveis combinações geométricas referentes às Curvas de Desempenho do poço. Ou seja, partindo-se de qualquer PR, obter a mínima PFFP.
Vale salientar que a elaboração do algoritmo de controle da injeção de gas-lift não é o objetivo fim deste trabalho. O algoritmo executado no simulador é apenas um exemplar de metodologia para o tratamento deste problema e sua escolha está diretamente relacionada com o desenvolvimento das etapas previstas pelo Projeto AutPoc.
As regras definidas foram agrupadas em um complexo fluxograma. Seu desenvolvimento permitiu o aperfeiçoamento do simulador. Pequenas variações visando correções em determinada condição afetavam, em diversos casos, o procedimento já coerente em outros e com o auxílio do simulador os erros de desenvolvimento tornavam-se visíveis.
Nesta etapa foi necessária a utilização do recurso de Threads, devido ao elevado número de procedimentos executados e a necessidade fundamental de utilização de recursos gráficos concomitantemente. Graças a este recurso, foram tratados os problemas de gerenciamento de memória que ocorriam em tempo de execução. Os Threads administram tal característica. Assim, processos conflitantes no tempo puderam ser realizados “simultaneamente”, [5].
A programação multitarefa permite ao processador executar instruções de um determinado processo, em seguida executar as de um outro de maneira organizada pelo programador, à medida que existam. Em seguida o processo é retomado em seu início e o ciclo de alternância de execução pelo processador é reiniciado.
Execução do programa de forma mais lenta, a não ser que haja várias CPUs e que o sistema operacional possa dividir threads entre os processadores, ou seja, através de processamento paralelo;
Os programas devem sincronizar o acesso a recursos e memória compartilhados, fazendo com que escrevê-los seja um processo muito complexo e criterioso.
As vantagens da utilização deste recurso são:
Execução do thread em segundo plano, permitindo que o usuário continue a operar o programa além de acessar a outros;
Gerenciamento da prioridade da execução, controle de acesso e atribuição de armazenamento local para cada thread [3].
A utilização da thread traz um grande conforto ao usuário do simulador, uma vez que permite a utilização do mesmo simultaneamente com o processador que pode executar outras atividades, inclusive do próprio sistema operacional.
3.6.1 Algoritmo Interno: Controlador Simulado
Com base no fluxograma de controle desenvolvido, foi implementado, fielmente no corpo do SGALI, todo o conjunto de instruções necessárias para o perfeito funcionamento e coerência entre o algoritmo aplicado em campo e o utilizado em simulação.
PWFref: em kgf/cm2, é a pressão de fluxo no fundo do poço utilizada como
referência na busca da condição ótima de produção. Se seu conteúdo for igual à zero, significa que o operador que está simulando desconhece as características do poço e não sabe, ou não quer informar um valor típico de produção. Para este caso, uma rotina específica é executada, sempre com o objetivo de encontrar a condição ótima de produção. Em campo, esta aplicação levará a um maior tempo necessário para o atendimento do objetivo uma vez que mais passos serão utilizados para tal fim. Caso seu conteúdo seja diferente de zero, este será utilizado como referência inicial para efeito de comparação da PFFP admitida
para o “PRinicial”.
Passo: em kgf/cm2, é o tamanho da variação da PR. O Passo é aplicado quando a
PFFP oscila fora da faixa de tolerância especificada. O Passo pode incrementar ou
decrementar a PR de acordo com a situação específica. Se a especificação do
Passo for zero, uma rotina de busca do Passo ótimo de produção é executada. Iniciando a simulação, uma seqüência de curvas é apresentada. A curva em vermelho é a Curva de desempenho do poço. Sua obtenção já foi apresentada no item 3.5.b. As curvas que a interceptam, nas cores verde, azul e magenta, são as Curvas de Desempenho das Válvulas de Injeção de Gas-lift. As curvas verdes indicam os limites de atuação para PR. A curva azul representa a posição instantânea (estado atual) para a PR. Já a
curva magenta indica a posição anterior (estado passado) da PR. A Figura 3.5 ilustra as
Figura 3.5 – Exemplo de etapa de simulação exibindo a curva de desempenho, limites mínimo e máximo da PR, PFFP no passo atual e PFFP no passo anterior.
A interpretação física das curvas da válvula de injeção assemelha-se ao caso das curvas IPR e TPR. O objetivo é buscar uma relação de compromisso relacionando as Curvas de Desempeno do Poço e das Válvulas de Injeção de Gás.
3.6.1.1 Curva de Desempenho das Válvulas de Injeção de Gas-lift
Esta curva tem suas características de vazão e pressão contida na Tabela Válvula de Injeção. As informações pertinentes relacionam a vazão de gás injetada com a pressão aplicada no revestimento.
Como será explicado adiante, o objetivo é obter curvas que estejam relacionadas com as grandezas da Curva de Desempenho do Poço. Desta forma, as variáveis devem estar caracterizadas como vazão no eixo das abscissas e pressão no eixo das ordenadas. Um fato particular deve ser destacado nesse instante: os parâmetros de entrada da função interpoli são as abscissas; ordenadas; número de pontos e, por fim, grau do polinômio desejado. Como visto, a vazão (abscissa) quando em fluxo crítico, não varia. Desta forma tem-se o caso em que, para valores distintos de pressão (ordenada), haverá um correspondente de mesmo valor à vazão, descaracterizando desta forma uma função matemática.
Para solucionar tal problema, a equação 2.5 foi utilizada com a seguinte estratégia:
? Utilizar os pontos da Tabela Válvula de Injeção enquanto houver variação na vazão;
? Gerar polinômio interpolador para este intervalo;
? Admitir a vazão constante, forçando os pontos coordenados, para pressões abaixo desse limiar (55,3% da PV), [6].
Uma vez traçadas as Curvas de Desempenho do Poço e das válvulas de Injeção, pode-se obter a relação de compromisso entre a oferta do poço e a disponibilidade das válvulas. Uma vez que a Curva de Desempenho do Poço é a combinação das condições ideais de produção para diversas quantidades de gás injetado, pode-se determinar a PR, a
PFFP, a Qgi e a Ql às condições especificadas.
3.6.2 Algoritmo Externo: Controlador Real
Uma outra aplicação relaciona ao SGALI é a simulação do poço com a utilização de um controlador externo. Dessa maneira, o simulador pode ser utilizado para testes de algoritmos de controle para o método de elevação em destaque.
Para a aplicação específica deste trabalho, foi utilizado um CLP ZAP500 fabricado, fornecido e desenvolvido pela HI Tecnologia Indústria e Comércio LTDA [9]. Trata-se de
uma empresa parceira da Petrobras e que a cada dia, vem se tornando mais atuante na automação de poços de petróleo principalmente nas unidades dos estados do Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia.
Para implementação do LADDER de controle, foi seguido o mesmo fluxograma utilizado na implementação do algoritmo do SGALI. Graças a essa compatibilidade, fica assegurado o idêntico funcionamento em ambos os modos de simulação.
A comunicação entre o SGALI e o CLP ZAP500 é feita através de um arquivo
Dynamic Link Library (arquivo com extensão dll) disponibilizado pela HI. Com ela, todas
as funções de manipulação de variáveis necessárias à coordenação da simulação ficaram acessíveis.
A seqüência de transferência de informações é realizada da seguinte maneira:
? Escolha da opção de controle “Simulação HI”: indica simulação com controlador real;
? Ativar conexão através do arquivo dll: instalação de um drive de comunicação; ? Ativação do botão ‘Carrega Configuração’: sua ativação transmite às memórias
do CLP um conjunto de parâmetros necessários à inicialização do sistema (PRmin, PRmax, Fator N, Tolerância, Coeficientes dos Filtros 1 e 2, Tempos de
Espera e Análise e Time Step);
? Ativação do botão “Automático”: nesse instante, inicia-se a troca de informações entre o CLP e o SGALI.
Enquanto o controlador atuar, o SGALI disponibilizará as informações necessárias para o bom funcionamento. O fluxo de informações é contínuo como indicado na Figura
A simulação pode ser realizada utilizando um enlace de rádio. Com isso uma outra função de SGALI é destacada: a função de ferramenta para testes de sistemas supervisórios. O esquema de um enlace típico é mostrado na Figura 3.7.
Figura 3.6 – Fluxo de informações da simulação SGALI - CLP
SGALI + CLP + Estação de Rádio Supervisório + Estação de Rádio Enlace de Rádio SGALI + CLP + Estação de Rádio Supervisório + Estação de Rádio Enlace de Rádio
Figura 3.7 – Enlace de Rádio SGALI – Supervisório.