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İptali istenilen kuralın Anayasa’nın 10 ve 11 maddeleriyle ilgisi görülmemiştir.”

Belgede Çalışma ve Toplum Dergisi (sayfa 41-43)

Os resultados obtidos (Tabela 38) demonstram que a maioria dos caracteres avaliados apresentaram correlações de Pearson significativas com a produtividade de grãos (PG), com exceção da TRF-PG e TRF-PCS. A correlação negativa entre PG e PCS (-0,38**) indicou que os genótipos com menor PCS (menor tamanho das sementes) tenderam a apresentar maiores PG. As correlações positivas estimadas entre PG e os caracteres APM (+0,30*), VA (+0,40**) e NDM (+0,49**) poderiam ser explicadas pela tendência de genótipos mais altos, com padrão agronômico desejável e que tenham um ciclo maior de desenvolvimento serem mais produtivos. Lopes et al. (2002) encontraram correlações semelhantes entre PG e NDM (+0,63**), PG e APM (+0,80**) e PG e VA (+0,91**).

As correlações entre PG e as notas de ferrugem (NF1, NF2, NF3) foram todas negativas e com magnitude média a baixa, mas significativas ( -0,45**; - 0,28*; - 0,37**, respectivamente). Uma provável explicação para isto é dada pelo fato de que quanto maior a nota de ferrugem asiática, maior a área foliar danificada, menor a taxa de fotossíntese, maior a desfolha e, consequentemente, menor a produtividade de grãos.

A correlação alta e positiva entre APM e AC (+ 0,66**) indicou que os genótipos com maior altura têm maior tendência a acamar.

As correlações envolvendo NDM são de grande importância para programas de melhoramento que visem à obtenção de genótipos precoces. Ainda na Tabela 38, observa-se que as correlações do NDM foram baixas e não-significativas somente com AC e TRF; todavia, as correlações do NDM com os demais caracteres foram todas de magnitude intermediária e significativas a 1% de probabilidade, tendo sido positivas para PG (r = 0,49**), APM (0,52**) e VA (0,64**), mas negativas para PCS (r = - 0,57**), NF1 (- 0,41 **), NF2 ( - 0,62**) e NF3 ( - 0,71**).

A tendência de genótipos precoces (com baixo NDM) exibirem menores valores de PG, APM e VA poderia ser explicada pelo menor tempo de desenvolvimento dos genótipos precoces em relação aos mais tardios, fato este que poderia contribuir para diminuir o acúmulo de nutrientes e, consequentemente, afetar negativamente a altura da planta (APM), a granação (enchimento de grãos) e o valor agronômico (VA). Com isto, ficaria relativamente difícil obter por seleção genótipos precoces e com valores altos de PG, APM e VA. Mas, como as

relativamente bem distantes do valor máximo (r = 1), esta dificuldade aparentemente seria contornada, por exemplo com o uso de índices restritos de seleção, selecionando-se para precocidade e, ao mesmo tempo, garantindo a manutenção de níveis satisfatórios de PG, APM e VA. Portanto, apesar de difícil, pode-se considerar possível a obtenção de genótipos de soja mais precoces e com bom desempenho agronômico para atender à crescente demanda por eles, principalmente em regiões que permitem a realização da segunda safra (“safrinha de outono/inverno”) em rotação com a cultura do milho e em reformas de canaviais.

A correlação negativa e de magnitude intermediária ( - 0,48**) entre NDM e tamanho das sementes (PCS) indicou que os genótipos precoces tenderam a desenvolver sementes de maior tamanho; isto pode estar associado aos efeitos dos genes do genitor PI 520.733 para precocidade e maior tamanho das sementes; realmente, este genitor destacou-se com as menores médias de NDM e maiores médias de PCS, bem como com os menores valores de CMC para NDM e com os maiores valores de CMC para PCS em todas as gerações (Tabelas 29 e 30).

As correlações antes relatadas entre NDM e as três notas de ferrugem, com valores intermediários, significativos, negativos e crescentes de NF1 para NF3 foram interessantes porque evidenciaram que os genótipos precoces mostraram mais sintomas de ferrugem nas folhas. Esta evidência é contrária ao que se poderia esperar, no sentido da ocorrência da ferrugem asiática danificar as folhas e reduzir a área foliar da planta, causando senescência precoce das folhas e consequente redução no ciclo, a princípio, independentemente do NDM. Dessa forma, a utilização da estratégia de controle da ferrugem por meio do cultivo de genótipos precoces, com a finalidade de diminuir o tempo de exposição dos mesmos às intervenções ambientais, torna-se praticamente inviável.

Um outro ponto importante a ser considerado é que as avaliações realizadas para a estimativa da severidade da doença são baseadas em escala visual de notas. Observando-se que as correlações entre NDM e as três notas de ferrugem aumentaram com o tempo de tomada das notas visuais (de NF1 para NF3), os sintomas de senescência natural das plantas precoces poderiam ser confundidos com os sintomas da ferrugem; além disso, outra hipótese que pode ser considerada é a possibilidade de as plantas em processo de senescência serem mais suscetíveis ao fungo da ferrugem. Estas são apenas especulações que necessitam de mais pesquisas para maior compreensão dos mecanismos que poderiam estar envolvidos no comportamento inverso entre NDM e as notas de severidade da ferrugem.

A Tabela 38 também indica que as correlações entre as notas de severidade da ferrugem foram sempre altamente significativas (1%), com magnitude variável de intermediárias (NF1 x NF2 = + 0,59** e NF1 x NF3 = + 0,62**) a elevada (NF2 x NF3 = + 0,90**). Essa correlação pode ser explicada pelo fato das três avaliações de NF terem sido realizadas em um único experimento e nos mesmos genótipos, porém tomadas em diferentes épocas. Considerando que a ação da ferrugem asiática possui a tendência cumulativa com o progresso do tempo, é compreensível que genótipos com maiores NF1 também apresentem maiores NF2 e consequentemente maiores NF3. Estas correlações positivas, com magnitude intermediária a elevada e altamente significativas também indicaram que a NF1 representou relativamente bem a NF2 e a NF3 e, principalmente, que a NF2 foi uma ótima representante da NF3, reforçando a ideia já discutida anteriormente de que a NF3 é a melhor avaliadora da severidade e, em consequência, da resistência à ferrugem.

Ainda na tabela 38, observa-se que as médias de TRF-PG mostraram correlação significativa apenas com a TRF-PCS (r = 0,58**), indicando que as perdas causadas pela ferrugem na produtividade de grãos (TRF-PG) estão correlacionadas positivamente com a diminuição no tamanho das sementes (TRF-PCS), o que pode ser explicado pelo fato do PCS ser um dos componentes da produtividade em soja (DALCHIAVON; CARVALHO, 2012; PANDINI; VELLO; LOPES, 2002). Esta correlação indica que a reunião dos dois caracteres (TRF-PG e TRF-PCS) deve melhorar a eficiência da seleção para tolerância á ferrugem.

Uma tendência esperada seria a ocorrência de correlações negativas entre as TRF (tanto TRF-PG quanto TRF-PCS) e PG, ou seja, maiores valores de TRF associados com menores valores de PG. Apesar da estimativa da correlação estar no sentido esperado (-0,14ns para as duas TRF’s , Tabela 38), a sua magnitude foi baixa e não-significativa, indicando que a referida associação até ocorreu, mas em pequena intensidade.

Também na Tabela 38, outras correlações esperadas seriam entre TRF e NF, com valores positivos, indicativos de que as duas metodologias permitiriam a seleção de genótipos com reação favorável à ferrugem asiática. Todavia, as correlações foram não-significativas e de magnitudes baixas: TRF-PG x NF1 (- 0,04ns), TRF-PG x NF2 (+ 0,07 ns) , TRF-PG x NF3 (+ 0,18ns), TRF-PCS x NF1 (+ 0,20ns), TRF-PCS x NF2 (+ 0,22ns) e TRF-PCS x NF3 (+ 0,22ns). Embora não-significativas, houve tendência das correlações entre TRF-PCS x NF serem mais altas do que as TRF-PG x NF. Finalmente, pode-se considerar que a falta de correlação entre TRF e NF foi indicativa de que as duas metodologias avaliaram mecanismos diferentes de reação à ferrugem, uma vez que a metodologia de avaliação por notas de severidade da ferrugem (NF) está relacionada com mecanismos de resistência (lesões tipo TAN com

TRF está relacionada com mecanismos de tolerância. Como discutido anteriormente, a associação das resistências vertical e horizontal em um mesmo genótipo é desejada (VELLO; CARVALHO, 2013; WYSMIERSKI, 2015), assim, as duas metodologias seriam complementares e, possivelmente, mais eficientes se usadas em conjunto na seleção de genótipos de soja com reações mais favoráveis à ferrugem asiática.

Belgede Çalışma ve Toplum Dergisi (sayfa 41-43)

Benzer Belgeler