GEREÇ VE YÖNTEM
E. İntihar Düşüncesinin Umutsuzluk, Sosyal Uyum, İşlevsellik ve Anksiyete Üzerine Etkileri
A tabela 21 mostra o resultado das médias e o desvio padrão referentes a cada etapa considerada no percurso do consumo de substâncias psicoativas (experimentação, consumo regular, consumo excessivo e dependência) em função do género.
Tabela 21 - Grau de consumo de substâncias psicoativas em função do género
Género N Média padrão Desvio Min. Máx.
Experimentação Masculino 68 9,13 3,63 3 9
Feminino 125 7,97 3,16
Consumo regular Masculino 68 7,07 4,60 5 25
Feminino 125 5,75 2,06
Consumo excessivo Masculino 68 14,86 4,94 6 36
Feminino 125 11,69 3,44
Dependência Masculino 68 12,65 5,29 6 36
Feminino 125 9,99 4,21
A leitura da tabela 21 no que refere ao percurso no consumo de substâncias psicoativas permite afirmar que as médias e os desvios padrão são sempre superiores nos rapazes, nas quatro etapas encontradas (experimentação, consumo regular, consumo excessivo e dependência), de forma estatisticamente significativa.
Considerando a hipótese se as diferenças entre médias relativamente ao grau de consumo de substâncias psicoativas (experimentação, consumo regular, consumo excessivo e dependência) relativamente aos dois géneros são estatisticamente significativa, foi aplicado o teste T para amostras independentes.
Desta forma, para a experimentação, o resultado do teste t para amostras independentes mostrou que t (191) = 2,31 e com uma significância associada de p = 0,02, logo inferior a 0,05. Pode-se concluir que estamos perante diferenças de médias significativas entre géneros na experimentação de substâncias psicoativas, no sentido dos rapazes efetuarem mais experiências do que as raparigas.
Para o consumo regular de substâncias psicoativas, os dados apurados através da utilização do teste t para amostras independentes revelaram que t (81,89) = 2,25 e p é inferior a 0,05. Este resultado demonstra que as diferenças são significativas para o consumo regular de substâncias psicoativas, no sentido dos rapazes efetuarem mais consumos regulares do que as raparigas.
No que refere ao consumo excessivo de substâncias psicoativas, o uso do teste T para amostras independentes mostrou que t (101,14) = 4,69 com uma significância associada de p =,00. Sendo p <0,05, revela que as diferenças entre géneros face ao consumo excessivo de substâncias psicoativas são estatisticamente significativas, uma vez que os rapazes consomem com mais excesso comparativamente às raparigas.
Já em relação à dependência de substâncias psicoativas, o resultado do teste T para amostras independentes revelou que t (113,79) = 3,57 e com uma significância associada de p =,00. Neste caso, como p <0,05, pode-se afirmar que há diferenças estatisticamente significativas entre géneros na dependência de substâncias psicoativas, na medida em que os rapazes exibem mais comportamentos de dependências em comparação com as raparigas.
A tabela 22 permite observar as médias e o desvio padrão referentes a cada etapa considerada no percurso do consumo de substâncias psicoativas (experimentação, consumo regular, consumo excessivo e dependência) em função da faixa etária.
Tabela 22 - Grau de consumo de substâncias psicoativas em função da faixa etária
Faixa etária N Média Desvio padrão
Experimentação 18/19 Anos 96 8,11 3,39
20/25 Anos 97 8,64 3,35
Consumo regular 18/19 Anos 96 5,95 2,69
20/25 Anos 97 6,48 3,71
Consumo excessivo 18/19 Anos 96 12,79 4,46
20/25 Anos 97 12,80 4,15
Dependência 18/19 Anos 96 11,08 4,99
20/25 Anos 97 10,77 4,58
A leitura da tabela 22 permite-nos afirmar que as médias dos estudantes mais velhos são superiores nas três primeiras etapas no percurso do consumo de substâncias psicoativas, nomeadamente, na experimentação, no consumo regular e no consumo excessivo de substâncias psicoativas. Já na dependência de substâncias psicoativas, a média é superior nos estudantes mais novos.
Para verificar as diferenças entre faixas etárias no que respeita ao grau de consumo de substâncias psicoativas (experimentação, consumo regular, consumo excessivo e dependência), foi aplicado o teste T para amostras independentes.
No que respeita às diferenças entre faixas etárias face à experimentação de substâncias psicoativas, o resultado mostrou que t (191) = -1,08 com uma significância associada de p =,28, o que significa que não existem diferenças estatisticamente significativas entre as faixas etárias na experimentação de substâncias psicoativas.
O resultado da aplicação do teste T para amostras independentes para o consumo regular de substâncias psicoativas revelou que t (175,00) = -,1,15 com uma significância associada de p =,25, ou seja, sendo inferior a 0,05, não existem diferenças significativas entre as duas faixas etárias no que respeita ao consumo regular de substâncias psicoativas.
O teste T para amostras independentes para averiguar as diferenças entre faixas etárias no consumo excessivo de substâncias psicoativas permite afirmar que t (190) = - ,02 com uma significância associada de p =,98, o que significa que as diferenças não
são estatisticamente significativas entre as duas faixas etárias no que refere ao consumo excessivo.
Foi igualmente aplicado o teste T para amostras independentes para verificar as diferenças entre faixas etárias relativamente à dependência de substâncias psicoativas. O resultado revelou que t (191) =,34 com uma significância associada de p =,65, o que indica que não há diferenças estatisticamente significativas entre as duas faixas etárias no que diz respeito à dependência de substâncias psicoativas.
Na tabela 23 podem-se observar as médias e o desvio padrão das três escolas analisadas no que refere ao grau de consumo de substâncias psicoativas, nomeadamente na experimentação, no consumo regular, no consumo excessivo e na dependência de substâncias psicoativas.
Tabela 23 - Diferenças entre médias das três escolas face ao grau de consumo de substâncias psicoativas
N Média padrão Desvio
Experimentação
Escola Superior de Educação 55 8,14 3,23 Escola Superior de Tecnologia e
Gestão 88 8,75 3,45
Escola Superior de Saúde 50 7,98 3,38
Total 193 8,38 3,37
Consumo regular
Escola Superior de Educação 55 5,87 2,60 Escola Superior de Tecnologia e
Gestão 88 6,62 3,80
Escola Superior de Saúde 50 5,88 2,77
Total 193 6,22 3,25
Consumo excessivo
Escola Superior de Educação 55 11,40 3,56 Escola Superior de Tecnologia e
Gestão 87 14,23 4,94
Escola Superior de Saúde 50 11,84 2,88
Total 192 12,80 4,29
Dependência
Escola Superior de Educação 55 9,60 4,35 Escola Superior de Tecnologia e
Gestão 88 12,10 5,36
Escola Superior de Saúde 50 10,32 3,55
Como se pode observar na tabela 23, na experimentação de substâncias psicoativas, a média é superior na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, seguindo- se a Escola Superior de Educação e, em último lugar com a média menor de experimentação de substâncias psicoativas encontra-se a Escola Superior de Saúde.
Já nas restantes três etapas no percurso do consumo de substâncias psicoativas, ou seja, consumo regular, consumo excessivo e dependência de substâncias psicoativas, como se pode verificar na tabela 23, a média é igualmente superior na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, seguindo-se então a Escola de Saúde e, com médias de consumos mais baixas, encontra-se a Escola Superior de Educação.
Para verificar se as diferenças entre escolas relativamente ao grau de consumo de substâncias psicoativas (experimentação, consumo regular, consumo excessivo e dependência) eram significativas, foi aplicado o teste estatístico ANOVA, seguido do teste Tukey de comparações múltiplas para especificar as diferenças entre as três Escolas analisadas.
Tabela 24 - Teste ANOVA para testar a significância das diferenças entre escolas em função do grau de consumo de substâncias psicoativas
Como se pode ver na tabela 24, o resultado do teste ANOVA para apurar as diferenças entre as três escolas face à experimentação revelou que F (2,190) = 1,01 e com uma significância associada de p =,36, ou seja, não existem diferenças
Soma dos
Quadrados df Quadrados Média dos F Sig.
Experimentação Entre Grupos 23,07 2 11,54 1,01 ,36 Nos grupos 2160,32 190 11,37 Total 2183,39 192 Consumo regular Entre Grupos 26,85 2 13,42 1,28 ,28 Nos grupos 1998,01 190 10,52 Total 2024,86 192 Consumo excessivo Entre Grupos 331,76 2 165,88 9,83 ,00 Nos grupos 3189,32 189 16,87 Total 3521,08 191
Dependência Entre Grupos 236,82 2 118,41 5,43 ,00
Nos grupos 4146,16 190 21,82
estatisticamente significativas entre as três escolas face à experimentação de substâncias psicoativas.
O resultado do teste ANOVA para avaliar as diferenças entre as três escolas em relação ao consumo regular, como se pode verificar na tabela 24, mostrou que F (2,190) = 1,28 com uma significância associada de p =,28, o que nos permite afirmar que não há diferenças significativas entre as três escolas em relação ao consumo regular de substâncias psicoativas.
Quanto às diferenças entre as três escolas face ao consumo excessivo, o resultado do teste ANOVA mostrou que F (2,189) = 9,83 e com a significância associada de p =,00. A leitura da tabela 24 permite afirmar que, sendo o valor inferior a 0,05, logo há diferenças estatisticamente significativas entre as três escolas no que respeita ao consumo excessivo de substâncias psicoativas.
O resultado da aplicação do teste ANOVA para avaliar as diferenças entre as três escolas quanto à dependência, como se pode verificar na tabela 24, revelou que F (2,190) = 5,43 com uma significância associada de p =,00, o que significa que existem diferenças significativas entre as três escolas relativamente à dependência de substâncias psicoativas.
Tabela 25 - Comparações entre cada duas escolas para testar a significância das diferenças entre cada duas escolas relativamente ao grau de consumo de
substâncias psicoativas
(Tukey HSD)
Variável dependente (I) Tipo de escola (J) Tipo de escola média (I-J) Diferença padrão Erro Sig.
Intervalo de confiança 95%
Limite
inferior superior Limite
Experimentação
Escola Superior de Educação
Escola Superior de
Tecnologia e Gestão -,60 ,58 ,55 -1,97 ,76 Escola Superior de Saúde ,16 ,66 ,97 -1,39 1,72
Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Escola Superior de
Educação ,60 ,58 ,55 -,76 1,97
Escola Superior de Saúde ,77 ,60 ,40 -,64 2,18
Escola Superior de Saúde Escola Superior de Educação -,16 ,66 ,97 -1,72 1,39 Escola Superior de Tecnologia e Gestão -,77 ,60 ,40 -2,18 ,64 Consumo regular Escola Superior de Educação Escola Superior de Tecnologia e Gestão -,75 ,56 ,37 -2,07 ,56 Escola Superior de Saúde -,01 ,63 1,00 -1,50 1,49
Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Escola Superior de
Educação ,75 ,56 ,37 -,56 2,07
Escola Superior de Saúde ,74 ,57 ,40 -,61 2,10
Escola Superior de Saúde Escola Superior de Educação ,01 ,63 1,00 -1,49 1,50 Escola Superior de Tecnologia e Gestão -,74 ,57 ,40 -2,10 ,61 Consumo excessivo Escola Superior de Educação Escola Superior de Tecnologia e Gestão -2,83* ,71 ,00 -4,50 -1,16 Escola Superior de Saúde -,44 ,80 ,85 -2,34 1,46
Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Escola Superior de
Educação 2,83* ,71 ,00 1,16 4,50 Escola Superior de Saúde 2,39* ,73 ,00 ,67 4,11
Escola Superior de Saúde Escola Superior de Educação ,44 ,80 ,85 -1,46 2,34 Escola Superior de Tecnologia e Gestão -2,39* ,73 ,00 -4,11 -,67 Dependência Escola Superior de
Educação Tecnologia e Gestão Escola Superior de -2,50* ,80 ,01 -4,40 -,60 Escola Superior de Saúde -,72 ,91 ,71 -2,88 1,44 Escola Superior de
Tecnologia e Gestão Escola Superior de Educação 2,50* ,80 ,01 ,60 4,40 Escola Superior de Saúde 1,79 ,83 ,09 -,17 3,74 Escola Superior de
Saúde Escola Superior de Educação ,72 ,91 ,71 -1,44 2,88 Escola Superior de
Tecnologia e Gestão -1,79 ,83 ,09 -3,74 ,17 *. A diferença média é significativa no nível 0.05.
A tabela 25 contém os resultados da aplicação do teste Tukey de comparações múltiplas para identificar entre que escolas há diferenças significativas no que respeita a cada etapa do percurso do consumo de substâncias psicoativas. A leitura dos dados permite-nos afirmar que apenas são estatisticamente significativas, ao nível de 0,05, as diferenças entre a Escola Superior de Educação e a Escola Superior de Tecnologia e Gestão, e a Escola Superior de Saúde relativamente ao consumo excessivo de substâncias psicoativas.
3.7 CORRELAÇÕES ENTRE DIFERENTES SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS,