B TÜRKİYE CUMHURİYETİ’NİN NÜFUS POLİTİKAS
1- İnsan Varlığını Arttırmaya Yönelik Politikalar
O desempenho operacional e energético das máquinas semeadoras- adubadoras normalmente é avaliado pela capacidade de campo efetiva, demanda de força de tração e potência, consumo de combustível e patinagem das rodas motrizes.
De acordo com Araújo et al. (2001a), a velocidade de deslocamento e o tipo de mecanismo sulcador são fatores importantes para a definição do requerimento de potência do trator para efetuar a operação de semeadura. Araújo et al. (2001b) afirmaram que em determinados solos, há necessidade de se utilizar hastes sulcadoras ou facões para romper a camada superficial compactada, aumentando a exigência de esforço tratório.
em semeadura direta, determinando o trabalho específico necessário por metro de linha semeada, quando submetidos a três diferentes velocidades de deslocamento. Os autores verificaram que os mecanismos de discos duplos demandaram menor energia do que os mecanismos tipo haste.
Coelho (1998) avaliou durante quatro safras no sistema plantio direto em solo Podzólico Vermelho Escuro eutrófico, o desempenho de cinco combinações de sulcadores para unidades semeadoras e adubadoras. As combinações resultaram dos elementos disco duplo, disco duplo defasado, disco simples angulado, haste e haste sulcadora com ponteira, sendo os três últimos protótipos. O autor verificou que os sulcadores para adubação do tipo facas sulcadoras exigiram maior força de tração e revolveram maior quantidade de solo em relação aos demais tratamentos, embora não apresentassem diferenças estatísticas entre si.
Oliveira (1997) avaliando em um Latossolo e um Argissolo (Podzólico), detectou incremento na demanda de potência com o aumento da velocidade de deslocamento de 5,0 para 7,0 km.h-1, o mesmo ocorrendo com o solo Podzólico em relação ao Latossolo. O autor observou que a patinagem no Latossolo foi maior que no Argissolo, independentemente da velocidade e do tipo de cobertura vegetal predominante; houve maior deslizamento das rodas da semeadora-adubadora na maior velocidade, exceto para cobertura de resíduos de milho; não houve variação de consumo de combustível com relação à variação de cobertura vegetal de milho, labe-labe e vegetação espontânea, em ambos os solos Latossolo e Argissolo (Podzólico); ocorreu aumento do consumo horário de combustível com o aumento da velocidade de deslocamento do conjunto trator-semeadora-adubadora.
Na implantação de culturas de milho, soja e trigo em solos argilosos, Casão Júnior et al. (2000b) avaliaram duas semeadoras-adubadoras para plantio direto equipadas com hastes sulcadoras para fertilizantes e sulcadores de discos duplos desencontrados para sementes. Os autores concluíram que a variação da velocidade de deslocamento provocou aumento da força de tração e que o teor de água no solo interferiu na demanda de potência, sendo maior para solos com maior teor de água. Siqueira et al. (2000) testando diferentes hastes sulcadoras de semeadoras-adubadoras de plantio direto em diferentes teores de água e profundidade de sulco, verificou que a maior profundidade exigiu maior força e potência e que o teor de água no solo não afetou o requerimento de potência.
operação de semeadura direta de soja, equipadas com sulcadores do tipo haste, detectaram aumento significativo no requerimento de força de tração e potência média e máxima na barra, força de tração e potência específica (N e kW.linha-1.cm-1 de profundidade) média e máxima, com o aumento da velocidade de deslocamento de 4,7 para 8,3 km.h-1.
Collins e Fowler (1996) estudaram o efeito de nove sulcadores (a grande maioria com formato de haste) para semeadura direta em cinco profundidades, com três velocidades de deslocamento e em quatro diferentes solos (diferiram em textura e teor de água), sobre a demanda de força de tração. Os autores concluíram que a força média de tração dos sulcadores, em todos os solos, aumentou em 4% para cada km.h-1 de aumento na velocidade de deslocamento; embora a consistência dos solos não variasse muito, houve um aumento de 24% na demanda de força de tração em solos de textura argilosa comparados com o de textura arenosa; a demanda de força de tração média considerando todos os sulcadores aumentou em aproximadamente 20% para o aumento de cada cm de profundidade na operação de semeadura.
Avaliando as velocidades de deslocamentos de 5,2 e 8,4 km.h-1 na semeadura direta de milho, Mercante et al. (2005) utilizaram duas semeadoras-adubadoras equipadas com sulcadores de disco duplo defasado e guilhotina, obtendo maior demanda de potência para a semeadora que utilizou o sulcador guilhotina e verificando que a velocidade de deslocamento não influenciou a patinagem dos rodados do trator e a uniformidade de distribuição de sementes.
Na operação de semeadura de aveia preta em um solo argiloso, Silveira et al. (2005) trabalhando com duas velocidades de deslocamento (5,2 e 7,1 km.h-1) e duas profundidades de semeadura (2,0 e 2,7 cm), verificaram que o incremento da velocidade aumentou em 6,9% a demanda de força de tração na barra e, por outro lado, o aumento da profundidade aumentou de forma significativa a demanda de força de tração e potência na barra.
Avaliando dez semeadoras-adubadoras de plantio direto, Casão Júnior et al. (2001) observaram que a força de tração máxima foi em média 10% maior que a força média exigida na barra de tração. Os autores obtiveram valores de força específica média de 20 kgf.linha-1.cm-1 de profundidade, atribuindo o aumento de exigência de força e potência ao projeto, número e à área de contato dos elementos sulcadores.
A maioria das máquinas agrícolas para semeadura disponíveis no mercado possui mecanismos dosadores de sementes e fertilizantes acionados pelo rodado, cuja eficiência tem relação direta com as condições de contato com o solo, sendo influenciada pela carga vertical, pelas características da roda e pelas propriedades físicas do solo. Estes fatores determinam o índice de deslizamento do rodado, que, em áreas de plantio direto apresentam menores valores devido à melhor resistência do solo ao rolamento, o que permite efetuar a operação de semeadura com maior teor de água no solo, em relação àquele com preparo convencional (VIEIRA e REIS, 2001).
Mantovani et al. (1992) avaliaram, em campo, o desempenho operacional de nove semeadoras-adubadoras de milho submetidas à variação de velocidade de deslocamento e concluíram que todas apresentaram menor requerimento de potência em relação ao indicado pelos fabricantes. Justino (1998) concluiu que o aumento da velocidade de deslocamento reduziu o deslizamento da roda de acionamento da semeadora-adubadora e aumentou a capacidade de campo efetiva.
Em estudos conduzidos por Reis (2000) em solo argiloso, avaliou-se a influência do teor de água no solo sobre a qualidade e rendimento de trabalho de duas semeadoras-adubadoras de plantio direto. O autor não encontrou diferenças significativas para o consumo de combustível, patinagem dos rodados do trator e deslizamento das rodas das semeadoras-adubadoras em função das condições impostas. Por outro lado, o autor observou que todos os teores de água no solo (quatro níveis) testados propiciaram uma relação solo- semente satisfatória para a emergência das plântulas de milho.
Silva (2000) avaliou, em Latossolo, a demanda energética em semeadoras-adubadoras de precisão para semeadura direta com diferentes mecanismos sulcadores para fertilizante e velocidades de deslocamento na implantação das culturas de milho e soja. O autor verificou que o mecanismo sulcador do tipo facão apresentou maior requerimento de força (13,32 kN), seguido pelos tipos guilhotina e pelos discos duplos; a força de tração média na barra solicitada pelas semeadoras-adubadoras de precisão variou em função dos mecanismos sulcadores utilizados e da profundidade de deposição de sementes.
Em estudos realizados por Cepik et al. (2005), em solo com textura do horizonte superficial franco argilosa e argilosa com cascalho, utilizado com pecuária intensiva por 15 anos, avaliou-se, com o uso de uma haste instrumentada e de sensores de patinagem, a
demanda energética para a semeadura da soja considerando três estados de consistência do solo (seco, friável, úmido), duas profundidade de atuação da haste sulcadora (6 e 12 cm) e duas velocidades de deslocamento (4,5 e 6,5 km.h-1). Os autores concluíram que a força de tração medida na haste aumentou entre 70 e 130% dependendo do teor de água no solo; os valores de força de tração específica (N.cm-2) requeridos pela haste não foram influenciados pela velocidade sendo maiores na maior profundidade, em solo seco e friável; em todos os estados de consistência, a profundidade de atuação da haste interferiu na patinagem dos rodados do trator.